Crônicas sobre Escola
A inclusão resumida na inserção do aluno com necessidades especiais à escola,
não é inclusão, é a construção da “exclusão inclusiva”, que se legitima no dia-a-dia escolar.
Quando o aluno com algum tipo de deficiência é inserido em uma sala de aula,
na qual não encontra a estrutura educativa adequada às suas dificuldades,
o mesmo sente na sua inclusão a exclusão em forma de incapacidade, manifestada
no olhar dos outros, na ausência da participaçãoquanto sujeito ativo, construindo uma
incompetência que, embora pense ser sua, na verdade é de quem inclui.
Gabiróba, que era um sapinho muito alegre que estava passando em frente a uma escola quando encontrou com seu amigo gambá
Gambá o pegou pela mão e entrou correndo na escola dizendo: "venha vou te apresentar um amigo, ele é poéta". Venha logo vou te apresentar. O sapo ficou com medo de ser pisoteado quando viu aquele monte de pés correndo pra lá e para cá, mas para não contrariar seu amigo gambá ele se aventurou passar pelos alunos. Lá perto da quadra de esportes encontraram o menino poeta e gambá apresentou seu amigo sapo, veja poeta, esse é Gabiróba, meu amigo sapo e ele veio aqui só pra ouvir sua poesia.
- Oiii Gabiróba! eu sou Lagôsta, estou na oitava série e não gosto muito de jogar futebol, gosto mesmo é de queimada. por isso eu fico aqui na torcida e escrevendo no celular, e de vez em quando dou um grito, vibro, só pra fazer de conta que estou participando da aula.
- Que legal Lagôsta, mas o que você escreveu no celular hoje?
- Ah! Não é nada de mais, são só uns versos que escrevi para o meu pai.
- Nossa que legal!
mas e aiiiiii?... Saiu tudo da sua imaginação?
- ah não! a imaginação não é minha, ela não tem dono, Ela está aqui, ali, em todo lugar, viaja de rosto em rosto fazendo-os sorrir ou chorar, mas está sempre disposta a nos servir quando a buscamo no silêncio. Dá pra imaginar?
Gabiroba, procurou pelo gambá e viu que ele não estava mais por ali. Pensou que talvez a aula estivesse acabando e que ele teria ido lá para o portão da saída só para entrar de novo em sentido contrário, parece que ele gostava desse desafio de ver a vida passando por um fio, e sempre fazia isso.
- “Ex Governanta”... Gritou bem animado Lagosta.
Eu te amo tanto que caminho na rua
Sempre conversando no mundo da lua.
Sempre passando tempo expressando idéias
Sempre jogando jogos de tabuleiro com estratégia
Para prolongar nossa linda vida bela
Sempre em comunhão para ter uma lógica
Mas quando não concordava
Sempre tinha uma revolta
Para expressar ideias
Para beneficiar
Sempre um e outro ajudar
Mas hoje em dia
Você me largou
Largou a todos nós
Você nos deixou
Você me recusou
Ex Governanta!
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas
Você nos deixou
Nos revoltou, mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Por que você se afastou
Porque nós nunca lutou a sua ida!
Não volta mais a vida
A revolta não é mais ocorrida
Entre seus problemas
Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você, porque?
Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população vai se calar
Todas as minhas lágrimas derramadas
Lembro das agonias que nos protestava
Lembro dos momentos que não nos resguardava
Sinto a nossa falta
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas você nos deixou
Mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Porque você se afastou
Porque nós nunca se revoltou com a sua ida
Não volta mais a vida
A luta não é mais ocorrida
Entre seus problemas
Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você. Porque?
Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população volta a se calar.
EX GOVERNANTA.
Apitou o sinal, e Gabiroba ficou apavorado ao ver tantos pés passando apressados, para lá e para cá, por aqui, por acolá, novamente e por todos os lugares. A quadra era coberta e o barulho ficou insuportável, ele se escondeu até o alvoroço acabar, olhou para cima e viu o gambá dormindo bem sossegado no galho da goiabeira.
Gabiróba, que era um sapinho muito alegre, estava passando em frente a uma escola quando encontrou com seu amigo gambá que o pegou pela mão e entrou correndo naquela escola escola dizendo: "venha vou te apresentar um amigo, ele é poéta". Venha logo vou te apresentar. Oi, oi, esse e meu amigo. O sapo ficou com medo de ser pisoteado quando aquele monte de pés correndo pra lá e pra, mas para não contrariar seu gambá ele se artiscou passar pelos alunos. Lá perto da quadra encontraram o menino poeta e gambá apresentou seu amigo sapo, veja poeta, esse é Gabiróba, meu amigo sapo e ele veio aqui só pra ouvir um poesia.
- Ola muito prazer seu sapo, eu sou Lagosta, estou na oitava série e não gosto muito de jogar futebol, gosto mesmo é de queimada, então fico aqui escrevendo no celular e de vez em quando dou um grito, vibro, só pra fazer de conta que estou participando da aula.
- Que legalPoeta Lagosta, mas o que você escreveu no celular? Pode nos falar?
