Combate

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O narcotráfico sabe que é melhor corromper o Estado do que combatê-lo.

⁠No combate aproximado a distância favorece quem tem a melhor técnica!

O combate é um ser vivo que muda e tem milhões de formas. Mas procuro focar na maior parte dos casos e não nas exceções.

"No combate, ninguém supera o próprio treinamento. Não nos elevamos ao nível das nossas expectativas; descemos ao nível do nosso treinamento."

⁠É desanimador quando palavras como combate a corrupção e patriotismo saem da boca da hipocrisia e desonestidade.

⁠Só os sábios, escolhem suas ferramentas, para o combate, mas só os persistentes e corajosos vencerão.

25 de agosto Dia do Soldado.


Veste a farda com respeito,
não empunha por rancor.
Seu combate é sempre feito
pela paz e pelo amor.


Onde o medo quer reinar,
ele ergue a proteção.
Faz da paz seu caminhar,
e da fé, sua missão.


Benê Morais

"COMBATER O BOM COMBATE É A MAIOR VIRTUDE: COMBATER O VÍCIO DA PREGUIÇA, DA DROGA, BEBIDA, CIGARRO, TEIMOSIA, TROCAR A IGNORÂNCIA PELO ESTUDO, A FRAQUEZA PELO ESFORÇO, SÃO DÁDIVAS DE DEUS, PEÇA QUE ELE TE AJUDARÁ" Ademar de Borba

A Obra "Poesia de Combate" analisada é de autoria de Michel F.M. (pseudônimo do poeta, escritor e compositor paulista Bruno Michel Ferraz Margoni). Nascido na cidade de Salto, interior de São Paulo, o autor é conhecido por uma vasta produção independente que transita entre a literatura, a filosofia, o jornalismo e o rock alternativo. [1, 2]


Sua assinatura artística se consolida exatamente nessa fusão entre a palavra escrita e o espírito contracultural. [1]


O Estilo do Autor refletido na Obra


O viés combativo visto no poema reflete as principais marcas da trajetória de Michel F.M.: [, 2]


Projetos Editoriais de Combate: O autor assina antologias e projetos independentes como o "Revolesia" e obras de forte cunho crítico e social, como o "Poesia Pandêmica" — textos marcados pelo tom cáustico e pela reação direta aos períodos de negacionismo, opressão política e alienação social. []


O Pseudônimo e a Insubordinação: Autodefinido em suas plataformas como um "sujeito insubordinado e perito em contradições", a escolha de usar siglas (F.M.) evoca um tom quase clandestino ou militarizado, dialogando intimamente com a proposta de "guerrilha urbana" e invisibilidade tática descritas nos versos analisados. [1]


A Palavra como Ação Material: Na visão artística de Michel F.M., o texto não existe para o mero deleite estético; ele enfatiza "a relevância da materialização de nossas ideias em atos". O poema da caneta/arma exemplifica com exatidão essa filosofia: o poema escrito é bom, mas o gesto concreto de parar o opressor é o seu desfecho lógico e necessário.
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A lírica de Michel F.M. em seu livro Poesia Pandêmica ou O Improvável Florilégio das Aventuras Impossíveis (2021) opera exatamente no limite entre o confinamento físico e a asfixia social. Longe de ser um mero diário de isolamento, a obra funciona como um relato cáustico, brutal e claustrofóbico de um mundo fraturado pela crise sanitária e pela degradação política. [1]


O tom "ácido" da obra se manifesta na recusa do autor em romantizar a dor ou o recolhimento, canalizando sua escrita para um ataque frontal contra o negacionismo, a apatia e a desumanização. [1]


1. O Esfacelamento das Estruturas e a Crueza Verbal


A claustrofobia de Michel F.M. não decorre apenas das paredes de uma casa fechada, mas do aprisionamento em uma realidade governada pela ignorância coletiva. O autor recorre à repetição obsessiva de termos que indicam destruição, criando um efeito rítmico sufocante:
"Teu sorriso esfacelou,
Tua esperança esfacelou,
Teu sonho esfacelou,
Ela não vai voltar."


