Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar

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1786
"Amar é um dos verbos mais praticados por humanos. Bem ou mal conjugado, mas muito praticado!"

1787
"Por falar em Amar... Sempre amei aquelas moças que anunciavam o tempo na TV!"

1790
"Amar, sendo correspondido, é o êxtase total."

0482 "Também 'sei que vou me amar / Por toda a minha vida... Vou me amar...' Disse eu para Mim mesmo! (Com base nos versos de Vinícius de Moraes, na composição com Tom Jobim)."

AMAMOS, MESMO SABENDO QUE UM DIA SERÁ SAUDADE

Talvez uma das maiores coragens humanas seja amar sabendo que podemos perder. Sabemos disso desde o princípio, embora quase nunca tenhamos coragem de dizer em voz alta. Quem chega pode partir. Quem abraçamos hoje talvez amanhã exista apenas na memória. A voz que agora escutamos poderá um dia transformar-se em lembrança, e aquele rosto que conhecemos de olhos fechados talvez passe a habitar somente o território silencioso da saudade. Mesmo assim, amamos.
E talvez seja justamente nisso que o amor revele sua grandeza.
Porque amar nunca foi possuir. Possuir é desejar permanência; amar é compreender a impermanência e, ainda assim, permanecer enquanto for possível. Há uma espécie de loucura consciente no amor: entregamos partes de nós a pessoas que o tempo não prometeu conservar. Construímos casas sabendo que envelhecerão, fazemos planos sabendo que a vida poderá interrompê-los, criamos lembranças sabendo que algumas delas um dia doerão. Beijamos como se houvesse eternidade, embora saibamos que somos feitos de tempo.
E por que fazemos isso?
Porque talvez o contrário da perda não seja a permanência. Talvez seja nunca ter amado.
Quem tenta proteger-se de toda perda precisa proteger-se também de todo vínculo. Para jamais sentir saudade, seria necessário jamais ter alguém de quem sentir falta. Para nunca sofrer uma despedida, seria preciso nunca experimentar verdadeiramente um encontro. Para impedir que o coração se parta, teríamos que impedir também que ele se abrisse. E que espécie de vida seria essa?
Talvez seja por isso que o amor seja tão profundamente humano. Ele não exige garantias para existir. Ama-se sem contrato com o amanhã. Ama-se uma mãe sabendo, ainda que não queiramos pensar nisso, que um dia seu abraço poderá nos faltar. Ama-se um companheiro sabendo que nenhuma promessa pode derrotar completamente o tempo. Amam-se os filhos sabendo que eles crescerão, partirão e construirão caminhos onde talvez já não sejamos presença cotidiana. Amam-se amigos sabendo que a vida espalha pessoas por cidades, distâncias e destinos diferentes. Ainda assim, continuamos dizendo: fique. Venha. Sente-se ao meu lado. Conte-me sobre seu dia.
Isso é extraordinário.
Talvez Viktor Frankl estivesse certo ao perceber no amor uma das grandes possibilidades de sentido da existência. E talvez C. S. Lewis também compreendesse que amar nos torna vulneráveis justamente porque aquilo que realmente importa pode ferir-nos quando desaparece. Não existe amor profundo completamente protegido da dor.
Por isso não considero a saudade uma inimiga do amor.
A saudade é uma de suas consequências.
Só sentimos profundamente a ausência daquilo que um dia teve presença dentro de nós.
E há algo ainda mais difícil de aceitar: às vezes perderemos tudo.
Perderemos juventude, lugares, objetos, certezas, pessoas. Um dia outros entrarão nas casas onde vivemos. Nossos passos desaparecerão dos corredores. Nossos nomes serão pronunciados cada vez menos. O tempo continuará fazendo aquilo que sempre fez: passando.
Mas existe uma pergunta que o tempo não consegue responder por nós:
enquanto tivemos, nós amamos?
Talvez essa seja uma das poucas perguntas verdadeiramente importantes.
Não quanto acumulamos.
Não quanto conseguimos preservar.
Não quantas vezes vencemos.
Mas quanto estivemos presentes enquanto aquilo que amávamos ainda estava diante de nós.
Porque existe uma tragédia maior do que perder: perceber tarde demais que tivemos alguém ao nosso lado e não soubemos estar ali. Guardamos palavras para depois. Adiamos abraços. Economizamos “eu te amo”. Deixamos para amanhã uma conversa que pertencia a hoje, como se tivéssemos recebido alguma garantia secreta de que o amanhã nos seria concedido.
Não recebemos.
E talvez seja justamente por isso que o amor seja urgente.
Não uma urgência desesperada, mas consciente. A consciência de olhar demoradamente para quem amamos. De escutar um pouco mais. De perdoar quando for possível. De dizer aquilo que precisa ser dito enquanto ainda existem ouvidos para ouvir. De abraçar enquanto ainda existem braços capazes de nos devolver o abraço.
Amar é aceitar silenciosamente uma verdade terrível e maravilhosa:
isto pode acabar.
E, em vez de fugir por causa disso, aproximar-se ainda mais.
Talvez a grandeza do amor não esteja em vencer o tempo.
Talvez esteja em dar sentido ao tempo que nos foi dado.
Porque no final talvez percamos muitas coisas que julgávamos nossas.
Mas aquilo que verdadeiramente amamos terá participado daquilo que nos tornamos.
E então compreenderemos que algumas pessoas podem partir de nossas mãos sem jamais partir completamente de nossa existência.
Elas permanecem na maneira como falamos, nas coisas que aprendemos, nos gestos que repetimos sem perceber, nas histórias que contamos, nas músicas que ainda nos comovem, nas palavras que herdamos e até naquele silêncio inexplicável que às vezes chega quando uma lembrança atravessa o coração.
Talvez seja isso que reste quando tudo parece perdido.
Não a posse.
Não a presença.
Mas a transformação.
Amamos alguém e nunca mais somos exatamente a mesma pessoa.
Por isso continuamos amando, mesmo sabendo que um dia poderemos perder aquilo que amamos.
Porque a alternativa seria atravessar esta breve existência intactos, protegidos e vazios.
E talvez a maior derrota de uma vida não seja terminar com o coração marcado pelas pessoas que amamos.
Talvez seja chegar ao fim com o coração perfeitamente inteiro porque nunca tivemos coragem de entregá-lo.

