Crise
Vivendo uma vida vazia,
os objetivos que ansiava já nem quero mais,
mas mesmo assim não tenho paz.
Tenho até demais e mesmo assim não tenho paz.
Vivendo um marasmo psicológico que vem do centro do âmago,
amargo como limonada sem açúcar,
açucarando uma falta de propósito que
cada dia me cabe mais,
ocupando meu coração que já nem tem mais tanto espaço assim.
E sigo vivendo na esperança de que algo me faça querer tentar novamente.
O mundo todo é um grande mal entendido. As pessoas estão ficando doentes e não se entendem, elas não se ouvem, e com isso uma arena global esta se formando. Estamos no século dos mal entendimentos e poucos saírão vivos dele.
Em meio a um mar de sabedoria, encontrei-me navegando pelas águas de puro sofrimento, pois carregava a lucidez dos problemas em cada onda
O preço da autenticidade.
Há riscos... Porém compensa, ainda mais se consideramos que embotar a própria personalidade gera bolhas emocionais que em um momento inadequado vai chegar a massa crítica! Aquela crise que parece ter surgido do nada, geralmente é resultado do acúmulo das emoções reprimidos... E quando explode causa muito estrago.
QUEM FAZ QUESTÃO DE VOCÊ...
te abraça quando sente raiva,
te beija quando está triste,
te liga quando está ocupado,
te chama quando está longe.
QUEM NÃO FAZ QUESTÃO DE VOCÊ...
te deixa após uma briga,
te abandona na crise,
te esquece na raiva,
te diminui para ter razão.
Precisamos ter Cristo como Senhor da nossa vida, para que as decepções sejam apenas momentos de crise e não se tornem tragédias permanentes.
A busca incessante por curadoria visual, status e consumo muitas vezes esconde questões fundamentais, como: justiça social, ética ambiental, ou mesmo a construção de um sentido de comunidade. Estamos resolvendo problemas complexos com soluções rasas e visuais, pois é o que "parece" funcionar. E, assim, edificamos o transitório, deixando de lado o essencial.
Quando é #necessário, aprendemos a lidar com as "crises de ansiedade" , porque nos tornamos adultos.
Eram 3 da manhã e eu estava voltando para casa, caminhando por cerca de 20 minutos. Estava um pouco bêbado, completamente sozinho e com apenas 10 reais no bolso esquerdo. As ruas estavam desertas, sem uma alma sequer à vista, apenas o vento gelado que ecoava o silêncio ao meu redor. Era estranhamente bonito, apesar da melancolia que me acompanhava naquela caminhada solitária.
Olhamos para lugares em crises e questionamos: "onde está Deus?". Mas, a verdade é que Deus olha para esses lugares em crise e pergunta: "onde estão os meus filhos?".
Moçambique hoje vive os seus piores momentos após a guerra civil que durou quase 16 anos entre o Governo da FRELIMO e da RENAMO. E muitos não compreendem que o sistema democrático Moçambicano foi mal pensado em todas as suas vertentes. Hoje exige-se algo que devia ser exigido no momento da assinatura do acordo geral de paz, a desigualdade social, política e econômica que hoje se vive em Moçambique é fruto de uma Democracia mal estruturada e mal pensada. Furucuto, 2024
Se preenchermos os nossos pequenos vazios com coisas momentâneas, entramos em ciclos viciosos difíceis de curar e com uma dependência impossível de manter.
Em um relacionamento nem sempre o término é o fim. Às vezes é o começo de uma nova vida; mais feliz e mais a ver com você.
Há tempos que meu Titanic afundou, e o oceano é fundo demais para que eu consiga tirá-lo sozinho. Quanto tempo desperdicei esperando tê-lo de volta, quanto tempo esperei que salvassem meu Titanic, quanto tempo acreditei que entenderiam que não o afundei de propósito. Agora, enfim, vejo que a cada dia, ele se enferruja mais nas profundezas do escuro, e não sei quanto tempo vai durar sem mim, ou, quanto tempo vou durar sem ele.
Todos nós já vimos o poder da mente superar o poder do corpo. Todos temos dúvidas. Todos temos uma crise de fé. Todos tivemos dias de chuva que nunca para.
Vivemos em tempos difíceis... Após 2020 muita coisa mudou, o mundo ficou mais estranho, as pessoas não pensam mais. Agem como animais domados por um sistema que só faz destruir o próprio ser-humano.
