Coleção pessoal de testeteste123
Vasco
No peito do Rio, nasce uma cruz de coragem,
não é só time — é herança, é viagem.
É Vasco da Gama cortando o mar da dor,
levando no escudo a luta, o suor e o amor.
Nas arquibancadas, a voz vira tempestade,
cada grito é memória, cada passo é verdade.
Preto e branco se misturam com a fé da nação,
um povo inteiro batendo dentro do coração.
Quando a maré sobe e o jogo parece perdido,
o Vasco resiste, nunca está vencido.
Porque em São Januário o tempo aprende a esperar,
que até na queda existe um jeito de levantar.
E se a vida aperta como marcador sem perdão,
a torcida responde com alma e emoção:
“Avante, Gigante!” ecoa sem fim,
como se o impossível dissesse: “não é pra mim.”
No fim, não é só futebol no gramado em brasa,
é um povo que luta, é um lar, é uma casa.
Vasco é mais que clube, é chama no olhar:
um jeito de nunca, jamais, deixar de sonhar. HELAINE MACHADO
A tolerância da existência
Somos objeto de estudo?
Somos dinossauros, pois tudo que criamos é simplicidade e já foi criado.
Todas as ideias já foram pensadas por outros pensadores.
Somos alienígenas numa alienação parental.
Para poucos, ousamos ser cegos, pois a inércia te torna feliz até morrer.
Flamengo
No peito rubro-negro arde o destino,
um grito antigo ecoa no Maracanã,
como se o tempo parasse no hino
e a noite virasse manhã.
É chama que não se apaga,
é sangue que sabe vencer,
quando a multidão se propaga
e o mundo aprende a tremer.
Helaine machado
A essência do verdadeiro amor chama-se cuidado com a pessoa amada, pois é no gesto de proteger, ouvir e valorizar que o sentimento floresce como um jardim de ternura que, abençoado por Deus, envolve e transforma todo coração.
Quando você pensar em começar, a ultima coisa que você deve fazer é contar para alguém, pois eles serão podados tal qual uma erva daninha em um jardim florido, pelas raízes e sem nenhuma piedade, pois a humanidade é e sempre foi impiedosa.
Aquele amigo que estende a mão para te ajudar, mesmo que precise brigar com você para te salvar, quando todos os outros que dizem gostar de você ignoram seus problemas, mesmo no limite e se arriscando… isso não é ajuda. Isso é amor.
PRODÍGIOS NA MORTE DE JESUS. ENTRE A COMOÇÃO HUMANA E A LEI NATURAL.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
O trecho apresentado, extraído de A Gênese, capítulo XV, propõe uma leitura que se afasta do sobrenatural arbitrário e se ancora na racionalidade das leis universais. Aqui não se nega o fato moral, mas se examina criticamente a forma narrativa que o envolve.
O relato evangélico, especialmente em Evangelho de Mateus 27:45, 51 a 53, descreve três fenômenos centrais. As trevas sobre a Terra. O rasgar do véu do templo. A abertura dos sepulcros com a aparição de mortos. À primeira vista, tais acontecimentos parecem configurar uma ruptura da ordem natural. Entretanto, a análise espírita conduz a uma hermenêutica mais sóbria.
A obscuridade que teria coberto a Terra por três horas não se coaduna com um eclipse solar, pois, conforme a própria astronomia demonstra, esse fenômeno ocorre apenas na lua nova, enquanto a Páscoa judaica se dá em lua cheia. A explicação proposta desloca o eixo do milagre para o campo dos fenômenos naturais ainda pouco compreendidos à época. Alterações atmosféricas intensas, poeiras em suspensão, ou mesmo perturbações solares poderiam produzir escurecimentos incomuns, sem que isso implique suspensão das leis cósmicas. A referência histórica a obscurecimentos prolongados, como o ocorrido no ano 535, reforça essa possibilidade.
Quanto ao tremor de terra e às pedras fendidas, o raciocínio segue a mesma linha. Pequenos abalos sísmicos são frequentes em diversas regiões, e sua coincidência com um evento emocionalmente impactante pode amplificar a percepção coletiva. A psicologia do testemunho, sobretudo em contextos de dor e comoção, tende a magnificar o acontecimento, convertendo-o em símbolo.
O ponto mais delicado reside na chamada ressurreição dos mortos. A interpretação apresentada sugere não um retorno físico à vida orgânica, mas fenômenos de natureza mediúnica. Aparições espirituais, hoje compreendidas dentro do campo das manifestações dos desencarnados, eram então desconhecidas em sua causalidade. Assim, o que se viu foram Espíritos, mas o que se concluiu foram corpos ressuscitados. Trata-se de uma transposição interpretativa, condicionada pelo repertório cultural da época.
Esse mecanismo de amplificação é coerente com o comportamento humano diante do extraordinário. Um fragmento de rocha que se desprende torna-se sinal celeste. Uma visão espiritual transforma-se em milagre corpóreo. A narrativa cresce não por fraude deliberada, mas por um entusiasmo que carece de método.
