Coleção pessoal de testeteste123
A tua ausência
Enfraquece o meu sorriso
A tua luz
Faz brilhar o meu olhar
Quando te vejo
Me apaixono novamente
E esse momento
Eu quero eternizar!
Quando percebo que o tratamento na rede social e na vida real é assimétrico em gentileza aos poucos estou eliminando os contatos. O tempo é precioso demais para gastar com quem tem rei na barriga.
A gente tem chamado de "doença" aquilo que se chama "vida". A gente está medicando algo que é próprio da existência que é o sofrimento.
Viviane Mosé
Um dia eu achei que não poderia mais amar alguém que não pudesse estar ao meu alcance em presença .
Eu corri tão longe de você que quanto mais eu fugi mas perto ficamos.
A distância sempre foi um problema pra mim
Mas nunca estivemos distantes
Compartilhamos risos , lágrimas, preocupações,parceria
Compartilhamos desventuras amorosas .
Problemas ,dia a dia.
Ligações de surpresa
E sabe o que descobri?
Que sempre estivemos mais pertos que muitos casais que moram juntos.
Não eramos um casal mas éramos melhores q muitos .
Tínhamos ciúmes e DRs .
E um belo dia eu parei pra observar uma DR e disse ,esse cara tá apaixonado e eu tive certeza que iria me apaixonar .
E o mais profundo que no fundo desde o começo eu sempre soube que iríamos nos amar.
Mas não queria trilhar a distância geográfica .
E no final de tudo isso não diz muito sobre dois corações quando estão dispostos a viver um grande amor.
E não foi diferente com a gente que tá fazendo de tudo pra viver isso um com outro
Somos dois dispostos ao amor.
Eu e vc o meu melhor amigo se tornou meu amor.
Na verdade sempre estávamos ali
Nos amando sem rótulos
E hoje aqui olhando o outro fechar os olhos em uma ligação de vídeo,porque presença é mais que corpo.
Presença é constância é alma .
Eu nunca confessei a ninguém que ela é o grande amor da minha vida, mas é melhor assim. Cansa quando o peito transborda, mas hoje prefiro passar a eternidade no vazio do que vê-la pela última vez, porque sei que vou me tremer todo, congelar, sei lá; o meu maior medo não é o silêncio de ir embora, é olhar nos olhos dela e descobrir que o meu corpo vai travar exatamente na hora em que o meu coração mais precisa falar.
Para tudo aquilo que me feriu, o amor me curou. E esse é o meu maior trunfo. Porque o amor renova, resgata. O amor vem de dentro. É abundante. Nós temos todos os sentimentos dentro da gente, é verdade. Podemos sentir ódio e raiva, amor e desejo no mesmo instante, em direção à mesma pessoa. Mas a única coisa que não nos corrói é o amor. O amor nos alimenta e nos transborda. A raiva só nos faz mal. Às vezes, faz ainda pior com quem sente. Por isso, o amor me curou tantas vezes. Da tristeza, do luto, das despedidas inesperadas. Quando eu não tinha nada, me sobrou amar. A vida, um pássaro cantando na janela. A paisagem na estrada. A natureza acontecendo. A minha imagem no espelho. Uma roupa nova. Uma música nova tocando numa playlist aleatória. Uma nova série, um novo hobby, um novo filme. Amar alguém. Um novo sorriso que sorriu pra mim quando eu já nem esperava sorrir de novo. E sorri. E amei de novo. O amor me salva. Todos os dias.
não me importa quanto tempo vai levar.
Talvez o problema nunca tenha sido falta de amor.
Talvez tenha sido excesso de certeza.
Aquela certeza perigosa de quem acredita que algumas pessoas não precisam ser escolhidas todos os dias porque, de algum jeito, elas já escolheram ficar.
E foi assim que ele aprendeu uma das coisas mais caras sobre amar alguém, não basta sentir. É preciso perceber.
Perceber quando uma conversa está sendo adiada demais.
Quando um abraço deveria durar mais alguns segundos.
Quando alguém está tentando dizer alguma coisa sem encontrar coragem para usar as palavras.
Porque o amor raramente acaba como nos filmes.
Posso me basear no Diário de Uma Paixão, mas
Não existe sempre uma última frase, uma porta batendo ou uma despedida perfeita.
Às vezes ele vai ficando menor em detalhes tão insignificantes que ninguém percebe.
Uma mensagem que não foi respondida direito.
Um encontro que poderia ter acontecido.
Um "depois a gente conversa".
Um orgulho que parecia tão pequeno naquele momento.
