Coleção pessoal de testeteste123

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ENSAIO POÉTICO


Dedicado a
Maria das Dores
(Dona Dorinha - Minha mãe)


POEMA
OU QUASE VERSO MATUTO


Félix di Láscio


Arruma tudo, vambora
qui hoje vai tê animaçan;
sigura na mão di Rosinha,
si ajeita ca bichinha,
qué prumode Dona Dorinha,
sabê qui voismecê
tem muito amô no coração!


Félix Di Láscio - Poeta e Pensador Paraibano
www.napoltrona.net | felixdilascio.facebook


Reeditado no dia 16/16 às 21:40

⁠As pessoas vêm e nos deixam, mas os pensadores são eternos.

O seu pior erro é achar que todo curioso é amigo. Quem quer saber demais da sua crise só quer medir o tamanho da sua derrota. Mesmo sangrando por dentro, mantenha a postura: nunca admita que está tudo mal para quem não merece saber a sua verdade.

"Você pode não mudar o mundo, mas tem o poder de mudar a si mesmo, pense nisso"

Quem muito te elogia pela frente costuma te julgar por trás.

Transitoriedade sem amargura...


Estamos de passagem, igual névoa. Não tem forma fixa, não dura. Se faz necessário parar de se levar tão a sério, largar o ego.


Aprendemos a cantar sem voz enquanto os sinos dobram por ninguém.
Sem voz eu grito, me expresso sem precisar provar nada para ninguém. E os sinos dobram por ninguém. A vida segue mesmo sem plateia.


Já que nada fica, que pelo menos passe sem peso. O "eterno" está só naquele micro-espaço entre respirar e soltar o ar. O momento. Aquele momento que foi único.


A vida só faz sentido quando você deixa o desconhecido te atingir. Quando o mistério deixa de assustar e vira algo leve, como brisa no rosto.


Diariamente, relutante, me convido para viver sem apego, tento achar beleza no que é curto e incerto.


_Jane Silva

Há pessoas tão metódicas que deixam de comer pão apenas para não correr o risco de sujar as mãos com trigo.

BRASIL. Eu já fui muito patriota, mas, infelizmente, nosso País tem políticos corruptos que são condenados, depois absolvidos e voltam à Brasília, há uma justiça injusta, criminalidade protegida ao invés de combatida, impostos acima do normal, um salário mínimo abaixo de R$ 3000

A liberdade dos pássaros nos ensina que, embora a floresta esteja em chamas, o bater de suas asas também ajuda a apagar o incêndio.

Pra que tanto telescópio
Se a resposta, todos sabemos
Mora em nosso interior?
Faça alguém olhar para o céu estrelado
E descubra em que
lugar mora esse pensamento
em nosso cérebro.
Menos complicado do que descobrir
o fim do universo.
Uma sensação táctil.
De onde existe o infinito,
Conosco desde que éramos amebas.

Ser Ilustrador é: imprimir o invisível com as mãos; revelar sonhos no papel.

Os bailes das auroras do mundo
encontram a vulnerabilidade
escolhida para não desperdiçar
nem por um segundo
quando o tempo de amar chegar.


Onde habitar na insensibilidade
e na ironia virou segunda pele
para adornar a rotina,
Escolhi habitar na rebeldia,
e nadar contra as correntes,
porque quero permanecer viva.


Os jogos ainda não estão definidos,
algo diz que seremos surpreendidos.
Embora conversamos mesmo
apenas pelos sinais percebidos;
como se fôssemos velhos conhecidos.


Neste junho com os camboatás floridos
refazendo o chão que está mostrando
a diferenciação trazendo benefícios melíferos,
por causa de você a anunciar o Ano Novo,
devagarinho, e que me tem no coração.

Você nunca viverá verdadeiramente o extraordinário de Deus na sua vida em quanto não deixar de ouvir o que os outros dizem de você, e o medo que fala dentro de si. Ele diz: "você não é capaz, não vai conseguir." Somente se cuidando olhando para dentro de si com amor, afeto, ternura e caridade será capaz de transformar sua vida e evoluir sua alma.
Isso leva tempo de qualidade com você mesmo. Não se Preocupe em dar satisfação da sua vida aos outros, pois na verdade ninguém se importa de verdade com o que você passa ou senti, as pessoas querem apenas saber como você está para elas se sentirem melhor do que você e levar a fofoca em diante.

Brasil é uma nação destruída pela corrupção sistêmica e um por arranjo jurídico frágil que conduz à impunidade.

