Conclusão
Parte 3
O Jardim de O Pensador — de encontro ao Divino que Habita em Nós
(A conclusão, a expansão, o espiritual pleno.)
Há instantes em que a alma se cala para escutar aquilo que não tem nome.
É nesse silêncio sagrado que a vida sopra um segredo antigo:
tudo o que existe nasce primeiro no invisível.
Cada semente que lançamos ao mundo — gesto, palavra, bondade, coragem —
desce à terra como quem mergulha no mistério.
E o mistério responde.
Às vezes com flores, às vezes com tempestades,
mas sempre com aprendizado, porque o divino não desperdiça nenhum passo do nosso caminho.
A comunidade O Pensador é um ponto de luz nessa travessia.
Um lugar onde as ideias se abraçam ao espírito,
onde o pensamento encontra propósito,
e onde cada coração pode descansar o peso da jornada
para recordar que existe uma força maior guiando tudo, mesmo quando os olhos não enxergam.
Aqui, a filosofia se mistura com fé,
a poesia conversa com o sagrado,
e a esperança se ergue como um farol silencioso,
lembrando que o universo acompanha a coragem de quem segue caminhando.
A colheita chega no tempo certo —
no tempo em que a alma já entendeu a lição,
no tempo em que o coração já se abriu para a luz.
E quando chega, ela não traz apenas frutos:
traz paz, clareza, sentido.
Que cada pessoa que passa por O Pensador encontre um pedaço do céu dentro de si,
e que cada semente lançada aqui se transforme em futuro,
porque aquilo que é plantado com verdade,
o divino faz florescer.
MOSCA MORTA
A mosca no chão
não me livrou
das tantas mais,
como pensei...
Cruel conclusão:
Acertei na mosca...
Mas errei.
TELE(A)PATIA
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Porque não ligas mais pra mim,
já cheguei à conclusão
de que não ligas mais pra mim.
SOCIEDADE - NOVELA - SOCIEDADE
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Cheguei à conclusão de que não posso exigir que a arte pare no tempo, sob pena de se tornar fútil; superficial; sem qualquer compromisso com as realidades contemporâneas. A dramaturgia, por exemplo, quando não se propõe a exibir histórias de épocas passadas ou de cunho estritamente religioso, tende a se tornar alienada, fora de propósito e contexto, caso exceda nos véus. A menos que haja intenção dos autores, por questões de humor, fantasia ou romance atemporal.
Como não dá para enfiar computadores, smartphones, armas nucleares e comportamentos ultramodernos em histórias de séculos, quiçá milênios passados, também não dá para fazer o oposto nas histórias de nosso tempo. Afinal, a arte existe em razão da sociedade; não a sociedade em razão da arte.
Excetuando os casos de fanatismo artístico, em que a falta de compromisso com crianças, adolescentes e outros vulneráveis interfere perniciosamente no processo natural e gradativo de formação ou assimilação, não acho nada imoral. Nem contradidático. Nem escandaloso. Na arte, no entretenimento nem na lida interpessoal e consensual. É só uma questão de achar ou não por bem consumir, e de querer ou não, de forma explícita, inequívoca e decidida, interagir com o outro. Tudo com discernimento próprio; não de acordo com regras, prismas ou imposições de que ou quem quer que seja.
É claro que havemos de repudiar qualquer manifestação artística e de outras naturezas, se houver clara imposição ou incitação ao ódio; ao preconceito; à exclusão; ao crime. Mas confesso que o que tenho visto é que a mídia, em especial a dramaturgia na maioria das vezes tem feito, com ou sem eficiência e sucesso, é exatamente pregar a compreensão, a tolerância, o respeito e os novos olhares sobre as diferenças cada vez mais evidentes. Com vícios, distorções e falhas, mas cabe às famílias aplicar seus filtros, propor as devidas reflexões, assessorar seus vulneráveis para o entendimento viável do que assiste. Ou proibir a audiência, pelo reconhecimento da incapacidade de assessorar.
O que nenhuma pessoa, família, grei, organização ou grupo tem o direito de fazer é decidir o que os outros podem ou não podem, com base nas suas proibições internas, por moralismo; fanatismo; ideologia; crença; imposição de cultura ou tradição.
