Cuidando do meu Jardim

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Meu Monstro Interior vive adormecido


Mudo, calado, quase sempre entorpecido


Observando e absorvendo as lutas diárias


Não querendo alimentar-se de raiva, ódio e carne em muitas navalhas.


Lutar é sempre preciso... e eu sei não há abrigo... no peito do meu inimigo.


Saído do conto de um livro de terror não posso libertar meu Monstro Interior...

Toda vez que tiver reunião e plano de ação no mundo corporativo lembrem-se do meu trabalho que ganhou prêmio nacional em IA em primeiro lugar: Arquitetura da Juntada de Documentos Inteligentes e Automação Temática

Me encontro nos detalhes

Em simples e incríveis detalhes da vida
Meu espírito enche-me de ternura
De aspectos renovados
Que purificam minha alma.


É no que quase ninguém vê
que eu me reconheço.
É no que é pequeno
que eu me torno inteira.

Pergunta o meu nome querendo dizer Pedro.
A data do meu aniversãrio pedindo presente.
Qual a minha opinião sobre patos, bigodes, bolsas e crentes?


A rachadura na parede ouve,
nitidamente, seu quack-quack, nãoseioquelá, deuses.


E Pedro pedreiro, muito penseiro


só matraqueando seu trem
que só vai
que só vai
que só vai


E eu aqui,
já desisti de me empolgar
esperando, esperando, esperando,
só vejo um bife desfocado a tagarelar

Não sou definido pelos meus erros, mas pelo meu próximo passo.

As pessoas parecem muito manipuladoras e cruéis. Prefiro estar sozinho no meu canto. Assim, evito mágoas e decepções.

Que amor, meu amor!


Que amor é esse que se proclama sentimento, mas se recusa a ser atitude? Que diz habitar o peito, mas corre para a porta no primeiro sinal de aperto? Não se constrói castelo em areia movediça, e não se chama de amor aquilo que, em cada discussão, ensaia o adeus como se o tempo juntos não passasse de um rascunho descartável.
É um amor estranho, esse que assiste ao pôr do sol e, em vez de gratidão, escolhe a dúvida. Que questiona a lealdade das últimas doze horas e apaga, num sopro de insegurança, o valor dos anos que se foram. É exaustivo viver sob o tribunal de quem nunca está satisfeito com o que já foi provado.
Dizem que sentem na pele, que o ar preenche os pulmões até o limite... mas, na hora da verdade, a voz não sai. É um amor mudo, um amor de esconderijo, que tem medo da luz e pavor do compromisso público. Se o peito está cheio, por que o mundo continua sem ouvir o grito de quem ama?
No fim, a conta é simples, mas amarga: amor que se esconde, que desiste e que ameaça, perde a substância. De tanto ser incerto, ele deixa de ser abrigo. E quando o respeito e a segurança se esgotam, sobra apenas o vazio de algo que já não tem mais espaço — nem direito — de ser chamado de meu amor.

⁠Ausente:


Tu não podes deitar em meu corpo
A minha mágoa me deixou ausente
Totalmente ausente
Tu não sentes mais a minha voz
Tu não sentes mais a minha presença
Mas é porque eu estou ausente
Apenas de você
A gota é normal
As lágrimas são comuns
Mas para você, a ausência foi aprovada
As vezes, tu podes sentir... nódoas de orvalho
Eu colhi todas as flores e as plantei em um outro jardim
Tu és proibido de ver minha face
A minha névoa já não é mais presente em vosso âmago
Fui embora de veleiro
Pois não aguento narcisismo
A traição me traz á reflexão
Das carnes podres até as carnificinas
Mas daqueles que nos fizeram de funcionário
O atendente denuncia de vez

Estou crendo que o valoroso irmão Caio será meu futuro esposo, ele só precisa ter paciência . Kkk⁠

⁠Ah, este meu gatinho,
Da uma unhada
E esconde a unha.
Na sua timidez o seu carinho,
Conquistou o meu coração,
E quando mia
É só pOeSiA.
😻

⁠*
Eu desde que vim ao mundo, sou o meu avesso,
e por isso
uso o que existe no meu interior,
pra mostrar o meu melhor,
que é tão pouco,
pra este mundo louco
que cobra tanto da gente,
sem ao menos perguntar o que temos pra oferecer."
***

(*) ...aqui jas minha franqueza...(*)

Eu estava tão cansada,
que os meus pensamentos,
me acolheram ali mesmo no chão,
e o meu coração,
em suave pulsação
sugeriu uma canção, concerto para piano No 21...

