Coleção pessoal de valter_bitencourt_junior

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Escrevo muitas das vezes o que se passa em nossa sociedade, correndo o risco de ser censurado, pelo Estado e pelo sistema que vivemos - querem calar a minha voz, e não vão conseguirem!

A censura não deve mais fazer parte do cardápio do povo brasileiro.

O artista tem de ser livre, e não se subordinar aos orgãos públicos na busca de um cargo, quem sabe como ministro. O artista tem de ter a liberdade para poder opinar em ambos os lados.

Somente agora parte da sociedade acredita que nunca esteve vivendo num país democrático; quem sabe apareça algo lá na frente para continuar alimentando essa crença, para a própria ilusão social.

O país, na verdade o mundo onde impera o capitalismo, jamais ficará longe da corrupção, não apenas os representantes são corruptos, quanto toda a sociedade se vendeu ao sistema que vivem - corrompem e são corrompidos.

Gosto muitas das vezes de ficar em casa, será que é momento de prisão domiciliar?

Então, tu tome tento com meu coração
Não deixe ele vir na solidão
Encabulado por voltar a sós

Depois, que o que é confuso te deixar sorrir
Tu me devolva o que tirou daqui
Que o meu peito se abre e desata os nós

Fui perdendo a pose
E até sorri, feliz

Você passa, eu paro
Você faz, eu falo
Mas a gente no quarto sente o gosto bom que o oposto tem
Não sei, mas sinto, uma força que embala tudo
Falo por ouvir o mundo, tudo diferente, de um jeito bate

Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas trilhas caminham pra gente se achar, viu?

Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas trilhas caminham pra gente se achar, viu?

Me mostre um caminho agora
Um jeito de estar sem você
O apego não quer ir embora
Diaxo, ele tem que querer

De todo o amor que eu tenho
Metade foi tu que me deu

Pobre destes rapazes que tentam lhe fazer feliz!!!

Venha sem chão me ensina a solidão de ser só dois

A linda rosa perdeu pro cravo!!!

Se quer tamanho vou despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu

Simula um toque, que desabroche
Esse teu casto mastigado pelo meu
Se quer tamanho vou despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu

Se quer tamanho vou despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu

Venha sem chão me ensina a solidão de ser só dois
Depois te levo pra casa
Que o teu laranja é que me faz ficar bem mais