Coleção pessoal de saysaysay

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É tempo de mudança, meus amigos
Refaçam suas malas e dêem adeus a tudo que ficar pra trás
As estradas nos esperam, é assim que acontece
E quem sabe daqui a algumas milhas
A gente se encontre a meio caminho de lugar algum
Porque o ciclo nunca termina, e a vida é curta para os que buscam algo.

Sayonara T.

E, sabe, quando você acredita, corre o risco de conseguir.
Ela sabe que vai, mas não tem controle algum sobre o tempo.
E é quando ela se perde na imensidão do universo que o medo aparece.
Quantas vidas vão ser necessárias até que a gente se encontre?

Sayonara T.

Mas o tempo tem um poder estranho sobre as coisas, e ela perdeu a capacidade de distinguir esperança e imaginação.

Sayonara T.

Ela não se importa com muita coisa, sabe?
Ela só precisa saber que ainda existe um jeito.
Que de tantas coisas que se perderam pelo caminho, ele ainda vai estar lá.

Sayonara T.

É como se fosse raiva, mas não é.
Eu não posso deixar a falta de palavras no vocabulário limitar o que eu sinto.
Pra longe. Mais e mais.

Sayonara T.

Dormir e acordar pior.
Fim dos tempos.

Sayonara T.

A gente tá dançando essa dança sozinhos, amigos.
Eu, em particular, tenho um histórico interessante sobre isso.
Dançando sozinha.
Sempre foi assim.
Sempre vai ser

Sayonara T.

Desanimada ou não, ninguém pode parar.
Eu não vou parar.
E quando o cansaço bater...


eu revido.

Sayonara T.

Desde que eu nasci eu acho que tô atrasada, como se eu tivesse perdido a minha limousine e tivesse pego uma charrete lenta e com a destinação trocada.

Sayonara T.

Voe, Liz.. segunda estrela à direita, direto até o amanhecer - eu sei que você sabe a direção.
Eu vou te encontrar.

Sayonara T.

E quanto a todas as estrelas que se explodiram? Seria uma benção ou uma maldição estarmos tão longe a ponto de ainda sermos aptos a enxergá-las na escuridão do céu noturno?


Talvez eu só precise ir pra longe.

Sayonara T.

Não se deve confiar em correntes amarradas ao vento, menina. Não tem nada do outro lado pra te segurar.
Qualquer brisa te leva e você se perde.

Mas essa é a corrente mais resistente, senhor. A que te mantém em cativeiro sem chaves nem cadeados, e, devo dizer, era tudo muito lindo.

Sayonara T.

"Tudo que vai, volta
Tudo que vai, volta
Tudo que vai, volta" - ela pensa. E repete 7 vezes, só pra garantir.

Sayonara T.

Você consegue me ver no meio dessa multidão?
Sonhando com todas as coisas que eu jamais farei?

Sayonara T.

Mas contra todas as expectativas, eu ainda to aqui, não tô?
E eu ainda tô esperando, não tô?
E só Deus sabe até quando eu vou aguentar ficar sentada aqui, procurando a bendita segunda estrela à direita, me consolando com o céu, me confessando com a lua.

Sayonara T.

Os dias passaram arrastados, mas parece que foi ontem.
E eu falei que tava tudo bem. Eu me prometi.
Mas eu não tenho controle, nunca tive esse poder.
Meus dedos correm sem eu sentir.
Minha dor me põe pra dormir.

Sayonara T.

As vezes eu acho que vou enlouquecer algum dia... como Vincent, ou Franz, só que mais inútil e tals.

Sayonara T.

Eu sempre soube que era só eu nesse mundo, eu e minha imaginação.
Todo mundo é assim.

Sayonara T.

Eu sou daquelas que preferem sentir toda a dor de uma só vez, antecipar o sofrimento.
Não gosto de embalar a minha dor pra viagem. Que ela seja sentida e percebida de uma vez só.

Sayonara T.

Todo mundo tem uma forma de anestesiar a dor.
Não tem porque criticar o método de cada um.
Tem gente que dorme, tem gente que come, tem gente que fuma, tem gente que lê, tem gente que escreve, tem gente que corre, tem gente que para de comer, tem gente que vai pra igreja, tem gente que toma remédio, tem gente que liga o rádio.
Todos os métodos são certos e errados.
E sempre vai existir um prozac pra cada ser humano.

Sayonara T.