Que se denuncie o que fere a lei; o que é crime ou contravenção. Mas ninguém se julgue apto a reger a sociedade; a exigir que todos vivam dentro de seus moldes ou virem suas ovelhas compulsórias. Voltando à dramaturgia, chegamos ao tempo em que, por falso moralismo e ditadura de fé, como se já não bastassem os preconceitos religioso, de gênero e até racial, temos que conviver com o preconceito a depender dos programas que apreciamos, a emissora de rádio ou televisão que preferimos, o jornal que lemos, os sites que acessamos e até as músicas de nossa expressa preferência.
Na contramão do que muito cidadão tem feito, se um dia me acudisse a ideia de mover um processo judicial de natureza pública, baseado em influências de comportamentos, eu preferiria processar a sociedade, da qual faço parte, pelas más influências que ela, sim, tem levado às telenovelas. Repito que a arte existe em razão da sociedade; não a sociedade em razão da arte.
Cheguei à conclusão de que não existe uma conclusão... de que as certezas que tenho, abrem espaço para mais incertezas... e mesmo sabendo que eu vim e vou, mesmo depois de ir, ainda não saberei até onde irei depois que for.
É necessário olharmos as coisas de perto para chegarmos à conclusão de que, as palavras, sempre irão tentar adaptar alguns pensamentos por desconfiar do “raro” e “misterioso sentimento”.
Acreditei na grande mentira, na ilusão, Mas a verdade rasgou o véu de Maia, em conclusão. Jamais seria feliz apenas tendo, Hoje faço parte da grande consciência, estou vivendo.
Na ilusão encontrei o engano, quase me perdi, Mas a verdade brilhante revelou o que não vi. Pensava que o ter era o caminho da alegria, Mas vi que na existência verdadeira é que mora a poesia.
Faço parte de um todo, grande e consciente, Na verdadeira essência, achei o elo presente. Não sou apenas um ser, mas um todo em conexão, Na existência plena, encontrei a verdadeira razão.
Foco é ter um alvo e dizer não para todas distrações que não envolvem a conclusão. Uma flecha é bem sucedida por ter o arco que impulsiona e a velocidade que mantém o caminho exato.
David Massari
Balança da vida
A cada dia que passa chego a conclusão
Que tudo tem sua razão e proporção
Que a linha do universo e da realidade
Muitas vezes nos dividem sem piedade
Há quem te abrace e também te rasga
Com sua vitória muito se engasga
Seres que não passam de solo árido
Regadas a inveja e gotas de ácido
Planeta infértil de hábitat arruinado
Egoísmo,veneno,machuca e destrói
Uma vida ,um sonho,tudo corrói
Destino do egoísta é morrer sozinho
Preso em seu ninho,mundo mesquinho
Se a balança da vida você decifrar
A cura pra qualquer ferida irás encontrar
Abraçarás a existência e chamá-la de amiga
Para qualquer criatura tornar-se querida
Honestidade,forte escudo sagrado
Que faz de todos um ser amado
É galáxia, é estrela,brilho da alma
É o toque de Deus em tua palma
Durante minha longa caminhada pela vida, cheguei a conclusão do porque o mundo ser tão conturbado, e as pessoas a cada dia mais doentes e tristes, o FANATISMO é a principal causa de tudo isto, seja FANATISMO Religioso, Político, Ideológico e até mesmo por não ter RESPEITO pela individualidade do seu próximo!!!
Depois de décadas de Auto Conhecimento, cheguei a conclusão do porque desde a minha infância ser tão criticado: INVEJA da pessoa que sou!!!
Ser correto, honesto, ter esmero em tudo que faço, autêntico, ter habilidade e criatividade, isso incomoda às pessoas, aí vamos CRITICAR!!!
As CRÍTICAS já me machucaram muito, hoje as vejo como APLAUSOS!!!
Na tentativa de obter um objetivo para meu desempenho, cheguei à seguinte conclusão: pensar, planejar e depois fazer imediatamente é o caminho do sucesso.
A conclusão da pesquisa detalhada de Salomão sobre a vida sem Deus é mera vaidade ou correr atrás do vento.
