Cruz
" A nossa cruz (provas) tem o peso do nosso perdão! Coração endurecido é candidato já vencido por si mesmo nas amarras frias da solidão. "
O verdadeiro iniciático não teme a morte, nem a cruz que sela seu destino; pois conhece o mistério da vida eterna nas cinzas da própria entrega.
Sapienciais 2:6
A sabedoria de Jesus Cristo o levou à cruz, pois Ele entendeu que o caminho da redenção passava pelo sacrifício supremo. Sua paixão em obedecer ao Pai o conduziu ao Gólgota, o monte da caveira, onde a dor se transformou em triunfo eterno. Por ser sábio e obediente até o fim, Ele foi moído por nossos pecados e transgressões, oferecendo-nos o perdão e a vida eterna. E nós, discípulos do Mestre, o que sofreremos nestes últimos dias? Seremos provados pela dor, pela perseguição e pela tentação, mas também pela indiferença do mundo que rejeita a luz. Entretanto, como Ele, somos chamados a carregar nossa cruz com fé, sabedoria e amor, certos de que o sofrimento em Cristo não é fim, mas o caminho para a vitória eterna.
Quem se entrega à devoção verdadeira encontra na Eucaristia o alimento da alma e na cruz de Cristo a força para superar qualquer provação.
Quem escolhe o momento para estar com Jesus é você e não Ele, porque isso Ele já fez na cruz morrendo para que você possa viver.
Jesus vive
O maior ato de amor foi demonstrado na cruz: Jesus deu Sua vida por nós.
Na dor, Ele nos trouxe perdão, esperança e salvação eterna.
Que neste tempo de Páscoa, nossos corações se lembrem do sacrifício divino.
Não se trata apenas de ovos ou festas, mas de redenção e renascimento.
Cristo venceu a morte para que tivéssemos vida em abundância.
Seu sangue foi derramado por amor – amor que nos alcança até hoje.
Celebremos com gratidão, fé e o compromisso de viver como Ele nos ensinou.
Que o verdadeiro sentido da Páscoa permaneça vivo em cada gesto nosso.
SimoneCruvinel
Há muita mensagem efêmera, mas a mensagem da Cruz está acima do espaço-tempo e nos conduz a Verdade da vida eterna!
HOMENS RAROS (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Quantos fincaram uma cruz
Nos túmulos dos seus destinos
Antes de sentarem à mesa
Do banquete das ideologias?
Quantos amargaram o sofrimento
Do próprio suor
Cheio de dores e revoltas
E que choraram pelos poros de seus corpos?
Quantos fizeram de suas vidas
De seus ideais e lutas
Insanidades transitórias
E gestos de grandezas eternas?
Quantos lamberam os próprios corações
Sangrantes nas lutas diárias
Enfrentando o chumbo e a solidão
Para construir um mundo melhor ou pior?
Quantos palmilharam estradas tortas
Que ligam a tênue fronteira
Entre a morte e a vida
Para entender o absurdo da existência?
Quantos choraram seus mortos
E depois Guardaram as bandeiras
Cessaram as batalhas e ressentimentos
E mergulharam no grande mar do perdão?
Quantos caminharam descalços
Pelos desertos interiores e exteriores
Em busca de tórridas e quentes
Verdades filosóficas e religiosas?
Quantos não fraudaram as leis e normas
Em rasteiras surdinas e trapaças
Em busca do enriquecimento ilícito
Esses são homens raros ou bandidos épicos?
Por fim, gritei o mais alto essas questões
Para as montanhas, planícies, colinas
E mundo afora... E o eco me disse:
Só os raros...
ISBN: 978-85-4160-632-5
MARIA AO PÉ DA CRUZ.
Do livro: Nas Sandálias do Nazareno.
Capítulo 10, 15 de dezembro - ano 2000..
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Lá no Calvário estava Maria, olhando o Filho amado agora suspenso no madeiro da cruz.
Ajoelhada sob as próprias lágrimas, via, entre o pranto e a dor, as lembranças suaves de um tempo distante o tempo em que o seu menino lhe sorria com inocência divina.
Agora, porém, seus olhos olhos flagelados pela dor viam em cada ferida o sacrifício do Amor.
Jesus, submisso à cruz, deixava-se deitar sobre o instrumento que o dilaceraria.