- Ah! Não é nada de mais, são só uns versos que escrevi para o meu pai.
- Nossa que legal! Saiu tudo da sua imaginação?
- Claro que não! Pois, não tem dono a imaginação. Ela está aqui, ali, em todo lugar, viaja de rosto em rosto fazendo-os sorrir e chorar, mas está sempre disposta a servir a qualquer um que no silêncio ela encontrar.
Gabiroba, procurou pelo gambá e viu que ele não estava mais lá. Pensou que talvez a aula tivesse para acabar e que ele teria ido lá para o portão da saída só para entrar de novo em sentido contrário, parece que ele gostava desse desafio de ver a vida passando por fio.
- “Ex Governanta”...começou subitamente Lagosta.
Eu te amo tanto ....
CASA! ESCOLA DE CORAÇÕES
Casa! Escola de Corações.
Universo de tantas emoções.
No princípio da caminhada,
Quando o mundo era ilusão,
Foi a casa o primeiro livro,
Da mais nobre educação.
Ali nasce a esperança,
E floresce a formação.
Casa! Escola de Corações.
Universo de tantas emoções.
Tem chegada de um menino,
Tem partida de um ancião,
Tem abraço que conforta,
Tem silêncio e solidão.
Cada porta guarda um tempo,
Cada canto uma lição.
Casa! Escola de Corações.
Universo de tantas emoções.
Há encontros que eternizam,
Despedidas de doer,
Há promessas que florescem,
Outras param de viver.
Mas o tempo escreve histórias
Que ninguém pode esquecer.
Casa! Escola de Corações.
Universo de tantas emoções.
Ali mora o grande amor,
Também mora a ingratidão;
Há carinho que aproxima,
Há intriga e divisão.
Cada gesto deixa marcas
No jardim do coração.
Casa! Escola de Corações.
Universo de tantas emoções.
Perdas vêm como tempestes,
Ganhos brilham como o Sol;
Uns tropeçam na tristeza,
Outros seguem no arrebol.
Toda lágrima ensina
Mais que o ouro e o arrebol.
Casa! Escola de Corações.
Universo de tantas emoções.
Há alegrias em fartura,
Decepções pelo caminho,
Experiência faz o mestre,
Imaturidade é espinho.
Quem escuta os mais antigos
Nunca segue tão sozinho.
Casa! Escola de Corações.
Universo de tantas emoções.
Resiliência é a coluna
Que sustenta a construção;
Coragem faz cada passo
Enfrentar a provação.
Quem não teme as tempestades
Vence a força do trovão.
Casa! Escola de Corações.
Universo de tantas emoções.
Vitória bate à janela,
Derrota entra sem avisar;
Uma ensina a agradecer,
Outra obriga a levantar.
Quem aprende com as duas
Sempre volta a caminhar.
Casa! Escola de Corações.
Universo de tantas emoções.
União levanta pontes,
Desunião faz ruir.
Uma soma os sentimentos,
Outra faz o bem fugir.
Toda casa bem cuidada
Faz a esperança florir.
Casa! Escola de Corações.
Universo de tantas emoções.
Há caminhos luminosos,
Há desvios na estrada.
Quem cultiva bons exemplos
Tem a alma iluminada.
Quem abandona os valores
Vê a vida embaraçada.
Casa! Escola de Corações.
Universo de tantas emoções.
Base firme é fundamento,
Teto abriga da aflição.
Paredes guardam memórias,
Grades pedem reflexão.
Pois a casa não aprisiona,
Quando reina o coração.
Casa! Escola de Corações.
Universo de tantas emoções.
Amor vence o próprio ódio
Quando existe compaixão;
Vida nasce em cada berço,
Morte encerra a procissão.
Mas o bem que ali foi plantado
Nunca morre em vão.
Casa! Escola de Corações.
Universo de tantas emoções.
Seja humilde ou majestosa,
De madeira ou de tijão,
Toda casa é professora
Da maior das lições:
Quem constrói um bom lar na Terra
Edifica gerações.
Casa! Escola de Corações.
Universo de tantas emoções.
Relatos sobre escola e as dificuldades de ser diferente
Na escola, ser diferente nem sempre é fácil.
Heitor sabia disso todos os dias.
Enquanto algumas crianças falavam rápido e riam alto, ele precisava de tempo. Cada palavra sua parecia carregar um peso maior. E, às vezes, o silêncio dos outros machucava mais do que qualquer risada.
Muitos não entendiam.
Confundiam dificuldade com incapacidade.
Silêncio com desinteresse.
Mas a verdade é que, dentro de crianças como Heitor, existem mundos inteiros — cheios de ideias, sentimentos e coragem.
Assim como o Sussurrador, muitas crianças também carregam histórias invisíveis.
Às vezes, quem machuca… já foi machucado.
Quem se isola… já tentou se encaixar e não conseguiu.
A escola pode ser um lugar de dor — quando falta empatia.
Mas também pode ser um lugar de transformação — quando alguém escolhe acolher.
Lucas fez essa escolha.
Ele ouviu. Esperou. Caminhou junto.
E isso muda tudo.
Porque inclusão não é fazer todos iguais.
