Cronicas de Jorge Amado

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⁠..............Crónicas de Adonis Silva.............

Quanto mais me lês, mais me despes

No brilho intenso do olhar, a beleza se revela
Minha alma, verde em tons singulares
Reflete no teu ser, uma tela tão bela
Cada olhar trocado, um novo horizonte
O verde dos meus olhos, mistério profundo
Pinta a tela da tua vida, sutileza que encanta
Transformando o mundo em matizes abundantes
No verde, a esperança encontra morada
Na cor dos meus olhos, uma jornada
Como um jardim exuberante em plena primavera
Nossa união, uma sinfonia sincera
E quando nos encontramos, tudo se ilumina
Com o verde dos meus olhos, tua vida germina
O mundo ganha vida e se torna mais vibrante
Pois juntos, criamos uma sinfonia cativante
Então, mergulha nesse mar verde que te ofereço
Deixe que a cor invada teu universo por inteiro
E descubra no olhar, a magia que trago contida
( Adónis Silva )

Inserida por flavio_lindermann

⁠..............Crónicas de Adonis Silva..............

Quanto mais me lês, mais me despes

Quanto tu és a própria inspiração,
Um ser de luz que enche meu coração.
Teu sorriso é como um sol radiante,
Iluminando cada instante.
Tuas palavras são melodias no ar,
Que encantam meus ouvidos a reverberar.
Teu olhar é profundo e cheio de emoção,
Despertando em mim uma nova sensação.
Tu és a brisa suave que acalma minha alma,
A chama que aquece e acende a minha calma.
Tuas ideias são como poesias a se desenhar,
Criando um mundo onde tudo é belo e a transbordar.
Em cada gesto teu, vejo um leve encanto,
Uma força que move o vento e faz o tempo tanto.
És inspiração em pura forma humana,
Um ser único que o universo emana.
Quanto tu és a própria inspiração,
Encontro em ti meu refúgio, minha razão.
E que essa poesia possa te mostrar,
Quanto és especial e digno de admirar.
( Adónis Silva )

Inserida por flavio_lindermann

⁠..............Crónicas de Adonis Silva..............

Quanto mais me lês, mais me despes

Nas asas do encanto, eu deslizo serena,
Meu charme é a fragrância que a alma envenena.
Como o perfume sutil que no ar paira,
Deixo marcas profundas, memórias que perduram.
Sou a sedução etérea, a delicadeza em poesia,
Um aroma envolvente que ao coração guia.
Minha presença, como um perfume raro,
Perfuma os sentidos, abre portas no amparo.
Com elegância, caminho pelos caminhos,
Minha essência preenche os vazios e ninhos.
Crio memórias olfativas, momentos profundos,
O meu charme é como um sonho que inunda.
Deixa-me envolver-te com meu doce aroma,
Espalhar o encanto, trazer calma.
Cada sorriso, cada olhar, cada palavra,
São notas sutis de uma canção que não se cala.
Assim, meu charme segue pelos ares,
Trazendo beleza e encanto por onde passares.
Deixando marcas no coração de quem me sente,
Sou perfume e charme, a flor que não se mente.
( Adónis Silva )

Inserida por flavio_lindermann

⁠..............Crónicas de Adonis Silva..............

Quanto mais me lês, mais me despes

No perfume da caminhada,
Esbaja-se a sedutora vida.
Nas trilhas do nosso ser,
O infinito se revela em cada medida.
Deixamos pegadas no tempo,
Marcas de sonhos e desejos.
Como estrelas no céu noturno,
Nossos momentos são espelhos.
O perfume da paixão se esparge,
No ar que nos envolve, nos consome.
Somos seres de infinitas possibilidades,
Descobrindo a essência que nos consome.
No esbajar das inseguranças,
Nos tornamos mais fortes a cada instante.
E juntos, compartilhamos a sedução,
Do amor que não tem fim, incessante.
Assim vamos trilhando nossa jornada,
Deixando nosso perfume no caminho.
Somos seres únicos, cheios de encanto,
No infinito do nosso ser, um destino.
( Adónis Silva )

Inserida por flavio_lindermann

⁠.............Crónicas de Adonis Silva.............

