Conversas
O hábito de ouvir e discernir sobre o que aproveitar de promissor dos conteúdos das conversas que se ouviu é um fator significativo na escolha do roteiro desejado para sua vida.
Me vejo em espirito a imagem e semelhança de Deus. Em silencio monologo intensas conversas sobre a vida e sobre a morte, como também sobre tudo que ilusoriamente, damos maior valor, por um tempo relativo que não existe. Afinal, somos eternidade.
Confesso impunimente que as melhores conversas que tenho são comigo mesmo e sempre oro incansavelmente para que todos na humanidade encontrem o melhor dialogo franco e verdadeiro consigo mesmo. Pois não existe divindade maior nesta dimensão para a transformação eficaz, feliz, justa e perfeita do que seu Deus Interior, que tanto lhe conhece e tudo sabe.
Pessoas boas ainda existem, entretanto não são citadas em histórias e conversas entre amigos e família.
Confiança não é dar senhas das redes sociais, mostrar conversas ou tentar manter controle sobre a pessoa, confiança é deitar em paz e saber quem você ama e pode estar fazendo qualquer coisa, mas sempre vai te respeitar porque sabe o seu valor e o lugar que você ocupa no coração da outra pessoa, isso é confiança!
Acostumar-se é se perder.
A gente se acostuma a relacionamentos mornos, a conversas pela metade, a abraços sem aperto e a beijos sem presença. Se acostuma com a ausência dentro da presença. E porque não recebe afeto verdadeiro, logo aprende a não esperar muito. E, porque não espera, começa a se contentar com migalhas — e, nesse processo silencioso, desaprende a desejar o que é inteiro.
A gente se acostuma a viver em apartamentos de fundos, com janelas que não dão para o horizonte. Se acostuma com a vista limitada — e, com o tempo, com o olhar limitado. E o mesmo acontece no amor: a gente se acostuma com quem não olha dentro da gente. E, quando ninguém mais vê a alma, a gente deixa de abrir as cortinas do próprio coração. E aí, se esquece do sol, do vento no rosto, do que é se sentir vivo.
A gente se acostuma a acordar já cansado, a viver no automático, a não ter tempo nem para si, muito menos para o outro. O “bom dia” vira obrigação, o “te amo” vira rotina, e o toque vira cumprimento. E aí, sem perceber, nos tornamos estranhos dentro dos nossos próprios relacionamentos. Dormimos ao lado de alguém e, ainda assim, sentimos frio.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro por uma mensagem que não vem. A ouvir, com resignação, um “hoje não dá”, “estou ocupado”, “depois a gente vê”. A sorrir por educação, mesmo quando por dentro estamos implorando para sermos notados. A nos doar por inteiro, enquanto o outro só estende a mão.
Nos acostumamos a pagar o preço do silêncio, da indiferença, da ausência de reciprocidade. A lutar para manter vínculos que já não se sustentam. A carregar sozinhos a responsabilidade por dois. A estar em relações onde há cobrança demais e escuta de menos. Amor condicionado, respeito negociado.
A gente se acostuma com a falta: de carinho, de presença, de parceria, de verdade. A se perder em mensagens sem alma, em promessas vazias, em jantares silenciosos. E, por medo de ficar só, acaba aceitando o pouco — sem perceber que estar mal acompanhado também é solidão.
Nos acostumamos à frieza das rotinas, aos relacionamentos rasos, às palavras automáticas, às celebrações sem afeto. A gente se distrai com a correria, com os compromissos, com o mundo lá fora — e esquece que o amor, sem presença, morre sufocado.
A gente se acostuma porque dói menos. Porque dá medo recomeçar. Porque é mais fácil manter o que não machuca do que buscar o que de fato preenche. Vai aceitando, em pequenas doses, uma dor aqui, uma ausência ali, uma frustração acolá. Vai sobrevivendo ao lado de quem deveria ser vida. Vai se calando. Vai desistindo. Vai sumindo.
E tudo isso para não sofrer. Para preservar o que resta de nós. Para evitar mais feridas, mais decepções, mais perdas. A gente se acostuma… para tentar poupar a vida. Mas, nesse processo de adaptação, a vida escorre. O amor esfria. A alma se encolhe. E, de tanto se acostumar, a gente se perde — do outro, do mundo, e principalmente de si.