O verbo "esfacelou" (que remete a carne podre, destruição de tecidos e desmoronamento estrutural) dita o tom da obra. Não há espaço para o luto poético tradicional; a perda é tratada com violência biológica e irreversível. [1]


2. O Vírus Político e o Desprezo pela Vida


A acidez do autor atinge seu ápice quando ele remove o foco da tragédia do vírus puramente biológico e o transfere para a responsabilidade humana e governamental. Para Michel F.M., o verdadeiro agente patogênico é de ordem moral: [1]
"Não foi o vírus que a matou,
Foi o desprezo pela vida,
De quem nem mesmo a conheceu." [1]


"[...] Foi a tolice desmedida,
De quem negava o inegável." [1]


O confinamento, portanto, torna-se claustrofóbico porque o eu lírico se vê preso a um ecossistema social gerido pela ignorância. O poema assume um papel de denúncia jurídica de um crime humanitário cotidiano. [1]


3. A Inexistência de Vacina para a Estupidez


O ponto central da atmosfera corrosiva da obra reside no diagnóstico de que a ciência pode curar o corpo, mas não possui recursos contra a falência ética da sociedade: [1]
"Quem a matou não se deu conta,
Que a negligência contamina,
Não há vacina, pra estupidez."


A "estupidez" e a "negligência" são tratadas como vírus invisíveis, transmitidos pelas "inofensivas idas e vindas" daqueles que minimizavam a letalidade do período. A claustrofobia nasce do pânico de saber que o perigo não está apenas no ar infectado, mas no comportamento banal do outro na esfera pública. [1]


4. Estética do Confinamento: O Labirinto Mental


Ao longo da antologia, o confinamento força o eu lírico a voltar-se para dentro, transformando o cérebro em um campo de batalha neurobiológico de resistência. É uma poesia escrita por quem experimentou os breves relances de lucidez em meio ao delírio da massa. [1, 2]


Linguagem Despida: Evita-se o preciosismo métrico para focar no soco verbal. [1]
O Antifascismo Clínico: Assim como no poema do "dispositivo pontiagudo", a ciência e os termos lógicos são usados para desarmar a barbárie. [1]
A Recusa ao Consenso: Há uma necessidade explícita de discordar do falso otimismo, preferindo o gosto "amargo" que salva à ilusão que aliena. [, 2]


Poesia Pandêmica consolida a escrita de Michel F.M. não como um refúgio lírico para escapar do isolamento, mas como um manifesto de confinamento, onde a palavra ácida atua como o único respirador artificial possível contra a asfixia civilizatória. [1]

O que define as pessoas é o combate entre a delicadeza e a brutalidade.

O combate ao crime exige força; o combate à arbitrariedade exige limites. Uma democracia precisa dos dois.

Sem Deus, todo conhecimento do mundo é um armazém entupido de munição sem soldado para o combate.

O vilão moderno não te combate, ele te converte. Ele sorri e abraça; finge empatia para te escravizar numa servidão ideológica permanente.”

A Riqueza Infinita não se combate com armas de ódio, mas com a superabundância do bem; onde o mal coloca escassez, a visão de prosperidade joga luz.

IRMÃOS, AO BOM COMBATE!
Catarina Labouré / Irmã Zoé .
Irmãos queridos,filhos desta pátria bendita,onde a luz do evangelho resplandece com as normas do amor de Nosso Senhor Jesus Cristo,que se exprime como sendo ainda como sempre será a Pátria e o coração deste mesmo amor benemérito e sem destinos prepostos por rótulos que não definem a jornada triunfal do bem.
Filhos de tantas terras enquanto andastes nas trajetórias carnais,todos somos convocados a ouvir o tilintar dos tempos que sacodem os que sussurram,pois;o silêncio dos pacíficos,começou a gritar e a se fazer ouvir,para as mudanças que esperastes a séculos que caminham lado a lado com a progressão humana.
Tremores morais que dormitavam não na matéria,mas na alma que já fecundada pelo semeador das estrelas,iniciam-se em férteis raízes que cada um em si,encarnados e desencarnados alimentam com a abundância que vem sendo transmitida em nome da paz,da esperança e da fé sólida que o Mestre maior,embaixador do Pai infinito na terra permite que já os galhos se estendam sobre todos!
Espíritos que somos,sem elevarmo-nos por estarmos desalojados do corpo,não nos faz indiferentes as lutas que travastes no mundo onde ninguém ignora que há choro e rangeres de dentes,rumores de guerras,doenças invasoras...
Mas bem sabeis,ainda não é o fim! Mas sim meus amados,o início de novos crepúsculos que a árvore frondosa do evangelho vem ha séculos junto com as plêiades de amigos do bem,erguem novos horizontes.
Mas,não confundamos ou nos percamos na tempestade onde quem está no leme é o senhor do amor e pelo mesmo,conclama todos espíritos que relembrem que pertencemos todos à verdadeira morada de origem imortal e que antecede a mais rústica matéria.
Todos,sem os que amam Jesus,saberão como agir,sem se macular com a inatividade,mas sim, com a ação feliz de saber dar pela sua pátria de então,as forças necessárias para que o único sangue desejado seja aquele que impulsiona todos os praticantes do direito que possuem,saibam também relembrar dos deveres que lhes cabem.
Oremos e vigiemos sempre,meus filhos,sempre uma vez mais,pois nunca que agir pelo toque suave da calmaria que Jesus faz da e na tempestade,estejamos de braços dados a ele!
Falanges desprovidas ou que não se nortearam mesmo nas pátrias que os abraçaram,agindo ali sempre sem ponderação e amor,por não aceitarem aquele que denominam como o cordeiro,investem de forma massante nos períodos críticos de todas as regiões. O Brasil é o coração do mundo e a pátria do evangelho,mas não olvidemos,que é pertencente a todos,até mesmo aos que gargalham com a desordem,mas a tempestade se acalmará porque tudo está de antemão nas decisões de venerandas e missionárias entidades com ordens diretas de Deus.
A terra se convulsiona em seu todo sentido...
E a terra prometida vigora dentro das perspectivas que cada um dos dois planos podem realizar por ela.Por isso,recorramos sempre,sem cessar aos pensamentos elevados que permitirão que os emissários da luz,continuem agindo e reagindo,pois o mal tem de ser menor,porém cada mente,cada coração,cada gesto pequenino que seja feito com base nas doses homeopáticas do amor de Nosso Senhor Jesus Cristo,fará triunfar primeiro dentro do cerne espiritual repatriando aqueles que labutam nas raízes já fecundadas que estão na carne,mas que não são dela.
Lutemos,mas lutemos com amor,patriotismo e acima de tudo,combatamos o bom combate!
Com a paz de Nosso senhor,muita paz a todos!

