Coleção pessoal de testeteste123

28441 - 28460 do total de 117347 pensamentos na coleção de testeteste123

Ingênuo porque não percebe que novelas e filmes moldam sua visão de família. Ingênuo porque não percebe que a indústria do entretenimento alimenta seus vícios. Ingênuo porque não percebe que muitos jovens são expostos à doutrinação ideológica desde cedo e aprendem a repetir discursos sem questioná-los.


A escravidão mais perigosa é aquela que convence o escravo de que ele é livre.


#PalavraQueConfronta

Pedro, tu me amas?
Pedro, tu me amas?
Pedro, tu me amas?
A pergunta nunca foi sobre o teu chamado, Pedro. A pergunta sempre foi sobre quem tu és.”


#QuemÉTu

Pensar que ainda nada penso é o que mais penso todos os dias, quando escrevo sobre o que penso.

O ramo que se afasta da Videira Verdadeira para confiar em si mesmo certamente morrerá.


📖 João 15:1-5

Manhã desperta, sol à janela,
Teu sorriso me guia, vida bela.
Coração pulsa forte, chama singela,
Te quero bem, nessa aquarela.
Vem viver, alma donzela!
Assim, é o domingo sentimento que alegra
Em um curto descanso, deixa aberta a cancela
Amor vespertino... Manhã de aquarela;

Monólogo do amor com *"M"*

Madrugada morna, meu motivo, murmuro melodias macias.
Manhã majestosa, maravilha minha, meu mundo.
Miras-me, magnetizas, meu mel, minha musa.
Meu menino, minha menina, maravilho-me: moves montanhas, modificas marés.
Momentos mornos, maroto mistério, mantém-me.
Mordoce mensageiro, madrugaste minh'alma, mergulhei-me.
Marulhar manso, manto morno, me embalas.
Menciono mil milagres: minh’alma memoriza, memoriza.
Murmúrio materno, melodia manifesta, marcha mansa.
Meu mimo, meu mito, minha morada, me amas?
Manhã, me abraça, me ampara, me alegra, me ama.
Mereço maravilhar-me: mereces meu mundo.
Meu madrigal matinal, minha magia, meu momento.
Minh’alma, meu murmúrio: manhã magnífica, meu amor.

Elogios (palavras) servem para agradar a alma. Mas só o lucro (dinheiro) resolve o problema.

Comportamento é superfície.

Comportamento é superfície; significado e sofrimento habitam as camadas mais profundas.

Antes de julgar um comportamento, é preciso compreender a profundidade que existe por trás dele.

O comportamento é apenas a superfície de processos muito mais profundos.

Aquilo que vemos é comportamento; aquilo que não vemos é o que o produz.

Comportamento é superfície. A história, as emoções e as crenças são a profundidade.

Enquanto tentam me diminuir e dizer que eu não sou bom o suficiente para ser um Cantor ou pianista,eu continuo cantando e aprendendo com os meus defeitos vocais a cada dia e não me comparar com os outros.Cada exercício de piano reforça minha convicção de que estou no caminho certo para construir minha carreira musical.

O Pintor e a Obra Imperfeita


Eis aqui o pintor. A tela, antes alva, já não o é mais...
A vida a manchou por inteira.
Um caos de pinceladas, cores que estremecem o coração:
Leves, confusas, fortes, terrivelmente transcendentais.
No fim, o traço certo jamais ocorreu.


O pintor buscava o branco absoluto para, enfim, pintar a sua dor,
Buscava o belo...
Apenas o belo.


Mas, ao observar as marcas do seu próprio desespero,
Ele a encontrou: uma obra-prima.
E, diante do caos que ele mesmo criou,
O pintor finalmente se encantou.

Este poema toca na ferida de qualquer relação longa: o desvanecimento da chama inicial e a transição da paixão avassaladora para o silêncio cotidiano. A metáfora dos "corpos celestes" é excelente, pois tira o amor do plano humano e o coloca na imensidão do cosmos, onde tudo é maior e mais trágico.