Inevitável


A Via Láctea tem 200 bilhões de estrelas. Andrômeda 1 trilhão, a coisa mais distante que podemos ver a olho nu, atravessando o impossível só para ser percebida.
Se você estivesse lá, escondido entre bilhões de sóis, eu o reconheceria.
O aurora dos teus olhos atraindo para o vazio profundo, não como a luz do entardecer e sim como a luz do cosmos: confundindo, ferindo, atraindo para o buraco negro do teu egoísmo... ahhh se vc pudesse me arrancar de dentro de si mesmo.
Essa capacidade de reconhecer você, mesmo perdido na insensibilidade, vitimado pela prisão do livre árbitrio sem memórias, vencido pela carne que se trai, mesmo não estando sob tortura.
É uma maldição precisa.
Porque reconhecer, sem ter escolha de não fazê-lo... e saber exatamente o que vejo, e, por isso, não poder substituir, distorcer ou esquecer...
Uma sentença silenciosa que castiga quem enxerga longe demais... mas nunca o suficiente para tocar... Afinal o pra sempre é sobre viver de memórias e não sobre construir histórias...

O agente público que transforma sua missão em palco e sua função em vitrine não apenas se desvia — ele se perde.
Aquele que ocupa o cargo mirando os holofotes, e não o interesse coletivo, padece de uma enfermidade silenciosa e devastadora: o narcisismo institucional. Uma patologia que não apenas distorce sua própria percepção de realidade, mas que corrói, por dentro, os pilares da ética administrativa.
A Administração Pública não é arena de autopromoção, tampouco balcão de negócios pessoais. Não é espaço para mercantilização de cursos, venda de imagens ou construção artificial de prestígio. O Estado não pode ser instrumentalizado como extensão do ego de quem deveria servi-lo com humildade.
Há, nesse comportamento, uma inversão ontológica da função pública: o servidor deixa de servir para se servir.
E quando isso ocorre, instala-se uma perigosa degeneração — o interesse público é relegado ao segundo plano, substituído por estratégias de visibilidade, marketing pessoal e culto à própria imagem. A função, que deveria ser sagrada, torna-se espetáculo. A responsabilidade, que deveria ser dever, transforma-se em oportunidade.
Lugar de exibicionismo é no circo, sob as luzes do aplauso fácil e efêmero. A vida pública, ao contrário, exige sobriedade, compromisso e silêncio produtivo — aquele que constrói sem anunciar, que realiza sem ostentar, que serve sem esperar reconhecimento.
O verdadeiro agente público não busca aplausos — busca resultados.
A história não se curva aos vaidosos. Ela reverencia os íntegros.

Jamais abandone sua capacidade de enxergar além do preto e branco; só porque o resto mundo não sabe ler o segredo das entrelinhas.

A Polícia brasileira permanece na linha de frente da defesa da sociedade, enfrentando o crime organizado, combatendo a violência, recuperando patrimônios subtraídos e assegurando a aplicação da lei. Sua missão não se altera conforme os ventos políticos nem se submete às conveniências dos governantes de ocasião.
A Polícia é instituição de Estado. Os governos passam. A Polícia permanece. A Polícia não serve a governos. A Polícia serve ao povo brasileiro. Governos são transitórios. Surgem das urnas e se submetem ao julgamento periódico da democracia. Instituições policiais, ao contrário, possuem natureza permanente, sendo estruturadas para garantir a continuidade do Estado e a proteção dos direitos fundamentais independentemente das alternâncias de poder

Nenhuma sociedade prospera quando o mérito é substituído pela bajulação, a competência pela conveniência e a verdade pela propaganda.
É preciso recordar que o poder legítimo nasce do povo, mas não lhe pertence para saque. Toda autoridade é transitória; toda responsabilidade é permanente.
Cidades dignas não se ajoelham diante de oportunistas. Povos conscientes não se vendem por promessas ocas. O eleitor que desperta rompe correntes invisíveis.
Porque, ao final, os mercadores de fumaça desaparecem no vento da própria mentira. Já a consciência cívica, quando acesa, ilumina gerações.

O político moderno prospera por meio de mentiras e espetáculos nas redes sociais, onde narcisistas se sustentam com propagandas enganosas. O país se afunda em uma subcultura que enaltece a mediocridade e despreza o conhecimento, enquanto a carga tributária atinge patamares sufocantes, financiando uma elite que se mantém à custa de privilégios e mordomias. A insegurança se tornou um estado permanente, e as tragédias sociais diárias são verdadeiros filmes de terror transmitidos em tempo real.
Diante desse cenário, pode-se concluir que vivemos em um país marcado pela desigualdade social, onde as políticas públicas são inexistentes e o bem-estar da população é negligenciado. A realidade é sombria: um sistema educacional sucateado, uma saúde agonizante e uma segurança pública em colapso. Esse ambiente se tornou um paraíso para estelionatários que exploram a vulnerabilidade de uma população carente, enquanto o crime organizado e milícias digitais dominam territórios físicos e virtuais, espalhando medo e desinformação.