Conheci Alguém Especial
SALVE, DEDÉ SEIXAS
Conheci um atlante andando no chão
Vi com meu olhos, iludidos pelo ancião
Com meia idade, tinha saber de um milhão
Falou de uma universidade, por ele cursada com fervor
Daquelas que a vida, te coloca como aluno e professor
É um ser que se inventou, como homem, sábio e doutor
Maluco beleza, que veio aprender o que tinha pra ensinar
Não cresceu, pra esconder seu tamanho, e humildade mostrar
Aos olhos dos que carregam o mundo, nas costas a lhes esmagar
Os pensamentos e as palavras em medidas bem pitada
Encheu livros, cabeças, poemas e conversa animada
Percorreu o mundo, voltando pra amada
Em sua fome desenfreada, um tal de Nietzche devorou
Vomitou outro Seixas, aquele do rock and roll
Filosofraseando o mundo encantou
O Dom Quixote da Suíça Pernambucana
Desbravando o frio daqui, dentro do sertão em chama
Enfeitou-se de glória, sem espaço pra fama
Na simplicidade ocultou, os poemas da vida espalhada
Editores não enxergaram as obras, pelo leitor aclamada
Do poeta de fogo, que tira poesia, entre a cruz e a espada
Vou falar só uma vez, pra quem lê e quem não leu
Que mistério nele transcendeu, nas frases que escreveu
O pequeno se fez grande, e como sol a iluminar se deu
Do Reencontro...
Despeço-me
com a certeza que irei te reencontrar...
Pois não te conheci, te reconheci...
Se não te encontrei, ei de te reencontrar...
Sendo assim não vejo a despedida como o fim,
talvez a espera de um Recomeço!
Se o currículo das escolas levasse a uma abertura do pensamento e a uma navegação livre pelo conhecimento, será que iria ser chamado de “grade curricular”?
Conheci um dia, certo sorriso
Que levava consigo um belo ser
Conheci um certo sentido
Aquele que mexe com a gente
Quem dera soubesse explicar ou dizer
Diante de seus belos lábios indecisos entre um sorriso e o silencio, conheci o maior dos sentimentos de meu coração...
Tenho medo de você,
você parece me conhecer,
diz o que quero ouvir,
eu já te conheci!
Não foi ontem,
eu era jovem,
você, sendo a primeira que amei,
eu lhe contando meus desencantos...
Gosto quando você me escuta.
Gosto de como você pensa.
Gosto do seu jeito.
Gosto do seu cabelo.
Gosto do seu sorriso.
Eu amo o seu beijo!
Queria você aqui...
Pena que já te conheci.
No dia que te conheci
Você me disse que nunca se apaixonaria
Mais agora eu entendo você
E sei que tudo aquilo era medo
E agora estamos aqui
Tão perto e tão longe
Ainda não passei no teste
Quando você vai perceber
Querido,eu não sou como o resto
Não quero partir seu coração
Quero dar um tempo á ele
Eu sei que você tá assustado, é errado
Como se pudesse cometer um crime
Só temos uma vida pra viver
No domingo você foi pra casa sozinho
Havia lágrimas em seus olhos
Eu liguei para o seu celular,amor
Mais você não atendeu
Querido, tente entender
Não quero partir seu coração
Quero dar um tempo á ele
Eu sei que você tá assustado, é errado
Como se pudesse cometer um crime
Só temos uma vida pra viver
Quando seus lábios estão no meu
Nosso coração bate como um só
Mais você escorregar dos meus dedos
Toda vez você corre
Quero dar tempo para o seu coração
Eu sei que você tá assustado, é errado
Como se pudesse cometer um crime
Só temos uma vida pra viver
Porque você foi ferido antes
Lá no Pantanal entre onças e sucuris,
conheci uma mulher
que me fez sorrir.
Seu sorriso de menina,
me transforme me alucina.
Tem um jeito delicado,
uma boca que é um pecado.
Com um jeito carinhosa,
sempre doce, sempre prosa.
Uma musa para o Poeta que para ela
só faria muitos versos e poesia.
É bonita, é dengosa,
muito charme é manhosa.
É bela que uma rosa, tem cheiro de flor,
um coração repleto de amor.
Garota sonhadora, sempre batalhadora
e dedicada professora.
Adora ver o céu, possui lábios de mel,
apesar da pouca idade já possui maturidade.
Seu futuro é garantido,
onde tudo é permitido , seu amor irá chegar
com ela se casar.
Esqueci de dizer o nome dessa linda menina,
ela se chama Princesa Regina!
Sergio Fornasari
A melhor religião que existe é aquela que conheci através de pessoas admiráveis. Conheço várias pessoas admiráveis, em várias religiões.
Conheci uma senhorinha muito legal. 81 anos. Pequeninha (pra provar que tamanho não é documento!), doce (pra gente saber que diabetes não tira a docilidade das pessoas!), casada há 58 anos com o mesmo marido (que fez cair por terra minha afirmação de que casamento nenhum é bom!), com um problema grave no olho esquerdo (o que prova que quem quer enxergar as coisas, não precisa de olhos, mas de coração) e muito, mas muito engraçada (o que quer dizer que a idade, a vida e os percalços dela não podem tirar o humor assim, de graça!).
Tive o prazer de conhece-la e conversar com ela por um bom tempo. Trocamos impressões e idéias acerca dos mais diferentes assuntos, desde comidinhas que fazem a gente mais feliz, até sobre amores e frases feitas ditas por pessoas do nosso dia a dia.
