Condolências de Falecimento
Hoje eu sei que
Você faria minha vida maravilhosa.
Manhãs lindas, tardes incríveis
E noites gostosas.
Não é que eu desisti de você
Não é que eu não queira arriscar.
Não é que meu coração
Não queira te amar.
Pois...
Você é um sonho bom
Um amor pra vida
Uma pessoa incrível
Não vale a pena a despedida.
Não sei como faço
para te esquecer.
Mas minha vida continuará
Medíocre sem você.
No efêmero palco da existência, o dia de viver desvela-se como uma dádiva única: o hoje. É na efervescência desse momento presente que tecemos a trama das nossas experiências, entrelaçando sonhos e realidade. Assim, o hoje se torna o epicentro da nossa jornada, o lugar onde a vida pulsa com vigor.
O amor, esse sentimento intrínseco à nossa essência, também encontra sua morada no hoje. Cada batida do coração ressoa a melodia da afetividade, convidando-nos a mergulhar nas profundezas desse oceano emocional. Nesse dia, os laços se fortalecem, e a beleza das relações floresce como um jardim em plena primavera.
Contudo, a complexidade humana traz consigo a necessidade de reconciliação. O hoje se torna o cenário propício para o ato nobre de perdoar e pedir perdão. Nas interações intrincadas da vida, reconhecer nossas falhas e estender a mão da compreensão é um gesto de coragem. O perdão, qual bálsamo para a alma, liberta-nos das amarras do ressentimento, permitindo-nos avançar com leveza.
Portanto, que cada nascer do sol nos lembre da preciosidade do hoje. Que cada batida do coração ecoe a sinfonia do amor. Que, no palco efêmero da existência, o perdão seja o protagonista, transformando o hoje em um eterno presente de oportunidades para viver, amar e reconciliar-se.
Com a face temperada de choro ele se despede enquanto abre a porta.
Não quer demonstrar tristeza ou fraqueza já que este era o último adeus.
Ele a ama e sabia que precisava abrir a porta para seu amor poder ir embora.
Ato mais nobre não conheço, abrir mão do objeto de seu amor para demostrar ao mesmo que continua amando...
Mal sabia que durante o próximo semestre praticamente deixaria de existir.
É mais fácil quando não sabemos a dor que podemos causar.
É mais fácil continuar quando é a gente quem vai embora.
A canção de quem fica é sempre a mais triste.
As memórias são mais difíceis de esquecer.
Ele ainda ama, por isso a porta continua aberta.”
Eu olhei a tristeza nos olhos e acolhi a sua presença.
Quem sabe ela só precisasse de um ouvido generoso.
Eu olhei a tristeza nos olhos e a abracei demoradamente.
Quem sabe ela me abraçasse também.
Sentir um pouco de tristeza é fundamental para provarmos nossa humana capacidade de reinvenção.
Seria ela um sopro de felicidade em fase de germinação?
Eu olhei a tristeza nos olhos e encarei-a com esperança.
Dei-lhe um ombro macio e pedaços novos de velhos sentimentos.
Despedimo-nos. De mim, nada levou.
Eu olhei a tristeza nos olhos e a deixei ir.
Até a tristeza precisa de um adeus para partir...
Eu olhei a tristeza nos olhos e sorri.
Bésame en la tormenta, bésame en la calma, bésame en la alegría, bésame en la tristeza, pero no me beses diciendo adiós.
Algumas feridas cicatrizam, mas suas marcas nunca desaparecem. Elas não são sinais de fraqueza, mas lembranças de batalhas vencidas. Cada cicatriz conta uma história e nos lembra de quão fortes nos tornamos ao longo do caminho.
Quando eu for.. Amigo
levo na alma com quem caminhei,
os poucos que abracei e não soltei.
Amizade é casa que a gente escolhe, mesmo que o tempo nos desenrole.
Fui riso breve, flor no jardim,
mas plantei raízes em quem foi por mim. Se eu me ausentar, não é abandono, é só o ciclo mudando de dono.