Quanto mais me lês,mais me despes

Estava passeando na avenida
Tenho um encontro numa cave com malucos
No sol, sob a chuva,
Mostra o teu riso ou a tua pena
Algo na voz
Estou salpicando-me
Sem tremores sísmicos
Eu tenho a pele suave
A minha pergunta ainda permanece não respondida
Vocês, meus amigos, o sol está inundando-os.
Eu gostaria acreditar, sim
Vocês dizem que eu sairei das sombras…
Eu poderia me amaldiçoar
Diz-me para quem eu existiria
Eu tenho que encontrar as palavras
O sol nunca pode morrer
Mas vou lembrar-me
Não penso
Que voltarei um dia
Tu fazes a promessa
Aprofundando a audição
Siga-me pela neblina
Apenas foi preciso
Tempo e silêncio
( Adónis Silva )☆

Inserida por flavio_lindermann

⁠...............Crónicas de Adonis Silva..............

Quanto mais me lês,mais me despes

No horizonte vasto, uma sombra emerge,
Um ser único, lutando contra a escuridão,
Em meio às espécies em vias de extinção,
Me ergo, determinado e imponente.
Com a minha pele marcada pelas cicatrizes da vida,
Eu testemunho a tristeza em cada habitat
Amigo dos rios mansos e das matas densas,
Meu coração se enche de amor por cada criatura.
Nos meus olhos daquele ser único e corajoso,
Brilha a necessidade de proteger o futuro,
Pois o meu destino está entrelaçado ao deles,
As espécies em risco, em busca de um abrigo.
Eu caminho em silêncio, como guardião solitário,
Em cada passo, sinto peso da responsabilidade,
O impacto desse ser no equilíbrio da natureza,
É um lembrete do quanto somos interconectados.
Enfrentando desafios e destruição desenfreada,
Eu nunca me curvo diante da adversidade,
Meu rugido ecoa como um chamado à ação,
Para proteger e preservar cada criatura valiosa.
E assim, eu provo ser, um guardião incansável,
Lutando pelas espécies em vias de extinção,
Um farol de esperança em um mundo incerto,
Sim, eu sou um ser único, um símbolo de resiliência.
Que a minha história inspire outros a se levantarem,
A entenderem que somos parte desse tecido frágil,
Cada um de nós pode fazer a diferença,
Para que o impacto das espécies renasça, em essência.
Assim a minha pele será a tua pele
( Adónis Silva )

Inserida por flavio_lindermann

⁠..............Crónicas de Adonis Silva..............

Quanto mais me lês,mais me despes

No beijo sutil da brisa ao luar,
Nas palavras que o calor deixou gravadas,
Na pele morena que tanto amei tocar,
Tu as sobreas-te, lembranças abençoadas.
O sol escaldante pelo céu a dançar,
Reflete em teu rosto os raios dourados,
E eu, perdido na imensidão do olhar,
Encontro em cada palavra o que temos sonhado.
Cada suspiro, a brisa que envolve o mar,
Faz lembrar as juras que um dia fizemos,
E o amor em cada verso vem nos encontrar,
Como as ondas que retornam para onde prometemos.
E nas asas do vento, palavras ganham vida,
Soprando-as ao universo, liberdade infinda,
Devolvendo ao tempo, o eco de um amor aceso,
Que jamais desvanecerá, eternizado e imerso.
Assim, com o mar como aliado e confidente,
Eu devolvo ao vento nossas histórias ardentes,
Palavras tatuadas na pele com calor profundo,
Inesquecíveis momentos, nós dois e o mundo.
Assim respiro....
( Adónis Silva )

Inserida por flavio_lindermann

⁠..............Crónicas de Adonis Silva..............