...em uma era de conversas cada vez mais virtuais,
menos ligações e menos contato pessoal,
em uma era em que sentimentos são demonstrados
e sabidos apenas por envio e rebebimento de emoticons,
é difícil encontrar alguém,
que olhe dentro dos seus olhos
e saiba sentir o que,
realmente, se passa ali,
dentro de você...
Durante almoço em uma embaixada sueca, conversas amenas rolando, a anfitriã pergunta a um velho engenheiro:
O senhor sabe a diferença entre a dama, o diplomata e o engenheiro?
O velho homem, calmamente disse que sim e explicou:
A dama, quando diz NÃO, significa TALVEZ; quando diz TALVEZ, significa SIM; e quando diz SIM não é uma dama.
O diplomata, quando diz SIM, quer dizer TALVEZ; quando diz TALVEZ, significa NÃO; quando diz NÃO, não é diplomata.
O engenheiro quando diz SIM, significa SIM; quando diz NÃO, significa NÃO; e quando diz TALVEZ...não é engenheiro.
Pessoas genuínas, conversas verdadeiras,papo cabeça, reconhecimentos de falhas,amor ao próximo,e muita,mas muito conexão com DEUS ..
É disso que a gente precisa!
Tenho um círculo social seleto, composto por pessoas com quem posso ter conversas significativas e compartilhar experiências autênticas.
Eu exijo
Eu questiono as promessas feitas;
Não á justiça nas conversas que criaram expectativas falsas;
Desejo que todas as tentativas em vão que os meus olhos puderam ver, se apaguem;
E que eu possa suprir todas as minhas necessidades com a existência de um amor verdadeiro que me complete e envelheça ao meu lado.
Nossas conversas me inspiram
Deixam minha alma poética
Me libertam da ilusão de ser
Trazem de volta o movimento
Arejam meus esconderijos
Me fazem sentir leve
Apesar das ambivalências
Voando no Mundo Azul
Ainda lembro as nossas conversas
Tão tarde da noite assim
Eu te chamava dizendo seu nome
Você ficava assim
Com aquele sorriso
Aquele olhar
Tão linda quanto a madrugada
E um sorriso escapando de mim
Eu não queria mais nada
A gente no mundo azul
Voando no mundo azul
Ainda lembro aquele fim de tarde
Tão perto do pôr do sol
Eu conhecia a menina mais linda
Você era assim
Tudo o que eu
Sempre imaginei
Tão linda quanto o fim da tarde
Naquele dia junto as escadas
Eu não queria mais nada
A gente no mundo azul
Voando no mundo azul
Acordado, meus olhos tão vibrantes
Lembro das conversas, palavras coloridas
Observo o céu e imagino a imensidão do mundo
Você vê as estrelas cintilantes?
Se o vento, soprou todas as folhas,
E as rosas no caminho, começam me guiar
É como ser levado no bico de um passarinho
Vou dormir, e no sonho te encontrar
Quero te ver novamente, mas agora te ver de verdade
Você está do outro lado do mar, mas eu não vejo nenhum barco
Quero muito te ver novamente, te contar as bobeiras que fiz
Os meus braços não aguentam mais, a lua não está brilhando aqui em baixo
Se o vento, soprou todas as folhas,
E as rosas no caminho, começam me guiar
É como ser levado no bico de um passarinho
Vou dormir, e no sonho te encontrar
Quero te ver novamente, mas agora te ver de verdade
Você está do outro lado do mar, mas eu não vejo nenhum barco
Quero muito te ver novamente, te contar as bobeiras que fiz
Os meus braços não aguentam mais, a lua não está brilhando aqui em baixo
Sua voz entre o vento,
Chegou ao meu coração,
O passado entre a gente, entre a grama no chão
Eu te fiz uma promessa
Estenda sua mão
Quero te ver novamente, mas agora te ver de verdade
Você está do outro lado do mar, mas eu não vejo nenhum barco
Quero muito te ver novamente, te contar as bobeiras que fiz
Os meus braços não aguentam mais, a lua não está brilhando aqui em baixo.
Saudade das nossas conversas
Que passavam do habitual
Onde o tempo era tão curto
E desejávamos a eternidade
Do nosso amor,
Eram sonhos constantes
Que abraçavam nossos caminhos.
As conversas que antes pareciam textos hj são apenas rascunhos, as ligações q levavam horas pra terminar hj são apenas 5 minutos,antes era um não vai agora vamos conversar mais um pouco, hj é apenas um,desculpa estou ocupado e com o tempo você percebe que só você teve sentimentos ou talvez você não seja mais prioridade...