Dessa forma, a conclusão apresentada é de notável densidade filosófica. A grandeza de Jesus Cristo não reside em efeitos exteriores que impressionam os sentidos, mas na estrutura ética e espiritual de sua mensagem. Sua autoridade não depende do prodígio, mas da coerência entre ensinamento e exemplo.
Sob a ótica espírita, os chamados milagres não são negações da lei, mas manifestações de leis ainda não plenamente conhecidas. O que ontem era prodígio, hoje se revela fenômeno. O que ontem era mistério, hoje se submete à investigação.
E assim permanece uma lição austera e perene. Não é no espetáculo do extraordinário que se mede a verdade, mas na profundidade silenciosa da lei que rege o espírito e o universo.
A bordo de mim
Trancafiada em mim,
no abismo, vi:
o mar se revelou.
Oculta,
embalo o fim,
estou a bordo.
O inundar do mar, sôfrego mar,
vem se lamentar.
Pálido.
Gélido.
Seco.
Escureceu,
não sou mais eu:
o mar sou eu.
Fugi sem ar,
pra me enclausurar
num olhar sombrio.
O medo embarca,
revira marcas
do meu pesar.
As ondas vêm,
molham meus pés,
e eu, mergulho.
Vento bravio,
calafrio
me faz chorar.
Tempestade à vista:
o barco vira,
e eu me embaraço
no relembrar.
Aos prantos, grito:
sou eu o mito
desse tal amar?
Ouço gemidos
do fundo do mar.
O horror me chama,
me mostra além
um antigo olhar.
Quando era ardor,
quem sabe amor
levou o mar.
À deriva,
na noite,
tento me refugiar.
E a negra vem
me acompanhar.
Seus braços frios
acariciam
meu perturbar.
O barco vira.
O retrato quebra.
Meu pesar, disperso.
Corta meus pés.
Ao chão, debruçada,
sangro, sem dor.
Junto os pedaços,
varro os cacos
de um amor opaco.
Mas a água vem.
As correntes vêm
me soterrar.
O barco alaga,
afunda lento,
o vento consente
meu naufragar.
E a brisa leva
o que restou de mim.
Meu ser se afoga.
O sal corrói
esse sôfrego amor.
A maior dissonância cognitiva é ver esquerdistas antissemitas manifestando ódio gratuito nas redes sociais criadas por judeus.
Eu passei os últimos anos interpretando um papel: o de alguém que superou, que esqueceu e que, finalmente, seguiu em frente. Mas hoje, a máscara caiu. Ver você agora, seguindo a sua vida e construindo o seu caminho, me fez perceber que falhei miseravelmente na missão de te arrancar de mim.
Não importa quem passe pelos meus dias ou o quanto eu tente me distrair nos silêncios; meu coração sempre encontra um atalho para voltar ao mesmo pensamento: você. O que vivemos não foi um capítulo passageiro; foi algo que se enraizou na minha alma de um jeito que nem o tempo, nem a distância, nem as voltas que o mundo deu conseguiram apagar.
Dizer isso hoje pode parecer uma loucura ou uma recaída inesperada, mas a verdade é que eu precisava que você soubesse: para mim, nada mudou. O amor que eu sinto ainda guarda o mesmo fogo, a mesma urgência e o mesmo lugar sagrado. Talvez a vida tenha nos levado para mares diferentes, mas se algum dia você olhar para trás e se perguntar se ainda existe alguém que te espera com a mesma intensidade do primeiro dia… a resposta sempre será sim.
Escolhi o dia de hoje para confessar isso porque o mundo celebra o seu nascimento, mas eu celebro o privilégio de ter conhecido a sua essência. Parabéns por ser essa mulher extraordinária que, mesmo sem saber, continua sendo a dona dos meus melhores sentimentos e da minha saudade mais bonita. Que o seu dia seja iluminado, mas saiba que, enquanto você apaga as velas, há um coração aqui que ainda arde por você.
Feliz aniversário, meu eterno grande amor.
Uma qualidade tão rara e importante que se perdeu na sociedade. Igualdade parece simples, até que a biologia, a cultura e a religião colidam. Algumas diferenças não podem ser discutidas, outras são moldadas pela mídia pró-feminista. Somos iguais em essência, mas não em papéis.
Não era conto de fadas…
era vida real.
Cinderela não usava só vestido,
usava silêncio,
engolia dor,
varria sentimentos que ninguém quis ver
Helaine machado
O tempo não apaga o que a alma insiste em guardar; ele apenas organiza a bagunça para que a gente consiga caminhar.
SerLucia Reflexoes
" O tempo pode afetar as relações e fazer com que as pessoas percam o valor ou a admiração que tinham umas pelas outras. É como se a convivência prolongada pudesse desgastar a apreciação mútua, e as pessoas acabassem se afastando como a correnteza de um rio."
