Corre
Vida ingrata, louca vida!
Estas sinistra demais. Se corres atrás do teu sonho, ele corre ainda mais. Se parar e desistir; o maroto continuas a fugir.
Então, se queres obter êxito, é necessário pegares um atalho, e surpreende-lo bem de frente. Ele não parará, e virá ao teu encontro.
021224
Somos desejo se tornando vontade, assim sofremos pelos desejos que buscamos em nossas vontade, corremos tanto atrás de nossos desejos que esquecemos que somos movido pelas nossas vontade, vivemos querendo o mundo conguistar, e nem sabemos que aqueles que partiram também os seus desejos foram buscar, as vezes sofremos em busca de um desejo descontrolado e perdemos o sentido da vontade, vida que vivemos em tantos desejos que esquecemos do nosso maior desejo, que é amar, escrito por Armando Nascimento
Para alcançar harmonia, se faz necessário pensar grande; ao pensar pequeno, corre-se o risco que se afogar em um copo d’água, porquanto se amolda ao insignificante
Veja, o rio não é apenas água que corre — é memória em movimento. Ele arrasta lembranças como troncos partidos, mas não as guarda para contemplação. O rio sabe que recordar é prender-se, e sua essência é seguir.
Adiante, o mar do esquecimento se abre vasto, sem cais para lágrimas derramadas. Lá, não há repouso para a dor, porque o mar dissolve tudo em sua imensidão. O navegante, cansado de buscar direção, aprendeu a não olhar a bússola. Vai sem rumo, mas não sem coragem.
As ondas, que parecem formar imagens efêmeras, desfazem-se ao tocar o casco do barco. É o confronto inevitável entre o que se sonha e o que se vive. O navegante entende: não há permanência nas formas que a água inventa. Há apenas o fluxo, o instante, o agora.
O rio ensina a desapegar. O mar ensina a esquecer. E o barco, frágil mas resistente, ensina que viver é atravessar — mesmo sem destino certo.
Caranguejo corre de lada
como a rima corre rápido
num verso animado
já com bom traquejo...
no ouvido o isso afora do mar
vem o caranguejo fraseando
de lá pra cá
de cá pra lá
e some...
aparecendo pra pensar
olhos marrento
fora do texto
de lá pra cá
de cá pra lá
lá no mar
Leonardo Mesquita
Eu larguei tudo o que podia nos destruir. Você ainda corre pra isso quando dói. E isso diz mais do que qualquer “eu te amo”.
Ninguém quer saber de fofoca, maledicência ou acusações, a menos que, quando o seu nome corre solto na boca de outros ligados à sua jurisdição ou à sua família, há quem pergunte quem foi para saber os motivos, em vez de usar o verdadeiro domínio próprio para resolver a situação com paciência, discernimento e sabedoria, na hora mais apropriada da desdita propagação.
Nas veias, corre o sangue de Portugal; no peito, um coração que ama; na essência, uma alma mundana.
– Nereu Alves
"A vida é como um bom café, se deixar pra depois corre o risco de esfriar e perder totalmente o sabor."
E o tempo corre adiante
nunca retrocede... Mesmo
que soframos em meio
tempo ou em tempo constante;
O tempo é realmente fugaz
Se pararmos a sua espera
o tempo passa por cima,
em um piscar de olhos
E seu plano se desfaz;
mas gerenciar o próprio tempo
É responsabilidade para viver
Porque o tempo é o remédio
Para atender o nosso querer;
Só sendo
Corre o riacho
E te vejo molhando os pés, delicadamente.
Como foi ser tão minha, em tão curto espaço de tempo?
Como compreender tamanha ternura
Em tão curto acontecimento?
Amor.
Coisas de que não entendo:
só sendo.
Caminhei por entre a multidão e percebi o grande equívoco da existência moderna. As pessoas correm desesperadas, amedrontadas pela ideia da morte, sem perceberem que o verdadeiro desastre já as consumiu. Elas lutam para não morrer, mas já perderam a vida.
Perderam a vida no momento em que aceitaram a fantasia alheia como verdade absoluta; perderam a vida quando pararam de ouvir o que emana do próprio coração para seguir escritos e homens que prometem chaves para portas que eles mesmos nunca abriram. É uma ironia trágica: é melhor morrer do que perder a vida. Pois a morte é apenas o silêncio do corpo, enquanto perder a vida é o silêncio da alma que se tornou escrava.
Eu me desentreguei dessa ilusão. Desconstruí cada tijolo de aprendizado imposto para que, do nada fértil, eu pudesse finalmente dizer 'eu sou isso' com destreza. Só quem não teme o fim do fôlego é capaz de encontrar a verdade que liberta.
Eu morri sem perder a vida. Reconstruí-me pois a minha alma não estava morta. Agora, venho me reconstruindo; o homem velho em mim já não existe mais. Tornei-me amortal porque o que renasceu do zero em mim sou eu. Eu existo em mim, não na fantasia ilusória que me habitava como se fosse uma realidade.
Vivemos em uma sociedade que corre demais
e sente de menos.
Aprendemos a falar alto,
mas desaprendemos a escutar.
Compartilhamos opiniões,
mas raramente carregamos empatia.
A dor do outro virou estatística,
conteúdo que se consome e se esquece.
Sorrimos em fotos,
enquanto escondemos o cansaço
por trás de filtros e frases prontas.
Talvez o maior vazio do nosso tempo
não seja a solidão,
mas a falta de humanidade
em meio a tanta gente.
Se quiser, posso deixar o texto mais poético, mais crítico, ou mais esperançoso, mesmo mantendo o tom triste.
A ILUSÃO DA PRESSA
Dizem por aí: “aproveite enquanto há tempo”.
Mas o tempo não corre, ele observa.
Quem corre somos nós,
confundindo urgência com sentido,
atropelando instantes por medo de ficar para trás, colocando um fim naquilo que poderia ser vivido com calma.
Talvez o que nos falte não seja correr com o tempo, mas aprender a caminhar com ele.
- Iani Melo >•<
Quem arrota uma moral que não possui
Corre o risco de ser denunciado pela própria indigestão
Pois o que a alma não digere
o inconsciente acaba vomitando
Tome todo cuidado possível ao dirigir a palavra a um ignorante, você corre um grande risco de ser mal interpretado, e pior, ter suas palavras transmitidas aos outros destorcidamente como sendo suas palavras.