É permitir que cada um exista do seu jeito — e ainda assim, pertença.
No fim, Heitor descobriu algo poderoso:
sua voz não precisava ser perfeita para ser importante.
E o Sussurrador aprendeu que nunca é tarde para recomeçar.
Heitor e o Segredo do Sussurrador .
Heitor é um garoto com dificuldade na fala que descobre ter superpoderes. Ao enfrentar o Sussurrador, um vilão que desperta sua insegurança, ele percebe que o inimigo na verdade é alguém ferido pela exclusão. Com a ajuda do amigo Lucas, Heitor escolhe o caminho da empatia, transformando o vilão em aliado. Juntos, eles aprendem que coragem não é falar perfeito, mas se expressar com o coração.
Northon Salomão de Oliveira não pertence inteiramente a uma escola filosófica; atravessa várias delas. Seu pensamento parece formar-se menos pela adesão ortodoxa a uma tradição do que pela assimilação crítica de diferentes modos de compreender o conhecimento, a realidade e o ser humano. Sua matriz mais remota encontra-se na filosofia grega, sobretudo no impulso socrático de submeter as certezas ao exame, na investigação platônica das estruturas que ultrapassam as aparências, na busca aristotélica pelas causas, categorias e relações, no rigor lógico dos antigos, no estoicismo e na tradição cética, que transforma a dúvida em instrumento de investigação.
Há, desde essa origem, uma característica que parece atravessar seu pensamento: a recusa de aceitar uma resposta simplesmente porque ela se tornou tradicional. A pergunta socrática, a investigação aristotélica e a dúvida cética encontram, nesse sentido, uma continuidade em sua maneira de abordar o conhecimento. Não se trata de duvidar por negar, mas de duvidar para compreender melhor.
Boécio acrescenta a essa genealogia uma dimensão decisiva de transição entre o mundo clássico e a tradição medieval. Herdeiro da filosofia greco-romana e interessado na relação entre razão, ética, providência, liberdade e destino, ele representa uma concepção da filosofia como instrumento de compreensão da existência. Em A Consolação da Filosofia, a reflexão filosófica não aparece apenas como exercício abstrato, mas como tentativa de compreender a justiça, a fortuna, a liberdade e aquilo que permanece quando as circunstâncias exteriores se modificam. Essa perspectiva amplia uma questão que também atravessa o pensamento jurídico: como conciliar liberdade, responsabilidade, justiça e contingência?
Com o Renascimento surge outra dimensão fundamental: o humanismo e a confiança na capacidade humana de investigar o mundo. Leonardo da Vinci ocupa aqui uma posição singular. Não propriamente como filósofo de escola, mas como paradigma de uma inteligência que recusa fronteiras rígidas entre arte, ciência, natureza, anatomia, engenharia e observação. Da Vinci representa a curiosidade universal, a investigação empírica e a capacidade de perceber relações entre fenômenos aparentemente distantes. Sua importância para essa genealogia está menos em uma doutrina específica do que em uma atitude intelectual: conhecer é também conectar.
Montaigne acrescenta a investigação do próprio sujeito, a consciência das limitações humanas e uma dúvida que não pretende simplesmente destruir o conhecimento, mas torná-lo mais prudente. Voltaire introduz a crítica à intolerância, ao fanatismo e ao dogmatismo, colocando a razão e a liberdade intelectual contra a transformação das convicções em verdades imunes ao exame. O Iluminismo amplia esse movimento ao afirmar a autonomia crítica da razão e a possibilidade de submeter instituições, costumes e crenças à investigação racional.
Hume aprofunda a prudência epistemológica ao questionar os fundamentos de nossas certezas. Kant desloca a investigação para as próprias condições do conhecimento, da razão e da liberdade, estabelecendo a autonomia intelectual como elemento central da modernidade. Nietzsche, posteriormente, radicaliza a crítica ao investigar a origem dos valores e as forças ocultas por trás das verdades aparentemente estabelecidas.
Schopenhauer acrescenta uma dimensão particularmente importante para a compreensão do comportamento humano: a percepção de que a consciência racional talvez não esgote as forças que movem o indivíduo. Desejo, vontade, sofrimento e frustração passam a ocupar posição central na investigação da existência. Essa perspectiva pode dialogar com uma compreensão jurídica mais profunda, na medida em que sujeitos concretos não são apenas agentes abstratamente racionais, mas seres atravessados por impulsos, conflitos, limitações e circunstâncias.
Kierkegaard acrescenta a interioridade, a angústia, a escolha e a responsabilidade individual. Camus leva essas questões ao problema do absurdo, da liberdade e da construção de sentido diante de uma existência que não oferece respostas definitivas. A hermenêutica, por sua vez, introduz a consciência de que compreender não é simplesmente observar: é interpretar. Linguagem, contexto, história e perspectiva participam da construção dos sentidos.
Fernando Pessoa acrescenta uma dimensão literária e filosófica singular: a multiplicidade do sujeito. Seus heterônimos transformam a identidade em problema, revelando que a consciência humana pode abrigar diferentes perspectivas, sensibilidades e modos de experimentar o mundo. Pessoa representa, nessa arquitetura, a percepção de que o indivíduo não é necessariamente uma unidade psicológica simples, mas um território de vozes, contradições e possibilidades.