A conclusão é a alegria das palavras
numa expressão, enraizada na imaginação
a dúvida não a derruba; pode soprar...
pensai — a dúvida é um deserto: questão
escaldante, escassez de palavra;
e sem palavra a mente não vê — sem
expressão o ser humano não entende,
não entender e não fazer ideia; a ideia
nasce das palavras: com palavra se
faz uma ideia e ideia feita é expressão
na mente — é algo visível ao pensante:
é água na questão — palavras veem
tudo que existe... por na mente aimaginação
é viajar na alegria da conclusão de
cada expressão!
A informação
O interesse na informação e a conclusão de todos os fatos que envolvam nossas vidas devem ser sempre um direito e dever de todos nós e sempre respeitado !!!!
A omissão será sempre a habitação dos alienados e doentes da sociais !!!
Porque , penso que os alienados de sua própria vida são de fato DOENTES SOCIAIS , participe ,opine !!!! Não há ninguém nesse mundo que possa traçar melhor o caminho de nossas vidas do que nós ,em nível normal de consciência e bem estar mental !!!!
Quando participamos ativamente do destino de nossas vidas ,estamos pensando e brigando por uma vida melhor e mais equânime ,para os nossos filhos , netos e para um BRASIL melhor e mais justo
Discussão
A conclusão de qualquer discussão que se diz praticada por SER RACIONAL , só chegará a um fim equilibrado e justo, quando ela é mantida em um tom de harmonia e respeito de ambas as partes !!!!
Já dizia a psicóloga: felicidade e dor caminham juntos! Cheguei a uma conclusão de que não existe felicidade sem dor. O mundo e a sociedade pedem que sejamos felizes sem sentir dor. Vivemos na era da positividade tóxica. A positividade da felicidade reprime a negatividade da dor. A medicina está aí para anestesiar a dor. Cada dia mais estamos intolerantes à dor e a evitamos a qualquer custo. A sociedade não dá voz a dor. Álcool, drogas, comida, mídias sociais, jogos, smartphones, livros de autoajuda, palestras motivacionais, filmes e seriados, consumismo e festas atuam como “anestésicos”. Dizem que cada um deve procurar a própria felicidade e, assim, ela se tornará privada. Não existe mais o sentimento de pertencimento e de viver por algo maior que nós mesmos.
A felicidade é mais que a soma dos sentimentos positivos. Quem não é receptivo à dor se fecha à felicidade. Se perdeu a arte de sofrer a dor, se perdeu também a felicidade. Quanto mais nego ou evito a dor, mais infeliz me torno. A aceitação da dor é a grande questão. Encontrar a felicidade na dor. Quem vive o luto sabe o quanto caminham juntos: felicidade e dor. A terapia coloca a dor em palavras e a aproxima da felicidade.Mais feliz se torna aquele que, na terapia, consegue narrar a sua dor. Descodifica a dor. Vivemos em uma sociedade com crescente solidão. Não enxergamos mais o outro. Há ausência de vínculo. É mais fácil bloquear, não aceitar amizade ou excluir nas redes sociais, do que encarar e falar o que incomoda. Rompe-se laços no lugar de reatar. Relações líquidas, superficiais e distantes, em que impera a individualidade. Tudo o que é verdadeiro dói. As separações doem, as despedidas doem e a rejeição dói. As separações só doem porque os vínculos foram verdadeiros e havia amor; onde dois se tornaram UM. Dor é vínculo. Quem recusa toda forma de dor é incapaz de formar vínculos. Sem dor, nos tornamos apáticos. Hoje não se narra mais a dor, se canta no bar da esquina para enganá-la com belas palavras e fundo musical. A negatividade da dor impede a felicidade. Só quando você aceitar a dor, poderá ser feliz!
Depois de muito estudo, pesquisa, observações e testes. Finalmente o Doutor chegou á uma conclusão, o resultado do seu trabalho era aterrorizante e fez todas suas certezas desaparecer, ele acabara de descobrir que toda humanidade sempre foi esquizofrênica.
Cheguei a conclusão que,
Assim, como a dor do meu silêncio!
Como tanto fizeram
Como tanto fiz...
E, o que deixei de fazer
Tão próxima ou até distante,
Ou como o meu grito causou eco...
Senti que tenho que viver
sem aqueles que podem viver sem mim...
