Corre
É muito complicado e se deve ter muito cuidado, ao tentar ser amigo de frivolos, pois, você corre o sério risco de ser notado como um.
"O ser imanipulável corre em busca da absolutatividade da verdade, não haje nem toma decisões baseados em fatos não comprovados"
Enquanto isso a hipocrisia corre solta: é gente demais cobrando dos outros o que não é capaz de oferecer.
Em uma casinha de taipa, uma garota corre feliz,
E, rajado de som, o silêncio é interrompido em uma pausa feroz.
O céu celeste, em rosa, se transforma, e o som vem, cheio de sentido e coração.
A menina, que corre, é uma senhora em um campo no outono,
Sem uma casa, mas com uma lagoa entre pássaros.
O céu rosa é celeste, e o som, mais feroz, vem à tona.
Embora o correr da menina senhora sinta falta,
O bem te vi voa, voa, em um quintal entre risos
Ao observar o curso de um rio, podemos compreender a vida, que o tempo é como água que corre para a imensidão, rumo a eternidade.
Não remova o passado !!
A água do rio que corre pro mar nunca voltará de novo do jeito que ela esteve com vc ,pois se fosse assim ela por voltar salgada não mataria a sede de viver com muita vontade de viver e renovar
31/08/2004
Novos tempos
Acordo e começa o corre-corre
Para chegar, não sei aonde.
Durante o dia, trabalho
A noite também.
Nos pequenos espaços diários
Estudo
Depois o “stress” o cansaço
Por não saber se o dinheiro vem…
As vezes vêm o mal presságio
Será que amanhã vou ter trabalho?
Então, estudo
Mesmo sem o dinheiro para fazer o itinerário.
Não tenho tempo, sem tempo
Mas com tempo
Não concentro
Hoje isso, amanhã aquilo.
Para relaxar, escrevo
Perdendo tempo
Deveria mesmo estar lendo
Reverenciando os mestres.
Mas não me façam críticas
Eu gosto dos novos tempo
Mesmo sem tempo, dê-me tempo
Para ler poesias.
O sonho
Você corre, corre atrás de um sonho.
Mas você não conhece o sonho
Então, você vaga de um lado para o outro,
Considerando as coisas pontuais como realizadas
Mas você volta para casa
Fica ali calado
Frio
Embutido
Imundo
Moribundo
Chora e ri embriagado
A noite cai
O estomago enjoado
Adormece
E o sonho que sequer foi sonhado
Morre com o sono
O dia nasce novamente
E você volta a correr e corre atrás do sonho.
Rio
No meu monte há paz, como um rio que corre,
por entre as graníticas pedras do declive serrano!
Vai em paz rio de esperança, vai, não há engano.
À tua foz, tu chegarás, em ti teu caudal, jamais morre!
Vai manso rio, nessa mansidão, chega ao lago do mar,
então em lá entrardes, verás o que à tu paz pertence,
Esse mar é tão calmo, como tu, no seu longo amar!
Teus peixes leva contigo ao mar que não enche!
Depois as águas sobem ao azul céu, onde voarão,
depois sobre uma nova terra elas todas descerão...!
Terra de árvores vivas e de doces frutos sempre!
Onde os homens têm paz como a dos meninos,
não há mal, todos são grandes, sendo pequeninos!
Têm todo o tempo, para serem felizes, sem findar o tempo!
Meu rio
Sinto paz no meu rio que corre, para o meu mar!
Meu rio é manso, lento no seu ao mar, chegar!...
Corre corre rio, nesse teu tranquilo correr.
Não tenhas medo do mar! Ele não tem poder!
Ondas altas eu vejo, que me querem matar!
Vai, rio, vai! Nesse teu lindo! Lindo andar!
Recebe o vento! Ele já vem do teu norte!
Deixa ele te guiar! Sem medo da morte!
Fortes são os rugidos, desse alto mar!
Mas o teu vento, é forte sem cessar!
Ao mar tu já vais chegar! Calmo sim!
E o vento, ao mar me fez chegar...
Sem medo nenhum do alto mar,
que bem me recebeu, assim!
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