Assim, Sócrates representa a pergunta; Platão, a investigação das ideias e das aparências; Aristóteles, a análise sistemática das causas e categorias; os céticos, a prudência diante da certeza; os estoicos, a razão diante da adversidade; Boécio, o diálogo entre razão, justiça, liberdade e destino; Montaigne, a investigação do próprio sujeito; Leonardo da Vinci, a inteligência interdisciplinar; Voltaire, a crítica ao dogmatismo e à intolerância; Hume, a prudência epistemológica; Kant, a autonomia da razão; Schopenhauer, a dimensão da vontade e do sofrimento; Nietzsche, a genealogia dos valores; Kierkegaard, a interioridade e a escolha; Camus, a existência diante do absurdo; e Pessoa, a multiplicidade da consciência.
Em Northon, contudo, essas referências não parecem constituir uma escola pessoal no sentido tradicional. Formam antes uma cartografia intelectual. Seu pensamento não procura escolher entre Direito, ciência, filosofia, literatura e compreensão do comportamento humano, mas investigar precisamente onde cada campo se torna insuficiente quando utilizado isoladamente.
O Direito fornece a estrutura normativa; a filosofia interroga seus fundamentos; a ciência confronta hipóteses com a realidade; a psicologia investiga mecanismos do comportamento; a literatura revela experiências que frequentemente escapam à linguagem conceitual; a história demonstra que toda construção humana possui contexto e consequências; e a tecnologia modifica continuamente as condições nas quais o próprio ser humano se relaciona, trabalha, comunica-se e produz conhecimento.
Há, portanto, algo de socrático em seu método: perguntar antes de concluir. Algo de aristotélico: investigar causas, categorias e consequências. Algo de cético: desconfiar da certeza que não suporta exame. Algo de estoico: reconhecer a tensão entre liberdade e circunstância. Algo de boeciano: interrogar a relação entre justiça, liberdade, destino e contingência. Algo de montaigniano: reconhecer a insuficiência do próprio olhar. Algo de voltairiano: resistir à transformação da convicção em dogma. Algo de kantiano: preservar a autonomia crítica da razão. Algo de schopenhaueriano: considerar as forças não inteiramente conscientes que participam do comportamento. Algo de nietzschiano: investigar os valores ocultos por trás das verdades estabelecidas. Algo de existencial: reconhecer liberdade, angústia, responsabilidade e sentido como dimensões da condição humana. Algo de pessoano: compreender a complexidade e a multiplicidade do sujeito. E algo de davinciano: procurar conexões entre conhecimentos que a especialização excessiva tende a separar.
Seu idealismo, nesse contexto, não significa fuga da realidade, mas confiança na capacidade da razão de interrogá-la, interpretá-la e reconstruí-la conceitualmente. Seu humanismo tampouco consiste em uma celebração abstrata do homem. É uma tentativa de compreender o indivíduo concreto, simultaneamente racional e contraditório, livre e condicionado, criador de valores e submetido às consequências de suas próprias escolhas e construções.
É justamente nesse ponto que sua relação com o Direito ganha particular significado. O fenômeno jurídico não é produzido por seres abstratos, mas por pessoas que desejam, temem, acreditam, interpretam, recordam, sofrem, racionalizam, escolhem e erram. O Direito, portanto, pode ser compreendido não apenas como sistema de normas, mas como uma das grandes construções humanas destinadas a organizar conflitos, limitar poderes, proteger liberdades, estabelecer responsabilidades e produzir formas institucionalizadas de justiça.
Daí emerge uma concepção que poderia ser descrita como um humanismo jurídico interdisciplinar: uma tentativa de pensar o Direito sem isolá-lo das demais formas de conhecimento capazes de iluminar a experiência humana. Não se trata de dissolver o Direito na filosofia, na ciência ou na literatura, mas de permitir que essas disciplinas dialoguem sem perder sua identidade.
Sua filosofia, portanto, não está necessariamente em uma doutrina acabada. Está no método: duvidar antes de afirmar, compreender antes de julgar, investigar antes de condenar e conectar conhecimentos antes de separá-los. Se o dogmatismo transforma uma resposta em fronteira, Northon procura transformar a dúvida em instrumento de conhecimento.
No fundo, seu projeto intelectual prolonga uma tradição que atravessa a história do pensamento ocidental: da pergunta socrática à sistematização aristotélica; do ceticismo antigo ao humanismo de Montaigne; de Boécio à formação da tradição filosófica medieval; do Renascimento universalista de Leonardo da Vinci ao Iluminismo de Voltaire; da revolução epistemológica de Kant à crítica de Nietzsche; da profundidade psicológica de Schopenhauer à interioridade de Kierkegaard; do absurdo de Camus à multiplicidade literária de Pessoa.
