Coleção pessoal de testeteste123
O vento que desce das colinas do Vêneto traz mais do que o frio dos Alpes; ele traz o sussurro daquilo que nunca foi escrito nos registros civis. Em toda grande linhagem, há uma verdade que não se espalha aos quatro ventos, mas que se transmite no calor de um abraço ou no silêncio que se instala quando os mais velhos olham para o horizonte. Para a família Fioraso, esse segredo é o verdadeiro motor de sua resiliência — um mistério profundo, guardado a sete chaves através dos séculos, conhecido entre os iniciados da linhagem como O Segredo da Moeda de Ferro e a Videira de Sangue.
É um pacto de gravidade...
Reno Fioraso
Três almas,
dois amores,
um coração.
Sentimentos sem ilusão,
sem pretensão.
O que dois não sabem,
três vivem.
Há dias em que minha mente atravessa mil caminhos antes que eu complete uma única frase. Este perfil é um abrigo para os pensamentos que conseguiram encontrar uma forma de existir além de mim.
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"O peso de estar sozinha a dois"
Não é sobre onde você dorme,
nem sobre quem te faz companhia.
É sobre o lugar que ocupo na tua vida
quando me falta você todos os dias.
Não é sobre proibir teus passos,
nem escolher quem pode te abraçar.
É sobre ter tão pouco da tua presença
e ainda me sentir errada por sentir,
por temer, por me importar.
Você chama de insegurança,
mas nunca pergunta de onde vem.
É fácil julgar o medo de alguém
quando não se enxerga
o vazio que se mantém.
Eu não quero ser tua dona,
não quero vigiar teu coração.
Só queria que a minha existência
não parecesse um incômodo
quando expresso uma preocupação.
E o que mais dói não é a distância,
nem a noite que você escolheu passar.
É perceber que, diante de outra pessoa,
você não teve cuidado
com a maneira de me tratar.
Porque eu posso até ter meus medos,
posso não saber tudo compreender,
mas estar insegura não me faz menor,
nem te dá o direito
de me ferir para se defender.
Eu também mereço delicadeza.
Também mereço consideração.
Não quero ganhar uma disputa,
muito menos implorar por atenção.
Quero um amor em que a presença
não seja favor, nem obrigação.
Em que eu possa dizer que algo dói
sem receber arrogância
como resposta à minha emoção.
Porque existe uma solidão estranha
que não depende de estar só.
É ter alguém a quem chamamos de amor
e ainda precisar engolir a própria voz
para não transformar a dor em pó.
E talvez o que mais me entristeça
não seja o que você fez esta noite,
mas perceber que, enquanto tento explicar
por que certas coisas me machucam,
você parece mais preocupada em se defender
do que em me escutar.
Eu não quero te prender.
Não quero te ensinar a amar.
Só não quero continuar me diminuindo
para caber num lugar
onde eu também deveria importar.
Porque amar alguém não deveria exigir
que eu me acostumasse à ausência
e ainda pedisse desculpas
por sentir falta de presença.
NINGUÉM NASCE PRONTO.
A borboleta não nasce pronta. Ela rasteja, se recolhe, se transforma no silêncio do casulo para então ser bela e voar. Assim somos nós. As dificuldades não são o fim, são fases. Cada dor nos ensina, cada espera nos prepara. Não tenha pressa de ser borboleta, respeite seu processo.
Em tempos em que a polarização política cega corações e endurece olhares, parece que deixamos de enxergar o ser humano por trás das opiniões. O respeito se perde no caminho, e o ódio, disfarçado de convicção, encontra morada em ambos os lados.
Tão envolvidos pela certeza de que o outro está errado, muitos já não se permitem explorar novos caminhos. O medo do desconhecido, o receio de que tudo possa piorar, faz com que nos agarremos à ideia do "menos pior", como quem se prende a um porto por medo do mar aberto.
Mas o tempo passa. As eleições terminam. As bandeiras são guardadas. Os discursos perdem a força.
E então resta o que realmente foi sacrificado: amizades que não resistiram, relacionamentos que se quebraram, famílias que se afastaram. Feridas abertas por debates que, meses depois, já nem são lembrados com a mesma intensidade.
No fim, a democracia nunca deveria ser apenas o direito de escolher, mas também a capacidade de respeitar quem escolhe diferente. Porque quando o ódio vence o respeito, todos perdem um pouco daquilo que acreditavam defender.
E talvez a maior derrota não aconteça nas urnas, mas no momento em que esquecemos que, antes de qualquer posição política, somos todos humanos.
A verdade é que os dias ruins chegam para todo mundo, e o verdadeiro valor das nossas amizades se revela quando não estamos bem. Se você tem pelo menos uma pessoa que pode chamar no meio da noite sem medo de ser julgado, você é uma pessoa especial. Valorize quem acolhe a sua vulnerabilidade e não apenas a sua alegria.
Quando alguém surge em nossa vida no exato instante em que o mundo parece desabar, é fácil chamarmos isso de serendipidade. Afinal, essa pessoa chega como quem acende uma luz em um quarto escuro, como um abrigo encontrado no meio da tempestade.
Mas o tempo tem suas próprias respostas. Quando os ventos se acalmam, quando as feridas deixam de sangrar e a vida volta ao seu ritmo, resta uma pergunta silenciosa: ela continua sendo?
Talvez a serendipidade não esteja apenas no encontro, mas na permanência. Porque o acaso pode unir dois caminhos por um instante, mas só o afeto faz com que eles continuem lado a lado.
E então descobrimos que algumas pessoas não foram apenas a melhor coisa que nos aconteceu em um momento difícil. Foram a melhor coisa que permaneceu quando a dificuldade já não existia.
O acaso escreveu o primeiro capítulo. O coração decidiu continuar a história.
Resetar a nossa belíssima Constituição Federal é demais para a minha cabeça. Não quero de jeito nenhum pelas mãos de ninguém. Sempre fui defensora da Constituição, ela é incrível e só pede mais implementação.
..incrível como tem certas palavras que acerta o coração em cheio,como se ela fosse criada para atingir o próprio sem barreiras sem distrações, palavras com poder de iluminar qualquer escuridão, palavras que por mais que eu tente explicar mais parece que sou mudo, agora pegue essas palavras poderosas e junte com um olhar e um simples toque,as 3 essências fundamentais que ultrapassa qualquer corpo em busca do seu mais obvio alvo....Coração ahhh o coração ...
Existem portas que simplesmente não são suas. Mas eu bati e a porta se abriu; eu sentia que não era para mim, mas fui ficando, ficando... e, depois de um tempo, tenho certeza de que não é para mim. Quero sair, mas não consigo. Será que, depois de todo esse tempo, não seria melhor eu me recolher? Parece que esperei tempo demais para entender e perceber que a porta nunca foi a minha. Mas você consegue sair; a porta está aberta e a chave está em sua mão.
Eu espero que todos no ano que vem desfrutem das datas especiais sem político nenhum ficar ocupando o nosso espaço mental, porque isso 24h não é vida.
Precisamos ser solidários uns com os outros para romper com esse transe coletivo que bloqueou a nossa simpatia, a espontaneidade e o senso de coletividade.