Quanto mais me lês,mais me despes

Desde cedo, eu descobri que a vida é uma jornada cheia de altos e baixos. Sou um ser humano como qualquer outro, com minhas próprias peculiaridades e idiossincrasias. Sou uma mistura de desastres e milagres, uma amalgama de experiências e contradições.
A minha mania é ser autêntico, nunca me escondendo atrás de máscaras ou fachadas. O verdadeiro eu está sempre à mostra, enfrentando o mundo de peito aberto. Não tenho medo de mostrar minhas vulnerabilidades, pois é através delas que encontro forças para seguir em frente.
Sou movido pelo amor, pela paixão que permeia tudo o que faço. Amando com intensidade, abraçando cada experiência com fervor. Não importa se é um amor romântico, uma amizade profunda ou uma simples conexão humana - eu me entrego de corpo e alma.
A diferença entre o vestido e o nu, para mim, é apenas superficial. Afinal, a verdadeira essência de alguém não está nas vestimentas, mas sim no coração. Eu abraço a diversidade, acolhendo a todos independentemente de sua aparência ou origem. Valorizo cada indivíduo por suas qualidades interiores, pela beleza que emana de dentro.
Nessa jornada da vida, aprendi que os desastres são parte integrante do meu crescimento. Cada queda, cada fracasso, me torna mais resiliente e determinado. Transformo essas adversidades em oportunidades de aprendizado, encontrando o meio de me superar e seguir em frente.
Ao mesmo tempo, testemunho os milagres que surgem ao meu redor. Nas pequenas conquistas do dia a dia, nos momentos de felicidade e realização. A vida é cheia de maravilhas, basta olhar com olhos abertos e coração receptivo para enxergá-las.
Eu sou quem sou, com minhas imperfeições e peculiaridades. Aceito-me integralmente, abraçando tanto minhas virtudes quanto meus defeitos. Não busco a perfeição, mas sim a autenticidade.
Assim, sigo adiante, aberto ao que o futuro reserva. Um ser humano em constante evolução, aprendendo com os desastres e valorizando os milagres. Amando incondicionalmente, acolhendo a diversidade e celebrando a verdadeira essência de cada pessoa. Essa é a mania de quem realmente sou, uma mistura infinita de desastres e milagres.
( Adónis Silva )

Inserida por flavio_lindermann

⁠Crônicas de um diaristas
Hoje me sinto triste, confuso, decepcionado, perdido, aborrecido e com um alto teor de me recusar a viver. Podia considerar Isto como um diário, mas não é o caso. Diário é para adolescentes que não compreendem nada ainda, não sabem quem são, para onde vão, o que precisam e quais as suas prioridades. Embora haja nisso uma semelhança muito alta, pois ainda sinto estes sentimentos e dúvidas pairando na cabeça e, confundo-me às vezes se de fato passei dessa fase de reclamações e imaturidade, na verdade há fases que um homem nunca passará. Quero compreender a razão disso... Nada que façamos nos fará adultos e responsáveis, somos uma metade de tristeza sem razão, decepção constante e perdas que provocamos. Acho que nesse momento estou mais perto de considerar estas escritas como o preâmbulo de um diário, infelizmente, prova que, há “adolescência em mim ainda, há irresponsabilidade, há perdas constantes, há amor sem conhecer , há ódio sem nunca ter visto e desejo de algo que não terei”. Mas tudo bem!
Quem quiser ler-me como alguém que escreve a um diário, tudo bem, entendo que tudo nessa vida vagabunda, não passa mesmo de um diário.

Inserida por aurio_rodrigues_ar

Depois do primeiro, o último amor.

