Compreensão
A falta de comunicação é a principal causa dos maus relacionamentos de hoje...por que se não há comunicação não haverá compreensão, e se não há compreensão tão pouco haverá empatia! E como irei me relacionar com o outro se não o compreendo, se não me coloco em seu lugar? Quando eu me comunico dou ao outro a oportunidade dele me compreender e assim desenvolvermos um relacionamento saudável!
Quem era eu para entender as coisas profundamente? Estava desarmado teoricamente, ressentido, e não havia outro caminho na nossa frente, exceto prosperar e esquecer o baque que o país estava sofrendo.
Lembra-te
De que sempre é possível oferecer a alguém um sorriso; um afago; um pouco da tua paz, da tua luz; um gesto de compaixão; uma palavra sem julgamento e um olhar de compreensão.
Então, vá e deixe o melhor de ti por onde fores.
Para compreender a nossa essência feminina, precisamos entender a nossa própria sexualidade e reconhecer, nela e fora dela, os polos opostos da masculinidade e da feminilidade.
A vida será curta para aqueles que desejam e buscam tanto vivê-la como compreendê-la com maior intensidade, mas será pequena para aqueles que se limitam e são desprovidos de maturidade.
Ela parece imperturbável. Tem o olhar de uma mulher que pode compreender e perdoar tudo. Seu rosto é como um mar calmo, de cujos abismos ninguém poderia suspeitar.
Você não é único no Universo, respeite a vontade de cada um e não exclusivamente a sua. Seja compreensivo com todos.
Sabe, às vezes eu acho que estamos vivendo em um mundo que fabricamos para nós mesmos. Decidimos o que é bom e o que não é, desenhamos mapas de significados para nós… E então passamos a vida toda lutando contra aquilo que inventamos para nós mesmos. O problema é que cada um de nós tem a própria versão desse mundo, por isso as pessoas têm dificuldade de entender umas às outras.
A ideia de que há pessoas muito diferentes no mundo e que necessitam menos de ciência e mais da nossa compreensão generosa – um ideário que agora, do início do século XXI, começa a se estabelecer mais ou menos solidamente, parece – era uma utopia.
Todo ser humano está fadado a insatisfação, pois é a mesma que o faz sempre buscar uma melhor forma de viver.
O problema está em achar que essa busca será saciada, desejando a todo momento, o prazer sentimental absoluto nas coisas externas. A externalização é apenas um gatilho, que aflora a nossa percepção aos sentimentos, em meio a uma compreensão de poder sentir-los.
Por fim amarguram-se
Todos aqueles que não se sentem compreendidos
Não entendendo que basta olhar o próprio reflexo
E se apreciar dessa forma
Sem subtrações;
Sem divisões;
Você é um Universo.
Quer perceber como é uma pessoa?
Ouça o que ela não diz, enxergue o que ela oculta e sinta o que ela guarda.
A TEORIA DAS COINCIDÊNCIAS
A teoria das coincidências vem interessando pensadores de
todos os tempos, especulando-se sobre o seu significado.
Os antigos cosmologistas criam que o mundo era sustentado
por algum tipo de princípio de unidade.
Hipócrates, conhecido como o pai da Medicina, e que viveu
aproximadamente entre 460 e 375 a.C, acreditava que o.universo
era mantido coeso por "afinidades ocultas", e escreveu: "existe um
fluxo comum, uma respiração comum, todas as coisas estão em
simpatia". Essa teoria de Hipócrates leva a crer que as coincidências poderiam ser explicadas pela tendência dos elementos "simpáticos" entre si a se atraírem.
Pico Delia Mirándola, notável filósofo renascentista, escreveu
nos idos de 1557: "Primeiramente existe uma unidade nas coisas,
pela qual cada coisa é una. Em segundo lugar, existe a unidade
pela qual cada criatura é ligada às outras, e todas as partes do
mundo constituem um só mundo."
Essa crença prevaleceu inalterada em épocas recentes. Por
sua vez, o filósofo Arthur Schopenhauer (1778-1860) considerou a
coincidência como "a ocorrência simultânea de fatos cujas causas
não estão ligadas". Chegou a sugerir que fatos simultâneos correm
em linhas paralelas, e que "fatos semelhantes são um elo unido de
cadeias totalmente diferentes, que, no entanto, têm seu lugar em
ambas, de modo que o destino de um indivíduo é invariavelmente
igual ao do outro; cada um é o herói de seu próprio enredo, enquanto, simultaneamente, figura num enredo alheio: isto é algo que
ultrapassa a nossa capacidade de compreensão e só pode ser concebido como algo possível graças a uma maravilhosa harmonia
preestabelecida. Todos dela participam. Logo, tudo é interligado e
mutuamente afinado.
