Colher Frutos
Eu quero encher o Teu celeiro
De frutos que eu colhi aqui
Onde eu plantei Tua palavra
Ah! Quantos salvos pra Ti
Recebe ó Deus no Teu Reino
Os frutos que eu colhi aqui
Onde eu plantei Tua Fé
Só vencedores eu vi
Sem medo de julgamentos apenas vivo...
Colho os frutos de tudo que semeio e sigo sorrindo;
Junto os cacos da tristeza, das decepções, dores, dúvidas e
os coloco ao favor do vento para que os leve embora
e sigo meu caminho, sem olhar para trás.
"A árvore produz frutos, mas são colhidos e até muita das vezes roubados. Mas ela continua à produzir porque o talento em produzir ainda continua sendo dela. Assim temos que ser, continuar a produzir porque o talento em produzir ainda continua sendo nosso... roubaram apenas os frutos"
Quem não sabe escolher, vive na indecisão e tenta semear a ilusão na colheita de frutos que nem foram plantados.
Frutos...
Sua colheita será resultado da combinação adubo(conhecimento) + atitude(empenho) no solo(sua vida)!
Sementes
Colhi alguns frutos...
Na esperança de separar algumas sementes...
E deixei no Sol a secar...
Após a secagem...
Separei algumas...
Distraído...
Esqueci de planta-las...
A chuva caiu...
O vento murmurou...
E pelo tempo se degradaram....
Soprei ao léu...
E pelos campos caíram...
Silenciei....
Voltei ao pomar....
E busquei outros...
Mas ja era tarde demais...
Pois alí...
Não haviam mais frutos...
E não mais os encontrei...
Em uma primavera qualquer..
Algumas flores vieram...
E como poeta...
Senti um cheiro no ar a exalar...
De risos em risos...
Uma flor faceira de uma laranjeira emergiu...
Bela...
E suas pétalas eram de encantar...
Ao sentir aquele odor...
Percebi eu....
Que uma lágrima sentida em minha face caiu...
Enxerguei que...
Daquelas sementes que um dia despercebido deixei no tempo..
Apenas uma única vingou...
Naquela plantação onde eu caminhava...
Maquiei minha lágrima....
Na existência de uma poesia....
Relatei em minh'alma...
Tudo que tinha chorado...
Busquei então...
Adubos extras a esse pé de fruta para adubar....
E acordei....
Com retalhos do poema esquecido...
Emergindo dentro de mim...
Trazendo essa inspiração...
O pomar onde eram escassos os seus frutos...
Contemplei...
E hoje...
E em cada outono que se aproxima...
Faço de mim...
Sementes...
E arranco de cada poesia que faço...
A magia da plantação....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Os frutos da paciência demoram um bom tempo para vingar, mas no tempo de serem colhidos, são abundantes e com um sabor delicioso.
" Quanto mais você se qualificar, melhor ficará seu dinheiro, pois colherá os frutos, o grande empasse é o tempo, a resiliência e o quanto aguenta apanhar".
Os frutos são sempre mais doces para quem os cultiva do que para aqueles que só aparecem nas colheitas, mas muitas vezes os que aparecem nas colheitas não são os mesmos que apareceram nas sementeiras e nos plantios.
Viver é preciso
Plante, cultive e semeie amor
Pois sempre colhemos os frutos
Daquilo que a gente plantou.
Aproveite das águas correntes da vida
Antes que passe, pois na verdade...
Águas passadas...
Não moverá os moinhos da felicidade.
Viva sua juventude, pois o mundo nos ilude
E nem tudo pode ser como você sonhou
E quando você acordar...
Quem sabe o show da vida, já terminou.
Sonhe com aquilo que você vive hoje
Pois o amanhã pode ser tarde
E desse sonho você já acordou.
Coma do pão de cada dia que a terra lhe dá
Sem se esquecer que um dia, ela quem lhe comerá.
Viva sem desprezar a sorte
Pois o filme da vida carnal é sem corte
E só termina quando a morte chegar.