Os soldados, cegos de ódio, riam em insânia; e ele, o Cordeiro sereno, ajudava a acomodar-se sobre o madeiro, como quem abraça a própria missão.
Martelos erguiam-se.
Mãos e pés do Justo eram transpassados pelos cravos, enquanto o Amor respondia com perdão.
No meio do rumor dos golpes e dos gemidos, Maria era puro sangue em lágrimas lágrimas que se transmutavam em luz.
A cruz então se ergueu.
O corpo de Jesus pendeu, comprimindo-lhe os pulmões; o ar lhe faltava.
Movimentou-se apenas um pouco, como quem busca aliviar o peso dos cravos.
Maria — Mãe — permanecia ali, diante do Rei dos Reis, sofrendo as mesmas dores do seu eterno Menino.
Ouviu, entre soluços, a voz blasfema de um dos crucificados, clamando por libertação.
O coração de Maria estremeceu seu Filho era inocente.
Mas outro grito, agora de fé, fez-se ouvir: era Dimas, o bom ladrão.
— Tu não vês? Ele é inocente... mas nós, nós merecemos!
Mestre, lembra-te de mim quando estiveres em Teu Reino.
Jesus, exaurido, contemplou-o com doçura.
E no sopro que lhe restava prometeu-lhe o Amor:
— Hoje mesmo, estarás comigo no Paraíso.
Ah, Maria...
Que amor é esse? Que hora é essa?
Em êxtase de dor e compreensão, a Mãe vê, em visão espiritual, outras mulheres mães, esposas, irmãs cujos corações se despedaçavam ante o mesmo suplício de ver morrerem os seus.
Abraçou-as com o olhar e, em cada uma delas, reconheceu o espelho da própria dor.
E foi ali, no auge do sofrimento, que Maria compreendeu plenamente quem era o seu Menino e por que viera ao mundo.
O silêncio então tomou o Monte da Caveira.
Sombras invisíveis pairavam sobre o crepúsculo da Terra.
Mas Maria continuava sendo luz.
E amando em compreensão, amando a humanidade, mergulhou na claridade do Sol eterno aquele mesmo Sol que era o seu Filho, resplandecendo para os confins dos séculos.
“Está noite sonhei com um lugar ao dia, carregando uma cruz leve, grande e dourada para dentro de um ambiente junto com centenas de padres, após deixá-la na parede lateral junto com todas as outras, ao sair, não vi, mas escutei que o anjo do bem do dia venceu o anjo do mal da noite e o anjo do bem da noite venceu o anjo do mal do dia, e na minha frente pude ver que o anjo do bem que age de dia e de noite. Ela encolheu suas asas gigantes e girando desceu até o peito agitando as águas, ao subir pude ver que retirava um anjo branco enorme mostrando-o. Uma cena incrível, uma anja gigante branca, com um anjo gigante branco aos seus pés. Disse: -O anjo das águas não fará mais danos e o soltou. Descendo lentamente imóvel e quieto para as águas. Quantos padres e pastores há no mundo? Eles sabem que há uma guerra gigante espiritual e não estão aqui por acaso.”
"A cruz é para lembrar que a vida não é leve e a coroa de espinhos é para lembrar que os pensamentos machucam."
Não se "PREGUE" aos pecados.
"Eu não sei o tamanho da minha cruz e nem sei o tamanho da sua, mas por menor que seja, sem Jesus Cristo, é impossível carregá-la."
A Paz de Deus está na Cruz,
A Paz de Deus está na Guerra,
A Paz de Deus está na Lágrima
Nossa, que irriga a terra.
Penitência
A cada um
cabe sua cruz
não é proibido, porém
que mesmo carregando a sua
cada um ajude alguém
a carregar a dele também.
Cruz
Seja ela grande ou pequena, leve ou pesada, que consigamos abraçar com coragem e dignidade a cruz que está destinada a cada um de nós.
Misterio
Naquele mistério da cruz
Nosso Deus abandonado
Que lá foi crucificado
Por nós morreu Jesus
Diante de tão grande atitude
Preso a mão com um prego
No silêncio da plenitude
Fardos pequenos que carrego
Silenciamos diante dos doentes, nos enfermos, sofredores
Da pobreza da Miséria das dores
Vendo Jesus naquele estado
Quando sentir muita dor
Quando te faltar amor
Lembre-se que foi muito amado
Ademir Missias
