Curiosidade
Assim começou o caos.
Nas pequenas descobertas e curiosidade trouxeram a destruição.
Eva viu que árvore era boa.
Homem criou a ogivas nucleares.
Se acaso um rato pudesse desenvolver algo, com certeza ele nunca iria desenvolver uma ratoeira.
YakuzaMoon_JWSPC
O melhor da experiência da curiosidade é saber que quem está de lá não sabe ao certo o que tem do lado de cá.
A conexão entre as palavras “amor” e “amo” é mais do que uma curiosidade linguística; ela revela uma profunda verdade espiritual. Ambas derivam do verbo latino “amare”, sugerindo que a autoridade do verdadeiro Senhor não pode ser dissociada do amor e do serviço. Isso é visível no chamado de Jesus para que nos amemos e sirvamos uns aos outros:
“Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.” (João 13:34).
Aqui, Cristo, o Senhor supremo, nos exorta não apenas ao amor mútuo, mas também ao serviço, mostrando que seu senhorio é fundamentado no amor, e não na opressão. A palavra “amo”, com sua origem no amor, reflete o caráter do Senhor que, em vez de nos dominar com dureza, nos serve, cuida e se sacrifica por nós. Jesus não é um Senhor que oprime, mas um Senhor que ama a ponto de entregar sua vida (João 10:11) e lavar os pés dos seus discípulos, como um servo (João 13:14-15).
Essa semelhança entre “amor” e “amo” também ilustra a diferença entre a escravidão física e a escravidão espiritual. Enquanto a opressão do “amo” humano poderia ser tirânica, o “amo” divino, Jesus, exerce seu poder com o mais puro amor, chamando-nos a servir uns aos outros, assim como Ele nos serviu (Marcos 10:45). Ele nos convida a sermos escravos do amor, onde o Senhor nos guia com liberdade, nos libertando da verdadeira escravidão do pecado (Romanos 6:18).
Quando Cristo nos manda amar e servir uns aos outros, Ele não apenas nos ordena a viver em harmonia, mas nos revela que o próprio sentido de liderança, de ser “amo”, está enraizado no amor e no serviço. Somos, assim, chamados a sermos senhores de nosso próximo com o mesmo amor e espírito de serviço com que Cristo nos amou e nos serviu (Gálatas 5:13). O governo de Jesus é o do amor e da servidão voluntária; aquele que verdadeiramente ama, governa com justiça, misericórdia e serviço.
Essa é a essência do versículo: amar e servir uns aos outros, como o Amo nos ama e nos serve.
O interesse é um caminho em três passos: começa na curiosidade que espreita, vira empatia que abraça, e culmina na compaixão que se move. Sentir é início; agir é entrega. Jesus não veio ao mundo por curiosidade. Veio por compaixão.
O segredo para manter o amor vivo é nunca perder a curiosidade pelo outro, nem mesmo depois de anos juntos
Parabéns amigo pela curiosidade boa que teve em observar tal fato tão costumeiro entre os zangões e nem sempre observado por nós humanos. Abraços fraternais.
A curiosidade,
é sempre uma terra fértil
e desconhecida aos
peregrinos
um apelo
a novos horizontes.
§
A ESCALADA
Antes olhava pra cima
E via uma grande montanha.
A curiosidade me fez
Explorá-la.
Após anos tentando
A escalá-la, finalmente
Cheguei ao topo.
Aquela montanha que me
Parecia tão gigante.
Finalmente a conquistei.
Achei que ia encontrar
O que tanto me faltava,
Mas aqui não tem nada.
Nada além do silêncio
Sufocante e dessa falta de ar
Que aos poucos me consome.
Que triste.
Tão solitário, mas me sinto
Em paz.
Sinto que aos poucos estou
Me perdendo.
SEM RÓTULO
A minha curiosidade e atrevimento ao escrever às vezes me custa responsabilidades.
Em um dia daqueles que a gente não espera, um jovem poeta me aborda pelo Instagram e para minha imensurável surpresa me faz um questionamento.
- Eu leio seus textos sempre!
Eu lhe respondi.
- Quem bom, fico feliz por isso.
E, surpreendentemente, ele me interpela.
- Eu tenho muita vontade de lhe mostrar meus escritos mas tenho medo que detecte algum erro.
Em êxtase lhe respondi
- Eu também morro de medo do seleto intelecto corretivo da literatura comercial.
No entanto, a escrita é minha, a leitura sou eu que faço.
De certo, no universo virtual eles também me lêem, embora não me comprem
O restante é só o restante caro poeta.
O amor é amor quando é recíproco, do contrário é atracção, paixão, curiosidade, interesse ou obsessão.
Desde a origem a humanidade continua a trocar verdade por mentira, comunhão por curiosidade, vida por morte e benção por lentilha. Séculos se passaram e a estratégia do diabo é a mesma: Iludir, envergonhar, destruir. A de Deus: Amar e permitir. Inclusive o arrependimento. Volte.
