Corre
Brincadeira
Hoje é dia de brincar corre com muita alegria gritar e pular como é bom queria voltar a ser criança ou nunca ter deixado esse meu lado desaparecer com a maior idade , vindo de tantas responsabilidades quem dera se pudesse voltar ao passado ser criança novamente viver sim a melhor fase da vida , sorrir por poucos motivos pular amarelinha , brincar de pega pega corre dar o máximo em um jogo de rouba bandeira . Quanta alegria tinha sempre quando tinha amigos por perto quanta alegria tinha sobre várias companhias na famosa queimada ou até mesmo do derrubar lata . Bolinhas de gude que disputa pois era com grande estratégia que me impunha para levar a melhor sobre os adversários técnica e malandragem do carrinho bate bate ou até mesmo na grande corrida do carro de rolimã ! E vida que segue as brincadeiras nunca se esquece uma disputa arriscada no jogo de futebol valendo chaveiro . E até mesmo na brincadeira de garrafão como é bom ser criança preocupações passam longe , responsabilidades que nem aparece pois creio que ali tem gente pra carregar pois brincadeiras como uma disputa de futebol na lama que dá memória nunca se apagará até mesmo quando me apaixonar pois cair no poço também sei brincar vidas boas momentos mágicos que se foram mais ao me recordar vivo tudo de novo obrigado vida por proporcionar amigos ao qual pode compartilhar a final ninguém brinca sozinho né e me recordo que no jogo de botão sempre sair campeão não podendo esquecer que essa minha história foi linda de viver .
Música nem sempre é sobre quem faz melhor ou quem é o melhor.
Mas, quem produz, quem corre atrás, quem acredita, quem persiste, quem não desiste e principalmente quem investe!
Nem sempre investimos tempo e dinheiro na música. Então, precisamos respeitar quem faz. Música é Negócio!
O tempo corre e as pessoas param e ficam a margem da vida esperando o tempo voltar para se concertar o que já se passou. A estagnação é a segregação emocional do próprio indivíduo em relação a si mesmo e do mundo. Mas a resiliência é a virtude que os tirarão desse poço cheio de caos e pessimismo.
Sejamos todas ''deusas''!
Desde a roupa até o sapato,
desde o sangue que corre pelas veias
a partir da origem
a partir do ritmo
Em cor ou cabelo...
Tendo olhos azuis ou não…
Sejamos todas deusas!
"Como ovelha solitária
que se afasta do aprisco,
o cristão corre perigo
quando se afasta de Cristo."
Parte de mim
Uma parte de mim é você,
Outra parte de mim corre de você,
Uma parte de mim é amor,
Outra parte de mim é solidão,
Uma parte de mim é o mundo,
Outra parte de mim é decepção,
Uma parte te mim te quer,
Outra parte de mim te afasta,
Uma parte de mim, tem pressa a outra pondera,
Outra parte de mim delira sonhos.
A tecnologia que corre em suas veias aumenta sua força, seus reflexos e até suas capacidades de cura. Ele é diferente de tudo que já vimos antes, e ele está totalmente sob nosso controle.
Chuva.
Simplesmente chuva.
Gosto da chuva. É divertido corre na chuva. Mas é ruim fica doente.
Ela tem esses dois lados. Um Bom. Um Ruim.
Eu e Ela somos iguais.
Sabemos ser boas, e gostamos disso.
E sabemos ser más, e amamos isso.
Chuva.
Simplesmente chuva.
Tão linda e tão fria.
Gosto da chuva. É divertido corre na chuva. Mas é ruim ficar doente.
Ela é assim tem dois lados. Um bom. Outro ruim.
Eu e ela somos iguais.
Somos boas sendo legais com quem é com a gente.
Mas somos perfeitas sendo ruim com quem deslizar com a gente.
Meu problema com o niilismo se baseia na crença que o homem é naturalmente frouxo. Ele corre da luta, e o niilismo é a desculpa perfeita: nada importa nessa merda. Aí em tempos onde o indivíduo necessita lutar e vencer o medo da morte pela liberdade, não só por ele a curto prazo, mas também para as gerações que estão por vir, ele prefere ver Rick e Morty e financiar um iPhone X que é mais seguro, já que nada importa nessa porra.
Foram tantos nãos na vida, vindos de tantas fontes diferentes, que quando ouvir um sim corre o sério risco de ter um trosso com o susto que vai levar.
CORRE O RIO 🍁
Corre o rio de tristezas devagar cor de sangue
Sangue, sangue de dor arma enferrujada
Veias de veneno lapidado sugado no escuro
Corpo estendido esquecido e sentido
Sangue derramado de um soldado
Com o coração partido perdido, magoado
Guerra estúpida, sem tempo, sem hora
Humanidade despida sem destino nas areias
Escaldantes do deserto desentendidos, ignorantes
Corre o rio de dor, de sangue de odor, podre, fede
Carne apodrecida deixada à sua sorte
Veias lapidadas de cores de uma guerra estúpida
Sem honra, sem respeito, sem compaixão
Feridas feitas no peito de sangue que deixam cicatrizes.
Por favor não os deixes lá morrer…
Se tens teus “pobres”: PAI ou MÃE, em qualquer lar;
Corre, mas depressa e vai lá buscá-lo/a;
Porque o deixá-lo/a lá, será matá-lo/a;
Por favor, não O/A deixes em tal ficar!
Acredita, pois, meu primo ou meu irmão;
Que a ti, jamais tais abandonariam;
Tal como, a morrer lá, te deixariam;
Se vissem que ias partir que nem cão.
Partir que nem cãozinho abandonado;
Por ter sido, por seus, pra aí deixado;
À má morte, que a tanta vida apanha!
Quando por tais, tanto fez, tal coitado;
Sempre que ladrou, pra a tais, ter guardado;
E agora, de vós; abandonar ganha.
Filho/a és, (…).
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