E, quando você percebe, já está tentando lembrar em qual dessas pequenas coisas começou a perder alguém.
Ele demorou para entender isso.
Achava que amar era uma coisa grandiosa. Que precisava de declarações, planos impossíveis, promessas que coubessem em anos.
Mas descobriu que talvez o amor more justamente no contrário.
Em prestar atenção.
Em lembrar de uma coisa que a pessoa disse semanas atrás.
Em perguntar como foi o dia e realmente querer saber.
Em escolher ficar mais cinco minutos quando seria mais fácil ir embora.
Em olhar para alguém e pensar:
eu não quero descobrir o valor disso depois.
Talvez maturidade seja isso.
Não saber amar perfeitamente, porque ninguém sabe.
Mas aprender a reconhecer aquilo que não deveria ser tratado como garantido.
Porque existe uma diferença enorme entre ter alguém e continuar tendo alguém.
A primeira coisa pode acontecer por acaso.
A segunda exige presença.
E talvez seja por isso que algumas pessoas só entendam o tamanho de um amor quando já não podem mais alcançá-lo com a mesma facilidade.
Não porque eram ruins.
Não porque não sentiam.
Mas porque confundiram sentimento com permanência.
E permanência nunca foi promessa.
Naquela noite, ele não queria voltar no tempo.
Queria apenas ter tido os olhos que tinha agora quando ainda havia tempo.
E talvez essa seja a parte mais bonita de tudo:
nem todo arrependimento precisa terminar em tristeza.
Alguns servem como mapa.
Mostram onde erramos para que, quando a vida colocar outra pessoa diante de nós, não precisemos aprender a mesma lição duas vezes.
Porque talvez o amor não esteja procurando alguém que nunca erre.
Talvez esteja procurando alguém que, quando finalmente encontrar algo verdadeiro, tenha coragem de não deixar para amanhã aquilo que merece ser vivido hoje.
E talvez, no fim das contas, seja disso que aquela velha frase realmente fale.
Não sobre esperar alguém voltar.
Mas sobre perceber que, enquanto houver tempo, ainda existe uma escolha.
E algumas escolhas são simples:
olhar.
ficar.
dizer.
tentar.
amar.
Antes que o amor precise partir para finalmente ser compreendido.
Porque as vezes ainda não é tarde demais.
Só é preciso parar de agir como se fosse cedo demais.
"Agora entendo por que Deus vive no céu e o diabo na terra: não é fácil conviver com os seres humanos."
suspicaz.
Cheguei em casa e não acendi a luz.
Não porque estivesse com medo.
Era só que, depois de certo tempo, você começa a perceber que algumas coisas ficam mais nítidas no escuro.
Deixei a chave sobre a mesa, tirei o relógio, sentei no sofá e fiquei ali. Sem música. Sem televisão. Sem aquela necessidade moderna de preencher cada segundo com alguma coisa.
Naquela noite, entendi uma coisa estranha:
ninguém tinha armado uma tocaia para mim.
Eu mesmo tinha armado.
Durante anos, desconfiei de todo mundo. Li segundas intenções onde talvez só existissem palavras mal colocadas. Esperei a mentira antes da verdade. Guardei sentimentos como quem guarda munição. Quando alguém se aproximava demais, eu já imaginava a distância que teria de atravessar depois.
Chamava aquilo de experiência.
Era medo com um nome bonito.
O problema de viver esperando o tiro é que, depois de um tempo, você começa a atirar primeiro.
Não necessariamente nos outros.
Às vezes, atira em coisas que poderiam ter dado certo.
Em conversas que poderiam ter sido honestas.
Em pessoas que talvez tivessem ficado.
Em versões de mim mesmo que ainda sabiam confiar.
Percebi isso sentado no escuro.
A pior tocaia não é aquela preparada por quem quer te derrubar.
É aquela que você prepara para impedir alguém de chegar perto o suficiente para fazer isso.
E então veio a parte difícil.
Não havia vilão para culpar.
Não havia mensagem escondida, traição conveniente ou monstro esperando atrás da porta.
Havia apenas eu.
Um homem cansado, segurando a própria vida com tanta força que já não sabia se estava protegendo alguma coisa ou impedindo que ela respirasse.
E talvez essa tenha sido a primeira vez em muito tempo que eu não tentei fugir dessa conclusão.
Fiquei sentado.
Olhei para o escuro.
E deixei que ela doesse um pouco.
Porque talvez eu tenha passado tanto tempo tentando descobrir quem poderia me machucar que nunca parei para perceber quantas coisas eu estava machucando sozinho.
Na manhã seguinte, saí de casa.