Meu livre-arbítrio é um circulo, tenho que lembrar que pra cada direção que eu seguir, existe limites, pois do outro lado esta o meu próximo.

***

Não sei onde vou parar com tanto amor dispersado em meu coração...
Sei que devo tirar isso de mim, mas não sei por onde começar...e na verdade, não tenho vontade pois, gosto do que sinto...Gosto dessa sensação boa que me causa...do sentir-me feliz simplesmente por sentir...Do chorar e simplesmente do nada, sorrir...Do sonhar e querer te trazer pra minha realidade...Deixe que talvez o tempo, quem sabe um dia assim como te trouxe para minha vida, sem mais nem menos, o tire...Porque a vida é assim, nos dá e toma e somente o tempo decide como e quando.

Muito me alegra estar em tua presença, estar perto de você e sentir meu coração bater acelerado...
Estar na tua frente, poder te olhar e te sentir aqui...

O que sinto está no meu coração mas toma conta de todo meu ser.

Se eu pudesse te emprestaria meus olhos para você ver como eu te vejo e o meu coração para sentires o que eu sinto...
Já desisti milhões milhões de vezes desse sentimento, mas ele é teimoso e insiste em ficar.

Já me calei pra tentar me distanciar...Pra tirar você da minha cabeça, do meu coração...
É nesse momento que me dói a alma...
Não consigo!
Meus dias ficam sem cor, sem brilho, as vezes sinto vontade de desaparecer...
Estou com raiva de mim...
E com raiva de você também...
Não me pergunte o porquê, não terei resposta porque talvez não tenha motivo... Eu só queria me distanciar...E toda vez que tento fico mal...

Quando o caminho se apaga na névoa,
meus passos são só ecos na estrada,
meu coração vira bússola,
e o sol, meu único mapa.


Giro como folha ao vento,
leve, sem rumo, sem chão,
o horizonte é um abraço,
o céu, minha direção.


Não há norte nem sul,
só o pulsar deste coração,
que bate em ritmo de uma dança de luzes,
que se perde no seu jeito.


As sombras são companheiras,
me prendem, me falam sutilezas,
sigo fios dourados, que tecem meus passos.


Esse mundo é um carrossel,
que meu eu, criança teme,
mas me deixo levar no vento,
onde o sol está quente e lento.


E quando a noite chegar,
meus dedos desenham constelações no escuro,
cada estrela, um verso esquecido,
um mapa de luz que não sei decifrar.


Olho o céu, na tentativa de ler suas estrelas,
mas elas piscam em código antigo,
sussurros de outras vidas,
e eu, apenas um eco perdido no vento.


Me torno silêncio e preces,
um corpo que se dissolve na sombra,
oferecendo ao infinito
o pouco que me resta de fé e esperanças.


Sigo o rumo da lua,
ela me chama sem palavras,
e eu navego em seu brilho prateado,
até que a madrugada me devolva ao chão.⁠

Passaria a eternidade na dança das nossas palavras, meu amor.
Tua poesia é sopro, um verso solto no vento,
um ritmo que meu peito aprendeu de cor.
Nossos silêncios são estrofes inteiras,
escritas na pele, em tinta de calor.


Os dedos traçam mapas de desejo,
cada toque, um nome novo pra paixão.
O tempo desfia-se em nosso abraço,
e o relógio vira pó, só resta o chão.


Dançamos em línguas desconhecidas,
o corpo inventa gramáticas de luz.
O espaço entre nós é um rio sem margens,
onde bebo teu nome e mergulho após.


A alquimia que acontece quando nossos
corpos se encontram, não tem verbo que explica, transforma o instante em eterno,
o ferro em flor.
Nossas bocas fundem metais raros,
cunhando moedas de grande valor.


Se o mundo acabar, ficará nossa fala,
o eco dos gestos, o sal do suor.
Passaria a eternidade nesse diálogo.
Quero te amar sempre e pra sempre,
e todos os dias.