Contexto da Poesia Tecendo a Manha
A depender de mim os psicanalistas, psiquiatras e psicólogos estão perdidos.
Eu sempre dou jeito nos meus conflitos com uma dose amor,determinação, e uma boa noite de sono.
No final a dor sempre passa, só permanece se eu deixar e eu não deixo, as feridas cicatrizam, não sou doida de deixá-las sem um curativo, afinal ferida mal curada pode virar um câncer e eu tô fora!
E como sempre "eu me curto," eu sei que o meu brilho ninguém ofusca, eu me reconheço como uma mulher muito especial aos olhos do Pai.
Eu gosto do não, se você diz não esquecer de mim.
Eu gosto de tudo, tudo que traz você até aqui.
Eu gosto do nada, nada que te leve para de mim longe.
Eu amo a demora, sempre que o nosso beijo é longo.
Eu gosto da falta, quando falta mais juízo em nós.
Eu gosto ouvir claro, quando é claro que você me adora.
Eu gosto de telefone, se do outro lado é a sua voz.
Eu adoro a pressa, quando sinto sua pressa em vir me amar.
Eu adoro a saudade, quando ela está pra terminar com você aqui do meu lado.
No peito um desconhecido fervor
Mostrando-me que não estou só
Num sussurro ou brado de louvor
Em Seu nome a garganta dá um nó
Mesmo nome que a pele arrepia
Me implanta um brilho no olhar
Esses olhos que espero um dia
Tua glória poder contemplar
Tua volta a minha esperança
Um desejo que arde em mim
Pois em Ti quem falece descansa
O início do paraíso sem fim
Não é religião, crendices ou doutrina
Vai além do conhecimento
Algo que o ímpio nem imagina
Fruto do Seu sofrimento
Tão grande Graça que me sustenta
De graça, mas não sem valor
Valor imenso se apresenta
Revelado por tão grande amor
Sacrifício de amor numa Cruz
Pelo perdão à Salvação nos conduz
Nosso caminho traçado com luz
Um Amor chamado Jesus.
O que chateia a gente neste País Fora da Lei:
Se o Policial Militar é Condenado e preso por um crime...perde tudo: salário, liberdade, saúde, dignidade!
Se um Policial Civil, sendo até um delegado...acontece a mesma coisa!
Se uma Trabalhador assalariado é Condenado e preso por um Crime...também!
Não sou Tucanista...nem Petista...mas estou Putista com essa safadeza desse nosso país...
O Político é Condenado e Preso por um Crime...continua a ser chamado de Deputado, não perde o Salário...não quer pagar o preço pela safardage que cometeu...! Viva o Brasil! Eu odeio a Política desse País que troca apenas os partidos, mas a safadeza continua a mesma..
Uma vida
Andou por entre os carros
Correu por entre os pássaros
Caiu rente ao cordão
Partiu um coração.
Subiu a escada do céu
No céu não viu uma harpa
Da noiva ergueu o véu
Pediu-a que nunca parta.
Chorou a partida da esposa
Orou para um gigante
Salvou uma mariposa
Quebrou o retrato da estante.
Perdeu todo o dinheiro
Por não ter manga para o Ás
Deixou de ser passageiro
Fez guerra para ter paz.
Cantou o hino nacional
Elegeu-se rei de uma terra
Pulou mais um carnaval
Indagou que nunca erra.
Errou e foi exilado
De toda e qualquer pequena
Chorou e foi maltratado
De si começou a ter pena.
Liberto passou a odiar
O gigante e seus descendentes
Viveu apenas para espalhar.
A descrença para os crentes.
Morreu e foi enterrado
Numa terra em algum lugar
Da história foi ignorado.
Tardar
Acalma a alma pequena
E sente, vamos ver o mar.
Curtir a tarde serena
Os gostos e rostos do amar.
Feche os olhos e veja com o vento
O que transpassa o acariciar
Esqueça-se do tempo
Lembre-se do devagar.
Não pense no porquê de estar feliz
Apenas deixe-se acalantar
Ouça o que o gesto diz
E de jeito ponha-se a sonhar.
O frio do teu calor
Como um vento sul, frio e vagaroso.
Tomou por antecedência
Arrepiando, o pesaroso.
Aqueceu sem procedência.
