Corpo
Teu corpo, teus olhos
Teu sorriso, tua voz...
Tudo me fascina.
Mas a tua maneira de ser é que me cativa.
Fascinar é natural dos humanos,
Cativar é próprio dos anjos.
A Inscrição do Silêncio
As palavras são folhas do meu caderno por dentro do corpo.
As anotações registradas na minha alma
Tocam música,
Plasmada do silêncio que eu sou.
(Suzete Brainer).
Temos que preservar todas as amizades sinceras, elas fazem parte de nosso corpo, e compõem a CONEXÃO com a nossa ALMA.
"Dita, meu corpo em transe,
cheio de cores espectro,
que vagueio no vale das sombras circense,
na fuga deste mundo monstro..."
"O corpo pode não ser solitário,
mas a mente é por inteiro eremita, enraizado a inventiva do equilíbrio e a inovação.
A dual corpo & mente, muito especial."
"Somos a somatória das forças resultantes da vida.
Ou seja, um corpo inverso ou direto a movimentos lerdos,
porque o velhinho carrega em si,
uma criança, um Jovem, um adulto e sobrecarga do passado!"
No corpo inerte transcende a alma
Ardida em fel
Foge do pensamento o sofrimento carregado pelo tempo
O amargor sentido
Do suor fétido das tormentas acumuladas
O passado outrora, lânguido
Pueril abraço
Sem pele, sem toque
Sem cheiro
Lavado o choro
Descoberto pelo vento, o pó que cobria a massa desfeita em pedaços.
Meu corpo contorce no ritmo da cantiga, percebo meus dedos esfarelar e virar pó, meu rosto é um oco sem fim, eu não tenho nome, sou apenas uma parte deste mundo sem voz, partículas do meu ser são grandes constelações, estou lá e cá, sou a insignificância de uma pedra na altura atmosférica, sou o canto do bosque, tenho fome de sede e sede de fome, vivência enganosa, cá sem querer, querer sem poder, apenas respirando, nas profundezas do meu ser, sem salvamento e sem esperança, só quero me libertar e voar tão alto onde sei que posso chegar, viver conturbadamente viva.
A alegria pra um espírito é poder sentir que se está vivo sem um corpo, a consciência fala mais alto, e quando percebe a plenitude de um ser, essa acepção floresce, a força vital é um sopro, essa situação depende do psique e a disposição do espírito em abrir-se a sua real importância
São simultâneas nossos reles aflições, quando espírito pesa, a mente e o corpo decai, o santuário somatótipo se torna uma cela amontoada de caos e medo, carregada de vastos anseios, como um jardim de espinhos e campos de galhos cortantes, uma floresta intérmina e escura. Sabe escutar seu eterno ? O núcleo de um ser desalentado e sufocado, sente o chão tremer ? O íntimo que a todo tempo pede amparo, sente o caos da elucubração mortal ? Que não para e pensa e pensa e pensa… em sua totalidade vive pela magia do próprio suplício, e engasga com a toxidade das venturas, corroído e aparado por picos de sortilégios. Consegue sentir ? (.)
Às vezes, sinto-me como um espectador de mim mesmo, flutuando além do meu corpo, assistindo ao espetáculo da existência. É como se eu dançasse ao som de uma melodia sem compositor, uma sinfonia mental onde cada nota é uma emoção que reverbera em minha alma. Meus ossos são feitos de ferro, suportando o peso das decepções e dos desencontros. Neste inverno, percebi que a monocromia dos dias cinzentos e das chuvas incessantes refletia a desolação da minha alma, despedaçada pela vida e pelos encontros com outras almas igualmente fragmentadas.
*
O frio
chegou congelando,
e meu corpo num idílio
todo aconchegante num cobertor quentinho..."
***
O Senhor me abençoou grandemente e me concedeu a graça de gerar em meu ventre não apenas um corpo, mas uma alma boa.🙌
VEM ALMA MINHA...
Quero apenas as manhãs aprisionadas
Ao teu corpo meu mais doce desejo
Minha oração sussurrada em meio a
Gemidos... Num ingênuo viajar de sonhos...
Vendaval de ilusões cativo no meu coração...
Vem alma minha... Sempre haverá um novo tempo
No encontro de um desencantado...
Este sonho seduzido transportou-me á dor...
Mas seguirei meus passos caminhando quais pássaros voando
Olharei o mar... E verei as ondas tocando nas pedras
Verdadeiros lamentos melodiosos...
Mas quero apenas escuta-las... Como se fossem
Palavras vindas de ti... A misturar-se com canções e a
Meus lamentos de amor... Que um dia calei...
Marchar rumo ao horizonte incomum e desabitado
Atormentar o corpo a fleuma do vento...
Com a sensação de temor e da audácia de ser eu mesma...
As razões que tenho são frágeis... Mesmo quando anseio ser intensa
Assim, pago pela causa e efeito de ser louca...
E pela coisa de somente a lágrima revelar que existo...
És fina flor...
Esta minha alma
Este meu corpo
Tatuado de saudade daquele
Acariciante olhar...o teu...
É fina flor de eterno encanto
E minhas poesias se transformam
Em inspirações perfumadas trazidas pela brisa...
E te amo com esta loucura sem fim...!
