Cronica Escolas Gaiolas Escolas Asas Rubem Alves
"Mais ESCOLAS, menos PRESÍDIOS, é uma questão simples e lógica, ou seja, quando os mandatários políticos, jurídicos e econômicos do Estado Brasileiro resolverem mudar de conduta, e, sem sofismo, enfim, sem o silogismo sofístico aristotélico - que ordinária e indecorosamente utilizam, e então dedicarem-se na construção de ESCOLAS, progressivamente, ocorrerá a desconstrução de PRESÍDIOS. É notório que, as construções e desconstruções que se aponta, são apenas os primeiros passos, mas são, ao extremo, indispensáveis."
A inclusão social nas escolas é uma demanda que requer investimentos e ações específicas por parte do Governo Federal e da sociedade. Cerca de 10% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência. Diante desse cenário, percebemos a importância de políticas de incentivo e do apoio da sociedade em geral.
Uma nação quando transforma as escolas em fábricas de analfabetos, hospitais em talhos de assassinatos, as forças de defesa e segurança em esquadrões de mortes para defender os interesses dos seus dirigentes e transforma jovens em mendigos, ladrões e psicopatas. Fica claro que está nação precisa de forte restauração do seu sistema político. Furucuto, 2024
Temos mais igrejas do que escolas. Isso revela a realidade de uma sociedade onde o sistema educacional ainda falha em formar indivíduos plenamente capacitados, sem que se tornem analfabetos funcionais. Quando isso mudar, as igrejas provavelmente terão um papel menos central. Espero que isso aconteça antes de 2182, ano em que se prevê a passagem de um asteroide que possivelmente poderá causar danos semelhantes a 22 iguais as bombas Fat Man e Little Boy.
Nas empresas, assim como nas escolas e condomínios, devemos: conviver, respeitar, tratar bem, cooperar e trabalhar por objetivos e bem-estar comuns. Isso não significa que precisamos ser amigos ou levar para nossa casa, festas e vida pessoal. A cultura brasileira carece de profissionalismo relacional.
Quando se preparam mulheres nas mesmas escolas e para os mesmos empregos que os homens, não se leva em conta nem a natureza nem as exigências práticas da mulher. Nesse sentido, contribui-se para a desintegração da sociedade quando, mais tarde, essas mulheres se deparam com uma oportunidade inesperada de se casar ou buscam conciliar o emprego com as tarefas domésticas — o que na maioria dos casos é simplesmente impossível; ou, em nome do emprego, renunciam ao casamento — o que na maioria dos casos entra em conflito com a inclinação do seu coração; ou, como geralmente ocorre, sem arrependimento, abandonam completamente o emprego, juntamente com sua independência e liberdade, e com grande alegria se unem ao marido de sua escolha. Mas, neste último caso, com toda a sua educação, ela não só desperdiçou muito tempo, dinheiro e capacidade de trabalho, como também adquiriu pouca preparação para a enorme tarefa de dona de casa e mãe.
Que todas as escolas educacionais possam, de acordo com suas administrações, metologias e filosofias, tirar proveito dos fins e objetivos da Educação Nacional: preparar o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho, cujo ensino baseia-se nos princípios da liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a liberdade de expressão, a arte e o saber; o respeito à liberdade e o apreço garantido pelas leis civis e governamentais; a valorização da criatividade e da experiência extra-escolar e às condições ligadas à educação, ao regimento escolar, ao trabalho de suas atividades práticas e à solidariedade humana.
Escolher é uma ação cotidiana e em algumas dessas escolhas somos direcionados às escolas da vida. Somos sujeitados a diversas provas e em determinadas situações tomamos grandes sustos, como se tirássemos uma nota vermelha. Esse é o momento mágico, a hora de reflexão, de rever valores e atitudes, como se houvesse um professor prestando auxílio com o objetivo de formar indivíduos evoluídos e saudáveis, tanto no âmbito físico quanto no mental
A violência nas escolas é um reflexo preocupante de uma educação que ainda legitima a masculinidade tóxica. Transformar meninos dóceis em homens violentos que objetificam corpos femininos é um sintoma de uma sociedade que perpetua uma educação perversa e misógina. Precisamos urgentemente de uma educação que desconstrua essas estruturas sociais arraigadas e combata o terrorismo moral. Uma educação emancipatória e questionadora é fundamental para promover a igualdade de gênero e formar cidadãos mais justos e conscientes.
Na melhores escolas e universidades do país as boas notas não devem ser a única forma de avaliação,ou seja,os alunos devem ser estimulados a fazer trabalhos de pesquisa dos mais variados assuntos onde os melhores trabalhos devem receber prêmios como incentivo aos estudantes.A assiduidade também merece ser premiada,pois estudantes assíduos também apresentarão excelente assiduidade no trabalho.Logo,a frequência baixa pode ter relação com o transtorno de conduta na infância e adolescência e com a psicopatia na fase adulta.
No Brasil, as mulheres passaram a ter o direito de estudar em escolas primárias a partir da década de 1820. No entanto, o direito ao ensino superior só foi garantido em 1879. Mulheres sofreram com o machismo e a misoginia no decorrer da história. É preciso garantir o direito a educação de todas as mulheres sem discriminação de gênero e também é preciso inseri-las - no mercado de trabalho. Cientistas como Marie Curie e Handy Lammar ficaram anônimas por muitos anos, pois existia uma supervalorização da figura masculina. As mulheres também são inteligentes, mas o incentivo a educação das meninas sempre foi restrito, o que não possibilitou que elas ganhassem grandes destaques notórios mundiais.
