Conceito
“Temporalidade” é o primeiro conceito importante para a reflexão historiográfica no que concerne às relações entre Tempo e História. Entramos no âmbito conceitual da “temporalidade”, e abandonamos o sempre vasto e enigmático universo das polêmicas sobre o Tempo [no sentido mais propriamente físico], quando começamos a examinar as instâncias humanas, psicológicas e políticas que foram ou são agregadas às sensações e percepções que se dão em torno da passagem do tempo, ou ainda em torno das alteridades geradas pela comparação entre períodos distintos da história humana ou mesmo da vida individual. Assim, por exemplo, quando os historiadores começam a singularizar e a partilhar o devir histórico em unidades mais operacionais e compreensíveis – como a Antiguidade, Medievalidade, Modernidade, Contemporaneidade – estamos já diante de temporalidades históricas. Temos aqui algo similar ao que se dá com o espaço, sobre o qual o pensamento histórico ou geográfico pode pensar unidades de compreensão como a América, Ásia, África, e também espacialidades regionais, espacialidades climático-naturais, ou mesmo espacialidades culturais mais amplas que correspondem a civilizações.
[extraído de 'O Tempo dos Historiadores'. Petrópolis: Editora Vozes, 2012, p.32].
Apesar de ser muito relativo, o conceito de paz tem suas singularidades. Uma delas é estar onde e com quem te faz se sentir leve.
Dizer alguns "nãos" é necessário. É libertador.
Não existe um "vazio", O vazio só é apenas um conceito para nós entendermos que algo existe ali.
Adson Barroso
Existe um conceito inverso neste mundo quando nos referimos ao ato de doar, não se trata de dar, mas sim de devolver.. antes de você poder dar, alguém teve que doar pra você.
Se antes, usavam o conceito de
"raças humanas" para afirmar escravidão africana.
Hoje, usam o conceito
"única raça humana" para negar as políticas de reparação racial.
Cara que louco pensa comigo esse conceito de amor e amar é muito filosófico e engraçado, primeiro que algo que é imortal na lógica não pode morrer mais é justamente morrendo que algo se torna eterno e uma vez eterno durará para sempre mas se morreu acabou pois a morte é o fim de tudo que existe aí eu mim pergunto como que algo que o amor pode ser eterno sem que primeiro morrer algo vivo não é eterno mas morto também não existe kkkkkkkkk chega já deu por aqui.
Política do trabalho manual
Crítica no conceito ,dar ordens e obedecer
Eu aceito ensinar orientar ,mas mandar não. A palavra mandar, pra mim segue o conceito respeitar ,e em uma comunidade exemplar o respeito começa de cima.
Se existe um grupo que não tem respeito e humanidade .Hà algo errado aí ,em geral.Em um trabalho remunerado onde "quem tem título pode sentar" eu diria até palavrões para uma citação dessa. Quem tem títulos e pode mais em instituição?
Quando tá em casa ou sozinho diante da realidade é encrencado igual qualquer um. As vezes quando se sentindo fracassado porque nem tudo é perfeito, nada é como queremos que seja no momento que queremos..
Quando alguém te disser que não pode sentar no trabalho, se fosse um educado poderia refletir e perguntar se está tudo bem ou se está sentindo uma dor ou desconforto. Sou mais a favor da igualdade e dignidade e acho todos dignos de direitos humanitários. A não ser que estamos servindo os "mais", a troco de remuneração ,Escravizados pela falta de gratidão e respeito, ironicamente falando.Eu sei que aderimos um contrato consensual ,más ninguém cuida sempre da linguagem expressiva .
🤪é o que estou fazendo agora , falando além da conta blá blá blá.
expectativa sempre e um conceito! Você dizer liberdade,
Uma luta sem precedentes chegar ser engraçado
Lutar não e para muitos e sim para poucos por que a arte da guerra está sempre na expectativa não nós conceitos b
O conceito "monista" é o mais aceito atualmente pela filosofia e ciência. Mas como se explica criações como: rádio, wi-fi, bluetooth, infravermelho... Se não havia uma referência material para servir de exemplo?
"ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE, conceito pouco em uso em nossos dias, o que mais ocorre é que quando há uma deficiência do cônjuge ou doença o outro trata de se afastar alegando incompatibilidade"
Todo conceito, ideia e percepção está preso na palavra e ainda que compreendido, integralmente absorvido estará nessa prisão, até que a chave da ação possa livra-lo.
O conceito de subjetividade, o “eu”, parece-nos certo e, principalmente, prático. O segundo realmente é, entretanto, podemos nos ilusionar ao afirmar que ele é correto. Ao considerar o “eu” como unidade pessoal e constante facilmente podemos notar sua incongruência com a realidade. Visto que a mesma é contante, transitória. Desta forma, em relação ao fluxo do tempo, não existe margem para considerar a existência de algo constante que nos identifique.
Em segunda instância, podemos notar que a percepção do “eu” pelos sentidos: visão, audição, tato, paladar não pode ser considerada. Visto que o conceito de um “eu” é a não transitoriedade, ou seja, ao apoiar a percepção do “eu” nos sentidos — que apenas captam experiencias em constante mudança– é uma contradição. Além disso, a própria percepção é alterada assim como o perceptível.
Portanto, não há sustentação lógica para uma definição pessoal? Não há justificativa para utilização de adjetivos pessoais para designar a pessoalidade? De forma alguma. Isso se justifica pela praticidade. Mas não somente. Podemos tomar uma linha de raciocínio paralela ao pensamento apresentado: tomando como base a transitoriedade, podemos definir o “eu” como o histórico de transições em ralação ao tempo. De maneira a relacionar todo o passado como consequência do presente, criamos uma linha que podemos nomear de “eu”, e a previsão baseada nesta linha de acontecimento passados, nomear-se-a de “vir a ser”.
Criamos assim, uma expectativa para o “eu”; não o “eu” ilusório baseado nos sentidos ou em percepções. Mas um “eu” histórico.
Em síntese, o “eu” é todo o histórico de mudanças e nuanças refletidas no presente, que cria nossas percepções constantes e reais. Não há um “eu” perceptível, pois como dito, nossas percepções não são aptas para tal definição. Portanto, o “eu” concerne à “sensação”, algo intrínseco e infundado pela percepção.
O histórico de inconstâncias: somos uma metamorfose ambulante.
Quanto mais tempo ficamos longe das sagradas escrituras , mas os nossos conceito nos dizem que estamos certo dos nossos sentimentos.
Dentro de uma visão Teológica, poder-se-ia ou poderemos definir o conceito de ilusão, como: todo propósito humano, desvinculado do propósito Divino. Pois quando os planos do homem estão em desalinhamento com os de Deus, tendem a serem efêmeros, superficiais e vagos. Tendo Seu aval, isto é, estando eles vinculados aos Seus planos, tornam-se clássicos, graníticos.
Como com acerto, alguém uma vez BRILHANTEMENTE dissertou: "O melhor lugar do mundo, é o centro da vontade de Deus".
*Sia fatta la tua volontà come in terra così in cielo*
A verdade não é de origem fácil
E não está em local de acesso comum
Assim sendo, o conceito da mentira triunfa!
E sua Vida fica debilitada pelos fatos que
foram forjados por sua mente...
"A primeira verdade que necessita saber:
- A Teologia não é ensino para o tolo-
