Coleção pessoal de testeteste123
“Imagine um peixe tentando voar porque os pássaros dizem que nadar é chato. O peixe será infeliz e não voará bem. Quando ele aceitar que nasceu para nadar, ele encontrará a paz."
—By Coelhinha
O sabor das lágrimas vem de alegrias e tristezas . As tristezas nos ensinam o caminho da alegria e do prazer de viver sentimentos opostos ,mas com a intenção de encontrarmos os nossos puros desejos ... lagrimas sejam por quaisquer motivos, depois de choradas, fazem entender que sentimentos pulsam em nossas vidas para dar sentido e valor ao que sente os nossos corações!
João Batista Barbosa
Seja rara! Teime em se superar. Tenha desejos muito específicos. Saia da sua zona de conforto, mas antes disso: Blinde a sua mente e valorize apenas o que te fortalece!
(Aline M. Abdalah)
A relatividade
A relativização dos fatos
É um problema atual
A cultura do nada a ver
Se tornou bem real.
Abre-se a tela que tudo aceita,
Os julgamentos viram tribunal,
Enquanto a mentira caminha eleita,
Até vestida de bem e de mal.
A verdade tornou-se ponto de vista,
Cada um traz a sua versão,
No debate, já não conquista,
Restando apenas a confusão.
O que outrora causava espanto
Agora passa sem ninguém chocar,
O silêncio ocupa seu canto
Quando muitos preferem não opinar.
Muito se defende a errônea crença
Da inexistência de princípios universais.
Ideias como "cada um tem a sua verdade",
Chocam-se em conflitos banais:
Onde o seu certo, o outro desfaz.
Raimundo Nonato Ferreira
Junho/2026
Ninguém me disse nada, eu também não quero saber.
Se não for para ajudar, eu não vou atrapalhar.
São esses os meus ditados favoritos.
🙈🙉🙊
Estamos vivendo num caos social!
Não existe assistência social, preocupação com a população simplesmente não existe! É muito raro um político de coração bom como aquele Marcelo de Nápoles que realmente veste a camisa e vai para rua acolher seu povo. O que existe é muita ganância em enganar um povo sofrido.
A gente precisa de saúde que funcione e, principalmente, educação de verdade. Gastam rios de dinheiro com bobeira e o principal continua uma porcaria. É só chover dois minutos que os bueiros entupidos alagam a cidade inteira. A água sobe, entra nas casas, leva o pouco que a gente tem. E depois aparecem na TV dizendo que foi surpresa da natureza.
Eu olho pra rua e vejo a fila do posto, o idoso sem remédio, a mãe com criança no colo esperando uma consulta que nunca chega. Aí entendo por que tanta gente desiste. Não é fraqueza, é cansaço de bater numa porta que nunca abre.
O FENÔMENO DA DOR, DA MORTALHA E DA BELEZA.
Na antiga cidade de Valedourado, cercada por montanhas cobertas de névoa e bosques silenciosos, vivia uma jovem chamada Helena. Sua beleza era comentada em todas as ruas, admirada em todas as praças e celebrada em todos os salões. Seus olhos pareciam refletir o azul do céu após a tempestade, e seus cabelos escuros lembravam a profundidade das noites sem lua.
Desde a infância, Helena acostumara-se a ouvir elogios. Onde passava, recebia sorrisos; onde chegava, atraía atenções. Pouco a pouco, sem perceber, passou a acreditar que sua aparência era seu maior patrimônio e que a admiração dos outros constituía a medida de seu valor.
Os anos transcorriam suaves, como um rio tranquilo, até que o destino, esse velho mestre que ensina por caminhos inesperados, resolveu visitá-la.
Numa tarde de inverno, uma enfermidade grave atingiu a cidade. Muitos adoeceram. Helena também foi alcançada pelo sofrimento. Durante semanas permaneceu recolhida, entre febres e dores que pareciam consumir-lhe as forças.
Pela primeira vez em sua existência, descobriu que a beleza não era capaz de afastar a aflição.
O espelho, antes seu aliado inseparável, passou a revelar um rosto abatido, marcado pelo cansaço. A juventude ainda estava ali, mas a fragilidade humana tornara-se visível.
A dor fez aquilo que os elogios jamais haviam conseguido: obrigou-a a olhar para dentro.
Durante longas noites de insônia, observava pela janela as estrelas e perguntava a si mesma quem realmente era.
Se sua beleza desaparecesse, o que restaria?
Se os aplausos cessassem, quem permaneceria ao seu lado?
Se o corpo envelhecesse, onde encontraria sua identidade?
As respostas não vieram imediatamente.
A dor raramente fala alto.
Ela prefere sussurrar.
Quando finalmente recuperou a saúde, Helena saiu para caminhar pelas ruas da cidade. Notou algo que jamais havia percebido. Havia rostos marcados pelo trabalho, pela idade e pelas dificuldades da vida, mas que irradiavam uma serenidade que nenhum cosmético poderia produzir.
