Criação e inspiração
Quando criança, assim como quase todas as crianças, desejei profundamente alcançar as estrelas. E isto era tão forte e imperativo, tão mágico em mim.
Em meio há tantas, apenas um pequeno brilhinho em mãos já seria o suficiente...
Mais tarde, com os estudos de Física, descobrir que aquele brilho ao longe, na verdade, é de uma estrela que nem sequer existe mais... Confesso, perdeu-se um pouco do encanto.
Mas... que nada! Fechei os olhos e percebi: estavam todas em mim, infindável via-láctea em meu coração!
Não fique na chuva no dia do seu evento, aproveite os melhores momentos da sua vida com prazer e segurança, conte com o tendasgalpoes.com.br, neste dia tão especial!!
eu sempre imaginei encontrar uma pessoa que
me trouxesse paz,me trouxesse conforto e que me aceitasse exatamente como eu sou
ai eu encontrei você,e você não era nada disso.
E, daí se alguém errou.
É melhor ter ERRADO e APRENDIDO. Do que ter MÃOS LIMPAS , e não chegar a PLENITUDE da SABEDORIA.
Nunca imaginei que eu pudesse sentir por você, o que eu senti, amor tão puro e verdadeiro como nunca eu vivi.
Será que todo dia vou acordar e lembrar de você que não está aqui, ou será que toda música que eu escutar vai ter momentos que eu vivi com você, será que nunca vou te esquecer? Te esquecer...
O que será preciso pra poder te mostrar que ao meu lado é seu lugar, o que será preciso para você entender... Que eu amo você, amo você, só você... Eu amo você.
Sub-não-sei-o-quê
Queria criar um poema que expressasse meu nada - sinto... Que te provocasse cismas das mais irrefutáveis, que te fizesse sentir como dói estar fora de tempo, como é ser corroído pela ânsia de contas e hipóteses que justifiquem o destrato, ainda que minimamente.
A temática amorosa esgotou-se, a extensão de meu vocabulário não dá conta de meus ouvidos... Não faz a vez de meus tantos “eus” contidos e desesperados.
Vago entre o fascínio íngreme pelo ardor que me desperta e o medo de decretar tua ausência múltipla, cada vez mais translúcida aos meus olhos, irrequieta, odiosa! Entre a pretensa dádiva de esbaforir-te e o deplorável equívoco de te ser arrependimento, oferta cativa em liquidação. Quem sou o “eu”? Uma típica overdose de sensações táteis e voláteis em análise? Quem ti sou? Um pérfido equívoco moral, um atravessado e latente engasgo eventual, que ti sou eu, afinal?! Um todo para magoar, encantar, elevar, trucidar, inebriar, pisotear, viver ou deixar que se vá?
Me explica esse todo teu que me abocanha, que me suplica, que grita e acompanha toda uma rítmica assiduidade relativa, mas tão bonita! Me pronuncia então o ócio de tanto engodo, me olha nos olhos e me despromete tudo de novo! Mas não me ignora, não alimenta minha veia masoquista! Não deixa a tua poetisa exaurir-se nos outros suprimida!
Apenas peço que me ressoe em tais versos, que em teus olhos me tenha... Não te rogo milagres, não te roubo lugares, não te quero sem meias... Meias - palavras que emergem plenas num silêncio estrondoso, ainda que alheias...
Não quero crer que seja apenas um apanhado meticuloso de fazes-de-conta, que tua arte não te arde e a minha não te incendeia! Não quero crer estar diante de meros termos coincidentes, ser um erro recorrente, insistente, ambulante... Não quero crer na tua audácia em me ser lástima e lágrima, quando me devias se não teu mundo, tuas estrelas, se não todas, apenas as que me pudesse irradiar sinceramente.
Singelo
Te ouvir me inspira
Ainda que sentir, cardia
O ar da tua brisa
Vicia.
Tem dias
Que chuva de sol... Havia
Ainda que houvesse de ser nada
Seria
Como de fato foi
De dia.
E olhar teu rosto
Alivia
Quão lívido é teu céu, ardia
Adia tua partida e fica
Num semblante sutil de maresia
Ainda que “no Rio” eu ria
E a falta que agora me faz
Tardia.
Ainda que não sei
Sabia
Foi como haveria de ser
Magia.
masMORRA!
“ ... Imagine as pessoas vivendo a vida em paz, ninguém precisando matar ou morrer... Você pode dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único”
Fobia,
Foge o fôlego do dia,
Como deveras fugidia,
Não fosse a febre do leigo lânguido,
Monotonia.
Um só tom parte os meus “partia”
E parte de mim se ia
A medida proferida melodia.
Mel odeia nas teias da dissolução.
“Diz” a solução para cessar o soluço,
Deitar de bruços
Sob bruto abraço devassidão.
E devasta a imensidão de subsídios do meu perdão.
Perturba então,
Acelera a poeira
E tateia
O chão.
Me junta pelos cantos,
Desfez-se o encanto,
No entanto,
Nem todo pranto foi-se em vão.
Levou-me ao arreio,
Cegou-me o devaneio
Deveras certeiro,
Expulso-te do meio, moreno,
E não repugno tua fotografia,
Apenas não tenho ar
Melancolia
Apenas não sou o eu que te seguia,
No sereno.
O ecofobia ecoa,
E não é à toa,
A masmorra,
Que mal soa
Te mata,
Então parta,
E morra!
No sereno,
- Me perdoa!
Morre, enceno
Vida ingrata.
Mas morra!
Que escorra Jonh Lennon,
Com teu veneno,
Das tuas patas”
“ Imagine que não há Deus nem inferno abaixo de nós. Apenas o céu sobre nossas cabeças.”
Eu continuo meu caminho crendo que o melhor de Deus está por vir em minha vida... e assim prossigo de fé em fé...
Posso me deitar e descansar pois o meu Deus cuida de mim enquanto eu durmo....
....... Vou ficando por aqui hoje, bons sonhos a todos
...Débora Aggio
menina encantadora, juízo de adulta, mas doçura de uma criança, sonha que nem gente grande, não desiste do que quer, segue em frente independente do que vier.
Guilherme Sarate
A melhor maneira para pegar no sono é ler um livro no lugar mais apropriado para dormir que é a cama.
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