Corpo
O meu rosto e corpo envelhecem, meus ossos enfraquecem, mas a minha fé não oscila e meu espírito é imutável.
Você não é o que está vendo, porque o que você está vendo é o corpo, mas a verdadeira pessoa em sua essência é o seu ESPIRITO. Porque o Corpo é só uma casa, já o morador dessa casa vai deixá-la e voltar para sua verdadeira morada que é em Deus, uau, nós iremos voltar de onde viemos. Gênesis 1: 26a,27
Menina de Alma
Dentro de mim existe uma menina disfarçada num corpo de mulher.
Sou menina sonhadora que acredita em contos de fadas e em finais felizes.
Menina de alma apaixonada que espera o amor de sua vida encontrar.
Sou tecedora de poesias. Rabisco coisas do coração. Emoções e fantasias.
Menina de coração ingênuo. Mulher vestida de sedução.
Sou assim ... Frágil, porém determinada.
Delicadamente simples, sempre justa!
SimoneCruvinel
“O despertar do corpo não é apenas um evento físico, mas um portal para novas experiências e aprendizados que o dia oferece.”
Quando estamos sem razão nos caminhos tortuosos, fazendo coisas erradas, a seu corpo, a sua alma, e ao seu espirito tudo de errado acontece em nossas vidas! Lembre-se SEMPRE: fazer uma vingança com seu próximo...tenha plena certeza que a semente que você plantou da Vingança voltará contra você ! Isso não é uma praga. Isso é: Fatos reias da vida.
▪︎A vingança é a favor da Vingança.
Corpo...
Mente...
Emoção...
Espírito...
Vida...
Viver...
Viver é o exercício máximo...
É carregar um cemitério na cabeça...
Um corpo nú
é sempre poesia
se teu olhar
souber ler.
Temos que parar
de enxergar nosso invólucro como algo feio que tem que viver escondido.Você é algo único e especial.
A VISÃO DO ESPÍRITO SOBRE O PRÓPRIO CORPO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O trecho de número 309 de O Livro dos Espíritos apresenta uma das mais significativas lições sobre a diferença ontológica entre o ser essencial e o invólucro material. Quando Kardec pergunta sobre a consideração que o Espírito nutre pelo corpo ao qual esteve ligado, a resposta é clara e despojada de sentimentalismo: o corpo é visto como veste incômoda, uma espécie de instrumento necessário, porém limitado, que cumpriu sua função durante a etapa terrena. A expressão veste desconfortável tem força filosófica, pois revela a consciência do Espírito diante da natureza transitória da matéria, conforme a tradição espiritualista e segundo a tradução criteriosa de José Herculano Pires.
A continuação aprofunda a questão. Indagado sobre o que sente ao contemplar o corpo em decomposição, o Espírito responde que quase sempre permanece indiferente, * esse quase sempre merece um estudo com uma percepção mais profunda dentro das obras Básicas * , pois aquilo que jaz não o representa mais. A decomposição se torna fato natural, não motivo de horror. É o reconhecimento de que o elemento corporal pertence ao ciclo universal das formas, enquanto o princípio pensante prossegue adiante.
Esse conteúdo permite duas conclusões essenciais. Primeiro, a libertação da matéria não implica desprezo, mas compreensão filosófica da sua utilidade temporária. Segundo, a recordação da existência corpórea se torna lúcida e serena, uma vez que o Espírito, liberto, percebe com mais clareza o papel pedagógico das vivências físicas no processo de aperfeiçoamento.
Sinto cada veia do meu corpo e tudo que correr dentro delas cheira a solidão e desespero, um rosto calmo o peito frio alma triste.PauloRockCesar
Frio pela manhã e a alma ainda dorme, olhos abertos e o corpo cansado, sem cigarro ou café o dia já ta acabado
Vem lutar comigo.
Esses dias tenho me envenenado mais.
Venho destruindo meu corpo, para quem sabe sentir, uma dor física
diferente da dor que sinto em meu peito.
Já faz tanto tempo que estou assim, que o motivo da dor não tem mais importância.
O que me mata todos os dias é essa luta em tentar continuar.
É o não saber se portar, ou reagir.
Não consigo mais me manter sóbrio e nem cumprir com minha palavra.
E perco o interesse no que estou fazendo, eu me perco nas madrugadas que passo no meu quarto sem dormi e enchendo copos na fuga da lucidez.
Estou triste. A tanto tempo que não consigo mais fingir,
não dá mais para esconder.
E mesmo que não se importem comigo, eu vou tentando reagir,
em uma buscar diária para tentar se sentir melhor.
E é tam difícil levantar pela manhã e encarar o mundo,
as vezes eu quero que cada garrafa seja a última
que cada cigarro acelerem o meu fim...
