Comunicação
A comunicação praticada com serenidade, protagonismo, e Mindset de líder, paralisa a critica nos outros, que sentirão envolvidos e dominados, por nossa força mental positiva.
Solidão é um sentimento de vazio e isolamento, mas para alguns tem solução, através da comunicação estabelecida que se encontram disseminadas nas redes sociais pela internet! Por tanto não fiquem assim, saia desta.
A comunicação muda
O que nos salva da solidão é a solidão de cada um dos outros. Às vezes, quando duas pessoas estão juntas, apesar de falarem, o que elas comunicam silenciosamente uma à outra é o sentimento de solidão.
O dialogo é a forma mais perfeita de comunicação,e promove o crescimento mutuo...quando não ha distúrbio de entendimento,pena que nos dias de hoje é incomum esta prática.
Como é que pode? Amar um alguém assim, ou seria apenas uma obsessão. Essa falta de comunicação me frustra, mas ele não me ama. Ele não é obrigado a sentir algo por mim. Não quero enlouquecer por causa de um alguém, já não basta ser uma fracassada e que no lugar de me por pra cima eu me lastimo. O que faço ¿ Eu tenho que mudar e virar esse jogo. Mas tá complicado, ninguém devia fazer isso com outra pessoa. Dizer que adora que ama que sente saudade. Iludir e depois sumir. E o pior que só foram duas vezes que ficamos e não teve nada além de beijos e abraços, foi “intenso”, mas marcou, porque¿ Eu quero uma explicação lógica pro que se passa já se foram quase há dois anos, pensei que ia esquecer, mas até agora não. A cada dia que passa me sinto mais só, a tristeza é maior, o sofrimento cresce e a saudade fica mais intensa. Todo dia eu lembro, tento esquecer não tentando lembrar-se de você, mas quando menos espero me pego pensando em você. Essa dor me deixa pra baixo, me deixa triste. Mas nada você deve fazer. Afinal, o problema é meu. Fico numa ansiedade enorme, que raiva eu sinto de mim. Sou burra demais, idiota o bastante por sentir isso. Enquanto você vive eu tento viver, mas sinto sempre um vazio enorme em mim. Tento não chorar, mas é mais forte que eu e quando me vejo estou caindo em lágrimas. Como pode ter um ser tão burro que não tem o amor próprio pra poder chorar por outrem¿ Será que o amo ou é mais uma ilusão que está demorando um pouco mais.
A comunicação é uma prática de comunhão que pode unir as pessoas, então comunicar pode ser sempre um gesto de amor!
Por mais impossível que isso pareça hoje, às vezes descalçar-se da comunicação rápida e instantânea como é também se faz necessário. Tem histórias de amor que não duram uma semana por causa de toda essa sociabilização virtual. Não existe nem tempo mais para sentir falta de quem se ama. E sentir saudade é provar o amor, é ver que a pessoa realmente faz falta, se não existe saudade, certamente não existe o amor. As pessoas necessitam de um tempo consigo mesmas para que possam pensar, avaliar e realmente tomarem decisões que serão bem executadas, pois tiveram um tempo de amadurecimento. Hoje vivemos a escassez de boas decisões, pois as pessoas são forçadas a as tomarem na pressa e no calor do momento fazendo com que se frustrem a si e aos outros que estão em volta.
O grande problema na comunicação é que muita gente sabe falar, sabe ler e sabe escutar, mas não sabem transmitir, interpretar e nem ouvir...
"Oh vontade de escrever quão tola é sua origem... Se teu objeto é a comunicação, e tua forma as possíveis frações deste objeto então é teu nome o desejo das fracmentacoes de se recomporem no objeto. Poéticamente aquecido para tolice humana, é da vontade de ler o que se cala que fala a vontade de escrever o que se lê.
Quão potente é poesias por poesia? Quão não crítico deve ser a liberdade de ser poeta quanto crítico deve ser a definição de ser poesia, se não assim, como duraria? Por quanto tempo é macia a almofada no chão? Para que poesias não sejam trabalho em vão, a origem dura é o caule de espinhos, mas o fruto resulto é o doce da cessação."
A Comunicação Não Violenta pode ser efetivamente aplicada em todos os níveis de comunicação e em diversas situações: relações íntimas, famílias, escolas, organizações e instituições, terapia e aconselhamento, negociações diplomáticas e comerciais, disputas e conflitos de qualquer natureza.
Nada é por acaso!
A vida tem seus meios surpreendentes de comunicação, portanto não queira entender o despretensioso encontro que vira amor para a vida inteira, a misteriosa oportunidade de ajudar o próximo, o “não” repentino que lhe abre portas improváveis, o erro cometido que obriga você a levantar e recomeçar com excelência.
Precisamos ter foco em manter a boa comunicação em prol da paz, pois em tempos difíceis o caos só alimenta o terror e a catástrofe.
SARAU, UM RETORNO À COMUNICAÇÃO CONSTRUTIVO/DIVERTIDA
Minha família precisou viajar. Fiquei comigo me fazendo companhia e resolvi contar-lhes o renascimento de uma idéia boa.
Em tempos anteriores ao meu surgimento no Planeta Terra, as famílias tinham o hábito de se reunir pelo menos uma vez por semana, para baterem papo, trocar idéias, se divertirem, às vezes até saboreando petiscos deliciosos.
Desta confraternização muitos pais e indivíduos sem ainda um casamento tiravam informações preciosas, aprendizados úteis para o resto da vida.
Estas reuniões, chamadas de Saraus, englobavam manifestações artísticas de seus freqüentadores, onde muitas vezes surgia um músico, um poeta, um filósofo, um revelador da lógica obscura para alguns, uma orientação de medicina preventiva, como o “gargarejo da vovó”, infalível para a cura de oro-faringites e amidalites crônicas. Consistia em adicionar a meio copo de água, uma colher de chá de sal e oito a dez gotas de tintura de iodo, conforme a gravidade. Fazendo dois gargarejos por dia, cedo e à noite, a boa velhinha curava todo mundo, não sem antes indicar um teste, que mais parecia uma simpatia: “após feita a solução, molhe um dedo limpo nela, esfregue da parte de dentro do braço e aguarde 3 minutos; se pinicar, não use”.
Mal sabia ela que estava inventando a alergia, só conhecida como assadura ou “perebas” depois do uso de comidas, certas roupas e contato com determinados produtos.
Bons tempos aqueles, onde mesmo sem os recursos “modernos” da ciência, buscava-se a fraternidade. Até os erros ambientais eram contados em filmes, romances, como momentos de ternura.
Mas nem tudo está perdido. Há 8 anos reintroduzi no meu ciclo de amizades, aos poucos, sem dizer nada sobre a mineirice que me domina, o sarau. De início com reuniões de jantares prosaicos, depois aulas de dança de salão, aos poucos causos e piadas sadias, para finalmente entrar com outras artes, como a poesia, o canto, a música instrumental.
E sabem que a acolhida está tão boa, que estão até me pagando cachê, para fazer o sarau em casas noturnas, onde antes só imperava o “tu-chis-tum”? A moçada vibra, descobre Drumonnd, Meireles, até as paródias sobre os Lusíadas e algumas músicas. Estão começando a curtir o dançar de rostinho colado...
Melhor que “ficar”, como moderna ação.
É o que sempre digo: “Êta mundão veio sem porteira”.
É o que eu já disse: “Viver, porque viver é valorizar o valor da vida!”.
Inté mais.
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