Criação e inspiração
TEMPO
"O tempo vai passar, tudo vai mudar".
" O tempo é o melhor remédio ".
" De tempo ao tempo ".
Essas são frases que só quem está sofrendo ou já sofreu por algo já ouviu.
Na maioria das vezes isso funciona muito bem, mas o que fazer quando o tempo passa e não conseguimos esquecer um certo alguém?
Quando nenhuma dessas frases ou qualquer outra que dizem não funciona ou não fazem nenhum efeito e aquele buraco só cresce dentro do seu peito.
Quando o tempo não parece ser um remédio e sim uma arma, porque parece que você vive em um eterno tédio.
Quando mais o tempo passa mais saudade você sente, mas você sabe que já fez demais e que tentar uma reaproximação só vai te fazer mais doente.
O tempo não é o remédio pra se esquecer o amor, o amor se supera, mas até isso acontecer você vai sofrer por muitas primaveras. O melhor jeito de curar o amor não é tempo, paixão nem muito menos substituição por outro amor, até porque não se ama duas vezes. O amor é incurável, não existe cura, a única maneira de amenizar um amor é ela mesma fazer sumir o amor que tem dentro de você, somente essa pessoa consegue matar aquilo que um dia ela fez nascer, resumindo....
Ficamos a mercê das atitudes da pessoa amada, quanto mais ela peca, mais ela te cura,
De qualquer maneira vai ser uma tortura.
Ou por ela pecar a ponto de você se magoar tanto ou de ela sempre vir atrás de você dizendo que continua te amando.
Mas no fim é sempre muito bom sentir o amor, te deixa leve , feliz e mantém no seu coração sempre um calor.
No fim todo aquele tempo já passou e você vai sempre se lembrar daquela que um dia você amou.
Engano desvairado.
Coube somente a mim criar-te em meu mundo
Idealizei-te.
E mesmo na mais intensa idealização
Perguntei-me se fôra a idealizada.
Exatamente como imaginei
Foi-te.
Sinto-me completo
E por completo estar já não me sinto mais pela metade.
Pois tu foste a mais completa idealização feita pela metade
E a mais perfeita metade completa.
Não tenho asas, mas posso voar não tenho pernas, mas posso correr.... Na imaginação não temos limites
Todos nós sabemos que ninguém é perfeito e isso não é nenhum segredo. Mas todos podemos ser melhores, ou fazer o máximo para não falharmos ou errarmos com quem amamos.
Muita gente por medo de se magoar acaba se fechando, sendo frio, as vezes grosso, e acabam deixando de valorizar quem realmente vale a pena.
Mas isso não adianta, porque mesmo sendo frio e parecendo ignorante as vezes, essas pessoas também tem sentimentos e temos que ser paciente com elas. De tanto sofrerem e se machucarem, elas tem medo de se envolver de novo e acabam sendo assim. É aquela igual aquela frase antiga, "Dê tempo ao tempo". Quanto mias você forçar a barra, mais a pessoa vai se sentir ameaçada e acabar se fechando de vez.
É difícil, é duro, mas vale a pena esperar, um dia elas vão ver que realmente você vale a pena e vão acabar melhorando e tentar mudar para ficarem bem de novo, com elas mesmo e com você.
Coisas que vem fácil vão fácil, pessoas que entram na sua vida e demonstram tudo de repente, também vão de repente.
Na verdade essas pessoas, precisam só de alguém que prove que você ama ela, que você não vai deixar ela quando ela mais precisar, que você não vai abandonar ela quando a situação estiver difícil.
Essas pessoas que se fecham geralmente são as que mais valem a pena, porque de tanto sofrerem e se machucarem, não vão fazer isso com ninguém porque sabem como é triste e difícil viver se magoando, e quando elas demonstrarem os sentimentos de verdade, não fuja, não se assuste, elas realmente amam de verdade quando demonstram. O negócio é esperar, mas continuar insistindo, persistindo e se dar ao máximo para conquistá-las.
Se tá difícil, pode ter certeza de que quando você conquistar, vai valer a pena.
E não sofra antecipadamente, tenha paciência e se errar recomece de novo, afinal, ninguém é perfeito.
MINHA BONECA DE VERDADE
Quando criança ainda, lá com meus seis anos de idade, morava com meus pais e mais sete irmãos no sítio e não possuía nenhum brinquedo de fábrica. Todos eram confeccionados em casa, em conjunto com as amiguinhas vizinhas, com meus irmãos e às vezes minha mãe tirava um tempo e nos ensinava a fazer algumas coisas interessantes.
