Conforto da Morte de um Filho
Eu sinto a vida
Eu sinto a morte
Eu sinto o risco
Eu sinto forte
Batendo e batendo
Mexendo pulando
Rindo e chorando
Sinto a luz
Sinto a escuridão
E sinto a dor que tá no meu coração
Eu sinto a chuva
Eu sou a chuva
Molhando molhando
Pingando e pingando
Tocando e cantando
Eu sigo pulando
E mesmo assim
Quando eu vejo
Eu caio em pranto
•~•
E no final, o que importa mesmo é ser feliz...
Viver pra sofrer?
Pra que?
Essa é a morte em vida.
Viva a vida
Se divirta
Erre e acerte
Seja feliz
Ame e encante
Os males espante
De que adianta ser triste?
Se a alegria é a melhor coisa que existe!
"O grito de independência ou morte, o povo continua escravo do pecado e morto de espírito."
Giovane Silva Santos
Sobre a arte, os artistas e a morte.
O homem está preso. A chave que o artista usa é o pincel, mas um pincel não é a chave que abre a porta. Então ele pinta. Ele pinta a realidade que só pode imaginar. Atrás da porta que ele não consegue abrir está a realidade. Ele está preso com varios quadros na parede, onde só imagina como é o lado de fora. Ele está preso e a arte é uma falsa realidade para suportar o castigo de não saber.
Milionários… milhões esbanjar… FOME… morte prematura, por falta de (…)
Que pena, quem por cá, ganha milhões;
Passando a ser o dono desses tais;
Se esqueça de quem só ganha tostões;
Se esqueça desses tais; e todos mais!
Que pena tal não veja, que por sorte;
Muito aliada, a seu bom trabalhar;
Não sinta, o em outrem, apanhar da morte;
Num muito mais que o dele labutar!
Não veja, que com o tanto que aufere;
Daria para a vida equilibrar;
A milhões de irmãos que estão a perecer!...
Enquanto o tal, pra diversão transfere;
A sorte, que devia partilhar;
Para a este mau FLAGELAR, inverter!!!!!!!!!
Com profunda mágoa;
Longe de mim querer fazer pouco caso do sofrimento alheio, mas a morte faz parte da vida neste mundo e para ela acontecer o sofrimento faz parte, mais ou menos todos acabam sofrendo, porque é o sofrimento que faz de nós seres humanos!
Claro que a morte é inevitavel logo tentar permanecer vivo é I R R A C I O N A L, a não ser que tenhamos fé que continuaremos a existir.
“Com a morte, a opção de vida do homem torna-se definitiva. A sua vida está diante do Juiz. A sua opção que tomou forma ao longo de toda a vida pode ter características diversas. Pode haver pessoas que destruíram em si próprias o desejo da verdade e a disponibilidade para o amor. Pessoas para as quais tudo se tornou mentira”.
Cigarros no chão
Lama por todos os lados
Ideias escuras
Vestido mal passado
Certeza que a morte virar
Prazeres de uma carne
Desejos incontroláveis
Neurose fatal
O carnaval começou e tão cedo não terminará
Processo de uma dia
Isso tudo iria mudar
Acredite no inusitado
Ele pode te surpreender
Imagine uma vida feliz
Isso pode acontecer
A nossa morte não é sentenciada de fato ao perdemos o funcionamento de nosso corpo, mas quando não mais encontramos razão alguma para continuarmos vivendo.
SEM NINGUÉM SABER
Não gosto de fazer poemas que remetam à morte
Porque detesto que os meus amigos lembrem-se
Que um dia também poderão morrer
Prefiro que cantem as melodias alegres
E leiam sobre amores e saboreiem as dádivas da vida
Instigo para que brindem as alegorias
Mergulhem na fantasia de que são todos eternos
Infinitamente abençoados pela eternidade
Em resposta ao zelo existente que para comigo têm
Os meus amigos e a fraterna amizade que nos convêm
Não tem tamanho nem cabem dentro de covas
Por isso jamais extirpa nem deteriora
E na minha hora em que sozinho eu partir
Sairei à francesa em silêncio enquanto festejam
Para que ninguém note a minha dor por ir sem querer
Partirei calado sem ninguém saber
O veneno no cálice de barro espera por mim.
A morte era doce,
Com cheiro de morango e morfo,
Sua foice banhada em prata da lua,
Pingava em sangue escarlate.
Ergueu-se a faca em brasa.
A morte a esperava.
— Irá desistir? Venha! Venha comigo! Eu sou sua saída! Venha comigo e dance a valsa da morte...
Venha e...
MORRA! MORRA! MORRA!
A pior morte não é aquela que somos enterrados, mais sim aquela que morremos por dentro e permanecemos caminhando.
no silêncio da noite, reflito
porque ainda vivo ?
a morte não me levou
qual é o motivo?
em meio a pensamentos me perco ,
e o vazio me invade
como uma flecha certeira
dor que invade
destrói por dentro
tento seguir em frente
sorriso no rosto disfarça
a dor que corrói a alma ....
A cruz não foi a queda de Deus, foi a glória do messias sobre a morte, o qual se entregou à condição humana pela culpa do pecador que de forma imerecedora alcançou o seu amor incondicional.
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