Quando a empatia se apaga, sobra apenas o vazio de corações que perderam a capacidade de amar, ferindo o mundo com a mesma facilidade com que respiram.

"Amar é reconhecer na presença do outro um abrigo para a alma, onde aparência alguma tem valor maior que a paz que ela traz ao coração.”

“O Cupido errou minhas flechas para que o tempo me preparasse para amar a pessoa certa, no instante exato.”

Livre pra amar sem medo,
mas sábia pra escolher quem fica.
Meu coração é casa…
só entra quem sabe cuidar.

Conexões da alma 🤍


Eu posso te amar
sem te prender nas minhas mãos.
Posso te querer perto,
mas ainda assim sorrir
se a tua alegria vier de outro abraço,
de outra voz,
de outro caminho que não cruza o meu.


Porque amar, do meu jeito,
não é possuir —
é desejar que floresça,
mesmo que o jardim não seja o meu.
Eu me sinto em paz
sabendo que quem eu quero bem
está bem.
Mesmo que eu não seja
o motivo do teu riso,
sou sincera no desejo
de que ele exista.


Viemos sozinhos ao mundo,
e por mais que as conexões aqueçam a alma,
nem todo mundo permanece.
Alguns são estação,
outros são ponte,
outros são só vento que passa —
mas todos deixam marcas.


E cada marca é história.
Cada despedida, um capítulo.
Cada presença, ainda que breve,
é prova de que viver
é colecionar passagens
e aprender a amar
sem perder a leveza de deixar ir.

⁠"Ame o próximo, mas, se o próximo não lhe amar, ame o próximo."

Sem tempo para brigar
Porque só tenho tempo amar

A Paraíba também é um local para amar

Seja no sertão ou no mar,

Contigo quero passear

De mãos dadas no Pavilhão do Chá.



Do alvorecer ao crepúsculo no Rio Sanhauá

Quero você agarrado na minha cintura,

Indo muito além do forrozar

Vamos juntos namorar...



Eis-me aqui, e você aí

Dá até para escrever uma letra de forró,

Quando você não está aqui

Porque foi na Paraíba que eu te conheci.



Não existe o 'cedo', e nunca é tarde

Para amar sempre existe tempo,

Aos poucos vamos nos aproximando

Por causa desse amor que está florescendo...

⁠Amar é viver a poesia sem linhas.

O relógio e o tempo são invenções humanas,
criadas para o amor desafiar e subverter.
Amar de verdade é só para quem tem
coragem de sair de si para no outro viver.


Não existe erro e nem acerto na rota,
e sim alinhamento em uma só trajetória;
É só prestar um pouco mais de atenção:
estão abertas a porta e as janelas do coração.


O Ipê-amarelo-da-mata em floração agostina
em Santa Catarina dirá muito dessa confissão
que no embalo romântico têm sido escrita.


Somos livres. Não haverá nada que nos impeça
seja na água, no ar ou mesmo aqui na terra,
porque com pressa ou sem, só amar nos interessa.

Migração estelar radial
do meu peito para o seu,
e do seu peito para o meu.


[Amar é o objetivo central.]

Eclipse solar
na Via Láctea
e no espaço de amar.

Eclipse lunar
no espaço de amar
da Via Láctea.

Seja na eclipse solar
ou na eclipse lunar:
vamos nos amar.

Odiar é mais fácil do que amar, mas prestem muita atenção!


Não quero diminuir o Sudão e nem o Sudão do Sul, eu os amo de paixão, mas o que fizeram com eles quando havia unidade territorial é de uma covardia sem par devido a dificuldade deles de terem uma comunicação unificada entre eles que desencadeou nesta guerra interminável.


Nós brasileiros, por termos unidade no idioma temos o dever de aprender e domesticar em nós os impulsos e a hora de parar.


Esta rixa entre regiões é um veneno programado para separatismo para nos fragilizar e alguma potência roubar as nossas riquezas.


Sinceramente, não estou nem aí se alguém vai me chamar de doida, mas eu acompanho geopolítica até porque a minha história ancestral tem muito desta carga histórica de guerras e de ocupações.


Espero que a nossa sociedade reflita e pare definitivamente com estes choques para o nosso próprio bem.


Divisões internas sempre colapsaram países. Nunca deu para brincar no passado e hoje menos ainda.


Todos nós temos o que perder. Encarecidamente vamos nos entender acima das diferenças regionais e ideológicas.


Desculpem desabafo, resolvi escrever isso porque o algoritmo do Facebook está me soterrado sem eu pedir de posts que estão me preocupando.


É relevante lembrar que o Facebook está sendo processado no caso do genocídio do povo rohingya, embora já tenha reconhecido que falhou em ser ágil para impedir a desgraça.