Não estava curado.
Não estava transformado.
Não tinha aprendido nenhuma grande lição.
Só deixei a porta destrancada.
Talvez fosse pouco.
Mas, para alguém que passou tanto tempo construindo armadilhas para não ser ferido, aquilo já parecia quase uma revolução.
Porque talvez confiar não seja acreditar que ninguém vai me machucar.
Talvez seja simplesmente aceitar que, se eu passar a vida inteira tentando impedir qualquer possibilidade de dor, também vou acabar impedindo qualquer possibilidade de amor.
E eu já não queria viver assim.
Não queria mais confundir distância com segurança.
Nem silêncio com controle.
Nem medo com experiência.
Naquele dia, não prometi que nunca mais teria medo.
Só prometi que, da próxima vez que alguém chegasse perto, eu tentaria não preparar a tocaia antes de abrir a porta.
“Perdida entre o que digo, o que não quero dizer, o que já disse e tudo aquilo que ainda preciso dizer.”
*"FASE GOOGLE"*
Gente... eu cheguei na pior fase da vida.
É a fase que eu sei a resposta pra TUDO.
E ninguém pergunta.
Sabe aquela fase que você vira o Google da família?
Minha mãe: "Filho, como é que faz pra tirar mancha de café?"
Meu amigo: "Mano, tu acha que ela ainda gosta de mim?"
Meu chefe: "Explica esse relatório pra mim em 5 minutos."
O Google: "Precisamos da sua localização pra continuar."
CARACA. Até o Google me pergunta mais coisa do que as pessoas.
O Google pelo menos fala "obrigado por usar nossos serviços".
As pessoas só falam "ah, valeu" e somem.
Eu virei FAQ ambulante.
"Como supera término?" - 2 minutos de podcast de graça.
"Como faz arroz?" - Receita, modo de preparo e história do arroz.
"Tu tá bem?" - ...silêncio.
Eu sei de cor a solução pra crise mundial, pra ressaca, pra chifre.
Mas ninguém sabe a solução pra "cara, eu só queria um abraço hoje".
O pior é que eu respondi tanto que agora eu respondo até pra mim mesmo:
"Cérebro: e agora?"
"Eu: Pesquisa no Google."
Porque se nem eu me pergunto mais... quem vai?
Obrigado, gente! Se cuida. E se alguém quiser me perguntar como eu tô... eu aceito pix também. Brincadeira... ou não.
(Saul Beleza)
Baroque
Manifestam-se na carne que apodrece,
Na deformidade e na feiura.
A realidade e o divino.
A linguagem humana não consegue dar conta de Deus ou da realidade.
O homem vive dilacerado.
Somos de matéria animal e terrena,
mas desejamos o divino.
A ilusão de um mundo perfeitamente higienizado.
Toda a civilização humana é apenas uma capa fina.
Buscando o divino imanente.
Caos biológico.
Pérola Deformada.
Sou a dor da carne e da alma.
Filosófia existencial.
Sou hipócrita.
Humana que quebra e está aceitando a dor como parte da existência.
Várias mortes.
Aproximação da Essência humana.
Eu sou hipócrita.
Eu sou ingênua.
Aproximação continua e evolutiva da essência humana.
Eu sou hipócrita.
Eu sou ingênua!
Sangue menstrual.
Quebra do Ego.
Epifanias.
Código Morse.
Inimigos e predadores.
Humanos animalescos.
Nós sujos da terra e da lama, das folhas e dos vermes.
Do vermes de Hermes.
Eu sou hipócrita!
Eu sou dolorida!
Realidade brutal, violência.
Predação.
Caótico.
Baroque!
Modernidade Extremista.
Colapso Social.
Divino na perfeição e no cru.
Conexão com a matéria.
Natureza.
Dia a dia, a vida.
Transformação.
Maturação.
Sindrome De Baroque.
Eu sou dolorida.
Existência pesada.
Dor biológica.
O ego é a ilusão de ótica espiritual.
Anulação da arrogância e do egoísmo.
Fraqueza.
Eu me destruo.
Eu sou hipócrita.
Defensiva.
Anulação do ego.
Morte iminente.
Viagem humana.
Lógica biológica.
Crueza, cru, nu.
Vestimenta, roupa.
Eu me despedaço.
Eu me destruo.
Sou uma criança.
Dolorida.
Menstruação.
Útero.
Inimigo.
Caos.
Baroque!
Caos psicológico.
Sofrimento.
Essência.
Socorro, busca.
Tristeza, dor.
Eu me conecto.
- Ramile Godon