Northon situa-se, assim, menos como discípulo de uma escola e mais como investigador de fronteiras. Sua unidade intelectual não está em repetir uma tradição, mas em colocar tradições diferentes em diálogo. Seu pensamento parece partir de uma premissa essencialmente interdisciplinar: nenhum campo isolado possui, sozinho, instrumentos suficientes para explicar toda a complexidade do ser humano.
Quanto mais complexo é o ser humano, menos suficiente se torna uma única lente para compreendê-lo. E talvez seja justamente nessa insuficiência que comece o verdadeiro pensamento.
426🙏🌹 os conflitos armados aqui no plano físico é uma verdadeira escola que nos ensina a fazer escolhas certas ou erradas, são conflitos milenares que já não são mais ocultos, agora revelados para todos graças a tecnologia, às redes sociais onde documentários são exibidos ao mundo, a toda humanidade expondo tal acontecimento, contado por historiadores que consultando documentos que não se deixam mentir, expondo crueldades diversas desses conflitos que destrói cidades, vilarejos e tiram vidas de famílias causando dores e sofrimento naqueles que almejam a paz e o bom viver, onde convocados e voluntários lutam por ideologias contrária ao plano divino, onde nações são obrigadas a intervir para a libertação do povo e do mundo como ocorreu na segunda guerra mundial em que o nazismo tentando dominar o mundo invadindo outras nações praticando crueldades e atrocidades diversas contra famílias que não aderiram ao movimento nazista, às religiões seguimentos políticos e sociais, contra povos, raças e homossexualismo, prendiam em campos de concentração ceifando vidas de pessoas inocentes e milhares de judeus que foram covardemente assassinados e escravizados por regimes totalitários, fascista, comunistas, assossiados ao nazismo, onde o preconceito ditou suas regras...
Mesmo assim, a humanidade não aprendeu nada, o povo deixou o amor esfriar e não aprenderam a lutar pacificamente por seus direitos e sua liberdade, a força está na união de todos e de forma pacifica, sem violência o bem sempre vence, Deus exalta os justos...🌹🙏 BOM DIA FAMÍLIA, Ayache Vidal...
439🙏🌹O passado nos ensina a ser melhor, a jornada no plano físico é uma escola permanente onde aprendemos acima de tudo amar, perdoar e práticar a caridade, não importa a quem, o regime nazista na Segunda Guerra mundial mostrou até onde vai um governo totalitário sem limites, inconsequente e irresponsável, onde crueldades diversas foram praticadas contra o povo judeu e se estendeu a outros povos e nações vizinhas alcançando religioes, etnia, cor de pele, homossexualismo e outras coisas que dificulta até pontuar, discriminação e perseguições sem precedentes a todos que arriscava o regime totalitário, mas a sua meta maior era aniquilar por completo a existência judaica em solo alemão e países dominados pelo regime, foram criados por Adolfo Hitler e seus fiéis seguidores vários campos de concentração, em que genocídio de todas às formas eram praticados em larga escala, onde milhares de judeus foram executados, inclusive crianças, mulheres e idosos...
Temos que orar e ter caráter, ética e moral na escolha de nossos representantes: Presidente, Governadores, senadores, Deputados estaduais e federais para assim evitar conflitos armados como na segunda guerra mundial em que vários países, inclusive o Brasil tiveram que intervir com suas forças armadas e acabar com o massacre em larga escala de famílias inocentes, aniquilando o regime opressor, causador de dores e sofrimentos em todos... Hoje o mundo ainda enfrenta turbulências diversas, Por isso precisamos votar com consciência, escolher quem defende o livre arbítrio, a liberdade de opinião, a Constituição e o respeito à vida humana, rejeitar todo tipo de totalitarismo, opressão e dominação, colocar Deus na frente, a ética, o moral e a igualdade de todos, Que a justiça divina guie nossos corações e nossa nação Deus conosco, oremos...🌹🙏 ayache vidal
A escola é o portal, mas jamais o destino. Por habitar a Matrix, ela cumpre o seu papel ao nos conduzir até a borda, mas é incapaz de cruzar o limiar. A saída é um ato radical e solitário: exige ultrapassar a curva onde a humanidade estagnou no engarrafamento mais lento da história.
É o momento de abandonar o código que molda a existência para seguir o que emana de dentro. Descubra-se: a verdade não é o que lhe foi ensinado, mas a essência que resta quando você se desentrega do sistema.
15:41 06 de setembro de 2024 sonhos dos últimos 3 dias...
Sonhei comigo em uma escola em que meu sogro aparecia, mas foi tão aleatório que não lembro detalhes.
Hoje, seria para eu ir para o postinho de saúde me consultar das dores que estou sentindo, mas tive um sonho com a prima do meu marido me dizendo que não era um boa ideia e ela saiu andando.
Resolvi acreditar e não fui!
Sonhei com a minha sogra que ela havia feito cirurgia e estava todo mundo triste, incluindo o pastor que é meu sogro, como se ela não tivesse mais entre nós.