ALLAN KARDEC E O VERDADEIRO COMBATE AO MATERIALISMO: A REFORMA MORAL COMO CAMINHO DO PROGRESSO DA HUMANIDADE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Introdução.
Allan Kardec mostrando jamais restringiu o materialismo apenas ao ateísmo filosófico.
“O verdadeiro significado do materialismo segundo a Codificação Espírita”, demonstrando que o apego às posses, ao egoísmo, ao orgulho e às paixões inferiores também constitui expressão do materialismo moral.
“Questões 147 e 148 de O Livro dos Espíritos”, analisando por que alguns homens de ciência chegam ao materialismo e por que a ciência verdadeira jamais conduz necessariamente à negação da alma.
“O comentário magistral de Allan Kardec”, explicando as consequências sociais e morais do pensamento materialista.
“A missão do Espiritismo segundo a questão 799”, relacionando o combate ao materialismo com a educação moral da humanidade.
“O progresso moral acima do progresso intelectual”, utilizando as questões 798, 799, 800, 917 e 982, além de “A Gênese”, “O Livro dos Médiuns” e a “Revista Espírita”.
“O materialismo moral dos próprios espíritas”, mostrando que alguém pode acreditar nos Espíritos e continuar profundamente materialista quando permanece dominado pela avareza, orgulho, vaidade, consumismo, ambição, egoísmo e culto exagerado aos bens transitórios.
“A verdadeira espiritualização”, explicando que ela consiste na reforma íntima, na educação dos sentimentos e no desapego consciente, jamais no abandono das responsabilidades materiais.
“Conclusão”, demonstrando que destruir o materialismo significa restaurar no homem a consciência da imortalidade da alma, da responsabilidade pelos próprios atos e da supremacia dos valores espirituais sobre os interesses passageiros da Terra.
Ao final, incluirei uma seção de “Referências” baseada exclusivamente em fontes doutrinárias confiáveis, incluindo:
“Allan Kardec” “O Livro dos Espíritos” “O Livro dos Médiuns” “O Evangelho segundo o Espiritismo” “A Gênese” “Revista Espírita” “ESDE” “Emmanuel”, por intermédio de Chico Xavier, quando complementar e plenamente compatível com a Codificação.
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As artes marciais japonesas nasceram com os samurais: sem a espada, tudo se resolvia no combate corpo a corpo. ⚔️

É uma ilusão usar artes marciais de punhos vazios em um combate armado.
🚨 Mensagem de conscientização.

⁠Não há guerra sem luta e nem vitória sem combate. Seja forte e lute, acredite que você pode mais, persista e faça o que tem que ser feito pra atingir suas metas e objetivos com determinação, foco e planejamento!

A tolerância com o combate a Jesus Cristo nas faculdades demonstra que a sociedade idolatra o saber humano e apequena a fé.