Da Solidao Cecilia Meirele
Vamos construir esse lugar sonhado onde ninguém possa decidir nada pelos outros, nem a forma de morrer. E este lugar vai se chamar Macondo.
Encontraremos um lugar onde não teremos que carregar o medo dos nossos antepassados, onde poderemos nos amar em paz e ter uma família.
Naquela noite, ele sonhou que ali se ergueria uma cidade barulhenta com casas de paredes de espelho. Ele perguntou que cidade era, e responderam com um nome que ele nunca tinha ouvido falar, que não tinha nenhum significado, mas que teve um eco sobrenatural em seu sonho. Macondo.
Todos são livres para escolher seu próprio caminho, mas vamos ficar aqui. Vamos construir esse lugar sonhado. O lar dos nossos filhos. Onde ninguém pode decidir pelos outros, nem mesmo como morrerão. E esse lugar será chamado de Macondo.
Acordo com o teu nome na cabeça, antes de fixar o pé no chão, lembro do tempo em que nos procurávamos. Qualquer mensagem era um
assunto que nos aproximava.
Era uma época em que viver por miragens já não se bastava. Porque no meu deserto tu eras oásis.
O porto é o lugar mais seguro para um barco, mas ele não foi feito para ficar lá; seu destino é navegar.
O perdão é algo simples para o ser humano.
É só se olhar no espelho e ver que não és perfeito, então como condenarás a imperfeição do teu próximo?
Precisamos vencer a fome, a miséria e a exclusão social. Nossa guerra não é para matar ninguém - é para salvar vidas.
A dádiva do tempo é nos fazer perceber que amadurecimento não significa idade, mas sim acúmulo de sorrisos, que passaram a existir depois de muitas lágrimas derramadas.
Sócrates: Você precisa abandonar vícios.
Dan: Fala um vicio que eu tenho!
Sócrates: Falar. Principalmente interromper e achar que sabe tudo, quando não sabe nada.
Dan: Sócrates estou um pouco apressado, você pode não demorar?
Sócrates: Tudo bem.
E joga Dan no lago. Dan sai furioso:
Dan: Ei! Estou falando com você! Qual o seu problema hein?
Sócrates: Você estava com pressa.
Dan: Por isso me empurro na ponte?
Sócrates: Eu esvaziei sua mente.
Dan: Você o que?
Sócrates: Eu a esvaziei.
Dan: Não esvaziou não! Você me jogou no rio.
Sócrates: E no que você pensou enquanto caia?
Dan: Não sei!
Sócrates: Estava pensando na escola?
Dan: Não!
Sócrates: Nas compras?
Dan: Não!
Sócrates: Onde estava indo?
Dan: Não...
Sócrates: Estava 100% dedicado à experiência que estava tendo. Tem até uma palavra para isso: Ahhhhhh!!!!
Dan: Você é maluco sabia?
Sócrates: É preciso praticar a vida toda.
Por mais que você não goste de sua aparência, afirme-se bonito.
O que me faz perder o sono não é a insônia propriamente dita, mas sim a falta de amor e respeito entre os seres humanos.
