Cores

Cerca de 4215 frases e pensamentos: Cores

" A realidade "

" A realidade, na verdade é um trapo de mil cores
Onde uns veem heroísmos e louvores
Outros só veem tormentos por estrear
Politicas de carácacá e cães pardos a passear
Muita aranha e pouca teia
Esbanjar de cimento e muita areia
E governos sem governar
Tudo faz parte desta ilusão
De que o mundo vai melhorar
Não melhora ...só piora !
Mas a gente corre contra a mão
Com desejo de se matar ...
Mas que digam a essa gente
Que cisma em se enganar
O mundo está ausente
Na ausência que lhe querem dar
Cobrem tudo com a "verdade"
De uma verdade por decifrar
A realidade, na verdade é um trapo de mil cores
Uns veem jardins e flores
Outros imersos em suas dores
Nem têm tempo de as chorar."

Inserida por jorge_pincoruja

"Ontem, os escravos eram todos negros. Hoje são de todas as cores, para que não se sintam descriminados "

Inserida por jorge_pincoruja

"Na tela dos meus sonhos
retratei você,pincelei-te
com as cores do amor,
pois eu amo amar você"

Inserida por TatiBellaOliveira

"O dia está cinza...
Mas ao lhe ver, meu coração
explode em cores,feito
um arco-iris após a
chuva,irradia luz
como se fosse um sol
à brilhar em um dia
lindo de verão...
É o amor que me
cerca,que me faz viver,
por causa de você!"

Tati,18.08.2014-06:30 hrs

Inserida por TatiBellaOliveira

⁠"Então, vos digo:
Eu não namoro com as flores, namoro com as cores da paixão, isso brota comigo."

Inserida por gilsonjs

PINTE O MURO DA MINHA JANELA COM CORES DE AQUARELA.

Pinte a vida, pinte o amor, pinte o sorriso, a liberdade, pinte os muros das cidades, pinte o céu, pinte com cores de arco-íris, pinte tudo o que está deformado.

Dê uma nova vida às rachaduras visíveis nas paredes desta cidade.

Pinte o caipira balançando na rede, vá pintando pelas ruas e passarelas, becos e vielas, vai pintando as gravuras dos muros que cercam o seu caminho.

Pinte o menino que vende carvão, pinte o velho que vende latão de dentro do latão lixão sobreviver.

Pinte as nuvens com cores de algodão, a gente sabe que não é fácil viver da arte, faz parte, só não podemos desistir, somos como um jardim que vai florescer.

Pinte tentar se expandir, vamos mostrar seu talento, sua profissão em forma de imaginação, pinte tudo como quiser, só que o muro da minha janela eu quero que pinte cor de aquarela.

Inserida por Eraldosilva123

⁠O sol deixa de brilhar, a tarde engole o glaridão do dia, as cores do dia dão lugar a escuridã, só restando o nevueiro da sombra, num lugar onde tudo brilhava, agora resta a sombra constante no meu caminhar, o sol já não brilha mais, tive que aceita que a escuridão me confirmar, porquê o sol que tanto em meu caminho brilhou cessou, sua sina de trazer luz aos meus dia e que agora recolhe numa certeza que já mais meus caminhos irá retornar, e tudo que esse sol me deixou, foi a certeza que um dia todos sol irá em algum outro lugar irá novamente brilhar, chegar a hora em que esse sol chamado pai e com seu jeito infinito de ser homem deixa em nós o único brilho das saldades de seu olhar

Inserida por JoseaNascimento

Traços no céu desenham a palavra "amor"
Com cores que só existem no meu coração.
Estrelas que se quebram em mil pedaços
E espalham amor sobre a terra.
A lua prateada ilumina o mar
As ondas beijam a areia
E adormecem num abraço
Sereias que seduzem com seus cantos
Mas que encantam com seu silêncio.

