Criação e inspiração
Fico imaginando como nós podemos querer tanto alguém que nunca tivemos, alguém que não imaginávamos conhecer, como podemos ter um vinculo tão forte de amor avassalador com alguém que surgiu na nossa vida, não da pra entender o amor é algo envolvente que nos leva a sorrir em dias difíceis .
Eu desejo a todos que me desejam mal o melhor que a vida possa oferecer. Acredito que o Universo nos devolve o que desejamos aos outros.
Sem ilusões!
O que de melhor fizermos
será rapidamente esquecido
ou talvez, nem percebido...
No entanto, experimentemos
cometer um pequeno deslize...
Ele tomará proporções gigantescas,
será considerado um crime,
quiçá, um pecado mortal.
Nada melhor do que acreditar em si mesmo acima de tudo. Depois de entrar na batalha vencer é uma questão de tempo. As vezes são as escolhas erradas que te levam ao rumo certo.
" O quase é sempre melhor que o acontece"
Lembro bem daquele dia que estávamos nos olhando e você segurou as minhas mãos aquecendo-as, penso que na hora que ficamos frente a frente poderíamos ter nos beijado, e com isso minha imaginação se limitaria, imagino que poderia ter acontecido algo a mais, ainda sinto em minhas mãos o calor da tua pele, que faz com que eu me sinta no céu, sinto como se você fosse meu por alguns minutos Mas você não é meu e talvez nunca será.porém levarei comigo a lembrança de nossos momentos...E como foram especiais..De forma tão sutil nos amamos, a cada momento te vi mas meu, e me senti mas tua.Sua pequena, sua menina, sua amada.
NINGUÉM CONSEGUE VIVER DE JANELAS FECHADAS
Imagine abrir sua janela ao acordar e, do mesmo modo que as lagartas magicamente se borboleteiam pelas paisagens da vida, encontrar uma fruta que se oferece a você. Clama por seu gesto de sorvê-la inteira. Entregando assim sua gratidão a um dos tantos presentes que a natureza diariamente lhe dá, sem exigir nada em troca.
Saber receber é uma arte. Abrir os braços, o sorriso, o corpo e o coração e dispor-se aceitar quem estende o afeto a você. Receber exige coragem. Integridade. Desejo. Iniciativa. Transparências do querer genuíno. Quantas vezes ansiamos por algo ou por alguém, mas amortecemos as vontades, anulando-as até, enquanto trancamos nossas demandas nas gavetas da privação.
Por absurdo que pareça é mais fácil morrermos de fome. Agarrarmo-nos a uma soberba imbecil, estruturada na deplorável e ilusória onipotência de sermos autossuficientes. Autotróficos como as plantas, que extraem do solo a nutrição de que necessitam.
Mais fácil esbofetearmos os ventos da amorosidade que nos acariciam os sentimentos. Cuspirmos na possibilidade de promovermos sinergias junto a alguém. Seja no trabalho, nos relacionamentos sociais, ou nos pares que pretendem abrir-se para os aconchegos da intimidade.
O medo de perder anuncia-se sob várias roupagens e disfarces – e é, além de costumeiro, renitente visitante da nossa existência. Enraizado nas couraças do espírito e aparentemente irrevogável.
Por que provarmos do mel, acendermos nossa gula se poderemos perdê-lo repentinamente? Melhor equivaler seu gosto ao do fel — recusando, então, o favo que nos provoca.
Você pode apossar-se da faca que reina afiadíssima em sua cozinha. Enterrá-la de vez no cérebro, sem qualquer anestesia. Expulsar do crânio sangrento e agonizante os neurônios que julga imprestáveis. Soldados do exílio voluntário. Apologistas das vantagens da solidão. Guardiões de silêncios nefastos, porque avessos às manifestações de carinho. Como, por exemplo, a dedicação às causas sociais deste mundo apodrecido que tanto nos constrange.
Coma a fruta, vai. Aceite a flor. Namore a borboleta que baila suas cores, bem diante dos seus olhos surpresos. Ela apresenta seu espetáculo, ondulando no ar da poesia, toda feliz e de graça.
