Consciência
Tudo o que você encontrar no caminho são apontamentos da verdade, que você, o caminho e os apontamentos são o mesmo ser, e nessa compreensão não existe mais perguntas, estamos em uma evolução infinita, caminhando da perfeição a perfeição.
Kairo Nunes 19/03/2024.
Na distopia da utopia, o autoconhecimento é a chave que desbloqueia a liberdade além das ilusões opressoras.
O grande segredo entre o conhecido e o desconhecido pode residir na capacidade de expandir nossa consciência além das limitações percebidas. Talvez estejamos presos na terceira onda, enquanto um quarto ciclo de pensamento interligado flui em um mesmo tempo-espaço, em um estado de percepção expandida, conectando-se à harmonia cósmica da quinta dimensão.
O "sossego" nesta vida só pode ser conseguido se você não se importar, mas, a tranquilidade da consciência só se fará presente fazendo o que é o certo em cada situação.
02/04/2024
Transforme dúvidas em determinação e prove a si mesmo que é capaz de superar qualquer desafio. Acredite na sua força interior e faça acontecer, mesmo quando dizem que não é possível.
O QUE É O VÉU-DA-IGNORÂNCIA?
O Véu-da-Ignorância é o que impede os Homens ou Almas Humanas de enxergarem a Verdade.
É constituído pelo conjunto de Consciência resultante do uso errado do livre-arbítrio, Corpo e Mente.
Libertar-se do Véu-da-Ignorância não é eliminá-lo, mas é estar plenamente ciente da sua existência e desapegado dele.
Que possamos encontrar a luz e a sabedoria no meio da escuridão, transformando os desafios em oportunidades de aprendizado e crescimento constante.
O QUE TORNA AS PESSOAS DIFERENTES UMA DAS OUTRAS?
Uma Pessoa é um Organismo Humano.
Um Organismo Humano é constituído por Espírito, Alma, Consciência, Corpo e Mente.
O Espírito e a Alma são Entidades porque agem, a ação do Espírito é de orientar a Alma bem como construir e manter o Corpo vivo, enquanto a ação da Alma é de gerir o Corpo.
A Consciência, o Corpo e a Mente são Conteúdos porque não agem, mas apenas determinam a ação contextualizada do Espírito e da Alma.
O Espírito e a Alma são iguais em todas as Pessoas; o que torna as Pessoas diferentes uma das outras é a Consciência da Alma, o Genoma do Corpo e a Mente do Cérebro de cada Pessoa.
No vasto mar da mente a navegar,
Desbravando territórios sem igual,
A desterritorialização a nos guiar,
Libertando-nos do automatismo habitual.
Em cada verso, uma nova paisagem,
O pensamento se renova e se expande,
Rompendo fronteiras, sem amarragem,
Explorando horizontes além do que se entende.
Desconstruímos o que era previsível,
Para construir o inesperado, o incrível,
Na arte de pensar de forma criativa,
Encontramos caminhos de luz definitiva.
Que a desterritorialização nos conduza,
A novos mundos de ideias abundantes,
E que a liberdade de pensamento se difusa,
Em poesia, em prosa, em olhares importantes.
A arte desorganiza as formas automatizadas de ver a vida, Uma perspectiva epistemológica que nos convida A enxergar além do óbvio, do comum e do trivial, Revelando caminhos ocultos, mistérios a decifrar.
Em cada traço, em cada cor, há um universo a explorar, Onde a mente se expande, o coração se põe a sonhar. Desperta-se a sensibilidade, a intuição, o sentir, Desafiando limites, rompendo barreiras para prosseguir.
Assim, a arte nos convida a desconstruir o conhecido, Para vislumbrar o novo, o inusitado, o escondido. Transformando paradigmas, questionando a realidade, A arte nos apresenta uma visão ampla da verdade.
Que possamos, então, mergulhar nesse mar profundo, De cores, formas e significados, em constante fecundo. Permitindo que a arte nos guie na jornada da vida, Desorganizando o mundo para encontrarmos nossa saída.
Quando descobrimos nossa missão, passamos a confiar em nós mesmos. Um propósito claro nos ensina a substituir a palavra “problema”, pela palavra “desafio”, e com isso, o impossível deixa de existir.
Reconhecer os erros e buscar o perdão é o primeiro passo para a redenção. A dor do arrependimento impulsiona a mudança e a busca por um recomeço.
Só o espírito nos permite uma profundidade da experiência, a captação do simbólico, de mostrar que o que move a vida é um sentido mais elevado, pois só o espírito é capaz de descobrir o sentido certo para a nossa existência.
Em um mundo onde a mente humana está constantemente acelerada, imergir em nossa essência se torna crucial para não nos perdermos de nós mesmos.
Votar consciente é desafiar os demônios da negligência e da ignorância, é carregar nas urnas o peso da história e a esperança do amanhã, sabendo que cada decisão tomada ecoará como um rugido implacável no futuro que estamos por construir.
Votar consciente é a interseção entre a esperança de um amanhã melhor e o pesar dos erros do passado, onde cada escolha carrega o peso de utopias despedaçadas e renovadas promessas, definindo não apenas quem liderará, mas quem seremos enquanto nação.
As favelas representam a ferida aberta de um Brasil que proclama crescimento enquanto despreza sua própria gente, relegando vidas à margem em um cenário onde o descaso estatal se traduz em uma sentença cotidiana de exclusão e resistência forçada.
Aprendemos o que não precisamos, para então depender do que nos dizem ser necessário. Mortes silenciosas.