Hoje, enquanto lia algumas crônicas, me deparei com uma que me descreveu em especial, ‘’Meu primeiro amor’’ de Caio Geraldini Ferreira, pra quem ainda não leu, a crônica fala de um amor de infância, Sabe? Aquela paixão inocente de uma criança? Então. Quando li a crônica lembrei da minha infância, ah como era bom amar naquela época, imaginar você lá fazendo declarações de amor quando crescesse, imaginar você super feliz e namorando com a mulher da sua vida, imaginar você casando, enchendo a casa de filhos, enfim... Ai você cresce e vê o quanto é difícil ser feliz, crescer não é tão bom o quanto parecia, não é? As vezes nem é tão difícil ser feliz, mais sabe né, o ser humano tem que complicar tudo, tudo. Mas sei lá, no meu caso acho que a minha infelicidade não é só culpa minha, não é que eu seja totalmente infeliz, não é isso, eu sou feliz, tenho amigos, uma família linda, um emprego, enfim, mas com o amor, a com o amor eu sou um infeliz sim. A crônica do Caio, se resume em um garotinho apaixonado pela melhor amiga, e quando vai se declarar, ela se antecipa e revela pra ele que está apaixonada por um outro garoto, e é basicamente essa a minha situação, conheci uma garota a algum tempo, era só amizade, mais sabe, tipo melhores amigos? Então, Aconteceu que eu acabei me apaixonado por ela, eu fico feliz por isso, ela é linda, eu sempre a amei, mesmo antes só como amigo, sempre a admirei, e agente sempre brincou de que um dia vamos nos casar, talvez isso tenho alimentado um pouco meu sentimento. As vezes parece estranho eu sei, como eu vou chegar na minha melhor amiga e falar que quero ela como minha futura esposa? Não é como em um filme que ela vai responder que também sempre me amou e vamos ser felizes para sempre, eu sei que ela não sente o mesmo por mim, e é por isso que eu estou infeliz. Mas enfim, eu acredito em dois possíveis finais pra essa história, a primeira é que eu posso esquece - lá, sabe, na minha infância eu superei, eu cresci, e talvez eu ainda vou crescer mais e esquecer ela. E a segunda, a que eu oro todos os dias pra que aconteça, é que eu consiga conquistar o coração dela, que eu consiga mostrar pra ela o quanto eu a amo e mostrar que eu posso ser um melhor amigo que espera a melhor amigo no altar.

Inserida por AlexFavaro

Já entendi o teu olhar...
tuas desculpas,
tuas queixas, tuas enxaquecas crônicas...
já entendi o teu ar distante,
este sonhar de olhos abertos,
já vi tua mala pronta,
já decidiste só não sabes como falar;
não fala nada não, vai ser feliz...
mas saia sem que eu perceba,
detesto despedidas,
perco a voz, lacrimejo, faço cobrança,
alimento esperança...
mas não me ouça,
o tempo cura, o tempo é remédio,
O tempo curará meu tédio...

Inserida por tadeumemoria

⁠Problemas mentais:

Como doem essas crônicas
não essas doenças físicas ou esses textos infantis
mas doenças mentais, que assolam meu cérebro desde sempre
desde meu primeiro respiro, a dor me acompanha na minha fútil e medíocre existência e vai me acompanhar até o meu último inspiro, por que uma dor crônica não abandona
ela te destrói aos poucos, te leva ao pior estado de ser
o estado do momento de perecer.

Inserida por PabloAfonso

⁠Crônicas de Diane Leite

Bem-vindo à Jornada de Reflexão e Transformação

Olá, querido leitor!

Com gratidão e entusiasmo, dou as boas-vindas ao "Crônicas de Diane Leite". Este livro é mais do que uma coletânea de histórias é um convite para refletir sobre os recomeços que moldam nossas vidas. Cada página foi criada para inspirar e conectar você às suas próprias vivências, reconhecendo que cada passo rumo ao desconhecido é uma oportunidade única de crescimento e autodescoberta.

Vivemos em um mundo onde a mudança é a única constante. Ao longo da vida, somos desafiados por novos começos: mudar a maneira como enxergamos o mundo, abandonar crenças que já não nos servem, iniciar um relacionamento que nos ensina sobre amor e vulnerabilidade, ou descobrir uma paixão que reacende nossa chama interior. Esses momentos são sementes de transformação que, mesmo em meio aos desafios, nos impulsionam a crescer.

Esta jornada começa com o reconhecimento de que cada início é único, mas também universal. Ao longo dos capítulos, você encontrará histórias que simbolizam os diferentes aspectos dos recomeços. Meu desejo é que elas ressoem com você e o inspirem a enxergar os seus próprios caminhos com novos olhos. Afinal, o que significa realmente começar? É um chamado para abandonar a zona de conforto e abraçar a aventura de se redescobrir.

Espero que este livro o guie em sua própria jornada de autoconhecimento e que, ao virar cada página, você se sinta inspirado a explorar o poder transformador dos recomeços.

Com carinho,

Diane Leite.