Coma a fruta, vai. Aceite a ajuda de um parceiro de caminhada para chegar àquela cachoeira tão bela quanto escondida dos visitantes nas matas.
Prefere pêssegos, caquis, mangas — uma goiaba madura e vermelha? Jogue o orgulho no lixo. Você mora só, jura ser independente por todos os poros, mas não consegue dar o nó na gravata. Subir o zíper do vestido. Matar a barata enorme e cascuda que o encara feroz no teto da sala.
A vergonha de pedir ajuda é tão estúpida quanto a sua recusa em declarar amor a quem o rodeia. Fraqueza solicitar auxílio. Disso você não duvida. Outro gesto impensável é pedir perdão. Esta humilhação inadmissível não pode manchar seu currículo atitudinal.
E assim vamos sobrevivendo — ou melhor levitando, como autômatos neste planeta. Roubando romances jamais experimentados de páginas literárias já gastas. Angariando sonhados momentos, valendo-nos das muletas da imaginação que tingem de cores atraentes algumas cenas do filme a que resolveu assistir.
Quanta covardia. Esconder a premência do amor atrás das portas do cotidiano. Esmagar a linda borboleta com suas mãos cegas e insanas. Arrancar do galho a fruta mais desejada e atirá-la ao chão, triunfante, num arremedo de falido desdém.
Nem sempre percebemos o inverno que nos invade. Tiritamos de frio, porém permanecemos inconscientes. Expomo-nos a pneumonias na alma. Vestidos de acintosa nudez, trocamos nossos braços de abraçar pelo repúdio dos galhos secos e mortos.
Felizmente a vida se revela em ondas, ciclos, luzes distintas. Nada permanece igual. Nem mesmo a maldade, a tristeza ou a insensibilidade. Nem mesmo o medo agarrado a você como uma criança pequena e indefesa.
Pode ser que as janelas agora estejam fechadas. Mas estamos sujeitos a descuidos, distrações ou aos ímpetos de ventanias. É neste instante que as frutas se oferecem novamente. E mais uma vez você tem a chance de colhê-las.
“Que os medos e os fracassos causados pelas decepções não se tornem uma barreira para suas inspirações e sim uma mestra que aponte as melhores decisões na sua vida.”
Se tiver de me arrepender, que seja por algo de fato feito, não por algo imaginado ou deixado de fazer...
Nunca será possível se esconder daquilo que habita dentro de você. Então a melhor solução, é deixar acontecer.
“Não se deve jamais se julgar um gênio por suas atitudes, pois as suas inspirações se faz presente na sua própria natureza de genialidade e nas suas loucuras(originalidades) mais insanas da noite dos séculos, se manifestando a sua singularidade num mundo onde se predomina as trevas da mediocridade...”
Quando cheguei ao portão da minha casa
Como se eu tivesse asas
Me senti igual criança
Deu vontade de voar
Quando digo que acho que é melhor assim não é para talhar as pessoas e sim fazê-las compreender que uma relação pode ser mais honesta que a pessoa trazer todos os seus traumas associados a pais, maridos, mulheres, amantes e afins. Já é difícil muitas vezes aguentar as pessoas como elas dizem que são e ainda mais aguentar todo o peso que carregam nas suas vidas. Infelizmente não é assim: elas preferem seguir o roteiro já aprendido, acrescido da sua personalidade e caráter do que aprender um novo roteiro que talvez trouxesse mais felicidade ao envolvimento. São infelizes que tentam nos puxar a viver junto à sua infelicidade de alma. Meu melhor assim parece que nunca vai ser o melhor assim desse tipo de pessoa. Preferem a infelicidade do meu ser do que a felicidade de ser. Escolhas, mas posso estar longe da próxima escolha. Minha escolha é ser feliz. Cada um com a sua.
Existir, é muito melhor que simplesmente dizer aquilo que achamos da vida e dos fatos. Afinal, podemos saber tudo, mas, nunca iremos poder descrever a beleza, a bondade e a graça de Jesus. Talvez, por isso, muitos não consigam entender como um ser superior como Deus, coordena o universo. É bom existir, gente! Mas, o que seria da existência, sem Deus? Não, essa não é uma pergunta para sábios; mas para ignorantes...
