Coleção pessoal de testeteste123
"Quem alcança o topo carrega consigo uma história única. Na grande maioria das vezes, são narrativas tecidas com fios de superação, dor e sacrifício. E embora a maioria se comova com o sofrimento visível, poucos compreendem a verdade mais profunda: foram exatamente esses invernos rigorosos que criaram as raízes de seu diferencial e de seu sucesso."
Pedro Lopes..
... e quanto
às nossas dores — especialmente as
indizíveis —, cabem duas questões:
remediar ou superar? Olhar
paratrás ou deixá-las
para trás?
Uma nova chance!
Todos merecemos uma nova chance,
Errar faz parte do processo de tentar,
Todavia, é preciso buscar o alcance
De novas perspectivas para mudar.
Refletir sobre uma nova chance exige
Avaliar a disposição para a mudança.
Isso muitas vezes até nos aflige,
Mas é o passo que traz confiança.
Recomeçar é dar outra chance a si mesmo,
É a oportunidade de reescrever a história.
Fazer diferente e o otimismo aumentar,
Para inspirar o novo ciclo na sua memória.
O que parece ser o fim,
Na verdade, é o começo.
Surgem oportunidades, enfim,
Acreditar que isso não tem preço.
Cada dia é uma nova chance pra recomeçar.
Recomeçar com novas expectativas,
Dar oportunidades para se transformar,
E em uma vida nova alcançar objetivos.
Raimundo Nonato Ferreira
Junho/2026
"Existem momentos na vida que desenham o nosso amanhã.
O meu amanhã chegou.
E, tudo que desejo agora é o equilíbrio emocional, espiritual, e saúde para o corpo, a alma e as finanças."
Haredita Angel
23.05.26
Dentre todas as possíveis decisões de sua vida, priorize decidir amar e servir a Deus, pois isso fará toda a diferença quando, neste mundo, ela se findar!
Se nada mudar, invente,
e quando mudar, entenda.
Se ficar difícil, enfrente,
e quando ficar fácil, agradeça.
Se a tristeza rondar, alegre-se,
e quando ficar alegre, contagie.
E quando recomeçar, acredite.
Você pode tudo.
Tudo consegue pelo amor
e pela fé que você tem em Deus!
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Ninguém conspira contra o irrelevante. Se muitos precisam se unir para tentar destruir apenas um, é porque esse 'um' possui o peso, a retidão e a força que nenhum deles jamais terá individualmente.
O mal da pobreza não é tanto fazer o homem sofrer, mas degradá-lo espiritualmente e fisicamente.
sfj,reflexões
Romanos 14:8
"Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos."
Se Deus ainda não te levou para o céu, é porque sua missão na terra ainda não terminou.
Viva para Cristo. Seja luz. Ganhe almas. Faça a diferença.
NETOS
Meu bisavô começou
Com coragem e tradição,
Plantou nome e deu exemplo
No terreiro do sertão.
Fez da honra uma bandeira,
Do trabalho uma lição.
Meu Bisavô começou,
meu Pai continuou,
minha parte Eu fiz.
Agora é você Filho que diz.
Meu avô pegou a chama
Que o tempo não apagou,
Guardou cada ensinamento
Que a família lhe deixou.
Foi ponte entre as gerações,
Nunca o rumo abandonou.
Meu Bisavô começou,
meu Pai continuou,
minha parte Eu fiz.
Agora é você Filho que diz.
Meu pai seguiu a jornada
Com firmeza e devoção,
Carregando o sobrenome
Com respeito e gratidão.
Mostrou que a verdadeira herança
Mora no bom coração.
Meu Bisavô começou,
meu Pai continuou,
minha parte Eu fiz.
Agora é você Filho que diz.
Chegou a vez deste Neto
Assumir a construção,
Erguer sonhos, criar filhos,
Cultivar a tradição.
Pois o sangue que nos une
É mais forte que o sertão.
Meu Bisavô começou,
meu Pai continuou,
minha parte Eu fiz.
Agora é você Filho que diz.
Quando nasce um Bisneto
A esperança faz morada,
É a história caminhando
Pela estrada iluminada.
Cada nome é uma semente
Na família semeada.
Meu Bisavô começou,
meu Pai continuou,
minha parte Eu fiz.
Agora é você Filho que diz.
E se vier um Trineto
Num futuro abençoado,
Vai ouvir dos mais antigos
O legado preservado.
Que um nome vale pouco
Sem caráter ao seu lado.
Meu Bisavô começou,
meu Pai continuou,
minha parte Eu fiz.
Agora é você Filho que diz.
Assim segue a corrente
Que o tempo nunca desfez,
De Bisavô para Neto,
De filho para outra vez.
Pois quem honra suas raízes
Multiplica sua altivez.
Meu Bisavô começou,
meu Pai continuou,
minha parte Eu fiz.
Agora é você Filho que diz.
