Coleção pessoal de pensador

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As máquinas não vão nos matar. Elas vão mais rasgar o tecido da nossa sociedade através dos vídeos de dança no TikTok.

Sabe, esse teatrinho de garotas malvadas está bem datado. Mulheres devem levantar a moral umas das outras.

Não se inventa a viagem no tempo sem considerar que pessoas do futuro precisarão de ajuda.

Eu não quero que ela seja uma lembrança.

De agora em diante, a partir de agora, só vou fazer o bem.

Viva como quiser agora. Tudo isso é seu!

Eu acho que você não tem a mínima noção do tamanho da sua força.

Eu gostaria de propor um brinde a um mundo onde todos tenham uma vida boa, não só os ricos. Saúde.

Na próxima vida, vou ser um peixe. Só estou fazendo balé agora porque não posso ser um peixe.

Comecei isso sozinho e gostaria de terminar sozinho.

Eu rezei, sabia? Rezei pra alguém aparecer. Pra que eu pudesse executar meu plano.

Ainda há tradições e princípios que devem ser mantidos.

Desde o dia em que te encontrei, percebi pela primeira vez que a vida pode ser divertida.

O coitadismo nunca melhorou nenhuma situação. É um modo destrutivo de estar e muito difícil de sair uma vez que você entra.

A vida pode vir até você de maneiras inesperadas que podem parecer injustas. Mas o coitadismo nunca é a resposta certa.

Quero dizer que as camadas profundas da nossa personalidade podem sofrer um bombardeio poderoso das obras que lemos e que atuam de maneira que não podemos avaliar.

Uma sociedade justa pressupõe o respeito dos direitos humanos, e a fruição da arte e da literatura em todas as modalidades e em todos os níveis é um direito inalienável.

Dado que a literatura, como a vida, ensina na medida em que atua com toda a sua gama, é artificial querer que ela funcione como os manuais de virtude e boa conduta.

O amor pelo livro nos refina e nos liberta de muitas servidões.

A literatura corresponde a uma necessidade universal que deve ser satisfeita sob pena de mutilar a personalidade, porque pelo fato de dar forma aos sentimentos e à visão do mundo ela nos organiza, nos liberta do caos e portanto nos humaniza. Negar a fruição da literatura é mutilar a nossa humanidade.

Não há povo e não há homem que possa viver sem ela [a literatura], isto é, sem a possibilidade de entrar em contato com alguma espécie de fabulação. Assim como todos sonham todas as noites, ninguém é capaz de passar as vinte e quatro horas do dia sem alguns momentos de entrega ao universo fabulado.