Coleção pessoal de testeteste123
É uma crueldade silenciosa tentar arrancar alguém dos braços de quem lhe traz paz, só por pura soberba e maldade.
Querem impor regras sobre um sentimento que eles nem sequer têm a capacidade de compreender ou viver.
O veneno da interferência alheia tenta envenenar a escolha certa, mas o coração sabe reconhecer quem é o seu lar.
Incomoda tanto ver alguém feliz que preferem destruir um futuro inteiro só para alimentar o próprio ego.
Por trás de cada interferência barata, há apenas o medo de ver alguém vivendo um amor que eles nunca tiveram capacidade de sentir.
Não é minha orientação que precisa de defesa.
É o preconceito que precisa aprender
que respeitar alguém não significa
inventar sobre ela aquilo que se quer temer.
O oposto do amor não é o ódio, é essa mania insistente de querer ditar com quem o outro deve ou não ser feliz.
Armam barreiras invisíveis e plantam dúvidas, esquecendo que o amor legítimo resiste aos vendavais da inveja.
Quem tenta afastar duas pessoas pelo egoísmo nunca vai entender a força de um laço construído com o coração.
Interferir na felicidade alheia para impor caprichos é o reflexo mais triste de quem desconhece o amor ao próximo.
Tentam entortar o destino de quem já escolheu caminhar na luz, mas o sentimento verdadeiro sempre acha o caminho de volta.
O Dia Internacional do Folclore é comemorado em 22 de agosto. Em tempo no Brasil, precisamos reconhecer e reescrever o que na verdade são elementos e tradições da cultura popular e os personagens do sagrado, do espiritual e dos encantados das culturas indígenas.Por muito tempo diversos e importantes autores e escritores brasileiros avançaram para dentro da cosmologia sagrada dos povos originários e construíram lendas infantis como se fossem historias populares mas nunca foram. Hoje que os povos indígenas no mundo inteiro ganham vozes é chegada a hora da separação em memoria de todas as lutas de resistência da cultura e em memoria de toda ancestralidade e as ligações com o meio ambiente dos povos originários.