Lembra de mim sem me prender,
que quem é real, não vai se esquecer.
Fui família que o afeto cria,
mesmo nos dias de ventania.
E se eu me for, sorri devagar:
sou brisa leve a te visitar.
Dizer adeus a um grande amor é renunciar a uma parte maravilhosa da nossa vida. É uma decisão difícil que nos deixa marcas no coração, e quando a tomamos é porque não temos mesmo alternativa.
Ficam guardadas promessas e recordações que nunca mais sairá do nosso coração. É preciso determinação para abrir mão de algo que é tão o amor verdadeiro o mais importante. em nossas vidas
Por todas as energias de luz, por todas as alegrias! Momentos de puro aprendizado, luz e amor! Des... pedida, nunca foi e nunca será um até breve, até logo... sempre foi um momento de parar de pedir...e começar a agradecer. Troco uma despedida por Dez pedidos de luz, amor, compaixão, aprendizados, sabedoria, presença, parceria, virtudes, verdades, harmonia... assim É e assim sempre será! Sou Giovana e eu falei
Podemos tratar facilmente esta nossa relação como um tabuleiro de xadrez, uma instabilidade desafiante, saborosa e provocante, onde temos os nossos próprios interesses, nenhum pensa em ceder, nem abrir mão do gosto da vitória, mas nosso caso, talvez, ninguém saia derrotado de fato
Cada ação deve ser pensada, permitindo um pouco de impulsividade para tirar a graça, todas as peças tem seu grau de importância, um prestando bastante atenção no outro, então, o mundo a nossa volta não importa quando estamos focados, a propósito, estás encantadora.
Não duvides que observo atentamente as tuas formas e os teus movimentos, teu olhar atencioso, tua desenvoltura audaciosa e ainda ao teu respeito, tenho as minhas estratégias e acredito que tenhas as tuas, não te subestimo, claro, seria uma baita loucura e no mal sentido.
Nós em um jogo veemente de sedução, ofegantes e atentos, vivenciado momentos de muita tensão, sentimentos calorosos à flor da pele com segundas intenções de ambas as partes, atrevimentos e uma mesma finalidade, o ápice do êxtase, um tipo prazeroso de xeque-mate
Obviamente, somos desprovidos de qualquer ingenuidade e pelo jeito atrevido que me olhas, percebo que concordas que não devemos deixar os nossos instintos esperando, assim, admita, é uma ótima proposta e vem jogar comigo nesta noite, no mínimo, teremos uma partida maravilhosa.
Os ventos que às vezes
Levam para longe o que amamos
São os mesmos
Que trazem algo mais para ser amado
Nós não podemos chorar pelo
Que nos foi tirado
Nós não iremos... / Nós não iremos...
Nós amaremos o que nos foi dado
Pois tudo que é realmente nosso, não irá embora.
Não viva para que a sua presença seja notada, mas para que a sua falta seja sentida.
Pode ser que um dia deixemos de nos falar.
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe.
Mas, se a amizade permanecer,
Um do outro se há-de lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos.
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe.
Mas, com a amizade, construiremos tudo novamente,
cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.
Há momentos
Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar,
porque um belo dia se morre.
Nota: O texto é muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Clarice Lispector. Os últimos dois versos são uma adaptação de um trecho do livro "Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres", de Clarice Lispector.
...MaisNão se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!
Nota: Trecho do poema de Silvana Duboc. Atribuído por vezes, incorretamente, a Fernando Pessoa.
Eu não existo sem você
Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos
Me encaminham pra você
Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você
Durante a nossa vida:
Conhecemos pessoas que vêm e que ficam,
Outras que vêm e passam.
Existem aquelas que vêm,
ficam e, depois de algum tempo, se vão.
Mas existem aquelas que vêm e se vão com uma enorme vontade de ficar...
A DOR QUE DÓI MAIS
Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.
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