Condição
A loucura é uma condição que se desvia da lógica ordinária da vida. A vida consiste em produzir desvios para traçar novos caminhos. Ser pioneiro e inovador muitas vezes significa ser visto como louco no início. Mas tudo bem, a loucura é normal
"Ou o prazer conduz à contemplação das verdades inerentes à condição humana, ou se transforma em veículo de cegueira e trevas.
Não é nossa capacidade, nem nossa capacitação, que nos justifica e liberta da condição pecaminosa. A libertação vem da compreensão e do aprendizado diário de depender dos recursos insondáveis e imensuráveis da graça de Deus, que nos envolve em seu amor, levando-nos a viver uma vida nova com Ele a cada momento.
A educação não só enriquece a cultura… É a primeira condição para a liberdade, a democracia e o desenvolvimento sustentável.
Devemos buscar a paz, acima de tudo, porque é uma condição indispensável para que todos os membros da família humana vivam uma vida digna e segura.
A Condição De, Céu Ou Inferno Constantemente Vivida e Aplicada a Você Por Sua Suposta Metade… Em Algum Momento Vai Danificar Sua Condição Mental.
Por Isso, Não Se Permita e Nem Aposte.
Se há um instante em que o humano transcende sua condição terrena e toca o sublime, é quando empreende o resgate de um ser além de sua própria espécie. Nesse gesto desinteressado,na essência divina que nos habita irrompe como centelha ética, desobrigada de liturgias ou panteões. O impulso salvador emana das profundezas do ser, brotando não como imperativo externo, mas como epifania interior que converte compaixão em ato concreto.
Aqui, a sacralidade não desce dos céus, mas ascende do âmago da consciência, ética autóctone, forjada na quietude da reflexão e cristalizada em movimento altruísta. Mais que mero afeto, é metafísica aplicada:
reconhecer no Outro (ainda que distinto em forma) um valor intrínseco que demanda tutela.
Nessa alquimia moral, o homem não obedece deuses, mas dialoga com o infinito que carrega em si. Cada ato de proteção animal torna-se, assim, liturgia silenciosa onde o divino não é adorado, mas encarna do testemunho de que a transcendência começa onde termina o egoísmo.
Nós nos tornamos reféns da nossa condição de maldade interior quando não deixamos que a graça, através dos seus princípios de santidade, nos leve ao verdadeiro arrependimento interior pelo poder do Espírito Santo.
Quando Deus nos leva ao arrependimento, Ele nos convence da nossa condição de pecadores e nos redime das nossas transgressões por meio de sua imensurável graça e amor, revelando que sua bondade, misericórdia e graça são os fundamentos inabaláveis da nossa fé.
Vejo e ouço a hipocrisia de muitos que se fundamentam na religião e crenças, na condição social, na sua intelectualidade ou em um diploma para se julgarem melhor que outras pessoas. Não sabem os tolos que assim se afirmam que a religião segrega, a condição social é uma acepção de pessoas, a intelectualidade não implica em humildade, um diploma é um papel que não reflete suas qualidades nem o torna imortal e suas crenças são subjetividades pelas quais eles tentam explicar o que fugiu de seu conhecimento ínfimo.
Havia uma condição
libertar seu coração
mas como isso seria feito?
impondo-se auto respeito
logo mais, o rapaz ali estava
a espreita a procurar
outro que o pudesse, amar
um dia encontrou, e de vez se apaixonou
Então o melhor aconteceu
o rapaz encontrado, seu coração conheceu
e por fim se libertou.
Somos seres por vir
e nessa condição de
constante construção
aprendemos a cada día
uma nova compreensão
de nossa realidade,
por meio de uma reconstrução contínua
do que verdadeiramente importa
e assim resignificamos o nosso viver.
O repouso é a organização das gavetas da vida.
É a remição da nossa condição humana diante de um cotidiano que nos demanda como máquinas.
Se permitir, pelo menos uma vez na semana, a um sono profundo até mais tarde é fundamental para o ajuste do ser. Costumo dizer que não estamos neste mundo a passeio, mas a nossa missão só será completa com energia e principalmente com lucidez, para encontrar o aprendizado diante os desafios do dia.
Sou pobre, insistente e moro longe...
Pensei que não podia mudar minha condição,
meu pai , minha mãe , só falava em aflição,
isso já desde os tempos de vó e vô que era a mesma situação...
Era uma fartura de tudo, cê não tem noção não...
Fartava comida, sapato e até a vocação
Fartura até de roupa q era tudo emprestado,
E a casa era pequena cheia de menino, as parede de barro
até o piso fartava de ser encimentado,
Semianalfabetos que eram meu pai e minha mãe não tinham muita ambição,
Mas tinham esperança de futuro de ter um filho na escola de ter um mínimo de educação
E o lugar que eu morava era tão longe que nem carro passava,
andava a pé que parecia mil léguas pra chegar em qualquer canto,
sol a pino e só lamento que não adiantava o pranto,
Com fome, com sede, sem canto, só lamento e o pranto,
e não adiantava reclamar porque demorava mais um tanto...
Enfim minha mãe um dia se deu conta,
que eu tinha crescido um pouco
E que esqueceu da escola,
De tanto aperreio e sufoco,
Pergunta aqui e acolá, porque tão longe fui morar ?
Tem uma lá no morro,
vamos simbora matricular,
E começou uma nova saga,
De continuar aquela situação precária,
Também tinha fartura na escola,
Fartava merenda, giz e as vezes professor,
E fartava também o papel e o apagador,
E também quando chovia tinha sala de aula alagada,
Também tinha fartura de vento e até de água encanada,
Lembro do calor da sala,
O suor pingando na testa,
Mas mesmo assim era uma festa,
Porque tava na escola aprendendo pra mudar,
E daquela situação,
Eu conseguir melhorar...
Depois de já ter crescido,
Lembrando de meu passado,
Até o ensino médio eu não deixei de lado
Sempre em escolas públicas,
Vencendo os desafios,
Cheguei na faculdade pulando pedras e rios,
Na UFPE pousei com as cotas para desigualdade,
Para alunos de escola pública ter chance na equidade,
Vendo textos estranhos e longos com novos códigos e linguagens,
Percebo a dificuldade de permanecer na faculdade,
Aprendendo palavras novas e também novos conceitos,
Estratificação social aprendi nos textos de Ana Almeida que li e reli direito,
Que é um conceito sociológico da divisão social,
Quando a elite tem vantagens até em meio cultural,
Tem vantagens e privilégios na sua condição socioeconômica,
Dos cargos direcionados a faculdades e diplomas
Ao pobre só sobra a soma,
De tanta desigualdade,
Que ele vê com novidade as cotas da faculdade
Confesso a Professora Emília e aos colegas de sala,
Que não tenho vergonha nenhuma,
De minha história contada,
Porém digo uma coisa com muita convicção,
Se tivesse políticas públicas com boa vontade e ação,
O mundo seria melhor para o pobre e o negligenciado,
Ninguém ficaria de fora do mundo globalizado,
Não haveria tanta miséria nem gente fora da escola,
Mudaria o continente e quem sabe o rumo da história.
Agradeço a todos a escuta dessa prosa meio sem jeito,
Que começou com uma história, meio cheia de defeito
Mas que foi de boa intenção,
Nada disso foi invenção,
assino e termino aqui,
minha prosa com emoção!
Entender que a condição de favoritismo atribuída a nós por outros deve servir como um sinal de alerta
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