Inserida por dianeleite


PREFÁCIO

Crônicas de Diane Leite
O Chamado para a Transformação

Há histórias que nascem no silêncio.
Como aquela tarde em que me sentei à beira do rio, observando as folhas caírem na água, e percebi que elas não lutavam contra a correnteza – apenas seguiam. Assim como eu, anos atrás, quando a vida me levou a lugares que jamais imaginei pisar.

Este livro não é sobre respostas.
É sobre perguntas que ecoam no escuro do seu quarto, quando o mundo dorme e só resta o bater do seu coração. Aquela dúvida que você não ousa compartilhar, a saudade que não tem nome, o vazio que insiste em sussurrar: "E se houver mais?"

Escrevi essas palavras não como autora, mas como alguém que já se perdeu no próprio labirinto.
Como a mulher que carregou 35 quilos de dor nas costas e descobriu que leveza não está no corpo, mas na forma como olhamos para o espelho da alma. Você sabe do que falo. Todos temos nossos 35 quilos.

Aqui, não há lições.
Há espelhos.
Frases que vão se infiltrar em você como a luz da manhã entra pela fresta da janela – sem pedir licença, sem fazer barulho. Até que, de repente, você percebe: está vendo partes de si que nem sabia existirem.

Não me importo se você acredita em destino, ciência ou magia.
Importa-me apenas que, ao virar estas páginas, você sinta.
Como sente o cheiro da chuva antes da tempestade.
Como reconhece o gosto amargo da despedida antes mesmo de ela chegar.
Isso é o que importa: o que habita nas entrelinhas da sua existência.

Se algo aqui tocar você, não fui eu quem escreveu.
Foi a parte sua que ainda lembra como é ouvir a própria voz em meio ao ruído do mundo.

Com fé e autenticidade,
Diane Leite

Inserida por dianeleite

Escola, família e comunidade: a tríade para o futuro

O escritor argentino Jorge Luis Borges costumava dizer que o maior acontecimento de sua vida foi a biblioteca de seu pai que o conduziu às veredas fascinantes da existência real e onírica. Já o cantor, compositor e escritor brasileiro Chico Buarque - filho do historiador Sérgio Buarque de Hollanda - também teve sua história profundamente ligada ao gosto pela leitura, adquirido desde a infância. O autor de clássicos como A Banda, Construção e Cálice afirma que, já na adolescência, era impossível não ceder aos encantos daquelas obras tão convidativas que lotavam as prateleiras de sua casa a ponto de impedir a abertura de algumas janelas. Para arrematar, temos a declaração reveladora da escritora Hilda Hilst, quando se lembra da influência de seu pai - o poeta, jornalista e fazendeiro Apolônio de Almeida Prado Hilst - na sua vida e na sua carreira: "Meu pai foi a razão de eu ter me tornado escritora (...). E eu tentei fazer uma obra muito boa para que ele pudesse ter orgulho de mim." Como vimos - nesse paradoxal pequeno/grande universo recolhido apenas da seara das letras e das músicas e que faz referência somente à influência paterna - a participação, o incentivo e o exemplo da família na formação emocional e intelectual dos indivíduos é, muito mais do que um dever, uma ação fundamental. Mesmo nos lares cujos pais, mães, tios e avós não têm uma formação educacional regular, nem condições financeiras para adquirir livros, é importante que haja, sobretudo, a transmissão do amor pelo saber, pelo conhecimento, pela educação e, é claro, pela escola. O governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado da Educação, está atento a essa necessidade de intensificar a integração entre os alunos da rede estadual de ensino e as suas famílias, ampliando esse vínculo por intermédio da escola e da comunidade. Cremos que as instituições públicas educacionais possam ser a porta de entrada para o novo tempo com o qual têm sonhado gerações sucessivas. Um tempo em que a escola seja um centro de luz capaz de irradiar o gosto pelo aprendizado constante, pelo esporte e, por que não, pelo lazer, uma combinação infalível para a construção de uma nação realmente soberana, fruto de uma experiência educativa lúdica, afetuosa e responsável. Uma nação capaz de exercer plenamente a sua cidadania. Por isso, com planejamento, entusiasmo, criatividade e o auxílio precioso de numerosos profissionais, parceiros e voluntários desenvolvemos o Programa Escola da Família, que está colocando em prática uma iniciativa inédita: abrir as mais de seis mil escolas da rede nos fins de semana, para a convivência familiar e comunitária. Neste sábado, domingo e em todos os fins de semana do ano, colocaremos à disposição dos seis milhões de alunos dos Ensino Fundamental e Médio, de suas famílias, amigos e vizinhos as praças esportivas, as áreas de lazer e os ambientes escolares em todos os municípios paulistas. Todos terão acesso a uma programação variada que inclui atividades artísticas, culturais, esportivas e recreativas, além de oficinas profissionalizantes. Atividades decididas em conjunto com os moradores do entorno da escola, respeitando os usos e os costumes locais. Para tanto, temos parcerias importantes, como a da Unesco, a do Faça Parte - Instituto Brasil Voluntário e também do Instituto Ayrton Senna, que é, desde o início, responsável pela capacitação dos educadores, universitários e voluntários envolvidos no programa. Contamos, ainda, com a participação das Associações de Pais e Mestres (APMs). Aos universitários que se inscreveram no programa, a Secretaria de Estado da Educação está oferecendo 25 mil bolsas de estudo. Cada bolsa vale metade das mensalidades, até um teto máximo de R$ 267,00. O valor restante será complementado pelas instituições de ensino onde estudam. Assim, os selecionados, que necessariamente precisam ter cursado o Ensino Médio na escola pública, terão 100% das respectivas mensalidades cobertas. Em troca, trabalharão nas escolas aos sábados e domingos como monitores. O sonho do acesso à universidade e o sonho da escola-cidadã ocorrendo de forma simultânea. O Programa Escola da Família é um convite para que sejamos mais do que executores, corresponsáveis pela construção desse novo modelo educacional. Um modelo capaz de originar, com a ajuda e o incentivo das famílias e comunidades, novos autores extraordinários... Não somente de livros e de canções deslumbrantes, mas, sobretudo, de novos amanhãs que sejam tão harmônicos quanto bem escritos. Amanhãs que receberão a contribuição valiosa da esfera da ficção e da criação artística, mas, que serão, para a nossa alegria, muito mais reais e palpáveis.