Inserida por MariliaMasgalos

O meu coração é um jardim perfumado
Com belas flores de todas as cores
Ele tem dois jardineiros, Deus e eu
Alguns visitantes ficam nele por um tempo
Outros por toda a vida
Por vezes pisam-no
Mas nós os dois, cuidamos dele com amor
Arrancamos as ervas daninhas
E deixamos que elas adubem o solo
Por vezes para que se reerga das tempestades
É necessário cuidados maiores
Sendo preciso fechar as portas
Até que tudo esteja de tratado e curado.

Inserida por MariliaMasgalos

⁠Ser um arco íris, pintar de cores a vida das pessoas que passam pela nossa vida não é facil, apesar do amor. Haverá sempre quem tente apagar essas cores!

Inserida por MariliaMasgalos

⁠Assim como o Daltonismo altera a percepção das cores, as ideologias alteram a percepção do significado da palavra de Deus.

Inserida por iptdv

⁠Vontade de ir a uma ilha
Onde haja flores sem nomes,
De cores inexistentes
E de cheiros desconhecidos,
À qual nunca foi sugada
E que nunca foi apreciada.
Vê-las florescer
Com olhos de primeira vez
E, nesse momento,
Estar em paz
E nunca mais voltar.

Inserida por yonnemoreno

⁠“Amo as cores. Elas são vibrantes e me deixam ler você, mas tenho medo da cor cinza; ela é sombria e me torna gélida.”

Inserida por yonnemoreno

⁠As cores de domingo que saudade..... Cores de domingo eram intensas e vívidas. Cores de domingos eram alegres e iluminadas, mas as cores de domingo perderam a cor, quem as coloria se foi, deixando apenas um olhar perdido no horizonte em preto e branco.

Inserida por giuliocesare

⁠Ao olhar um semáforo de trânsito, as três cores, poderão ser indicativo para avaliar como anda sua vida amorosa, simples assim: verde – sonhando juntos, com projetos e muito carinho; amarelo – o primeiro e o último pensamento do seu dia, não são mais para aquela pessoa; vermelho – não sente falta, sua presença tanto faz. Pare, acabou!

Inserida por giuliocesare

⁠Flores pelas cores, formatos e perfumes, são ecléticas. Mas as orquídeas são belíssimas e especiais. Quando são ofertadas para alguém, têm um sutil significado: pessoa é como orquídea, única!

Inserida por giuliocesare

Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Capítulo XVIII
A Liturgia das Cores Que Nunca Ascenderam.

Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

No âmago subterrâneo onde o mundo superior se desfaz em murmúrios irrelevantes, o porão respira como uma entidade antiga que lembra, em sua própria penumbra, a negligência de todos os que caminham sobre suas vigas sem jamais perceber o âmago que pulsa sob seus pés. Ali, onde as cores secas se acumulam como lágrimas petrificadas, onde o cinza parece ser a única língua capaz de traduzir a dor, ergue-se a presença de Camille Monfort.

Camille não entra. Camille emerge de todos os lugares e anseios. Sua existência não lisa o chão, o transforma como antes o contempla. Há nela um teor etéreo, quase translúcido, como se sua alma tivesse sido tecida com os fios mais delgados da noite. Sua figura é mística, não por ostentar mistérios e questões , mas por ser, ela própria, um mistério que se dobra sobre si mesma. Sua respiração lembra um pergaminho sendo aberto devagar. Seus olhos são clarões antigos, portais onde a memória se dói no que não busca, mas sempre vem em espirais. Camille caminha como quem revisita um mundo que nunca a compreendeu.

O porão a reconhece. A madeira parece suspirar. As sombras fazem menção de saudá-la, como se cada lasca de poeira soubesse que ela não veio apenas observar, mas decifrar a verdade que o mundo de cima insistiu em ignorar do seu tão íntimo cerne de mente, lembranças e rejeição. Camille, com suas mãos longas e gestos sacerdotais, colhe do ar as lamentações que ali habitam. Ela sabe que toda escuridão possui uma biografia estranhamente destinada só aos eleitos que não se reconhecem ainda e que o porão é uma biblioteca sombria das almas que vão se elevando, repleta de histórias que jamais encontraram ouvidos.