Mais a mesma vida que me faz sofrer tanto,
me fez um homem forte com um coração trincado que continua batendo, não sei se já perdi as esperanças acho que não,
sempre fui um lutador mais está tam difícil para mim continuar a lutar sozinho...
PauloRockCesar
A dor nos acorda pela manhã com o corpo dolorido e suado
Como de que acordou de um sonho lindo e foi jogado no pesadelo de viver só...
PauloRockCesar
AMOR INSCRITO NA CARNE.
O corpo é a página derradeira onde a alma escreve aquilo que não ousa dizer em voz alta.
Esta escrita gravada no dorso declara que amar é aceitar a disciplina do sofrimento.
Não há promessa de repouso.
Há apenas o compromisso com a beleza que exige fidelidade mesmo na ausência.
Cada signo afirma que o amor verdadeiro não se confunde com prazer.
Ele é vigília.
Ele é renúncia.
Ele é a lenta educação do desejo para que não se torne posse.
O amor aqui não acolhe de imediato.
Primeiro ele fere.
Depois ele forma e quase cuida.
A arte desta escrita não pretende consolar.
Ela convoca.
Quem a lê é chamado a abandonar a leveza vulgar e a suportar o peso da profundidade.
Amar torna se um ofício leve ao mesmo momento severo.
Uma escolha diária entre a dignidade do sentir e a fraca facilidade do esquecimento.
Essa distinta escrita ensina que o belo não adorna a vida.
O belo em prantos a julga rogando perdão.
Ele exige que a alma cresça até doer.
Que suporte a ausência sem transformar a saudade em rancor, mas num lugar.
Que permaneça fiel mesmo quando o amor não retorna e ele olha para trás.
Filosoficamente esta escrita proclama que sofrer por amor não é derrota.
É prova, batalha aberta ao julgamento deliberado e em paz.
Só sofre quem reduziu o outro a objeto e dá de si o valor além do próprio objeto seja qual ele for.
Só padece quem não negociou a própria essência, porque deveras vezes podia-se fazer um bom negócio às honras das plêiades.
O amor que não dói é apenas hábito.
O amor que dilacera é formação do ser.
Aqui o amor não salva do abismo.
Ele ensina a caminhar dentro dele sem perder a verticalidade, pois é amor.
Aquele que ama segundo esta lei aceita perder.
Aceita esperar. aceita aceitar.
Aceita permanecer inteiro mesmo quando tudo lhe falta, esse é o dom amor.
O leitor que se detém diante desta escrita não sai ileso., me desculpe.
Ela o obriga a buscar em si um amor que não pede garantias.
Que não exige retorno.
Que não teme a solidão, porque ela existe, ela virá, mas é chamado tudo isso de amor por alguém, mas é.
E somente quem atravessa a dor sem corromper a ternura e a delicadeza da gota d'água na ponta de uma frágil folha torna se digno da beleza que o amor promete no silêncio do tempo e na promessa da própria crença.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Em um gesto simbólico e poético, o corpo de Marie Curie repousa em um caixão revestido com chumbo, preservando o que restou da energia que um dia iluminou a humanidade. Ao lado de Pierre, descansa no Panteão de Paris, entre os grandes nomes da França — Voltaire, Rousseau e outros imortais do pensamento humano.
Mais do que uma cientista, Marie Curie foi uma alma intrépida que desafiou preconceitos, doenças e perigos invisíveis para revelar as leis ocultas da matéria. Seu legado não se mede em radiações, mas em luz moral e intelectual, que ainda hoje inspira mulheres e homens a crerem no poder da busca sincera pelo conhecimento.
“Entre o corpo e o infinito não há serenidade sem responsabilidade, nem harmonia sem esforço moral.
Agir com calma, compreender o outro, e converter as experiências em degraus de crescimento é o caminho seguro para a verdadeira paz. Essa serenidade não é passividade, mas sabedoria em ação: é a força de quem aprendeu a reagir com luz diante das sombras do mundo.
Entre o corpo e o infinito, o Espírito humano constrói sua eternidade. Cada gesto de cuidado, cada palavra de amor e cada pensamento de fé convertem-se em sementes que florescem no jardim da alma.
A educação moral, a comunicação consciente e a oração sincera são os três pilares de uma nova civilização mais fraterna, mais justa e espiritualmente desperta.
Que saibamos, pois, reencontrar o equilíbrio entre a matéria e o espírito, transformando o cotidiano em um hino silencioso de amor e progresso.
“A verdadeira paz nasce quando a alma aprende a conversar com Deus dentro de si.””
O Funeral do Sentimento.
A doença não é do corpo é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.
Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.
Ah, que vontade de beijá-lo,
minha boca arde como fogo.
Ah, que vontade de amá-lo,
meu corpo pede, vem logo!
Marta Gouvêa
