Consciência
Tributo a Karl Marx:
A religião é uma consciência invertida do mundo.
É a lente invertida da realidade social.
A religião é o protesto contra a miséria real. É o suspiro do oprimido.
A supressão da religião como felicidade ilusória do povo é a exigência da sua felicidade real.
A exigência de que abandonem as ilusões acerca de uma condição, é a exigência que abandonem uma condição que necessita de ilusões.
O fenômeno da expansão das religiões é essencialmente um sintoma de uma problema estrutural das sociedades. A religião é o ópio do povo, mas também é o índice do sofrimento do ser humano, das minorias. Ela é um produto histórico, sintoma do capitalismo, como outra manifestação religiosa antes foi do feudalismo, e antes do escravismo, e por todo tempo, representando o sofrimento dos nossos tempos. Em vez de nos libertar, nos aprisiona.
Vale um exame de consciência para todos, o que nos define, o que nos move, que importância damos as pessoas a nossa volta e quão somos importantes para os outros, que legado deixamos para tras? será que tudo vale a pena?
Gosto da tua consciência, mas amo mesmo é o teu inconsciente. Isto porque ele é o teu eu como tu és, assim, a tua cara sem máscaras, a tua fala sem ponderações e o verdadeiro sabor do teu beijo.
As vezes brigamos com
a nossa própria consciência,
armazenamos as coisas
boas na memoria de longo
prazo e nos esquecemos
que a memoria de curto
prazo é a que nos fazem
sofrer menos(...),
A presença de Deus me deixou mais forte,
tenho consciência das perseguições, nada
vai me abalar.
A cruz é uma carta de amor endereçada a mim
e compartilhada a você com marcas profundas
de ingratidão.
Hoje entendo que estas marcas me deixaram
mais filho ao reconhecer Cristo como o meu
Salvador.
Eu me basto.
Eu me sei.
Eu me sou.
Isto não é soberba.
É consciência.
É o reconhecimento da obra que foi feita em mim.
Pois a minha força não nasceu do conforto,
mas da resistência.
A minha luz não brotou da ausência de dor,
mas da coragem de atravessá-la.
Fui moldada no fogo das circunstâncias.
Fui lapidada pelo que me feriu.
Minha mãe me gerou,
mas foi a vida que me forjou.
E se fui destinada a algo,
foi a permanecer de pé.
Porque o mundo sempre foi pequeno demais
para aquilo que habita em mim.
A consciência é a nossa bússola natural, e infalível, para nos mostrar se estamos “indo na direção moral certa”.
Se o céu fosse uma coisa tão boa assim, como dizem por aí, ninguém, em sã consciência, teria medo de morrer.
Quando trabalho meu corpo com consciência sinto uma energia interna como um rio que desce tranquilo irrigando às margens e trazendo vida. No seu término sinto um frescor de vida aumentando ainda mais minha energia como uma cachoeira que desde graciosa formando os rios e sem medo deságua no mar!
Hoje é dia de recolhimento, de silêncio e introspecção, dia de tomar consciência do seu próprio espírito imortal, pois o corpo morre, mas a energia da alma nunca se esvai. Então deixe esvair todo e qualquer pensamento ou sentimentos negativos e eleve-se na paz interior,pois se estiver em paz você ajuda drasticamente o sistema energético planetário. Hoje independente de religiões aproveite o dia para jejuam de palavras, de julgamentos que ferem, aproveite para Amar, pois o amor é a força maior que protege, que afaga e que nos trás a alegria de fazer parte deste maravilhoso momento da vida. Jesus é uma figura religiosa, mas para mim ele é muito mais que isto; ele é um mestre Ascensionado que teve a coragem de iniciar o movimento que é o Amor 💙 ele vive e quer que vivamos intensamente com o coração puro. Aprenda o grande legado que ele deixou para nossa existência e desapegue-se de esteriótipos, cultuem uma energia viva e aproveite seu caminho sagrado do amor, do coração no silêncio e na alegria da sua paz interior. Viva o amor 🙏🏻💙 Giovana Barbosa
“Aquilo que não é trazido à consciência, retorna como destino.”
— C. G. Jung.
Esse pensamento nos convida a olhar com coragem para o território invisível da alma. O que evitamos sentir, compreender ou nomear não desaparece; apenas se desloca para um plano mais profundo, onde passa a nos conduzir sem que percebamos. O destino, nesse sentido, não é uma força cega que nos domina de fora, mas a repetição silenciosa do que ficou sem luz dentro de nós.
Quando a consciência se ausenta, padrões se formam. Repetimos escolhas, relações e sofrimentos como se fossem inevitáveis, quando na verdade são mensagens insistentes daquilo que pede reconhecimento. O inconsciente fala por símbolos, por acontecimentos, por encontros que se repetem até que aprendamos a escutar. O destino se torna, então, um mestre severo: ensina pela dor o que poderia ter sido aprendido pela atenção.
Trazer algo à consciência não significa julgá-lo ou eliminá-lo, mas acolhê-lo com lucidez. É permitir que a sombra seja vista, integrada e transformada. Nesse processo, o que antes nos governava às escondidas passa a dialogar conosco. A liberdade nasce justamente aí: quando deixamos de ser movidos pelo automático e começamos a escolher com presença.
Refletir sobre essa frase é aceitar uma responsabilidade profunda pela própria vida interior. O caminho da consciência é exigente, mas libertador. Quanto mais luz lançamos sobre nós mesmos, menos o destino precisa gritar. E o que antes parecia fatalidade revela-se, pouco a pouco, como convite à transformação.
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