Esse sonho é de hoje 06/09/2024
Que Deus faça tudo dar certo! E que eu também me recupere de todos os meus problemas, pois estou toda inflamada por dentro.😢
9 de junho de 2024... 21:02
"Sonhei que estava em uma escola e ao querer sair, uma menina negra, de cabelos bem curtos, alta e magra, ela me segurou forte e ela fedia muito, suas axilas exalavam um odor muito forte. Eu tentava fugir dela, mas ela não deixava, e me puxava, próximo às suas axilas, eu estava com medo dela, e passando mal.
Foi quando chegou o TJ, um amigo meu dos tempos da adolescência, me resgatou dela e saiu me levando.
Ele era advogado nesse sonho e dizia enquanto me levava, que processaria a escola, por esse acontecido.
Fiquei surpresa ao ser resgatada por ele e então acordei."
Eu estava adolescente de novo, voltando da escola, o caminho que conheço tão bem, o chão de terra batida, as casas ainda sendo construídas, o terreno baldio que eu cortava para chegar em casa. Tudo exatamente como era, mas agora eu via com os olhos do sonho, que parecem ser mais vivos do que qualquer memória. Eu tinha medo, um medo que me apertava o peito, aquele tipo de medo que faz o corpo encolher antes de chegar perto de alguém que você ama e teme ao mesmo tempo. E lá estava ele, meu pai, sentado, cabisbaixo, triste, a tristeza transbordando do corpo dele e entrando pelo chão, pelas paredes, pelos poros do meu próprio corpo. Eu sabia o que poderia ter acontecido, não precisava que ele falasse nada. Ela havia fugido de novo, minha mãe, meus irmãos talvez nem estivessem mais lá, e o mundo parecia menor e mais pesado por isso.
Passei por ele com cuidado, cada passo pensado, cada olhar desviado, torcendo para que ele não falasse comigo, para que meu silêncio fosse suficiente para me proteger. Atrás da casa, pelo quintal, eu saí de mansinho, como quem tenta escapar de uma sombra que poderia me engolir. A sensação de perigo era familiar, algo que eu sentia há anos, mas que naquela idade parecia ainda maior, mais cruel, mais absoluto. Eu não podia ficar ali, não podia enfrentar aquilo sozinha, então aprendi a fugir, aprendi a cuidar de mim mesma mesmo quando não havia ninguém para me proteger.
O sonho me mostrou que essas cenas não eram apenas memórias, eram marcas, mas também eram força. A menina de 16 anos correndo pelos fundos da casa, cheia de medo, era a mesma que saiu de casa para se proteger, que aprendeu a se virar sozinha, que sobreviveu a tudo isso. Hoje, olhando de fora, vejo aquela garota como alguém incrivelmente corajosa, alguém que carrega não apenas medo, mas também uma resiliência que a faz sorrir diante do absurdo do mundo. Eu podia sentir o peso do passado, mas também sentia a leveza de quem se libertou dele, de quem aprendeu a caminhar em silêncio pelo quintal do medo e sair inteira do outro lado.
É engraçado como a memória volta com tanto detalhe, como se cada casa, cada pedra do terreno baldio, cada olhar do meu pai, estivesse esperando para ser revisitados. E ao mesmo tempo, é uma oportunidade de abraçar a menina que fui, de reconhecer a coragem que existia nela, de rir um pouco da própria vida que nos coloca em situações que parecem impossíveis. Eu saí de casa aos 16 anos, mas cada passo que dei depois, cada escolha, cada risco, cada fuga silenciosa, me trouxe até aqui. A menina de ontem e a mulher de hoje se encontram nesse sonho e percebem que o medo não é mais absoluto, que a dor foi sobrevivida e que a força acumulada nesses caminhos de terra é imensa, invisível, mas real.
E talvez seja isso que sonhos assim fazem, nos lembram do que fomos, do que sentimos, do que superamos, e nos mostram que mesmo na mais profunda escuridão, mesmo quando parece que não há saída, há sempre um caminho, mesmo que seja pelos fundos, silencioso, mas cheio de vida, cheio de coragem, cheio de sobrevivência.
Um sonho do dia 25/03/2026
A ESCOLA É UMA PIADA. NÃO ENSINA DIREITO AS 4 OPERAÇÕES E NEM A LER O DICIONÁRIO PARA EXPANDIR VOCABULÁRIO. SÓ FALA DE VILÕES QUE MASSACRARAM A HISTÓRIA!! SACANAGEM. AS 4 OPERAÇÕES, ENVOLVE EMPREENDEDORISMO. ENSINAR A SE COMUNICAR COM AS PALAVRAS CORRETAS, FAZ AS PESSOAS SEREM EDUCADAS E CIVILIZADAS. O SISTEMA NÃO ENSINA CONCORRENTES. ELE ENSINA OBEDIÊNCIA, NADA MAIS!!
TUDO O QUE APRENDI NA VIDA ADULTA, FOI DEPOIS DE PESQUISAR E APRENDER SOZINHA.
ATÉ LER E ESCREVER, EU APRENDI COMPLETAMENTE SOZINHA. TODOS OS DIAS, CHEGAVA DA ESCOLA E TENTAVA LER UM LIVRINHO DA PREFEITURA, SOBRE CÓLERA, EM UMA SEMANA, EU CONSEGUI. NUNCA VOU ESQUECER DISSO.
