Combate
Sou pelo combate, sempre e em toda parte, dos três assassinos: a ignorância, o fanatismo e a tirania.
“O problema do tráfico não se combate apenas nas ruas, mas na raiz — é na educação das crianças que se corta o ciclo e se planta um futuro de escolhas, não de correntes.”
Minha arma de combate é a gratidão pelos livramentos que o anonimato da misericórdia me impediu de reconhecer.
Combate ao debate
Até para pedir intervenção militar
É preciso liberdade de expressão
E há quem queira nova ditadura
O que escancara falta de noção
Um saudosista do que não viveu
Prega justiça nas mídias sociais
Vai insultando a torto e a direito
Espalhando o ódio sempre mais
Não existe debate, mas combate
Os "cidadãos de bem" são maus
Implacáveis com seus opositores
Seja em Porto Alegre ou Manaus
Desconhecem a discussão sadia
Desrespeitam outro ponto de vista
Fuzilam sem arma (por enquanto)
Mesmo quem está na zona mista
Tem pássaros voando pra gaiola
E o pior: não sou um comediante
Mas deixo escritos alguns versos
Afinal poderão me proibir adiante.
As artes marciais japonesas nasceram com os samurais: sem a espada, tudo se resolvia no combate corpo a corpo. ⚔️
É uma ilusão usar artes marciais de punhos vazios em um combate armado.
🚨 Mensagem de conscientização.
O Combate ao Machismo se torna muito mais árduo quando é preciso combatê-lo também em Mulheres.
Há constatações que incomodam porque encostam numa verdade pouco elegante.
Esta é uma delas.
Durante muito tempo, acostumamos a tratar o machismo como um problema exclusivamente masculino, como se ele fosse apenas uma coleção de atitudes praticadas por homens contra mulheres.
Mas o machismo é muito mais perverso, muito mais antigo e muito mais profundo do que isso.
Ele não mora apenas em indivíduos, mora em estruturas, em costumes, em frases herdadas, em medos ensinados e em papéis distribuídos antes mesmo que alguém aprenda a escolher.
Por isso, não deveria causar espanto que muitas mulheres também reproduzam lógicas machistas.
O sistema que oprime não pede autorização moral para se perpetuar; ele apenas se infiltra.
Ele ensina meninas a competir entre si pela validação masculina, a desconfiar da liberdade de outras mulheres, a julgar com mais severidade aquela que rompe padrões, a naturalizar a sobrecarga, o silêncio, a culpa e a submissão como se fossem virtudes.
O machismo, quando bem-sucedido, faz a própria vítima acreditar que está defendendo a ordem, a decência, a família ou o “certo”, quando na verdade está ajudando a manter de pé a mesma engrenagem que a diminui.
E é justamente aí que o combate se torna mais complexo.
Porque enfrentar o machismo em homens costuma parecer, ao menos à primeira vista, um confronto mais visível: há um agressor identificável, um privilégio mais explícito, uma postura mais fácil de nomear.
Já quando ele aparece no discurso, no comportamento ou no julgamento de mulheres, tudo ganha zonas mais cinzentas.
Surge a tentação de relativizar, de poupar, de fingir que não é a mesma lógica em ação.
Mas é.
Com outra voz, às vezes com outro tom, mas é.
Isso exige uma maturidade rara: compreender que pertencer a um grupo oprimido não imuniza ninguém contra a reprodução dos desvalores do opressor.
Sofrer uma estrutura não impede que se participe dela.
Aliás, muitas vezes é justamente a necessidade de sobreviver dentro dela que faz com que se internalizem seus códigos.
Não por maldade pura, nem sempre por convicção consciente, mas por adaptação.
Há mulheres que aprenderam a condenar outras mulheres porque foram ensinadas a acreditar que este era o preço da respeitabilidade.
Há mulheres que policiam corpos, roupas, desejos e ambições femininas porque foram treinadas para ver perigo em toda liberdade que elas mesmas não puderam viver.
Isso, porém, não deve levar à caricatura fácil nem ao cinismo barato de dizer que “as mulheres são as piores inimigas das próprias mulheres”.
Essa frase, embora sedutora para quem quer simplificar tudo, presta um enorme favor ao próprio machismo.
Ela desloca o centro do problema e transforma uma engrenagem estrutural em disputa pessoal.
O foco não deve ser acusar mulheres como origem do machismo, mas reconhecer que a dominação é tão eficiente que consegue recrutar até mesmo aquelas que prejudica.
O verdadeiro enfrentamento, então, cobra muito mais do que indignação: cobra discernimento.
É preciso denunciar sem desumanizar, corrigir sem humilhar, conscientizar sem transformar toda divergência em guerra palavrosa.
Porque nem toda reprodução de machismo nasce da perversidade; muitas nascem da herança.
E heranças culturais não se desmontam apenas com raiva, mas com lucidez, firmeza e trabalho paciente de revisão.
Combater o Machismo nas Mulheres é, no fundo, uma das provas mais duras de que essa luta nunca foi apenas contra homens.
Ela é contra uma mentalidade civilizatória que organizou afetos, poderes e expectativas por séculos.
E talvez a parte mais dolorosa dessa batalha seja admitir que o inimigo, muitas vezes, não aparece com a face clássica do dominador, mas com a familiaridade de quem aprendeu errado e, sem perceber, passou a propagar o erro adiante.
Desfazer isso dá mais trabalho porque obriga a luta a sair do conforto das caricaturas.
Obriga a reconhecer que a mudança real não acontece apenas quando se enfrenta quem oprime de cima, mas também ao interromper a reprodução cotidiana da opressão entre iguais.
E isso é muito mais difícil, muito mais delicado e muito mais demorado.
Mas também é muito mais honesto.
Porque nenhuma transformação profunda acontece de verdade enquanto se combate o machismo apenas onde ele é mais barulhento, e não também onde ele é mais íntimo.
Ou você se desafia a encarar o combate. Abraçar de frente a árdua caminhada, ou então, se acomoda e deixa tudo como estar!
'' FUGA DA REALIDADE''
viver na vida dura,
Travar um combate,
Com a alma insegura,
A dor logo nos abate,
A realidade tortura,
E a loucura nos invade.
Procuramos algo para esquecer.
Alguém para sempre nos beijar,
Um romance trágico para ler,
Um cigarro para fumar,
Uma garrafa de whisk para beber,
Ou simplesmente podemos rezar.
A realidade vive em confusão
O melhor é sonhar, e viver na ilusão.
Reflito e analiso minhas próprias imperfeições, procuro trabalhá-las incessantemente para combatê-las.
O derrotado pra mim não é aquele que foi vencido em um combate, mas aquele que não lutou porque temeu ser vencido.
Já duravam alguns muitos minutos aquele combate calado. Mesmo sendo um diálogo feito sem som algum, as palavras fluiam nitidamente a cada baixar de cílios... E os olhos conversavam. Agora, profundamente.
Não deixe o medo se tornar Imperador de seus sonhos, você pode combatê-lo. Liberte-se, desperte, rebele-se. Seja o revolucionário de sua própria vida.
Saímos de nossas relações amorosas como se estivéssemos saindo de um combate.
Totalmente dilacerados, com a alma em frangalhos e o coração em trapos...
Mesmo assim não desistimos de amar. Pois ainda não inventaram um melhor remédio para curar o amor do que outro amor
