Contar Histórias
se você não é o ator principal da sua própria história,vai ter que se contentar em fazer o papel de coadjuvante
ou pior que isso, ser apenas um figurante que aparece de vez em quando e no final da história acaba sentado na cadeira de expectador
deixando que outros assumam o papel de protagonista.
UTOPIA DO PRESENTE.
La no futuro ainda irão contar historias de um tempo passado em que as pessoas brigavam entre si, que maltratavam animais, que elas eram capazes de achar que eram melhores que negros, homossexuais e pobres, nesse lugar do futuro irão contar a seus filhos que as pessoas ao caminhar pisavam de proposito em formigas sem a consciência da limpeza que elas fazem nos micro organismos espalhados no nosso habitat, irão falar sobre pais que abandonavam bebes em caçambas e mães que matavam filhos pra ficar com o amante, dirão até que existiram quem fosse capaz de derrubar ininterruptamente arvores e mais arvores sem sequer jamais ter plantado uma fruta pra comer, espalharão aos quatro ventos que homens foram capazes e financiar gerras em outros países colocando irmãos para lutar contra irmãos alegando que havia um deus que éra melhor que outro e la nesse futuro eu não estarei respirando mais, mas aqui, nesse presente eu busco fazer de tudo para não parar de respirar por entupimento nasal de estupides de uma existência medíocre.
Vida idiota
Vida idiota minha história, meu passado, meu presente, meu futuro, continuo vivendo no escuro. Mais ela não é culpada são os que nela habita os ditos protagonistas eles sim são os verdadeiros culpados. É verdade sim que ninguém é capaz de estragar a nossa vida se não formos nos próprios, o importante é termos garra e não deixarmos que as pedras no nosso sapato nos atrapalhem, que as rochas nos nossos caminhos impeçam a nossa passagem e lembre sempre de levar na bagagem o amor ao próximo, e o “amor”. É importante saber definir o amor pôs ele é a chave da felicidade, o melhor guia para a eternidade da vida, do saber viver é também necessário saber conviver aprendendo o valor do merecer crer na vitória para vencer na vida…
Muitos me perguntam de onde veem tantas histórias para contar. Eu respondo que só é preciso escutar as pessoas que fazem boas perguntas e depois recontar suas histórias, com as escolhas que eu faria se estivesse em seu lugar.
A história que eu nunca quis contar.
Estava a dois anos dormindo no sofá da sala da sua vida sem previsão de me mudar ou ir embora. Desculpe o incômodo, a inconveniência e a imensa vontade de ficar por aí. Desculpa não ter tido a coragem de sair correndo porta a fora, de pular pela janela. Desculpa não entender a tua bagunça, mas mesmo assim conseguir me ajustar a ela. Não sei em qual canto você me jogou para que fosse tão facilmente esquecida, mas ainda bordo os meus sonhos nas paredes dos meus devaneios e estais nele - de algum modo. E mesmo com o mau jeito na coluna, a falta de jeito com as pilhas e mais pilhas de recordações que não consigo me desfazer, mesmo te querer não querendo, mesmo assim eu quis ficar pra te ajudar caso o teu mundo desmoronasse. Eu queria te servir de apoio, imoralidade, válvula de escape. Eu só queria te proteger num dia de tempestade, mesmo que o grito dos estrondos nunca lhe inspirasse o medo. Mas você não me deu a oportunidade de passar do sofá da sala. Estava a dois anos passando fome de novos hábitos e dormindo com as expectativas em posições desconfortáveis. E não entendia o que me prendia numa morada que não era minha, num lugar que não me pertencia. Talvez, só talvez, eu tivesse medo de te ter por perto na mesma proporção em que tenho medo de nunca mais te ver. Tenho medo dos meus limites incalculáveis quando o assunto é o nosso par. Tinha medo de pagar pra ver e me arrepender, tinha receio de não ser nada além daquele sofá. E num belo dia senti a agonia dos raios de sol tentando vencer a solidez das