Deixou-me em calafrios
Sem ter o porquê de fugir
Perdurou mais que outros frios
Mas esquentou e teve de ir.
Por inverno eu imploro
Ao inverso eu quero gelar
E flocos de neve choro
Na janela a te esperar.
O frio do teu calor
Em uma época de toda errada
Chegou trazendo torpor
E se foi na madrugada.
Procuro na chuva e outros carnavais
O que o vento fez de amor
Talvez ande no sul ou em outros litorais
O frio leve e sereno que aqueceu o meu calor.
Todas as pessoas
Todas as gerações
As crenças, a fé.
Todas as orações.
Todas as vidas
Todas as emoções
Todos os problemas
Todas as resoluções.
Todos os sorrisos
Todo o amor
Todos os abraços
Todo o calor.
Todas as noites
Todos os dias
Todas as alegrias.
Todos os choros
Todas as chuvas
Todos os coros
De adoração.
Todas as mãos
Todos os laços
Todos os traços.
Todos os todos...
Entre tantos porquês
Dói lembrar-se do teu sorriso...
Dói sentir essa saudade...
Os porquês me corroem, fisgam-me a sanidade.
Delírios com teu beijo faz-se o paraíso.
Entre tantos
Tantos porquês
Como ainda não consegui expulsar-te do coração?
Talvez esse seja o que mais me distrai
Preciso para meus olhos outra direção.
Preciso que tenha vento para te dizer “ Vai...”.
Vai com o vento menina
Deixe-me aqui no meu sofá
Busque em outros mares a tua sina
Pois cravada em meu céu já está.
Nas paradas de algumas estações o “Trem da Vida” deixa descerem pessoas que imaginávamos fariam conosco todo o percurso e permite que entrem outras , as quais nunca pensamos que fariam a viagem da vida ao nosso lado.
Todas elas, mesmo quando descem, deixam sua marca nos vagãozinhos do coração que se agiganta e se abre para receber os novos companheiros de viagem. Piuí,piuí, piuí ..... assim segue nosso trenzinho!!
Pequeno
Acalme-se pequeno... Venha ver o pôr do sol
Mesmo minha agitada alma
Ali se põe calma
Feito um girassol...
Deite na grama verde, feito teu olhar
E contraste-se com o vento
Do mundo temos todo o tempo
Quanto puder imaginar...
Enlace minha mão na tua
E ao fechar os olhos, deixe-se acariciar.
Convido-te a esperar a lua
E mais tarde, quem sabe a jantar...
Existem nomes próprios, dados em homenagem ao 1º dia da semana: Domingo Garcia, Domingo Alberto, Domingo Marinho, Domingo Farias. Mas, nunca vi um caso de: Segunda-feira de Andrade, Terça-feira Lopes Barbosa, Sexta-feira Aprígio ou Sábado Silva Teixeira.
Qual o motivo da implicância e preconceito, com o restante da semana??
tome cuidado com o que você ouve - pode ser que estão lavando o seu cérebro.
tome cuidado com que você vê - pode ser que estão lavando seu cérebro.
tome cuidado com o que você fala - pode ser que você está lavando o cérebro de alguém.
tome cuidado com o que você escreve - pode ser que você está lavando o cérebro de alguém.
Os tribunais estão usando corretivos de papais e mamãe contra políticos. Prisão domiciliar é corretivo de crianças que não fez o dever de casa ou que roubou brinquedinho do amiguinho. Belo sentido, autoexplicativo! (Geralmente os políticos cometem crimes semelhantes, só que nem todos os pais são formados em direito igual os juízes).
Resumindo, agora não pode mais dar palmadinhas, porque estragaria a reputação eleitoral dos danadinhos.
Além disso, conheço muitas pessoas que adorariam ser condenado a uns meses de prisão domiciliar, só pra esquivar das chatices alheias, que se julga um problema externo-lar.
A maioria das pessoas demonstram ter uma felicidade plena e absoluta.
Muitas pessoas compartilham em redes sociais mensagens de superação e conquista. Poxa, estou começando a sentir inveja e acreditando que sou um dos fracassados.
Tenho sido um fraco, pouco tenho daquilo que almejo ter, até acho que muito quero e que pouco me contento, será que minha insatisfação não tem limites?
Será eu o problema da minha tragédia e do meu pessimismo?