Nós, as meninas, fazíamos bonecas de sabugo para brincar. É, sabugo mesmo, aquela parte que sobra do milho seco depois de debulhado. Escolhíamos o maior de todos os sabugos disponíveis no paiol. Cortávamos retalhos de tecidos cedidos por minha mãe, que sempre os tinha guardados numa sacola, pendurada atrás da porta de seu quarto de costura. Escolhidos os tecidos, pegávamos a parte mais grossa do sabugo, o que seria a cabeça da boneca, nele colocávamos o tecido na extremidade, como se fosse uma touca, amarrando firme com uma tirinha, para não se soltar (porque cola nós não tínhamos). Em seguida, escolhíamos outro retalho e fazíamos uma saia, pregueada ou franzida, com as mãos mesmo, nada de agulha ou linha! A coleguinha ajudava a amarrar com tiras finas da própria palha do milho. Com um lápis preto ou mesmo um pedaço de carvão, desenhávamos os olhos e com semente de urucum, a boca.
Pronto! Estavam ali nossas bonecas. Lindas! Cada uma com a sua. Diferentes umas das outras, devido a escolha dos retalhos coloridos. Felizes, brincávamos por horas a fio.
Mas um belo dia, uma priminha da cidade, veio com meus tios nos visitar, trazendo consigo uma boneca de verdade. Fiquei encantada! Nunca havia visto uma, e tão linda. Tinha os olhos azuis e cabelos cacheados.
Daquele dia em diante minha vida mudou. Não quis mais saber de brincar com boneca de sabugo. Eu queria uma boneca de verdade. A novidade mexeu com meus sonhos, até então acessíveis.
Chorava e implorava para minha mãe. "Quem sabe no Natal", dizia ela. Pedir para meu pai, nem pensar. Para ele, brinquedo era desperdício de dinheiro. Era o jeito dele ver o mundo infantil. Posso jurar, foi o ano mais longo de minha infância: Eu queria minha boneca de verdade e ela só viria no Natal.
Chegou o Natal, como tantos outros, mas para mim seria diferente, eu teria minha boneca de verdade. O "talvez" de minha mãe eu esquecera.
Fomos com toda alegria, bem cedinho, ver os presentes debaixo da linda árvore natalina. Cada um procurando o seu, embrulhados em papel comum, mas com nosso nome marcado pela letra de minha mãe. Porém, cadê a minha boneca de verdade? Ela não veio. Ganhei sim, uma pequena sombrinha, que no dia seguinte já estava quebrada.
Chorei muito e ainda levei umas boas palmadas de meu pai. Ninguém me consolou. Não compreenderam a minha tristeza. Minha mãe deve ter percebido, mas como nada podia fazer, não deixou transparecer; apenas prometeu-me que daria um jeito, "talvez" na próxima ida à cidade grande, na época das compras. Isto não me consolou. Foi, sem dúvida, o Natal mais triste de minha infância.
Depois daquele fatídico Natal, em que não ganhei meu presente desejado, minha tristeza, felizmente, durou pouco.
Janeiro era o mês do padroeiro da cidadezinha onde frequentávamos a escola, o catecismo e as missas dominicais. São Paulo, lembro-me bem, era o santo padroeiro da capela e nome do sítio de meu pai, onde morávamos.
Todo ano os moradores se reuniam e preparavam uma bela quermesse, com direito à visita do bispo, padres de outras paróquias, fazendeiros, sitiantes e colonos de toda a redondeza para uma linda missa cantada. Para a quermesse eram doados bezerros, sacos de café, leitoas, carneiros, frangos e artesanatos feitos pelas mulheres e moças prendadas da comunidade.
Uma rifa foi organizada, cujo dinheiro iria para a reforma da igrejinha. Um bezerro era o prêmio e de brinde, vejam só, uma linda boneca confeccionada por dona Mariquinha, mulher muito conhecida por suas habilidades na agulha.
Quando vi aquela boneca, fiquei deslumbrada! Eu queria uma boneca de verdade e esta era a minha chance. Procurei por minha mãe, que estava na cozinha de uma das barracas, liderando outras mulheres no preparo da comida a ser servida durante a festa. Implorei que comprasse um número, porque eu queria uma boneca de verdade. Meu pai não era dado a gastar dinheiro com estas extravagâncias, mas naquele dia ele sucumbiu ao meu apelo e cedeu. Comprou um único número. Nem preciso dizer que dei muitos pulos de alegria.
Ao anoitecer, quase no final da festa, chegou a esperada hora do sorteio..Bingo! Meu pai ganhou o bezerro e eu ganhei a minha “boneca de verdade”.
Ela era deslumbrante aos meus olhos de menina. Tinha uma aparência diferente. Fora feita à mão, uma boneca de pano com jeito de moça. Trajava um vestido branco de renda, com fitinhas coloridas de cetim, por toda borda da barra da saia. O decote mostrava o início de fartos seios. Perfeito! Minha boneca de verdade, com corpo de moça feita, seria a mãe de todas as bonequinhas de minhas coleguinhas da vizinhança.
No dia seguinte, de tardinha, minhas amigas e eu fomos brincar de boneca, numa ansiedade sem tamanho. Nos instalamos dentro de um velho bambuzal, e lá ficamos por horas, nos deliciando em nossas fantasias infantis de mamãe, comadres e tias. Sim, porque toda boneca era batizada, ganhava um nome e uma madrinha.
Antes do anoitecer, minha mãe me chamou para ajudá-la nos afazeres do jantar. A brincadeira se desfez e aos poucos a noite chegou.
