Consciência
Todos nós querendo ou não estamos em constante evolução, espírito,consciência,compreensão da vida e suas vertentes.
É como subir uma pirâmide e a cada nível nos assemelhamos menos aos demais.
E cada um deve antes de galgar esse caminho conhecer seu limite para não perder sua humanidade.
Superar uma situação é aprender com ela, pois o inferno é o estado da consciência. Cair em si é descer até o Hades (mundo dos mortos) através do "examina-te a ti mesmo" e de lá encontrar forças para levantar a cabeça e seguir em frente. Dá que eu possa, pela iluminação espiritual, ajudar me irmão de sangue, que amo (esqueço qualquer desavença) quem sou eu? Digna do quê?
Te peço perdão irmão, saiba que pode ir para o outro lado, mas Deus nunca o abandonará, ele só quer teu exame de consciência!
Beijos
Vivenciando e aprendendo
Vou subindo
Os degraus da consciência
Lutando pelo objetivo
Sem ajuda da ciência
Toda a chama que reluz
Povo forte não reduz
Tem o vivo que se faz de tolo
E o tolo que se faz de vivo
Mas todo aquele que te faz penar
Se não paga aqui então vai pagar pra lá
Conforme a lei do homem lá de cima
Se batem em uma face de a outra pra apanhar.
Tenho a consciência de que sou eu que preciso iluminar meu mundo com minha presença e não o contrário. Faço a minha parte.
Na caminhada da vida siga sempre em frente, tendo a consciência que a cada obstáculo que você passar uma pessoa mais forte você será.
Siga sempre seu coração, só você sabe o que é melhor pra sua vida, isso se chama consciência de si mesmo!
A reminiscência platônica é apenas a possibilidade de atualizar, pela consciência, o anelo ao supremo Bem e aos valores hierarquicamente colocados.
Tenho consciência da minha finitude. Aprendi no caminhar da vida que as coisas duram eternamente num instante, e passam.
É mais que consciência é mais que religião,
È sua vivencia é seu conceito e seu coração.
Por que vai praticar o mau, se pode fazer o bem?
Por que olhar pro proximo com raiva, só por que ele tem amor, e você ódio?
Somos seres não libertos
“A esfera da consciência reduz-se na ação; por isso ninguém que aja pode aspirar ao universal, porque agir é agarrar-se às propriedades do ser em detrimento do ser, a uma forma de realidade em prejuízo da realidade. O grau da nossa emancipação mede-se pela quantidade das iniciativas de que nos libertamos, bem como pela nossa capacidade de converter em não-objeto todo o objeto. Mas nada significa falar de emancipação a propósito de uma humanidade apressada que se esqueceu de que não é possível reconquistar a vida nem gozá-la sem primeiro a ter abolido.
Respiramos demasiado depressa para sermos capazes de captar as coisas em si próprias ou de denunciar a sua fragilidade. O nosso ofegar postula-as e deforma-as, cria-as e desfigura-as, e amarra-nos a elas. Agito-me e portanto emito um mundo tão suspeito como a minha especulação, que o justifica, adoto o movimento que me transforma em gerador de ser, em artesão de ficções, ao mesmo tempo que a minha veia cosmogônica me faz esquecer que, arrastado pelo turbilhão dos atos, não passo de um acólito do tempo, de um agente de universos caducos.
Empanturrados de sensações e do seu corolário, o devir, somos seres não libertos, por inclinação e por princípio, condenados de eleição, presas da febre do visível, pesquisadores desses enigmas de superfície que estão à altura do nosso desânimo e da nossa trepidação.
Se queremos recuperar a nossa liberdade, devemos pousar o fardo da sensação, deixar de reagir ao mundo através dos sentidos, romper os nossos laços. Ora, toda a sensação é um laço, tanto o prazer como a dor, tanto a alegria como a tristeza. Só se liberta o espírito que, puro de toda a convivência com seres ou com objetos, se aplica à sua vacuidade.
Resistir à sua felicidade é coisa que a maioria consegue; a infelicidade, no entanto, é muito mais insidiosa. Já a provastes? Jamais vos sentires saciados, procurá-la-eis com avidez e de preferência nos lugares onde ela não se encontra, mas projetá-la-eis neles, porque, sem ela, tudo vos pareceria inútil e baço. Onde quer que a infelicidade se encontre, expulsa o mistério e torna-o luminoso. Sabor e chave das coisas, acidente e obsessão, capricho e necessidade, far-vos-á amar a aparência no que ela tem de mais poderoso, de mais duradouro e de mais verdadeiro, e amarrar-vos-á para sempre porque, ‘intensa’ por natureza, é, como toda a ‘intensidade’, servidão, sujeição. A alma indiferente e nula, a alma desentravada - como chegar a ela? E como conquistar a ausência, a liberdade da ausência? Tal liberdade jamais figurará entre os nossos costumes, tal como neles não figurará o ‘sonho do espírito infinito’”.
A vocação libertária universalista da Afrocentricidade radica da consciência de que todos os seres humanos são irmãos.
Não existe paraíso ou inferno.
Existem atos e consequências,
semeadura e colheitas,
consciência tranquila ou pesada...
“A angústia é decorrência da consciência negativista que perdura e se acentua com o advento da sociedade técnico-científica e do claro evidenciamento da inteira impossibilidade de se reinstalar a indústria do passado, ou seja, de restituir ao homem a individualidade que se
lhe esvai. (...)
A precariedade da existência e a crueldade da vida são fenômenos que refletem intensamente as relações homem e mundo. As agressões à essência e à existência, por mais distantes que estejam, interferem na cosmovisão de todos os homens inseridos no contexto histórico e cultural do momento, porque os atos malévolos ou benéficos dos
homens ou da sociedade são extensivos à humanidade. Conforme lembra Jolivet, “O pavoroso cataclismo da guerra mundial, com os inomináveis horrores a que deu origem, o clima de insegurança territorial em que a humanidade viveu, o desmoronamento de todos os valores até então respeitados” (28) despertaram no ser do homem a
consciência de sua contingência e da transitoriedade da existência, constantemente ameaçada.”