Aqui está a versão lapidada para elevar a intensidade e a melancolia do texto:


A Órbita do Desgaste
Será que a intensidade com que dois corpos celestes
colidem pela primeira vez
guarda a mesma força ao longo das eras?


O que acontece com a gravidade desse amor?
Ele se expande até o infinito ou se consome no vazio,
tornando-se menor com o passar do tempo?


Por que os diálogos se apagam?
Por que as palavras, que antes os mantinham em órbita,
agora são substituídas por um silêncio tão denso?


Onde foram parar os gestos, os presentes, os poemas,
o tempo que, insaciáveis, devoravam juntos?


Será que a chama ainda arde no núcleo desses astros,
ou restou apenas a cinza de uma estrela morta?
Como amar até o fim, sem se perder no caminho?


Como manter o brilho aceso,
até a última idade, onde finalmente os dois corpos celestes
não suportam mais a distância e, enfim, se apagam juntos?

Escritas no Papel


Escritas que rabisco, as dores que o tempo impõe,
O delírio de ter nascido, o ar que me asfixia,
A vida que, lenta, me esgota.


Estou despedaçado pelo próprio amor.
Por pensar em quem virá a me amar,
Por um ser que nunca me amou.


Aflito, degenerado, como cacos espalhados ao chão;
O sangue que escorre dos meus olhos, clamando por um perdão que não virá.
O coração aperta, o ar me falta...


Eu a desejo, mas em meu peito habita o medo:
O medo de que, no lugar onde estou, haja outro.
E que, ao fim, eu seja traído, esquecido...
Como restos de lixo descartados ao relento.


Será que um dia serei amado?

Amor da Despedida


A felicidade é passageira;
A dor é eterna.
O amor existe por meio da dor,
Assim como a dor existe pelo amor. Eles se completam.
Pois são os sentimentos que carregamos até os confins do nosso ser,
Até o apagar de nossa vida.


Um último suspiro.
Um último olhar.
Uma última lágrima que escorre pelo nosso rosto... descendo pela face até tocar o chão.


Os olhares nos dizem muita coisa; revelam até mesmo a dura verdade
Que tentamos, em vão, esconder de nós mesmos.


Uma última despedida.
Um último "Eu te amo".


Um último movimento das minhas mãos...
O lápis escorrega e cai no chão.
O grafite se quebra, exatamente como o meu coração um dia já se quebrou.


E, por fim, o fim chega.
Chega até mim.
Para pôr a mim mesmo, um fim.

O Último Suspiro
A quem darei o meu calor?
Com quem dividirei o meu tempo?
A quem mostrarei as belezas que os meus olhos enxergam...
E quem fará este aperto em meu peito, enfim, se acalmar?


Sem a beleza que eu vejo em você,
Já não terei motivos pelos quais respirar.
Irei apenas sucumbir...
Imóvel, disperso em um tempo no qual nunca mais irei me encaixar.


Em meu último suspiro, faço o meu último pedido:
Eu lhe suplico o seu amor.
Para que, antes de partir, eu possa entregar o meu a você.


A minha essência, que eu não quero que se perca...
O meu próprio coração, eu lhe darei.
Pois sei que irei morrer, mas não partirei sem antes te entregar
As únicas coisas puras que ainda restaram em mim.

A Musa e as Telas
O mundo é realmente vasto...
Um mundo imperfeito. E é por isso que a beleza que tanto busquei,
Eu finalmente encontro em você.


Mas, e quanto ao medo de perder?
O que acontecerá com a beleza que me acostumei a apreciar?
Eu não quero perdê-la.
Mas as estrelas são severas com os nossos destinos...


Talvez eu entregue a minha própria essência, o meu último fôlego,
Apenas para não a perder.
Porque, em um mundo sem nada para amar,
A própria vida se torna um exílio, um peito sem lar.
Sem aconchego. Sem amor para transbordar.


O lápis restará parado no tempo...
E as telas, aos poucos, mofarão no escuro.
Pois, sem a minha maior beleza...
Como poderei voltar a pintar?