Conflitos Pessoais
A nova diplomacia do século XXI prega a supremacia pela imparcialidade. Todos os antigos tratados e alianças tradicionais, por convicções culturais e religiosas ou mesmo polarizados interesses, deságuam em novas ações e posições necessárias de adequação frente a nova geopolítica, os novos conflitos e as atuais relações de produção, demanda e consumo frente a paz e ao desenvolvimento. As soluções tendem a serem mais criativas, menos emotivas do que simétricas. Todas as regras do jogo politico nacional e internacional, mudaram e os novos agentes interlocutores das novas mudanças, também.
Temos que ter muito cuidado ao expressar uma opinião logica e racional sobre um assunto ou conflito, quando não fazemos, hereditariamente parte inclusiva, historicamente, do problema. Todas as guerras e manifestações favoráveis ou não, geralmente são cíclicas. Não aparecem do nada.
Apesar das ficções e romanizações inventadas pelo liberalismo, a verdadeira historia das civilizações do mundo sempre foram baseadas nas guerras covardes, interesses espúrios dos poderosos, escravização dos mais fracos, imposição de culturas aniquilando outras, assim como a propagação de mentiras que justificassem e atenuasse, o religioso pecado do
"mea-culpa".
Não viemos à existência para ostentar a força das armas ou dos músculos, para ferir o próximo, mas sim para nos erguermos na força do amor.
Esta é a grandeza que transcende conflitos, desbrava todos os caminhos, cicatriza feridas e fortalece os laços que entrelaçam nossos destinos.
Às vezes, tudo o que faz falta
é um pouco de carinho um cuidado quieto, um gesto simples,
mas cheio de presença ao invés de fantasmas.
Poderia ser carinho em vez de cobranças, um abraço no lugar do distanciamento, um "eu te amo" ao invés de desconfianças que ferem.
Talvez as coisas pudessem voltar a ser como antes, quando havia apenas leveza e não o peso de paranoias inventadas.
Ainda daria tempo se, ao invés de medo, escolhessem sentir.
"Pessoas sem moral, não perdem uma só noite de sono.
Pois, quem não tem moral, não tem conflitos!"
☆Haredita Angel
Para eu me convencer sobre qualquer fato mais crítico que ocorre no exterior busco uma combinação de fontes de informações: no topo estão as diplomacias, a grande imprensa internacional, a imprensa do país que está passando pelo problema, as universidades, as organizações não-governamentais/humanitárias mais conhecidas, e não as múltiplas fontes de informações e memes que sensivelmente tentam empurrar conteúdo de forma editadinha com viés ideológico.
Por reconhecer que não sou inteligentíssima, gosto de saber as coisas bem explicadas.