O Gondoleiro do Amor
Barcalora
Dama Negra
Teus olhos são negros, negros,
Como as noites sem luar...
São ardentes, são profundos,
Como o negrume do mar;
Sobre o barco dos amores,
Da vida boiando à flor,
Douram teus olhos a fronte
Do Gondoleiro do amor.
Tua voz é cavatina
Dos palácios de Sorrento,
Quando a praia beija a vaga,
Quando a vaga beija o vento.
E como em noites de Itália
Ama um canto o pescador,
Bebe a harmonia em teus cantos
O Gondoleiro do amor.
Teu sorriso é uma aurora
Que o horizonte enrubesceu,
— Rosa aberta com o biquinho
Das aves rubras do céu;
Nas tempestades da vida
Das rajadas no furor,
Foi-se a noite, tem auroras
O Gondoleiro do amor.
Teu seio é vaga dourada
Ao tíbio clarão da lua,
Que, ao murmúrio das volúpias,
Arqueja, palpita nua;
Como é doce, em pensamento,
Do teu colo no langor
Vogar, naufragar, perder-se
O Gondoleiro do amor!?
Teu amor na treva é — um astro,
No silêncio uma canção,
É brisa — nas calmarias,
É abrigo — no tufão;
Por isso eu te amo, querida,
Quer no prazer, quer na dor... Rosa!
Canto! Sombra! Estrela!
Do Gondoleiro do amor.
FAÇA VALER PENA....
Muitas vezes as portas das gaiolas estão abertas,mas para que os pássaros alcancem voos para a felicidade é preciso determinação para se lançarem fora delas,...não se prendam em gaiolas se prendam em corações que estejam dispostos a se lançarem em voos com vocês......
10 de julho de 2024
"Sonhei com uma rua cheia de gaiolas, com passarinhos dentro, nesse mesmo sonho bandidos estavam perseguindo meu marido que saiu para fazer xixi no banheiro do lado de fora, eu fui atrás dele, a fim de protegê-lo e consegui entrar em uma portinha, onde havia uma fechadura e consegui fechar a porta e pôr o ferrolho enquanto o bandido apontava a arma para meu marido. "
LIBERDADE
Nunca gostei de pássaros em gaiolas. Por mais bonitos que sejam e por mais que eu me sinta bem em companhia deles, prefiro deixá-los livres. Se quiserem cantar pra mim, conhecem o caminho da minha janela. E se eles cantam na minha janela é porque não querem cantar em outro lugar naquele momento. Eles são livres. E eu também.
Pequeno Pássaro
Voe, Oh pássaro
Não há gaiolas
Liberte-se de si
Meu pequeno pássaro
Não existe volta
Talvez você nunca saiba
Mas veja por si próprio
E não voe sozinho
E se voar, voe alto
Bata as suas asas
Força, meu pequeno
Não perca-as no ar
Pule do ninho
Só depende de você
Sinta o vento em seu peito
Não há gaiolas
Cante, explore e viva
Talvez você nunca saiba
Apenas voe
Fuja de todas as gaiolas
Voe ... Se liberte!
Seja da mesmice
Seja da cozinha
Seja da tv
Seja no amor
Seja do cobertor
Seja da monotonia
Seja da cadeira velha
Seja de tudo que lhe agonia ...
Vá... Voe !...
Seja pássaro dono de suas rédeas
e suas próprias asas !
Fuja de certos padrões e chatos patrões
Fuja de tantos comodismos e certos vilões
Fuja das regras vis da sociedade podre
Não dê ouvidos a quem vive e vegeta
em seu mundo ogre
Seja tua própria liberdade
Faça bem o que lhe der vontade
Desde que não agrida
não fira e nem incomode ninguém.
Seja teu canto de próprio bem .
Cante
Dance
Rebole
Brinque nem sei lá do quê
Mas Seja sempre Você
Não se preocupe com julgadores
ditadores e falsos impostores .
Fuja de certos clichês!
Porque enquanto se puder Viver
Jamais seremos tarde
para sermos o que quisermos Ser .
Vivendo em Gaiolas
Há pessoas que se expressam no minúsculo,
E o minúsculo, sempre terão.
Há sonhos que se morrem ao despertar.
E ao despertar, nunca existirão.
Há sonhadores que já estão enferrujados.
E deste ferrugem só se renovarão,
Se perceberem que tudo na vida vale a pena.
E se torna possível para almas grandes,
E impossível, para almas pequenas.
Quero libertar meus sentimentos,
abrir gaiolas de isolamento,
deixá-los correr de encontro ao vento
sem represálias ou contratempos.
Que eles soprem as dunas,
espalhem areias, revirem os montes,
que brinquem de esconde-esconde
nos labirintos e mistérios das ruínas.
Povoem recantos baldios,
transformem o silêncio em sonoros delírios,
percorram terras e mares
e encantem corações vazios.
Que brilhem qual purpurina
que à luz do sol faísca, fascina...
Que voem quais pássaros que migram
e levem aos poetas as mais belas rimas.
Quem é você?
Elá é livre, menina solta, liberdade, um passarinho que não vive em gaiolas, que ama, que voa mas sempre volta, por que amar quem voa é assim, quanto mais liberdade pra viver, pensar e agir, menos ela vai querer voar pra longe, por que ela sempre vai voar muito alto e longe, mas sempre vai voltar.