Canto XI: O Eco do Cosmos e a Máscara do Tempo
Por Emanuel Bruno Andrade
Inspirado no Tomo II d’Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões, no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas (10 de Junho de 2026)
Rasga-se o céu do velho mundo não por raios de Júpiter ou tempestades de Baco, mas pelo ferro ardente que os homens inventaram. Em continentes distantes, os mísseis cruzam o firmamento como estrelas cadentes da morte, deixando atrás de si um rastro de sangue derramado, infraestruturas reduzidas a pó e corações permanentemente sobressaltados, destroçados pela perda cruel dos tempos e das vidas. O eco dessas explosões viaja pelo mar que Camões outrora cantou, batendo nas praias de uma pátria que assiste, impotente, ao luto do mundo.
Em Portugal, terra de brandos costumes e fados antigos, não reina a infâmia das bombas, mas sim uma guerra silenciosa e invisível: a consequência da inflação que corrói os lares, gerando uma fraqueza que se estende do bolso à alma, e uma preocupação constante que nubla o olhar do povo. Os tempos mudaram, e mudaram muito. As almas dos homens pedem agora um socorro urgente, um grito mudo que ecoa nas cidades e nos campos, enquanto noutros cantos do peito reina apenas a saudade daquela paz interior que parece ter partido sem aviso.
"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades", dissera o velho mestre. Mas hoje, o clamor é por abrigo na tempestade da existência.
À margem do caos, os pensantes — poetas, filósofos e loucos — falam alto. Erguem as vozes nas praças e nas redes da grande teia global, denunciando sem medo as feridas abertas dos amantes, os laços rompidos pela distância e a frieza de uma era hiperconectada, mas profundamente isolada. No Olimpo moderno, as Deusas já não descem à terra para guiar os navegadores. Guardam-se num código sigiloso, trancadas a sete chaves nos seus segredos mais íntimos, com medo da entrega total. Contudo, o sopro do céu não as esquece: eleva-as, coloca-as num plano sagrado, divino e intensamente desejado, onde a arte e a beleza permanecem puras, intocadas pela barbárie humana.
Na ágora da civilização, fervem as discórdias pelo tempo fora. São as razões discretas e solenes das políticas do método, encenadas numa democracia que se veste de gala, mas que surge mascarada pelo capitalismo feroz — aquela promessa idealizada onde cada cidadão deveria poder constituir a sua riqueza livremente, sem nunca prejudicar terceiros, mas que tantas vezes se perde na ganância. Cada político ergue-se como um artilheiro de contradições, disparando promessas falsas de um palanque de ilusões. Sob as suas ordens temerosas, correm logo os soldados da engrenagem social, marchando cegamente rumo ao desconhecido.
E enquanto a Terra sangra e se debate nas suas próprias amarras, o homem olha para cima. Numa audácia que faria empalidecer os marinheiros da Carreira da Índia, sobe o foguetão rumo à Lua! Os novos navegantes cruzam o éter, procuram conhecer Marte, decifrar os segredos de um cosmos infinito. É a eterna e desesperada procura da origem, a busca pelo primeiro sopro de vida no vazio estelar. Navegamos pelos oceanos de estrelas, estendendo as telas da inteligência e da tecnologia, com um único e supremo múnus: expandir a consciência humana e desvendar o infinito, sem nunca deixar que o próprio universo nos engula na sua imensidão escura.
Lisboa, 10 de Junho de 2026
Na fusão do traço, da palavra e do infinito.
Mas não há propósito em um ciclo que se repete até o corpo falhar. Sonhos são cenários projetados para nos manter dóceis. Competições são distrações para não percebermos a insignificância.
*Se o silêncio falar mais alto*
Se o silêncio falar mais alto hoje,
deixa que ele diga o que eu não ouso:
que em cada batida do meu peito
mora o teu nome, manso e repouso.
Se o silêncio falar mais alto,
não prometo céu sem tempestade,
mas prometo mão firme na tua.
Se o mundo virar de cabeça pra baixo,
eu danço contigo nessa rua.
Se o silêncio falar mais alto,
te quero nas coisas pequenas:
no café quente, no “dorme bem”,
no riso que escapa sem motivo,
no quase-beijo que vem e não vem.
Se o silêncio falar mais alto,
lembra: amor de verdade não se mede em chão.
Ele atravessa mar, atravessa tempo,
e encontra abrigo no teu coração.
Se o silêncio falar mais alto,
te quero sem medida, sem desculpa,
pele na pele, verdade nua e crua.
Se o mundo pedir que eu te esqueça,
eu escolho te amar na contramão da rua.
Se o silêncio falar mais alto,
teu nome queima na ponta da língua,
incendeia tudo que eu tento calar.
Não é carinho manso, é tempestade —
e eu quero me perder no teu mar.
Se o silêncio falar mais alto,
quando teus olhos me acham no escuro,
o tempo para e tudo faz sentido.
Um teu "fica" já me deixa rendido.
Se o silêncio falar mais alto,
se amar é risco, eu assino sem medo,
se é queda, que seja no teu abraço.
Porque fora de ti eu só existo,
mas contigo eu aprendo a ser espaço.
E se um dia me perguntarem por que te amo,
eu vou sorrir e responder baixo:
"É porque, quando o silêncio falou mais alto,
eu descobri que era lá que eu moro."