frestas das janelas, então percebi que a minha pele tinha urgência pelo afago quente, sede de novos imprevistos, novos infinitos. Esta, quem sabe, é a história que eu nunca quis contar. Porque mesmo depois do desfecho inesperado, do atrito entre sala e quarto, mesmo depois da convicção dos erros, do caos que arrepiava apenas os meus sussurros. Mesmo depois de dois anos, eu ainda tenho medo de que você bata na porta e saia correndo sem ao menos avisar. Ao fim, enfim. Primeiro passo porta a fora e consegui ficar extasiada com as cores que procurava em quatro paredes, sem sucesso. Senti a poesia passando por aqui insegura e frágil, guardei-a no bolso logo após sussurrar ao pé do ouvido que eu tinha uma alma ferida, cheia de espinhos e flores alternadas. Falou que dentro de mim habita uma primavera obscura feita de procuras e visitante silenciosos. E pela primeira vez fiquei com vontade de escrever histórias prontas para serem lidas, aturdidas esperando por propagação sem temor. Que as utopias nos tragam mais sorrisos do que incertezas. Que o abraço do acaso seja tão confortável quanto o esquecimento do passado. Que nada lhe impeça de sentir a barriga doer num gargalhar alto. Da história que nunca quis contar, foi tristeza até o último suspiro de sentimento bom. Não diga que eu não tentei. Acho que pela primeira vez os ventos contrários estão a favor.
E pela primeira vez eu não te quis.
Queremos outros encantos. – Pensei.
Queremos outro tempo.
aos olhos cinza
Um conto, um encanto
Confesso, completamente admirado!
Cada sorriso, uma história vivida
Cada suspiro, uma felicidade presente, constante...
Cada olhar, um reencontro com a certeza que você é a minha eterna alegria!
Se existe uma intenção, ela é toda minha, se existe um querer, que seja infinito, se existe uma razão, é você!
Tudo o que eu não posso deixar para trás...
Para ela, por ela e com ela.
"Quem não tem coragem para arriscar, não sai do lugar, não tem história pra contar, nem poderá aprender e ensinar!"
as histórias que gostaria de ter ouvido contar em criança e nunca tive esse privilégio, hoje madura de mil sóis, crio-as para compensar a falta de quando era criança, vivem na minha imaginação desde outros tempos, são como pássaros que voam do coração, em palavras se abrem em flor e, é como se semeasse essências pelo jardim, entretanto vou sonhando...assim! como se renascesse de novo...
Somos criaturas contadoras de histórias e, quando crianças, adquirimos a linguagem para contar essas histórias que temos dentro de nós.
Jack
Vou lhes contar a história de Jack
O mais famoso vigário.
Que leva consigo histórias de romance e terror
Famoso por ter sorte até no azar.
Iludindo a pobre filha do banqueiro
Mas veja o karma a voltar
Apaixonada pela mulher que engana
Mas o plano tem que continuar
Uma noite de festança
Com bebidas e moças
Quando viu já era tarde demais
Viu se amada sair em prantos para longe demais
No dia seguinte viu sua cabeça sendo caçada,
O banco havia sido levado,
Sem entender o porquê estava sendo procurado.
Mas percebeu algo esquisito
Pq a filha do banqueiro havia sumido?
Minha mãe era uma contadora de histórias reconhecida. Ela não sabia nem ler nem escrever e desconhecia o francês. Mas se eu tenho qualquer talento de escritora, é a ela que eu devo essa habilidade. Mais do que o título de escritora, reivindicarei o de contadora de histórias.
As pessoas que nunca fracassaram, não tem histórias para contar. A ausência de fracasso é próprio daqueles que nunca tentaram nada.
Seja uma pessoa impagável, respeite sua história, continue subindo. Seja um alucinado por fazer acontecer e obter resultados.
Fé, foco, força, determinação e resultado.
Não seja uma pessoa parável, assim, dificilmente colherá bons resultados.
Nem tudo é conto de fadas, mas tudo que fazemos com muito amor, se torna uma linda história.
Lu Dimani
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