Coleção pessoal de valter_bitencourt_junior
O pior não é o "beijo entre mulheres", e sim, mulheres sendo assassinadas, devido ao machismo. Todos os santos dias ao ligar a televisão há um caso de feminicídio diferente, homem mata mulher, mulher é assassinada... A sociedade se torna hipócrita, preconceituosa, quer sempre julgar, condenar o outro pela escolha sexual!
Doar-se: Você Já Foi o Motivo Da Felicidade de Alguém?
É necessário se doar, para entender o verdadeiro significado do amor. Muitas das vezes o ser se mostra egocêntrico, a vida muitas das vezes torna a pessoa rude ao longo do tempo. Se doar é abrir o coração para o que há de bom.
Matar a vaidade que há dentro de si, matar o preconceito que há dentro de si, e se doar, para a vida. Se doar, sem querer nada em troca, se doar, e viver a vida (Carpe Diem). Aproveitar o dia de hoje, é saber se doar, para o próximo, para a natureza, para os animais, para o que circula por volta.
Enxergar o que há de menor, os bons sentimentos cultivar, tudo isso é amor, o amor universal, que parte de um para o outro, o amor fraterno e materno. Se doar é dar um pouco de si, e se curar de todos os males, do ego.
Plantar o amor e regar todos os dias, cultivar o que há de melhor, bons pensamentos, boas ações, quem você ajudou hoje? Quem você vai ajudar hoje? Você já cuidou de si mesmo hoje? Quem você vai alegrar hoje? Você já foi o motivo da felicidade de alguém?
Somos muitas das vezes preconceituosos dizendo não sermos
Ainda existe o preconceito, e quando falamos de preconceito sabemos que não existe um único tipo de preconceito, existe vários tipos de preconceito. Hoje em dia vivemos no meio de uma sociedade que diz não ter preconceito algum e muitas das vezes acaba sendo preconceituosa, acredito que todos nós carregamos dentro de si um tipo de preconceito, e temos de matar o preconceito que carregamos dentro de si.
Muitas das vezes temos a capacidade de analisarmos as más atitudes dos outros, mas somos incapaz de analisarmos a nossa própria atitude, o quanto erramos em nossas ações, em nossos argumentos, que muitas das vezes visa apenas mostrar que estamos certos e os demais estão errados.
Ainda existe o trabalho escravo, ainda existe a marginalização do negro, como se apenas negros fossem marginais, ainda existe a separação de pessoas na criação de igrejas, ainda existe a homofobia, xenofobia, e o que hoje em dia definimos de racismo (separação da raça humana, como se o ser humano fosse de várias raças, e não fosse uma única espécie), ainda existe o machismo.
E diante a cada problema que temos em nossa sociedade, todo dia nasce mais pessoas com discurso de ódio, intolerância, pessoas rotulistas, que vivem rotulando umas as outras, de comunista, marxista, fascista… mesmo ela não se encaixando em nem uma dessas definições. Todo dia nasce pessoas querendo vencer o discurso através do grito, pessoas que querem ditar umas as outras, o que tem de fazer ou não.
E por nossa vez, esquecemos muitas das vezes do nosso próprio umbigo, e quando escrevo no plural, incluo-me a todas essas pessoas, até porque também tenho de analisar as minhas atitudes, para que não alimente, o que tanto venho lutando para que um dia seja extinto.
Em certos casos, o melhor do casamento é a separação. Principalmente quando o casal vive brigando, agressões verbais e até física. Separar, muitas das vezes, é uma forma de se libertar!
Amar é deixar o outro ser livre, todo ser humano é livre por natureza, todo casal que quer ser feliz tem de saber respeitar o espaço do outro, ter algo chamado afinidade, saber dialogar sem ferir...
Para muitos é normal prenderem e matarem negros e negras que moram na favela, e em outras localidades também. Porque, também morre negros e negras em áreas nobres, e muitos são criminalizados, pelos o que dizem lutar contra a violência em nosso país.