Na manhã seguinte, acordei aos pulos. Eu havia esquecido minha boneca de verdade no bambuzal. Corri para buscá-la. Qual não foi meu espanto quando a vi: estava toda encharcada, estufada, desbotada, manchada, descolorida, quase decomposta.
Havia chovido a noite toda!
Autora: Melania Ludwig
Deus, ainda existe dentro de mim
E, você fará o melhor possível para crescer espiritualmente, viver com amor; para viver com amor, para saber perdoar por causa do amor.
Viverá longe do rancor e, a verdade do amor de Deus lhe levará a sala do seu trono, sentirá que por causa do amor você será mais solidário, não negará amor àquele que lhe fizer o mal, pois seu lado espiritual perdoará aqueles que se mostram inimigos.
Pois, perdão significa renúncia e amor.
Renúncia pelo ódio.
Amor pelo próximo.
Saberá que é difícil seguir como Deus quer, mas as provações não lhe impedirão de receber das mãos de Deus sua coroa, com seus galardões, pois o difícil é viver com a dor da mágoa, do rancor, a dor se torna forte, mas não é eterna, se faz eterna quando nos tornamos seus dependentes.
Dentro de nós existe uma ferida, quando nos sentimos magoados, nasce uma semente que traz ódio, rancor e raiva. Dor doída é a dor de não saber perdoar com amor. Perdoe! Ame! Acima dos limites de um ser humano, apesar da mágoa doer, nós lembramos com amor, porque um dia a dor cicatriza, pois Jesus cura todas as nossas feridas.
E, se a ferida sangrar é porque está lavando nosso coração com amor. Quanto mais ódio sentir, menos perdão saberá dar, quanto mais lembrar com rancor, menos amor terá para oferecer. Não se vinga de quem nos magoa, ama-se todo aquele que nos ferir, e aquele que nos machucar a gente responde com amor, com o grande amor que o Espírito Santo nos oferece, e esse amor nasce da nossa capacidade de perdoar.
Isso é Deus vivendo em nós! Deus é perdão! É misericórdia! Ele nos dá a graça de sabermos perdoar com amor!
Se você foi magoado, desprezado, tenha Deus no coração, pois só ele é sustento, força e coragem, amor e perdão.
Tenha a certeza que ele existe dentro de você, dê-lhe um espaço de amor e confiança na sua justiça.
Por Deus vale a pena perdoar, a amar e fazer o bem àqueles que querem o mal para nós.
Não pense que a vida é frágil pelos obstáculos que você enfrenta hoje, não pense que o amor deixou de existir só porque você se sente solitário, triste, amargurado ou simplesmente sem ânimo. Na vida tudo tem um motivo, uma explicação, uma lógica, mas para aqueles que crêem no Senhor Jesus, crê e aceita-lo como Salvador já é o suficiente para se sentir um grande vencedor, uma pessoa completamente feliz. Se você perdeu a razão, se acha que caiu num abismo sem volta, chore,ajoelhe-se perante os pés do Senhor e diga:
“Sim, Senhor Jesus, eu te aceito como meu Salvador!”
E, Deus te escutará, ele te dará fé, perseverança e amor.
Nenhuma dor é intocável para Deus, toda dor ele cura, ele nos restaura, ele nos conforta, e enquanto você acreditar na sua misericórdia e na capacidade que ele te dá de amar, você saberá suportar todas as provações que irão surgindo na sua vida.Para quem tem Jesus como Salvador não há derrota.
Manicraft
Manicraft, é um jogo de criação onde a gente cria oque a gente quer Ex-casas criações de tudo e mais um pouco nele a gente cria um mundo nele a gente deve colher alimentos recursos naturais tudo que existe na vida real nele também existe só que em quadrados.
Tem três tipos de modos. 1=Sobrevivência onde a gente tanque recolher recursos para viver e a gente tem varias vidas. 2=Hardicore baseado no modo sobrevivência mas se a gente morrer não entra mais no mundo. 3=Criativo onde os recursos são infinitos e a gente cria tudo.
Tem pessoas do mundo inteiro que jogam Portugueses, Ingleses, Americanos, Alemães, Argentinos, Africanos e muito mais.
Tenho paixão por esse jogo, jogo ele todos os dias e não me canso de jogar. Obrigado pela a atenção.
A cada passo dado
Pratique o bem sem olhar a quem e faça de você uma pessoa melhor a cada dia.
Frase de
Islene Souza
Enviado por Islene Souza em 15/06/2016
Código do texto: T5667915
Classificação de conteúdo: seguro
Que todos se tornem conhecedores do mal, não para pratica-lo, mas para entender a melhor forma de como se livrar dele.
A indecisão cansa e é fator de estagnação. Importa ser decidido. Melhor falhar na decisão do que passar a vida na indecisão.
É incrível como Deus coloca pessoas maravilhosas em nossas vidas, pessoas que nem imaginávamos conhecer em certo tempo, e que em um momento da nossa vida, vem e tornam-se grandes amigos.
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