Coragem de Arriscar
"Ser bom exige coragem. É a capacidade de manter a gentileza mesmo quando outros tentam te derrubar. No entanto, a sabedoria reside em saber quando estender a mão e quando proteger o próprio espaço. Afinal, a verdadeira face de muitos se revela quando deixamos de agradá-los."
A Coragem Brutal de Renunciar
Autoria: Diane Leite
Há quem passe a vida na superfície: nadando em águas mornas, colecionando convites, embalado pelo coro uníssono das vozes que dizem o que fazer, como ser, quem amar.
Mas há quem um dia, em silêncio, desfaz o nó do pertencimento frágil. Rasga as vestes sociais, recolhe os excessos, e com as próprias mãos começa a cavar a terra escura do próprio ser.
A renúncia, então, não é ausência — é semeadura.
Os outros, à margem, observam e, incapazes de decifrar o rito, dizem: “está deprimido”. Não compreendem quem troca os salões iluminados pela escuridão fértil das cavernas interiores.
Enquanto eles se perdem em laços efêmeros, você finca raízes invisíveis, penetra camadas onde a luz social não alcança, mas onde o calor do fogo primordial pulsa.
Sim, é um processo solitário, árido, sem plateia nem aplauso. A psique sangra, o coração se despede da validação, a alma abre mão das distrações que anestesiam.
E então, na crueza desse deserto, você vê: aqueles que um dia se alimentaram da sua presença, mal se lembrarão do seu nome quando sua fonte cessar. São nômades afetivos, transitam de alma em alma, sem raízes, sem peso, sem memória.
Por isso, escolhe-se. Escolhe-se dar tudo, mas não aos que sugam e seguem; dá-se tudo ao tempo, ao legado, àquilo que permanece depois que o corpo se desfaz e a voz se cala.
O que se planta na escuridão brota quando a estação é outra. Não se antecipa colheita. Não se exige flor fora do tempo. Apenas se confia na dança secreta da germinação.
Não se trata de dinheiro, de fama, de medalhas efêmeras. Trata-se de um pacto com o eterno: erguer, com a força do próprio sacrifício, uma ponte invisível entre o que se é e o que ficará.
Na superfície, tudo é espuma que o vento dispersa. Mas nas profundezas… ali, onde poucos suportam mergulhar, jazem as pérolas que só o silêncio encontra.
Renunciar é, pois, um ato de brutal coragem: negar-se ao apelo do fácil, resistir à corrente do imediato, entregar-se à lapidação lenta e silenciosa da própria alma.
Não existe conexão autêntica sem antes diluir os laços falsos. Não existe amor real sem antes quebrar o espelho da ilusão. Não existe pertencimento profundo sem antes atravessar o exílio.
Se for para dar tudo, que seja para deixar uma rachadura na eternidade, um fio tênue que ligue sua existência a algo maior do que os aplausos e os nomes passageiros.
No fim, há apenas uma escolha: ser mais uma folha levada pelo vento ou ser raiz que rompe a pedra.
E você escolheu ser raiz.
A vida do cristão do primeiro século era um ato de coragem e fé, marcada por perseguição, simplicidade, compromisso e sacrifício.
É preciso muito talento e coragem
para transitar e deixar a própria marca
na forma e substância humanamente
em justiça nesse mundo.
Somos muito pequenos e superficiais
e estamos anos luzes da grandeza
da justiça e da democracia.
Foi então que eu me vesti de pacata coragem
e suavemente inalei a essência do fadário
enquanto as implacáveis trilhas da vida
desafiavam a minha silente resistência.
Devemos nos vestir de coragem
enquanto a máscara que usamos
filtra o respiro do destino
ao prosseguirmos incertos
pelos caminhos da vida.
Só tenho a agradecer por tudo que passamos juntos. Ainda não acredito que alguém teve coragem de fazer isso com você e que não vou mais poder te ver quando eu quiser . Você sempre vai ser muito importante pra mim, meu amigo de infância, sempre esteve comigo quando precisei. Você se foi e junto levou uma parte de mim. Perdi uma das pessoas mais especiais que já passaram pela minha vida. Vou morrer de saudades, irmão. Mas nunca vou ter esquecer, te amo muito e pra sempre. Que Deus te ilumine onde você estiver. Vá em paz meu querido, você é único.
Deus, me dê coragem para perdoar
mas sabedoria e amor próprio o suficiente para eu não deixar que essa situação aconteça novamente em minha vida.
Saber a hora de ir embora significa ter amor-próprio.
É um ato de coragem que significa que você está pronto para encerrar um ciclo da sua vida.
É uma forma de iniciar novas etapas e dizer adeus ao que não pode mais permanecer.
A Felicidade é um resultado da Obediência e da Coragem de fazer a Vontade de Deus, mesmo em situações difíceis.
Tem caminhos que seguimos que não permitem olhar para trás, pois cada passo adiante exige a coragem de enfrentar o desconhecido sem hesitação. Como está escrito: 'Jesus respondeu: Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus.'" - Lucas 9:62