“Adoro comer feijão com arroz e um purezinho pra acompanhar. Não preciso de muito mais que isso…Nem eu, nem meu querido”.
Perguntei se ela teve grandes amores. Disse que dois namorados, mas um grande amor só: “Foi melhor assim, porque se eu conhecesse mais homens teria certeza que não deveria me casar. A vida juntos é difícil, mas superável quando não existem promessas não cumpridas, pois por mais que se ame alguém as decepçoes das promessas são fatais. Este homem com quem eu vivo (olhando pra ele) nunca me prometeu o que não poderia cumprir, porque me olhou e me enxergou. Me deu amor e me deixou retribuir. Fez por mim e me deixou fazer por ele. Não mentiu e se o fez, porque ele não é perfeito, não me magoou. Nunca!” ela disse.
Pensei “Durma com um barulhos desses!!!”.
Sobre viver sozinha, ela disparou essa “Esta falando de você mesma amiguinha?”. Eu dei risada e disse que falava no geral. “Pode ser pior a solidão se você estiver junto com alguém. Você está? Porque se estiver solte o lastro, desamarre o barco e realmente viva sozinha! Vai ver como a maré fica calma. Vai ver como a oportunidade de estar só e bem diferente de ficar vazia”
Eu estava ali diante de alguém com a sabedoria da vida. Era uma filósofa que estudou até a 5ª. serie (disse ela), uma poeta das coisas simples, um arauto do amor sincero. Uma mulher como poucas que sabe que pode ser forte, sem ser grosseira por pura defesa. Bem na minha frente estava a guardiã de todas as amarguras e duvidas. Alguem que sabe responder a cada uma das coisas que sensibilizam a mulher!
E…não importa o nome dela.
“Queria muito que a senhora me falasse o que pensa da frase o que não me mata, me fortalece, pedi. Ela me olhou por cima dos óculos de haste clarinha e a resposta foi magnífica “Amiguinha, a diabetes não me matou, mas não me fortaleceu, apenas me abateu. Acho isso conformismo de quem não tem coragem. Eu assumi minha diabetes e hoje convivo com ela. Apenas isso.” E sapecou “Não repita essa frase, porque o que não nos mata pode nos aleijar. Fortalecer o que não nos matou? Isso não existe, pois sempre vai haver o ressentimento do problema. Matamos a causa e a lembrança persistirá. Nos fortalece nossa força no perdão. Nos fortalece nossa certeza do amor renovado todos os dias, nossa fé no Criador. O que não nos matou nos deixou cicatrizes.”
Pensei em pegar seu numero de telefone, seu endereço…
Mas creio que pequenas fadas aparecem de vez em quando, apadrinhando a gente com perspectivas boas e palavras maravilhosas. Ela foi meu presente de ano novo que veio de surpresa.
Soraya Ruffo
Quando eu te conheci minha alma pode, contemplar o mais belo ser
e seu toque tão perfeito como de um anjo, seu beijo que me rendeu a seu encantamento, ter voçê ao meu lado e uma dadiva dos deuses, sei que devo banhar-te seu coração com todo o meu amor...
(...) "Eu me lembro e quero às vezes até quem eu não tenho, não tive ou não conheci da forma como eu queria. São lembranças que ficaram só nas lembranças... mas nunca na presença."
AMAR VERBO
Não sei o que é amar, o que é amar verbo
Amar, que habita o dicionário...
Conheci o amar que habita em peito aberto
O amar oportuno que olha de soslaio
Amar é legado de coexistência
Amar faz o que o dever não consegue
Amar não tem garbo, nem malícia
Amar é alvo e não persegue
Não, não pode ser amar o que sinto
Ao menos não o amar verbo transitivo
O meu amar é sentimento excessivo...
Amar é algo que se faz no leito!
Não, não pode ser amar o que sinto
Pois o que sinto não me sai do peito
Te conheci de maneira nada convencional...
Foi um encontro muito mágico.
Seus olhos quando cruzaram com o meu, brilharam como um cristal.
O momento era virtual,mas o sentimento foi real
AMOR ANTAGÔNICO
Quando eu te conheci
tentei me aproximar
quem posso culpar
se por ti adoeci .
Quando você me conheceu
só quis se afastar
o amor sugou-me
sem nem a alma deixar.
Em ti procurei minha vida
a parte que em mim faltava
a esperança incontida
que de mim se apoderou .
Em ti não achei minha vida
a parte que em mim morava
a alma que ficou moída
o coração que ti levastes.
SILÊNCIO
Eu conheci o silêncio
O silêncio da cidade
O silêncio da nossa vida
O silêncio da serra, do monte
O silêncio do inferno
O silêncio da escuridão
O silêncio das profundezas
O silêncio do mar e da sua brisa
O silêncio das tempestades
O silêncio dos raios de sol
O silêncio dos teus olhos
O silêncio do nosso quarto
O silêncio da tua rouca voz
O silêncio do nosso tempo
O silêncio das folhas do vento
Eu conheci o nosso amado silêncio.
Muito prazer em te conhecer
Desaprendi o amor com você
no dia em que te conheci, experimentei
feito experimenta-se uma dose de cicuta
esse seu desamor sempre tão latente.
Hoje não amo mais ninguém
nem eu mesmo.
E agora que estamos em sintonia
e nos tornamos igualmente cruéis
frios e insensíveis
que tal recomeçarmos do início?
Oi... Muito prazer em (re)conhecê-la.
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