É muito mais fácil condenar a vítima do que o opressor, porque nem todos querem se colocar no corpo da vítima. Logo faz da vítima de “vitimista”, como uma pessoa que se esconde por detrás do que muitos veem como um fracasso, ou seja, “ninguém mandou nascer com o cabelo duro, com a pele preta, na favela, como muitos dizem ninguém mandou ser ‘favelado'”. O ser gosta de pisar no outro, principalmente quando ela percebe que o outro se encontra no chão, logo nasce as separações e exclusões sociais.
Temos uma favela marginalizada que nem sempre é aceita no mercado de trabalho. Para muitos o negro ou a negra que luta pelo seu direito, tem de calar a boca, logo o difama de “vitimista”. São tão marginalizados, que não podem muitas das vezes montar uma guia e sair vendendo, que a prefeitura prende, nem sempre pelo fato de ser negro ou negra, mas por ser de menos condições de vida e pertencer a uma classe menos favorecida.
Diante ao preconceito, basta não ter boas condições de vida, nem sempre por ser negro ou negra, que o ser é descriminado, ele também é descriminado de acordo com a condição de vida, e até pela opção sexual. O que eu sei é que, é difícil encontrar uma pessoa que diga ser branca no Brasil, que não tenha um pouco do sangue de negro ou negra correndo pelas veias, mesmo assim o preconceito ainda existe, em nosso país.
Para nossa vergonha, no país da democracia, a polícia mata muito mais do que os que chamamos de marginais.
À procura
Procuro algo em mim
Entre duas pedras
Dentro de um vulcão voraz.
Procuro meu ser poeta,
Que só o meu destino
Pode encontrar!
Onde não sei…
Vejo tudo em neblinas.
Eu não vou perder o meu tempo, tentando explicar qual é o lado correto, se é o lado da direita ou o da esquerda, nos separam em oposição, porque assim fica fácil de nos dominar. Que a sociedade seja pela sociedade!
Rubem Alves, foi um dos únicos escritores que eu vi abordar sobre a eutanásia, e ele abriu a interrogação, do porquê, que um ser humano, não tem o direito de escolha à vida.
Muitos pais passam maior parte do dia-a-dia, ensinando o filho a ser homem e a filha a ser mulher, eles não ensinam o filho e a filha a serem crianças, até uma determinada idade. Se para muitos a criança não tem idade para escolher a sua opção sexual, uma coisa tem que saber, que a criança é curiosa, e ela vai querer tirar muitas dúvidas, e se você não tem a maturidade de explicar ao seu filho ou filha, alguém vai passar na sua frente para explicar, e ai que se encontra o perigo.
A gente sempre quer ser positivo mesmo quando tudo não vai bem. A afinidade é algo incrível, porque quando existe a afinidade entre uma ou mais pessoas, a gente percebe que nada vai bem, apenas no olhar. Quem sabe a gente queira mostrar que tudo vai bem, em palavras escondemos muitas coisas, menos em nossas expressões, ações, olhar… A interrogação sempre vai surgir “como você vai?”, “tudo bem com você”, alguns perguntam apenas por perguntar, e outros não. A gente tem muito o quê aprender com a palavra “afinidade”. Quando a gente passa a confiar no outro ou outra, para desabafar, quando a gente se sente com total confiança, e disso saber ser leal.
Eles não ligam, pouco querem saber se existe o pobre, sabe-se que existe o pobre, e as suas classes, muitos hoje em dia não encontra-se em um estado de pobreza, mas o sistema mesmo assim escraviza-o, através do trabalho, o ser tem de trabalhar, esse é o papel do "cidadão", muito trabalho pouco lazer, e ao longo do tempo quem sabe a decepção, de chegar em uma certa idade e ser abandonado.
É muito mais fácil criarem cadeias, criarem um sistema de opressão do que investirem na instrução pública, muito mais fácil prender do que instruir, é muito mais fácil prender um para meter medo no outro, uma sociedade que vive no medo, vitima do estado, pagadora de imposto, para o sustento do governo.
Nada pior do que o sofrimento, o sofrimento é capaz de levar o ser a fazer coisas que menos imagina, quem sabe ao suicídio, a morte como uma forma de “descanso profundo”. Falar sobre a eutanásia, é necessário, todo ser humano deveria ter o direito de escolher se quer viver ou morrer.
