Crônica Narrativa

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É estranho começar a falar de mim em uma narrativa em que eu sou o centro, mas que quase não apareço. Ficarei encostada, no canto, cruzando os dedos para que as palavras escorreguem mais devagar, que possam aparecer somente em seu tempo certo. Evitar pequenas fugas de idéias é prioridade, não se pode adiantar o fim, assim como não se pode adiantar a morte. Opa! Viu aí? Já falei demais…

É muito difícil para muitos homens pedirem ajuda, quando crescemos com a narrativa de que precisamos ser sempre fortes e auto suficientes, e se demonstrarmos inseguranças somos fracos. Sem contar com o fato de que quando nos desarmamos e criamos coragem de pedir algo, quase nunca somos atendidos, então é inevitável bloqueios futuros.

Coberta; chocolate quente; narrativa clássica; prosas vindo de longe trazida pelo ar congelado do inverno; pela cortina levemente afastada no canto da janela da para ver as pessoas esbaforido uma fumaça pela boca parecendo uma chaminé dos fogões das casas de sítio anunciando o amanhecer com os afazeres do café da manhã...

Inserida por Marquezin

Qualquer coisa que comprometa a narrativa indígena abre discussão para questionamentos sobre conteúdos indígenas e indigenistas. É muito comum haver confusão entre os dois e o lugar de fala de cada um. No cinema cresce cada vez mais o número de documentários e filmes indigenistas, em que não indígenas trazem seu olhar sobre as temáticas indígenas por meio de depoimentos de indígenas dos diferentes povos no Brasil.

Inserida por aratykyra

“TEMPO é coisa relativa, como digo nessa narrativa: Tem gente que vive no ócio - o tempo todo reclama - desde a hora que apeia da cama. Tem gente que por labutar, nem vê o tempo passar. Criança tem ele de sobra. Pro velho já vai faltando, à medida em que na obra, a tarefa vai findando. Tem coisa que é tempo perdido, e tem perda que é ganho de tempo. “

Inserida por Peralta71

Somos como a narrativa de um livro, com várias páginas em branco e que estamos escrevendo a cada momento uma parte dessa história. Ninguém sabe quando acaba e nem quando começa. Mas sabemos que temos um começo, meio e fim, e mesmo sabendo disso, ainda existem livros inacabados no meio do caminho e não é por falta de história, mas sim, por falta de autores.

Inserida por BrunoMarcussi

Quase inconscientemente, eu me tornei um contador de histórias numa era em que a narrativa médica estava quase extinta. Isso não me desestimulou, já que eu sentia a influência das grandes histórias de estudo de casos neurológicos do século XIX. Eu era solitário mas profundamente realizado na minha existência quase monástica por muitos anos.

Inserida por pensador

Espero, também, que minha narrativa seja uma forma de encontrar-me comigo mesmo e, assim, me possibilite escrever uma história outra, que eu ainda sei exatamente o que possa vir a ser, mas que, desejo, possa romper com as semânticas do mesmo e do uno e com as exegeses que querem nos condenar a ler em tudo a mesma história.

Inserida por vilsonsf_1101074

⁠"A narrativa de ressocialização não voltará em uma compreensão notarial sem dispositivos que façam reduzir o índice evolutivo da marginalização, faz-se necessário a responsabilidade Estatal na criação de mecanismos sociais para gerar a adaptabilidade do reeducando no sistema prisional para recompô-lo dentro da previsão legal de volta a sociedade."

Inserida por ThiagoOli

Nas páginas desbotadas do livro da minha vida, o capítulo do amor é uma narrativa de despedidas e silêncios não ditos. As estrelas que outrora iluminavam nosso destino agora são apenas pontos distantes, testemunhas silenciosas de um cosmos onde a constelação do nosso afeto desapareceu. Entre as linhas borradas, minha alma vagueia em busca de significado, perdida na penumbra de um amor que se desfez.

Inserida por Eu_sou_apenaa_eu

⁠“O correr da vida pode se assemelhar à narrativa de um homem insensato que, ao dedicar toda a sua existência à busca por acumular riquezas, decide vender tudo o que possui para adquirir uma única pedra. Acreditando ser uma joia valiosa, ao comprá-la, ele descobre que a pedra não tem valor algum. Mesmo em outra fase da vida, será difícil ou até mesmo impossível recuperar o que foi perdido.”

Inserida por FurtadoBrunno

Os jovens pesquisadores somente funcionam como caixa de ressonância dos sêniores; toda narrativa vem de cima, somente se replicam como fake news, mesmo quando a narrativa o prejudica. Isso seria a armadilha da meritocracia no meio acadêmico. Um loop que poucos conseguem escapar, mesmo os mais geniais caem nesse loop, virando tão incapazes de pensar quanto alguém acéfalo.

Inserida por JorgeGuerraPires

⁠⁠Um grande espinho na vida daqueles que atingiram o sucesso, é que, por mais coisas acertadas que tenham sido feitas ao longo de sua vida, aqueles que o invejam e querem lhe ver destruído, irão esmiuçar até a última partícula de sua vida, revisarão cada momento, analisarão cada fala e gesto, voluntário e involuntários, do presente e do passada, em busca de qualquer coisa que possa usar como argumento para tirar, ou reduzir seu mérito.

Algo que me atrai muito na leitura é a possibilidade de se absorver coisas muito íntimas a respeito dos personagens, do momento, do lugar. Coisas muito subjetivas: pensamentos, pequenas impressões, movimentos... Conclusões. E é algo que se diferencia do audiovisual, por exemplo. Ao contrário deste, na leitura é possível passar semanas em um único momento, deleitando-o dia após dia, e este passa a fazer parte dos momentos vividos por quem lê, influenciando-o e contribuindo para a criação de uma nova visão de mundo. É uma possibilidade de se entender melhor outras formas de se viver e absorver novos pontos de vista.

Inserida por marcostbsilva

⁠"Da mesma maneira que a estratégia jurídica é fundamental, a comunicação é básica ao se examinar vulnerabilidades, riscos e consequências em uma disputa. Cada oportunidade de comunicação deve ser vista como uma estratégia do direito, mesmo quando se está exposto à publicidade negativa."

Inserida por nelsonwilians