TIVE UMA ÓTIMA PROFESSORA NO JARDIM. A ELIETE. ELA ME DEU MEU PRIMEIRO CADERNO BONITO, E A MINHA PRIMEIRA CARTILHA, COM A PERSONAGEM LAILA, NA CAPA AMARELA. FOQUEI TANTO A ATENÇÃO NAS LETRAS QUE ELA ENSINAVA, NAS CHAMADAS EM SUA MESA, QUE LER, FOI COMO ANDAR DE BICICLETA PELA PRIMEIRA VEZ SOZINHA, ENQUANTO SE SOLTA OS BRAÇOS.
OBRIGADA PROFESSORA ELIETE!! SEMPRE DIGO QUE A AMO, PORQUE É VERDADE. ELA NÃO FOI O SISTEMA. ELA REALMENTE AMAVA O QUE FAZIA. OBSERVAR AQUELES QUE NUNCA SERIAM IGUAIS AOS DEMAIS, ERA O QUE ELA FAZIA.
1503
Nos tempos da Escola, eu Adorava o 'Concurso de Redações', às Sextas! Inesquecível essa época, também pelo meu êxito na Atividade!"
1502
"Das Namoradas que tive, sinto saudades e trago boas lembranças de todas. Todas mesmo! Namorar é uma das Melhores Atividades de que participei (e participo)!"
1501
"Tive uma namorada com quem eu me correspondia com 3 cartas por semana, cada um... Daqui pra lá e de lá pra cá! Hoje está tudo limitado a mensagens no WhatsApp. Preciso de outra namorada para retornar aquele hábito. A anterior não sei do paradeiro!"
1566
"Eu sempre ouvia que 'Mãe não tem rima'. Isso desde meu tempo de menino na escola. Por anos e anos foi assim, até que... Até que alguém falou e mostrou que um único sujeito (gênio, por sinal) conseguiu rima para a palavra Mãe. Só ele chegou a isso e é impressionante. O sujeito que conseguiu é mesmo gênio!"
Os Frequentadores Assíduos da Agridoce Escola da Solitude dificilmente se contentam com meia companhia.
Há algo que a solidão ensina, e não é apenas o silêncio — é a escuta.
Quem se demora nesse espaço aprende a reconhecer o próprio ruído interno, a distinguir carência de presença e distração de encontro.
E, depois disso, já não dá para aceitar qualquer preenchimento como se fosse conexão.
A solitude, quando atravessada com coragem e disciplina, deixa de ser ausência e se torna critério.
Ela afina o olhar.
Mostra que companhia não é sinônimo de proximidade, nem conversa é garantia de vínculo.
E, sobretudo, revela que estar com alguém pela metade cobra um preço inteiro.
Por isso, quem já se formou — ainda que provisoriamente — nessa escola agridoce, passa a estranhar o raso.
Não por arrogância, mas por memória.
Memória de quando estar só era muito mais honesto do que estar mal acompanhado.
Memória de quando o vazio, ao menos, não fingia ser plenitude.
Meia companhia cansa porque exige que a gente finja completude onde só há fragmento.
E quem já fez as pazes com a própria inteireza, mesmo imperfeita, começa a preferir o desconforto da ausência à ilusão da presença incompleta.
No fundo, não se trata de rejeitar o outro — mas de recusar o que não chega inteiro.
Porque, depois de aprender a estar consigo e gostar disso, qualquer companhia que não soma, diminui.
quela humilhação que você sofreu na escola. Isso passa…
Aquele relacionamento que deu errado. Isso passa…
Aquela dor que tanto te incomoda e que atrapalha a sua vida. Isso passa…
Aquele erro que você não se perdoa por ter cometido. Isso passa…
Aquela pessoa que te traiu, te enganou e te iludiu. Isso passa…
Aquele medo que você tem de ser abandonado e ficar solitário o resto da vida. Isso passa…
Aquela tristeza, depressão, mágoa, angústia e vazio. Tudo isso passa…
Aquela pessoa que te agrediu na frente dos outros. Isso também passa…
Aquele troco no ônibus que você brigou, se irritou e ficou com raiva. Isso passa…
Aquele processo na justiça que demorou anos e você perdeu injustamente. Isso vai passar…
A perda dos seus familiares, das pessoas que você ama, e a saudade de reencontra-los. Isso também passará…
Assim como as nuvens se dispersam, o rio corre, as flores nascem e perecem, a primavera sucede o inverno, as frutas caem, a gaivota cruza o céu e vai embora, as marés sobem e descem, o vento sopra, isso passa… Por mais que demore, tudo passará…
Então, o que fica?
Fica a experiência, o aprendizado e o desenvolvimento espiritual, tudo em nossa consciência.
Mas se por acaso, você ficar demasiadamente apegado a algumas destas coisas, e acreditar que elas fazem parte de você,
Então, te digo, meu amigo, sem medo de errar,
Que você também passará…
O frio especial das manhãs de escola
A vida é para os intransigentes
Um nó
E o transigente é para os já padecidos
Concordo em absoluto
Alguma coisa se perdeu
Minha sensibilidade de exclusão ?