Conheceu então uma velha costureira chamada Margarida.
A mulher confeccionava mortalhas para os falecidos da região.
Helena estranhou aquele ofício.
— Não é triste trabalhar apenas com a morte? — perguntou.
Margarida sorriu.
— Eu não trabalho com a morte. Trabalho com a igualdade.
A jovem não compreendeu.
A idosa então explicou:
— Quando chegam até mim, ricos e pobres usam o mesmo silêncio. Vaidosos e humildes vestem a mesma mortalha. Os títulos desaparecem. As posses ficam para trás. A beleza física retorna à terra. Mas aquilo que a alma construiu permanece.
Aquelas palavras ficaram gravadas na memória de Helena.
Meses depois, a costureira permitiu que ela observasse seu trabalho.
Ali, diante das mortalhas cuidadosamente dobradas, a jovem compreendeu algo profundo.
A mortalha não era apenas um tecido.
Era um símbolo.
Representava o momento em que todas as ilusões humanas caem.
Nenhuma joia acompanha o espírito.
Nenhuma aparência atravessa os séculos.
Nenhum elogio resiste ao túmulo.
Apenas as virtudes seguem viagem.
A partir daquele dia, Helena começou a mudar.
Continuou apreciando a beleza, mas deixou de adorá-la.
Passou a visitar enfermos, auxiliar necessitados e ouvir aqueles que carregavam sofrimentos invisíveis.
Descobriu que existe uma beleza maior do que a simetria dos traços.
A beleza da compaixão.
A beleza da bondade.
A beleza do perdão.
Os anos passaram.
Seu rosto envelheceu como envelhecem todas as coisas da Terra.
As linhas do tempo desenharam-se em sua pele.
Os cabelos tornaram-se prateados.
Contudo, algo extraordinário aconteceu.
Quanto mais a aparência física diminuía, mais sua presença iluminava os ambientes.
As pessoas já não a admiravam por sua formosura.
Admiravam-na por sua alma.
Quando chegou sua hora de partir, muitos reuniram-se para prestar-lhe homenagem.
Entre lágrimas e preces, recordavam não sua antiga beleza exterior, mas os gestos de amor que distribuíra ao longo da existência.
E quando seu corpo foi envolvido pela última mortalha, parecia que a própria vida sussurrava uma lição aos presentes:
A dor revela.
A mortalha iguala.
A beleza verdadeira permanece.
Fundo moral
A dor é uma professora severa, mas sincera. Ela remove máscaras e nos obriga a encontrar aquilo que realmente somos. A mortalha recorda a transitoriedade de todas as conquistas materiais e da aparência física. Já a verdadeira beleza não pertence ao corpo, mas ao caráter, à inteligência moral e à capacidade de amar.
Consequências morais
Quem vive apenas para a aparência torna-se dependente do olhar dos outros e sofre quando o tempo lhe cobra o tributo inevitável da mudança. Quem cultiva valores interiores constrói um patrimônio imperecível, que resiste à enfermidade, ao envelhecimento e à própria morte.
Porque a dor pode transformar.
A mortalha pode ensinar.
Mas somente a virtude tem o poder de sobreviver ao tempo.
A confiança é o maior patrimônio da vida, antes de entregá-la, certifique-se de que ela está nas mãos certas.
A vida não é feita de momentos, ela é feita de história, por mais que a sua história não seja Alice, tipo no país das maravilhas, tenha a percepção de que você é com certeza a mulher maravilha de alguém. 👈 Às vezes somos pôr do sol em dias de chuva... No sorriso daqueles que amamos
Quis Ficar
Helaine Machado
Quis ficar onde ninguém quis que eu ficasse, como uma raiz insistindo em nascer na pedra. Enquanto muitos diziam "vá embora", meu coração procurava um motivo para permanecer.
Quis ocupar espaços vazios, sentar à mesa onde não havia lugar marcado. Não por teimosia, mas porque acreditava que também merecia ser lembrada.
Ninguém Me Entendeu Até Hoje
Helaine Machado
Ninguém me entendeu até hoje, ou talvez eu nunca tenha conseguido explicar. Há sentimentos que moram tão fundo que as palavras não conseguem alcançar.
Sorri quando a alma chorava, calei quando precisava falar. Muitas vezes estive cercada de pessoas, mas me senti em um lugar sem ninguém para ficar.
Helaine machado
" Se alguém o relegou ao silêncio, não entregue sua paz ao abandono. Continue cultivando sua dignidade, seus valores e sua capacidade de amar. A vida possui o extraordinário hábito de abrir novas portas quando outras se fecham. E aqueles que permanecem fiéis à própria consciência jamais estarão verdadeiramente sozinhos, pois carregam dentro de si a companhia da própria luz. "
Um homem pode até tirar a liberdade de um outro homem, mas o conhecimento uma vez adquirido, jamais poderá ser tirado.