poema nos meus 43 anos

(Tradução: Jorge Wanderley)

terminar sozinho
no túmulo de um quarto
sem cigarros
nem bebida—
careca como uma lâmpada,
barrigudo,
grisalho,
e feliz por ter um quarto.
…de manhã

eles estão lá fora
ganhando dinheiro:
juízes, carpinteiros,
encanadores , médicos,
jornaleiros, guardas,
barbeiros, lavadores de carro,
dentistas, floristas,
garçonetes, cozinheiros,
motoristas de táxi…
e você se vira
para o lado pra pegar o sol
nas costas e não
direto nos olhos.

O amor talvez não seja para você.

Uma vez, em uma entrevista ao Saia Justa, o Psicanalista Jorge Forbes afirmou: "pessoas inteligentes não casam."

Não se encha de orgulho se você se identificou com a parte do ser inteligente e nem se ofenda se você, assim como eu, casou.

A frase do Forbes está longe de um elogio, mas se coloca como uma inteligente crítica. Pessoas que se dedicam muito ao pensamento podem ter dificuldades para se entregar a uma relação afetiva.

Quanto mais pensamentos, mais dúvidas produzidos e se enxergarmos o amor aos olhos da razão, vai faltar sentido, lógica e explicação.

Recorro ao poeta para uma intervenção:
"Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?"

Poderia ser o autor deste poema, mas ainda estou na fase do Danoninho perto de Fernando Pessoa, que através de Álvaro de Campos escreveu o Poema em Linha Reta.

Existiria amor na nobreza? Amor para os campeões?

"Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida..."

Talvez o amor seja para plebeus e não para reis e rainhas, talvez não seja um jogo para se ganhar, mas para enfim se render.

Podemos encontrar em outras letras melhores elucidações, mas me limito a Pessoa, que não sabia nada do amor e por isso nos ensina tanto, Todas as Cartas de Amor São Ridículas:

"Todas as cartas de amor são ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas."