Será eu a força negativa da minha felicidade e otimismo?
Sou tão fracassado que sinto inveja, e isso me parece decadente e contra minha moral.
Sinto saudade do futuro, que de certo nem o conheço!
Sinto falta daquilo que ainda não tive, pois sou condenado a querer ter. E minha prisão é perpétua. Essa é minha liberdade!
Arco-íris
O vento me toca, diz que vai chover.
A brisa se choca, medo de se perder.
Os pássaros correm, fogem pra não molhar.
A gente se espanta, a pressa faz não olhar.
A chuva nos tranca faz franca buscar abrigo
O cabelo molha e agora: “Se alguém me ver?”
A gente destranca, percebe não ter perigo.
Se molha e implora, dilúvio acontecer.
O sol vem surgindo, quase que deprimido.
A chuva estanca e ao vento os algodões.
As gotas e os raios trazem o colorido
Aplausos ao “íris” e suas emoções.
Sentei-me no cordão e fiquei a observar as flores
Vez ou outra uma abelha vinha buscar um pouco de doce
De repente uma moça arranca uma flor
Bem me quer, mau me quer e ela logo está no chão.
As pessoas pisam em suas pétalas sem nem notar
Sequer percebem a beleza que está sob seus pés
Elas ficam tão mais bonitas sem serem arrancadas. – Pensei.
Caminhei até uma floricultura
Observei os apaixonados presenteando suas amadas
Margaridas, rosas, violetas...
Um dia elas murcharão e as pessoas sequer lembrarão
Mas talvez se alguém as plantasse em um quintal qualquer
Deixasse num canto para embelezar
Pra que eu parasse pra fotografar
Um dia ela sairia em uma revista
Milhões de pessoas se emocionariam.
Observei a floricultura uma última vez
Caminhei a largos passos e pensei:
Seriam tão mais bonitas se não fossem arrancadas!
Não me solta, fica aqui comigo, já te fiz de abrigo pro meu coração.
Não tem volta, tá aí o perigo, não sei se consigo perder tua paixão.
Eu te vejo, descendo a ladeira, saindo do banco que a gente sentou.
E me esqueço de olhar as estrelas pra te ver partindo pra onde ficou.
Me seguro nas flores inteiras e nas brincadeiras que a gente brincou
Me desabo na poça d’água, na foto rasgada que a gente tirou.
Só te peço, fica aqui comigo, pelo infinito ou até o fim.
Ou por pena, pra me ver serena, para me acalmar, fica perto de mim.
Não me esquece na tua penteadeira junto da revista que a gente posou
Me aquece naquela geleira que a solidão me transformou.
Não me solta, fica aqui comigo, já te fiz de abrigo pro meu coração.
Senta, calma, eu vou contar uma história.
São flashes falhos que se estancam na memória
Uma menina que transbordava amor
E um amor que respirava solidão.
Um dia ambos se esbarraram no caminho
Devagarinho, os flagras de uma paixão.
Moraram juntos numa velha quitinete
Encontrada num jornal como manchete
Fruto de liquidação.
Viveram dias no torpor do paraíso
Nas madrugadas se livraram do juízo.
De transbordar o amor foi se evaporando
E os dois pararam de tentar se confortar
Um dia ela sussurrou considerando:
“Se a gente separa, com quem a arara, vai ficar?”
Então soltaram a arara aos quatro ventos
Se separaram e tornaram a caminhar.
E caminhando novamente sob a lua
Um esbarrão na chuva que molhara a rua
Foi transbordando novamente o coração
Daquela gente que vivia de paixão
Destranca a tranca que tranca teu peito
Dá um jeito de se reorientar
Admita que nada é perfeito
E depois de tudo feito, comece a gargalhar.
Gargalhe pro tempo, pro vento e pra quem quiser mudar
O teu jeito de se apaixonar.
Pela vida, pela rua, pela chuva,
Pela gente que de repente vem urgente
Aqueles olhos que transpassam o instigante
Do faz de conta que se entende por viver.
A gente corre apressado pelo vento
E se esquece de olhar todo o passar
Passar de tempo, de rostos, de apresso.
A mudança de endereço, que isso tudo vai gerar.
Então, destranca a tranca e encosta.
Daqui a pouco a hora certa vai chegar.
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