Corpo
“Recolho-me sem culpa. O corpo repousa, a alma respira. Que o amanhã me aguarde. Hoje sou silêncio e descanso.”
”Entre a existência vazia e a morte real, talvez a mais cruel seja aquela que mantém o corpo e silencia a alma.”
Quando meu corpo perde o rumo
E a dor grita mais alto que a alma
Que Iansã leve com seus ventos
Toda a energia que não me pertence
Que Oxalá me envolva em seu branco
E silencie o ruído que pesa em mim
Que cada célula do meu corpo se lembre
De que sou feita de paz e respeito
Que Ogum corte com a sua espada
Laços e nós invisíveis que me prendem
E que Exu abra os caminhos do meu caminhar, removendo as pedras que castigam meus pés
Que Omulu, senhor das curas antigas,
toque em minha pele e nos meus ossos que doem
Que Nanã, senhora da lama, me faça renascer, pois foi do barro que eu vim
Que Oxum, que rege a doçura das águas, me ajude a enxergar todo o amor que eu possa reconhecer em mim
E que Oxóssi me dê a fartura da saúde, para que eu seja caçadora do futuro que eu sonho ter
Que Xangô me proteja de toda injustiça e tire o peso do meu espírito cansado
E que Iemanjá cuide da dor que o mundo não vê em mim, para que eu recomece,
sempre
Axé pra quem é de axé
Tainá Wolff Bomtempo
(Paciente fibromiálgica)
Do mesmo modo como nosso corpo é formado de células, uma sociedade é formada de micro unidades, de células básicas, que são as famílias.
Se as células de nosso corpo começam a se destruir, nosso corpo sucumbe, morre!
Se as famílias começam a se destruir, se desmontar, se decompor, a sociedade apodrece, desaba!
Em um prédio, onde as estruturas estão mal feitas, não adiantam belas paredes, obras de arte no hall de entrada ou cores lindas pelos corredores. Ele vai cair, é apenas uma questão de saber em quanto tempo.
Sangue da veia
Corre no corpo
A mácula de ser esculpido.
Guiado pelos ventos
Sentimentos a flor de passarinhos.
A seiva da vida
Água viva
Que revela o passo
Recalcado o juízo
Saiu sem despedida
Na viagem veio o tempo.
A céu aberto
Que bom ver a plateia
Levanto a bandeira
Digo sou da pátria
Clamo o êxtase da pureza.
Do início até ao fim
Digo a vida é sempre assim.
Por: Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
“Não é milagre, se chama aporte! Casos de aporte famosos são os daquelas agulhas que entram no corpo sem ferir ou sangue que sai do corpo sem feridas. O sangue que sai da imagem é o sangue de uma pessoa que está há menos de 50 metros. O mesmo acontece com as agulhas. A pessoa desmaterializa um prego ou agulha que está próximo, convertendo em energia e fazendo entrar no corpo, se materializando de novo. Da mesma forma que há o aporte para dentro das agulhas, há o aporte para fora do sangue, que sai convertido em energia, cai sobre o quadro e se materializa de novo. As marcas de sangue que aparecem nos corpos das pessoas, os ‘estigmas’, também são casos de aporte.”
“A telergia é um fenômeno perceptível à sugestão dentro do corpo. Num curso que dou, pego uma menina da plateia e digo que vou enfiar nela uma agulha desinfetada com álcool. Em vez disso, passo a agulha na sola do meu sapato. Ela chega a sentir o cheiro do álcool e não há infecção. Está provado que a telergia tem um poder que responde muito bem à sugestão dentro do próprio organismo, não deixando a infecção instalar-se. Mas só é controlável dentro do corpo se a infecção não estiver instalada.”
“Como o ser humano gera um corpo e a alma vem de outro lugar? Isso não existe! Não existe alma de uma planta sem planta ou de um animal sem animal. Como pode haver alma humana sem corpo?”
À medida que vai morrendo vai ressuscitando (corpo e alma, juntos)... O diz muito bem o Apóstolo São Paulo, traduzindo bem: ‘Nós não morremos, nos transformamos!’ À medida que vamos deixando um corpo corruptível, nessa mesma proporção, vamos ressuscitando num corpo incorruptível. Vamos deixando um corpo burdo e vamos ressuscitando num corpo sutil. Vamos deixando um corpo passível e vamos ressuscitando num corpo impassível. Até os oito, nove dias (da morte real) há bastantes milagres, revitalizações...