Amanha sentar-me ei a sua esquerda
Para mais uma vez dominar o seu mundo
E ai descobrirei
Que nada que vale a pena ser vale a pena!
Dias sem ir a escola, e qnd volto tudo esta mudado.
Pensamentos, sentimentos e comportamento...
De uma brincadeira vazou um segredo: da gorota que ele gostava.
E depois de dias, descubro que a garota era EU.
Sem muito entender, como pode ter mudado de amizade por estar apaixonado...
Engra0Š4ado eh essa vida, todos da escola faziam de um tudo pra nos verem juntos, mas tudo que fizeram nada diantou...
Tudo so se resolveu, qnd nos msm tomamos atitudes.
Em um lindo por do sol, na beira beira mar, um ventinho gostoso batendo em nossos rostos e ali, ele com as maos suando de nervoso se declarando, e assim o primeiro beijo aconteceu... Momento magico e unico!
Nunca esquecerei...
Dois meses tentamos levar essa rela0Š4ao, mas pra mim era impossivel de seguir...
Nossos mundos muito diferentes e a partir dai, descidi seguir em frente, o deixando para tras.
E pode ter certeza hj me arrependo, pois o amor verdadeiro eu tinha acabado de jogar fora..
deixei-o triste, o maguei, o fiz sofrer... Me arrependo!
Dois anos se passaram, e no verao o encontrei... Tao lindo e de tudo me lembrei. Ele parecia ter esquecido de tudo.. Mas no fundo eu sabia que nada daquilo havia sido apagado de sua memoria!
Somos dois orgulhosos, nenhum queria admitir que o sentimento continuava ali, congelado, mas ainda estava ali bem no cantinho do cora0Š4ao. Mas nao adianta, quando esta escrito no livro de DEUS, o que eh pra ser, sera! Nao importa qnt tempo passou...
E depois de o ter encontrado, algo dentro de mim mudou...
Mas eu nao queria gostar dele, pois eu nao acreditava que o que sentiamos superava nossas diferen0Š4as. E por causa de uma palavra que escutei de uma grande amiga resolvi correr atr¨¢s do prejuizo e admitir que o meu cora0Š4ao so tinha lugar pra ele!
Foi dificil passar por cima do meu orgulho e faze-lo tb passar por cima do orgulho dele... Mas eu consegui...
E hoje eu sou a garota mais feliz do mundo todo e eu tenho certeza que eu o fa0Š4o muito feliz...
Larguei o que eu gostava pra ser feliz com ele e foi a melhor escolha que eu ja fiz!
Hoje somos namorados, nos amamos infinitamente, e as nossas diferen0Š4as se encaixaram como pe0Š4as de um quebra cabe0Š4a!
Agora somos um so!
Eu amo muito o meu PRINCIPE!
E eu so tenho que agradecer a DEUS pelo o meu sonho que ele realizou, o meu NAMORADO PERFEITO!
Vida escola severina.
Na minha opinião o que se ensina na escola destrói o caráter.
Vemos nada mais do que uma pontuação, se fizermos coisas boas ganhamos pontos maiores, eles te dão pontos por comportamento, mas não ensinam como se comportar, mandam que nos calemos para que eles estejam sempre certos, e não nos ensina a diferenciar o que é certo do que é errado.
Eles nos dão uma média para que se não quisermos nos sentir melhor que os outros nos mantermos na média, e não nos ensinam que os pontos vão ser bem úteis para a aceitação em uma faculdade de primeira.
"Também não ensinam que a base de toda conquista é o professor."
Ensinam isso na televisão, o que é pior, porque acreditamos nela de certa forma.
E cada professor tem um caráter específico, o que influência o aluno a ser como aquele professor e não a ser como bem quer ou escolhe.
Aprendemos isso com os nossos pais.
Na escola somos egoístas. O grupo ganha o ponto, mas o que interessa é o interesse individual.
Na vida somos forçados a trabalhar com outras pessoas, e assim somos reconhecidos pelo tanto que tentamos ajudar ao próximo, mas na escola não podemos influenciar na decisão de um professor pela nota de um amigo que teve um deslise ou que esteve mal e não pode estudar para a prova por assuntos pessoais que as vezes nem mesmo podemos dizer naquele ambiente por medo de que os próprios companheiros de classe nos interprete mal e nos abuse com as "resenhas" da escola.
Nas escolas ensinam que se fizermos tudo mais cedo podemos ir embora, mas que devemos estar na escola porque é melhor que a nossa casa e a gente sempre se comunica melhor.
Na vida, aprendemos que temos horários pra tudo, e que as vezes pais de família não se alimentam direito para que os seus filhos se alimentem melhor.
Na escola, sobra tempo e o desperdiçamos, na vida não sobra tempo, e normalmente o tempo nos atropela.
Na escola não nos ensina a sermos pais, tios, nem mesmo filhos.
A vida tem sempre que mudar para que a pessoa se torne alguém melhor e capaz.
O que ensinam nas escolas não tem respeito algum com o ser humano.