Há uma dimensão antropológica em seu olhar. Camille percebe no abandono das tábuas e na displicência que escorre das vigas um retrato fiel das estruturas humanas. A sociedade que ignora seus subterrâneos repete a cegueira com que ignora seus próprios desamparos. O porão é mais que um espaço. É um espelho. Ali se desenha a angústia coletiva, a incapacidade de acolher o que é frágil, o que não vibra com as luzes artificiais, o que não convém ao discurso das superfícies.

As paredes do porão carregam o tom sociológico tão perdido de uma comunidade invisível. O pó que se acumula é memória de passos que nunca desceram. O frio constante é a prova de que ninguém aquece o que não vê. Cada cor desbotada é um grito mudo de algo que almejava existir e foi silenciado pela pressa de quem vive acima. Ali, Camille percebe, reside a verdadeira crônica do desamparo humano.

Ela inclina o rosto. As lágrimas cinzentas que se condensam nas beiradas da escuridão em notas de cores apagadas, começam a cintilar como se o porão tentasse finalmente falar. Camille recolhe essas lágrimas com uma devoção quase litúrgica. Sabe que elas não pertencem apenas ao espaço, mas às consciências que o esqueceram. O porão não é apenas um lugar. É um estado psicológico já em cuidados. É a parte do espírito que o homem teme tocar.

Camille, porém, não teme. Ela se aprofunda. Seus pensamentos se tornam copiosos, derramando-se como rios noturnos que buscam o mar do entendimento. Ela observa o modo como a escuridão se organiza por entre um mundo que se move , como se contivesse uma inteligência própria. Ali, na densidade muda e severa, Camille descobre que o porão guarda não apenas dores, mas também uma forma secreta de esperança. Uma esperança bruta, áspera, ainda sem nome, que pulsa como uma brasa escondida sob o pó dos que a tudo ignoram.

Ela se aproxima desse pulso. A claridade sutil que emana de seus gestos começa a se misturar com o negrume gélido do ambiente. É como se a própria noite, cansada de ser noite, buscasse nela um renascimento. Camille Monfort , sabe que não é possível iluminar totalmente o que é feito de sombra, mas é possível administrar homeopática mente à escuridão uma compreensão mais profunda de si mesma. O porão treme, quase imperceptivelmente, como se respirasse pela primeira vez.

E então, pela primeira vez, a cor cinza parece estremecer. Um brilho tênue, tímido, quase inexistente, tenta se soltar das camadas de poeira. Camille o observa com delicadeza. Não o força, não o arranca, apenas o acolhe. É um lampejo incipiente de um quase anjo , mas é cor. Não é arco íris. Ainda não. Mas é um gesto. Um prenúncio. Uma mínima revolução no silêncio dos gritos.

E assim, no cerne de sua introspecção, Camille compreende. O porão não quer tornar-se claro. Ele quer ser ouvido. Ele não suplica por luz, mas por reconhecimento e mesmo que seja o silêncio de quem o ouça. E é nisso, nesse instante em que o espaço e o espírito se entreolham, que Camille Monfort quase se liberta. Quase. Pois sua libertação depende da redenção do porão, e a redenção do porão depende do entendimento daqueles que vivem acima.

Camille respira lentamente. O porão, pela primeira vez, respira com ela. E algo, no fundo profundo e arcaico, que começa quase sobre um fio enfim a mudar.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Na diversidade das cores do arco-íris, encontramos a beleza da singularidade de cada alma, onde o amor e a aceitação transcendem as fronteiras da orientação e identidade, unindo-nos na essência da humanidade.

Inserida por lirioreluzente

A arte não está simplesmente no realce das cores, mas principalmente na sensibilidade em que repousam as "telas"... Ela não se manifesta exclusivamente na sincronia dos movimentos, mas em primeira instância, no controle dos sentidos, e no desdobramento da alma em júbilo; Não apenas reúne notas musicais, mas é capaz de executar o sentimento, através de sons que interpenetram o hiperespaço; A arte não está na isolada representação do artista, mas em sua vivência no teor de múltiplas "esferas"...

Inserida por sandronadine

⁠Semeie a paz no mar da vida, transformando lágrimas em cores. Eis que o amor produz a magia da existência...

Inserida por sandronadine