“As principais características de um corpo ressuscitado são: claro, ágil, sutil e impassível. Até que, por fim, terminou a ressurreição, começou a eternidade. Há católicos que dizem que fica muito tempo no purgatório... É uma bobagem. Na eternidade não há tempo. O juízo tem de ser no finalzinho da ressurreição e da morte, quando o corpo vai deixando de atrapalhar, o cérebro vai deixando de trabalhar, e nos fazemos um corpo glorioso, espiritualizado. Então a alma manifesta todos os seus poderes, de conhecimento etc.”
“O homem, corpo e alma, é uma coisa só. Ele nasce, vive, morre e ressuscita como homem. Por isso não existe a ressurreição da carne, mas sim a ressurreição do homem.”
“À medida que vamos morrendo no corpo físico, que nossas células vão apodrecendo, vamos ressuscitando em um corpo espiritualizado, em células de luz. Esse processo dura, em média, 21 dias.”
E mais uma vez a turbulência de meus pensamentos agitam meu corpo de forma descomunal, o silêncio nunca esteve tão obscuro e inquietante, sabemos que todo início de um ciclo terá um final, um aglomerado de sensações se tornam agonizantes, o tremor e o medo nos possui e logo nos trará enfim o resultado, se bom ou ruim não mudará oq sentimos por mais que momentaneamente, um lapso de tempo em instantes que vós trazeis a realidade na qual não foi habituado, apenas ilustrativa ou irreal a dor constante e agonizante apenas trás lembranças instantaneamente, pregamos peças a nós mesmos duvidamos da realidade como um todo, se seremos capazes de seguir em frente ou apenas seremos fracos de novo, sempre falei tudo oq sentia, mas agr apenas sinto a nossa monotonia, eu estava em um bote muito grande pra poder remar sozinho e a maré estava extremamente agitada, você me ergueu a mão e me apoiou pelo breve momento, porém não poupou forças pra pular na primeira embarcação mais movimentada, me deixando em alto mar sem se quer saber nadar e nesse momento senti a dor e percebi o quão fui ingênuo
Artífices verdadeiros, os encantos estéticos são capazes de transcender o corpo e tocar o âmago de nossa existência. Em momentos de aflição, a beleza se apresenta como uma dádiva, capaz de aliviar as dores mais profundas da alma. É como se a harmonia dos traços, cores e formas nos envolvesse em um abraço reconfortante, dissipando tristezas e restaurando a esperança.
Diante da beleza, somos transportados para um lugar onde as preocupações se dissipam e a paz se instala. Seja através de uma obra de arte, de uma paisagem natural deslumbrante ou mesmo do rosto de alguém que amamos, a beleza nos presenteia com momentos de transcendência, nos conectando com uma dimensão mais sublime.
A experiência estética nos permite contemplar a grandeza do universo e a complexidade da vida. Em seu esplendor, encontramos uma centelha divina que nos lembra da maravilha que é existir. Através do olhar atento, somos capazes de enxergar a magia que permeia cada detalhe do mundo ao nosso redor. Por isso, devemos celebrar os artifícios que nos presenteiam com a beleza. Aqueles que, por meio de suas criações e expressões, moldam a realidade e nos convidam a vislumbrar um novo horizonte.
São eles os portadores da cura para a alma, os enviados de esperança e inspiração.
Portanto, quando nos afastarmos com a beleza, devemos abraçá-la e permitir que ela nos envolva por completo. Que nos ajude de refúgio nos momentos difíceis, iluminando nosso caminho e renovando nossa fé na vida. Pois, em suas formas mais singulares, a beleza nos recorda que, apesar das adversidades, há sempre motivos para sorrir e celebrar a existência.
Por vezes, meu corpo pede repouso; nada extraordinário, um descanso costuma curar os cansaços da existência.
Mas o que faço quando a consciência me implora sentido? Que espécie de remédio alcança enfermidades que não habitam o corpo?
Nada como um percorrer de almas
onde o corpo seja o auge
de uma celebração
pela conexão existente
entre elas.
Tempo nublado
Sonho dourado
Frio gemido.
Corpo cansado
Olho o passado
Fico perdido.
Foi tudo ligeiro
No tempo de um raio
Perco o sentido.