Talvez o amor esteja para os frágeis, para os que arriscam e se jogam no abismo desconhecido.

E assim deixo a minha contribuição, o amor talvez não lhe caiba, se em você tudo sobra, tudo se sabe e tudo se pensa.
O amor não é para profissional, o amor é para amador.

#amor
#fernandopessoa
#alvarodecampos
#jorgeforbes
#amador
#psicologia
#icarai
#niteroi
#rj
#brunofernandesbarcellos

OS QUATRO CICLOS - Jorge Luis Borges.
do livro O ouro dos Tigres (1972) :

Quatro são as histórias. Uma, a mais antiga, é a de uma forte cidade cercada e defendida por homens valentes. Os defensores sabem que a cidade será entregue ao ferro e ao fogo e que sua batalha é inútil; o mais famoso dos agressores, Aquiles, sabe que seu destino é morrer antes da vitória. Os séculos foram acrescentando elementos de magia. Já se disse que Helena de Tróia, pela qual os exércitos morreram, era uma bela nuvem, uma sombra; já se disse que o grande cavalo oco no qual se ocultaram os gregos era também uma aparência.
Homero não deve ter sido o primeiro poeta a referir a fábula; alguém, no século catorze, deixou esta linha que anda em minha memória: "The borgh brittened and brent to brontes and askes". Dante Gabriel Rossetti iria imaginar que a sorte de Tróia foi selada naquele instante em que Páris arde de amor por Helena; Yeats elegerá o instante em que se confundem Leda e o cisne que era um deus.

Outra, que se vincula à primeira, é a de um regresso. O de Ulisses, que, ao fim de dez anos errando por mares perigosos e demorando-se em ilhas de encantamento, volta a sua Ítaca; o das divindades do Norte que, uma vez destruída a terra, vêem-na surgir do mar, verde e lúcida, e encontram perdidas
no gramado as peças de xadrez com que antes jogaram.

A terceira história é a de uma busca. Podemos ver nela uma variante da forma anterior. Jasão e o Velocino; os trinta pássaros do persa, que cruzam montanhas e mares e vêem o rosto de seu Deus, o Simurgh, que é cada um deles e todos. No passado, todo cometimento era venturoso. Alguém roubava, no fim, as proibidas maçãs de ouro; alguém, no fim, merecia a conquista do Graal. Agora, a busca está condenada ao fracasso. O capitão Ahab dá com a baleia e a baleia o desfaz; os heróis de James ou de Kafka só podem esperar a derrota. Somos tão pobres de coragem e de fé que agora o happy-ending não passa de um mimo industrial. Não podemos acreditar no céu, mas sim no inferno.

A última história é a do sacrifício de um deus. Átis, na Frígia, se mutila e se mata; Odin, sacrificado a Odin, Ele mesmo a Si Mesmo, pende da árvore nove noites a fio, ferido com uma lança; Cristo é crucificado pelos romanos.

Quatro são as histórias. Durante o tempo que nos resta, continuaremos a narrá-las, transformadas.

Paródia da música "Contrato" de Jorge & Mateus


Eu vou te deixar bem claro
Na minha resposta
Esquece o contrato
Que ele não tá com nada

Vou ter que te acordar no grito todo dia de manhã
Cheirar seu peido, o seu bafo e esse suor de Tarzan
Você folgado na caminha enquanto eu já tô na labuta
E ainda aguentar esse seu ronco na minha nuca

Já tô rasgando o contrato

Não quero você de marido
Eu tô lascada aceitar isso
Esse casório não dá não
Não caso nem por 1 milhão
Vê se esquece que eu existo

Não vou ficar no prejuízo

Autoria da Paródia: Ket Antonio

Intolerância religiosa!
Durante as festividades por ocasião do dia de São Jorge, pude observar a intolerância e deboche por parte de alguns que fizeram comentários infelizes, respeitem a religião e crença de cada um. É com respeito e amor ao próximo que nos tornamos respeitados e agradamos a Deus!
Pensem Nisso! E sejam felizes! Um abraço fraterno do amigo Wallace Barbosa.